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Zôhar (Livro 10)

Texto integral

R$ 65,00
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Autor(es): Tradução: Diego Raigorodsky
SKU: 146500
Páginas: 172

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Dando continuidade à primeira tradução integral do Zôhar ao português, o tomo 10 inaugura a etapa de Shemot (Êxodo), cobrindo as porções Shemot e Vaerá (folhas 2a-31b). Nele, os Sábios exploram o sentido místico do exílio no Egito, o nascimento de Moisés e as dimensões espirituais das primeiras pragas.
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Dando continuidade à primeira tradução integral do Zôhar ao português, o tomo 10 inaugura a etapa de Shemot (Êxodo), cobrindo as porções Shemot e Vaerá (folhas 2a-31b). Nele, os Sábios exploram o sentido místico do exílio no Egito, o nascimento de Moisés e as dimensões espirituais das primeiras pragas. Foi mantida a estrutura tradicional - Tossefta, Midrash HaNeelám e Sitrê Torá - para revelar camadas ocultas da narrativa bíblica. É leitura indispensável para quem busca compreender, além dos fatos históricos, as chaves espirituais da escravidão, da libertação e dos primórdios da redenção messiânica.

Volumes disponíveis também individualmente:

Zôhar (Livro 1)
Zôhar (Livro 2)
Zôhar (Livro 3)
Zôhar (Livro 4)
Zôhar (Livro 5)
Zôhar (Livro 6)
Zôhar (Livro 7)
Zôhar (Livro 8)
Zôhar (Livro 9)
Coleção dos primeiros 9 volumes do Zôhar com desconto
Zôhar (Livro 10)


Da apresentação do tradutor Diego Raigorodsky:

O Zôhar é um trabalho pseudoepigráfico considerado pelos tradicionalistas uma revelação de Deus ao Rabi Shimon bar Iochai e seus discípulos. Escrito parcialmente em aramaico e parcialmente em hebraico como um comentário sobre o Pentateuco, contém um sistema teosófico completo, e aborda assuntos como: a natureza de Deus, cosmogonia, cosmologia, alma, pecado, redenção, bem e mal.

O livro apareceu pela primeira vez no século XIII, na Espanha, e foi difundido pelo cabalista Moisés de Leon. Foi ele quem atribui o livro em sua posse ao sábio do século I, o Rabi Shimon bar Iochai. No entanto, logo de início esta hipótese foi refutada por algumas pessoas.

A difusão do Zôhar entre os judeus se deu de forma rápida e impressionante. Cinquenta anos após o seu surgimento, o texto já era citado por muitos cabalistas, que não podiam crer que um livro desses fosse obra humana, e que certamente se tratava de um livro de inspiração divina e que, portanto, podia ser colocado no mesmo nível da Bíblia.

Até mesmo judeus pouco inclinados ao misticismo, filósofos, autoridades rabínicas e juízes preocupados com a letra da lei chegaram a considerar o livro como fonte sagrada e o utilizaram para definir questões normativas da religião.

Diego Raigorodsky nasceu em Jerusalém, Israel, formou-se em Linguística pela Universidade de São Paulo e sempre trabalhou na área de tradução e interpretação de textos sagrados antigos, principalmente em hebraico e aramaico.

Estuda Cabalá desde os 13 anos e, por conta do seu trabalho e interesse pelo assunto, teve acesso a centenas de livros cabalísticos (muitos dos quais em manuscritos). Com o passar do tempo e com o conhecimento adquirido, começou a ministrar aulas e montar grupos de estudo.

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