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As vozes das mulheres no holocaustoNeste quarto volume da Coletânea em Memória das Vítimas do Holocausto, trazemos ao leitor como foi o tratamento dado às mulheres e como elas reagiram ao terror.As narrativas das mulheres sobreviventes judias apresentam o testemunho da dor, da sensibilidade, da superação, da reconstrução da vida após o trauma e revelam a "frieza assustadora" dos perpetradores tocando em pontos delicados, sobretudo sobre a vulnerabilidade de seus corpos diante da truculência.Os textos são da equipe do Museu do Holocausto de Jerusalém - Yad VaShem - profissionais dedicados e categorizados para falar deste horror que foi o Holocausto.A organização deste material é do Nessim Hamaoui, editor e fundador do Kadimah que, tem realizado ao longo dos anos edições sobre o Holocausto, além de já ter também organizado os outros três volumes da Coletânea. Volumes já disponíveis da coletânea: Saber para jamais esquecerAs Crianças no HolocaustoJustos, heróis e testemunhasAs vozes das mulheres no holocausto
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Cinco Vezes VivoLouis Frankenberg, um dos poucos sobreviventes do Holocausto vivos no Brasil, resolveu agora contar sua história. Ele tinha apenas 3 anos quando a Holanda, onde nasceu, foi invadida pela Alemanha nazista, em maio de 1940. Dois anos depois, com a "solução final" de Hitler para exterminar os judeus já em marcha, seus pais se separaram dele e de sua irmã e os esconderam em um internato para crianças em Hilversum, no interior do país.Não adiantou. Denunciado e capturado em 1944, Louis passou pelos campos de concentração de Westerbork, na Holanda, e Theresienstadt, na atual República Tcheca, de onde saiu graças a uma oportunidade milagrosa, em um trem que levou 1200 judeus para a liberdade na Suíça.Finda a guerra, Louis enfrentou uma penosa saga por famílias de adoção, orfanatos e outras instituições, até ser finalmente entregue aos cuidados de parentes que tinham conseguido fugir para o Brasil antes do Holocausto. Em 1947, com apenas 10 anos, desembarcou em Porto Alegre com sua irmã - que conseguira se manter escondida durante a guerra - para iniciar uma nova vida.Só muitas décadas depois é que Louis começou a remexer no seu passado, do qual pouco se lembrava. Por 30 anos, vasculhou arquivos, reviu fotografias, leu livros e entrevistou pessoas, num formidável trabalho de historiador. E aos poucos, peça a peça, foi reconstruindo a memória da sua vida e a da sua família, tragicamente assassinada nas câmaras de gás.O resultado é este livro - escrito com a colaboração do jornalista Ricardo Garcia. Numa narrativa emocionante e documentada, Louis conta como escapou da morte cinco vezes e fala do longo percurso que trilhou para reconstituir sua história - desde as origens da sua família até o recomeço da vida no Brasil.Não é um livro apenas sobre os horrores do Holocausto. É também uma história pessoal de superação - de como Louis conseguiu ultrapassar os traumas da guerra para se reconciliar com um passado do qual sempre evitara se aproximar. Numa época de incertezas, Cinco Vezes Vivo oferece o testemunho de quem passou por um dos períodos mais sombrios da história mundial mas acabou por encontrar a felicidade ao recompor sua família.Louis Frankenberg tem hoje 85 anos e vive em São Paulo.
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Eu Estive Aqui 70 Anos DepoisEste livro conta uma viagem fantástica de volta ao passado para desvendar os mistérios de nossas vidas sob uma óptica renovada pelas conquistas de liberdade e pela existência de Israel. Celebra a vida, resguardando histórias de nossos antepassados, porém com olhos voltados para o futuro, para nossos descendentes.
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Coração sem LágrimasCoração sem Lágrimas é a autobiografia de Klara Pelcerman, uma menina linda e alegre, de família judaica tradicional e muito rica, que foi aos poucos perdendo tudo que lhe era familiar. Quando os alemães invadiram sua cidade, Cracóvia, na Polônia, logo lhe tiraram seu avô. Em seguida, perderam a empresa da família e o apartamento em que viviam. Então, se foram, um a um, seu irmão Max, a avó, a irmã mais velha, Tonka, o irmãozinho Janek, as irmãs Helena e Wanda e seus pais. Ela viveu inúmeros terrores, passando por guetos e pelos campos de Pionek, Plaszów, Aushwitz, Bombice, Bergen-Belsen e Elsnig, saindo viva de todos eles.Com outros jovens sobreviventes, foi para Israel, viveu no kibutz de Aianot e se alistou na Haganá, servindo por dois anos antes de se casar com um jovem polonês. Eles tiveram uma filha, Amália, e então vieram morar em São Paulo, onde tiveram Fani. Klara criou suas filhas num ambiente de alegria e otimismo, rodeadas de seus familiares. Viu seus 4 netos nascerem antes de sucumbir a um grave tumor cerebral.Coração sem Lágrimas é uma incrível história de superação de uma mulher que, apesar de tudo que viveu, até hoje é lembrada por sua personalidade otimista e sua incrível vontade de viver.Coração sem Lágrimaspor Klara PelcermanAdaptação por Amália PelcermanO livro acompanha 70 fotografias coloridas e depoimentos dos familares.
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De ponto em pontoConta a história de Moshe Mendel Miedzigorski, que nasceu na Pólonia (Lodz), em 1921 e de seu primo Zalman.Em 1939, quando tinha 18 anos, os nazistas invadiram a Polônia.Em 1945 serviu como soldado no exército russo-polonês.Quando terminou a guerra, não tinha mais família, mas seu amor pela vida fez com que se reerguesse , constituísse família e emigrasse para Israel.Seu primo Zalman passou 5 anos no Campo de Concentração em Auschwitz e em 1950, juntamente com sua família, decidiu partir para EUA, mas acabaram embarcando em um navio para a Bolívia e no final vieram morar no Brasil.Este livro conta a história particular da família Miedzigorski, mas também representa a vida de muitos sobreviventes do Holocausto.
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R$ 36,00 - R$ 36,00
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Diário tardioDurante décadas, Max Mannheimer reprimiu suas memórias dos campos de concentração em que fora obrigado a viver sob custódia nazista - Auschwitz, os guetos de Theresienstadt e de Varsóvia, e Dachau, aonde o enviaram em uma marcha da morte. Guardou para si todo o horror que lugares como esses causam a um ser humano, mesmo que os pesadelos do silêncio o assombrassem e a depressão o adoecesse.Embora tenha sobrevivido, perdeu pai, mãe, dois irmãos, uma irmã e a esposa, ou seja, toda a família, exceto um terceiro irmão. Em face de traumas tão perturbadores, é compreensível que ele preferisse, portanto, não expressar suas lembranças e seus sentimentos.Porém, após muitos anos, ao se deparar, em viagem aos Estados Unidos, com uma suástica bordada na roupa de uma pessoa; e também, em outra ocasião, ao pensar que estava próximo da morte por conta de um mal-entendido com seu médico, Mannheimer resolve abordar seu difícil passado e, logo, escrever um diário sobre o período mais aterrador de sua vida.Nestes diários tardios a que os leitores brasileiros agora têm acesso, Mannheimer conta sobre sua juventude na antiga Tchecoslováquia até a ocupação alemã - o relato da propagação da praga nazista entre vizinhos e próximos é comovente - , seguindo com a mudança para uma parte não ocupada do país, mas onde a máquina hitlerista o alcançará também. Relata finalmente sua experiência nos campos de extermínio, com descrições da rotina estafante de trabalhos forçados e narrações de passagens insólitas, como por exemplo o pão que ele comia em uma sala de autópsia ou a felicidade de uma roupa nova após meses. Rememora os pequenos atos de bravura dos colegas de jornada, como a desafiar o destino e dar sentido ao sofrimento, ações que quase sempre redundam em tortura, fuzilamento ou forca. Nas páginas finais, a descrição da libertação traz o adendo positivo mostrando que a resistência não apenas é possível, mas necessária.Assim como Mannheimer precisou de tempo para rever o passado tenebroso, mas depois o domou e o escreveu a seu modo, para que pudesse servir ao futuro, a história geral que está no cerne da história pessoal dele funciona como espelho, mesmo que talvez um pouco distorcido, do que os últimos tempos vêm se tornando por meio de outras guerras, opressões e injustiças; e pode-se relacionar os acontecimentos dos tempos diferentes para aprender, repensar e, no melhor dos casos, sensibilizar-se.
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Fuga de SobiborNão há nas bibliotecas, tampouco nas livrarias, estante ou área consagrada a obras de erudição. Este livro entraria no catalogo como um compêndio de Historia, uma singularíssima e cambiante narrativa do núcleo mais sombrio da historia do século XX, e de todas as suas lições, porque jamais a crônica de um século foi tão didática em múltiplos domínios, ensinou tanto a raça humana quanto a deste ultimo. Do prefácio de Jose Francisco Rezek.
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Os 948 dias do gueto de VarsóviaA história do gueto de Varsóvia começa em 12 de outubro de 1940, Yom Kipur daquele ano, quando as autoridades nazistas ordenaram a transferência de todos os judeus da cidade polonesa para um perímetro fechado. A opressão terminaria exatamente 948 dias depois, com o extermínio dos últimos resistentes e a dinamitação da Grande Sinagoga, localizada na rua TIomackie. É o fim da maior comunidade judaica da Europa, a única que ofereceu resistência armada à crueldade. A descrição dessa resistência com meios extremamente parcos e na verdade desesperada é um marco da perseverança humana e símbolo do enfrentamento possível e necessário a estruturas opressoras, ontem, hoje e sempre.Bruno Halioua apresenta também com pormenores os momentos anteriores à instituição do gueto, com a escalada da violência e da barbárie, que culminariam na erradicação. Com base nos numerosos testemunhos escritos durante e após o período em questão, Halioua narra a vida cotidiana de mais de 380 mil pessoas (isto é, cerca de 30% da população de Varsóvia à época): a multiplicação das medidas antijudaicas, os estratagemas para comer, trabalhar, rezar apesar do inferno, a coragem necessária para resistir à máquina de morte criada pelo Terceiro Reich.Para o regime nazifascista no poder, o gueto de Varsóvia, com todo seu simbolismo, representa por si só um recuo inadmissível que será combatido a ferro e a fogo. Narrado com verbos conjugados no presente, como que para de propósito não relegar o evento histórico ao passado, Os 948 dias do gueto de Varsóvia, sintético, preciso e edificante, é um livro indispensável a todos aqueles que desejam compreender melhor esse trágico episódio do século XX.O gueto de Varsóvia e seu levante, como diz o autor, "vai muito além da comunidade judaica. [...] Constitui, depois da guerra, um momento-chave da história da Europa no século XX, como Marek Edelman ressaltou de forma notável: 'A Shoá é a derrota da civilização. E, infelizmente, essa derrota não cessou em 1945. Temos de nos lembrar disso'." Este livro, aliás, conversa de modo perturbador com outro que lançamos concomitantemente: Diário tardio: Theresienstadt - Auschwitz - Varsóvia - Dachau, de Max Mannheimer, autor que sobreviveu a quatro campos de concentração e narra de sua juventude até sua libertação do jugo nazista.
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Sobreviventes (Volume I)Coletânea de retratos (e depoimentos) de sobreviventes que vivem no Brasil, sob a lente do fotógrafo e publicitário Luiz Rampazzo, com texto do historiador, escritor e cineasta Marcio Pitliuk.* * *Os sobreviventes do Holocausto, aqui representados por alguns fotografados, certamente poderiam, após a dor e a mágoa que passaram, escolher viver uma vida dura e assumir atitudes rudes. Eles poderiam desenvolver uma casca grossa e uma disposição mais agressiva e forte. Seria mais do que legítimo eles se tornarem céticos e desconfiados, fechando os seus corações.Porém, estes heróis não permitiram que a imensa dor pela qual passaram os privasse de um poder maior: a habilidade de amar e sorrir. Os sobreviventes construíram famílias lindas e sólidas, derramando sobre seus filhos muito amor, compaixão e esperança.Muitos ficaram paralisados em silêncio durante décadas, mas todos podemos testemunhar que estes grandes homens e mulheres - nossos pais e avós, sobreviventes do Holocausto -- fizeram o melhor possível para proteger e educar os seus amados, proporcionando-lhes a oportunidade de celebrar a vida.Será que nós, os recipientes, parentes e amigos, seremos capazes de algum dia agradecê-los adequadamente?Grande e indescritível é o mérito do renomado fotógrafo e publicitário Luiz Rampazzo e do historiador, escritor e cineasta Marcio Pitliuk por terem registrado para a posteridade a história e os semblantes destes sobreviventes, "lemaan yed'u dorotechem", para que as futuras gerações saibam pelo que passaram os nossos antepassados para manter a chama do Judaísmo acesa. Que o Todo-Poderoso os abençoe pelo mérito desta grandiosa obra. Volumes desta série: Sobreviventes (Volume I) - Retratos dos sobreviventes do Holocausto que vivem no BrasilSobreviventes (Volume II) - Retratos dos sobreviventes do Holocausto que vivem no BrasilSobreviventes (Volume III) - Retratos dos sobreviventes do Holocausto que vivem no Brasil
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Sobreviventes (Volume III)Coletânea de retratos (e depoimentos) de sobreviventes que vivem no Brasil, sob a lente do fotógrafo e publicitário Luiz Rampazzo, com texto do historiador, escritor e cineasta Marcio Pitliuk.É mais uma homenagem aos homens e mulheres que fugiram das nações onde viviam em meio à ascensão do regime nazista na Segunda Guerra Mundial e que com suas bagagens e diferentes trajetórias aportaram no Brasil e aqui construíram suas novas histórias.* * *Os sobreviventes do Holocausto, aqui representados por alguns fotografados, certamente poderiam, após a dor e a mágoa que passaram, escolher viver uma vida dura e assumir atitudes rudes. Eles poderiam desenvolver uma casca grossa e uma disposição mais agressiva e forte. Seria mais do que legítimo eles se tornarem céticos e desconfiados, fechando os seus corações.Porém, estes heróis não permitiram que a imensa dor pela qual passaram os privasse de um poder maior: a habilidade de amar e sorrir. Os sobreviventes construíram famílias lindas e sólidas, derramando sobre seus filhos muito amor, compaixão e esperança.Muitos ficaram paralisados em silêncio durante décadas, mas todos podemos testemunhar que estes grandes homens e mulheres - nossos pais e avós, sobreviventes do Holocausto -- fizeram o melhor possível para proteger e educar os seus amados, proporcionando-lhes a oportunidade de celebrar a vida.Será que nós, os recipientes, parentes e amigos, seremos capazes de algum dia agradecê-los adequadamente?Grande e indescritível é o mérito do renomado fotógrafo e publicitário Luiz Rampazzo e do historiador, escritor e cineasta Marcio Pitliuk por terem registrado para a posteridade a história e os semblantes destes sobreviventes, "lemaan yed'u dorotechem", para que as futuras gerações saibam pelo que passaram os nossos antepassados para manter a chama do Judaísmo acesa. Que o Todo-Poderoso os abençoe pelo mérito desta grandiosa obra. Volumes desta série: Sobreviventes (Volume I) - Retratos dos sobreviventes do Holocausto que vivem no BrasilSobreviventes (Volume II) - Retratos dos sobreviventes do Holocausto que vivem no BrasilSobreviventes (Volume III) - Retratos dos sobreviventes do Holocausto que vivem no Brasil
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Sobreviventes (Volume IV)Reúne uma coletânea de depoimentos de sobreviventes do Holocausto que construíram novas vidas no Brasil. A obra traz entrevistas emocionantes, memórias de sofrimento e perda, mas também força, resiliência, amor e fé, mostrando como essas pessoas ultrapassaram os horrores do passado para viver com dignidade e esperança. É mais uma homenagem aos homens e mulheres que se refugiaram das nações de onde viviam em meio à ascensão do regime nazista na segunda guerra mundial e que em suas bagagens e diferentes trajetórias aportaram no Brasil e aqui construíram suas novas histórias. Sobreviventes retratados neste volume: Ester MantegariGisela LevyJorge WeisserJosef KurcKaroly WeiszLise BarochelZofia Davidowicz Veja também: Volume IVolume IIVolume III
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R$ 75,00 - R$ 75,00
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Um Mestre no InfernoCom a deflagração da Segunda Guerra Mundial e com a brutal implementação da solução final de Hitler para o judaísmo europeu, os judeus oprimidos precisavam urgentemente de exemplos e líderes. Líderes que fossem dotados de extraordinária inteligência, uma ilimitada devoção ao Todo-Poderoso e ao Seu povo e, acima de tudo, uma messirut nefesh (autossacrifício) sobre-humana. Do abrasador fogo do inferno nazista foi que surgiu um destes homens: Rabi Yekutiel Yehuda Halberstam, o Klausenberguer Rebe.
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Vozes do Holocausto 2Livro de depoimentos de sobreviventes do Holocausto que acabaram chegando ao Brasil, enriquecido com fotos de família. Organizado pela emérita historiadora Maria Luiza Tucci Carneiro, é uma realização do Projeto ArquiShoah e LEER.Os volumes desta série são:Vozes do Holocausto 1Vozes do Holocausto 2 Vozes do Holocausto 3Vozes do Holocausto 4Vozes do Holocausto 5Vozes do Holocausto 6
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Vozes do Holocausto 3Mais um volume da coleção VOZES DO HOLOCAUSTO - Coleção que relata os depoimentos dos sobreviventes desta história de horror, enriquecido com fotos de família e organizado pela historiadora Maria Luiza Tucci Carneiro - ArquiShoah e LEER.Os volumes desta série são:Vozes do Holocausto 1Vozes do Holocausto 2 Vozes do Holocausto 3Vozes do Holocausto 4Vozes do Holocausto 5Vozes do Holocausto 6
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Vozes do Holocausto 4O quarto volume da coleção Vozes do Holocausto - Coleção que relata os depoimentos dos sobreviventes desta história de horror, enriquecido com fotos de família e organizado pela historiadora Maria Luiza Tucci Carneiro - ArquiShoah e LEER.Os volumes desta série são:Vozes do Holocausto 1Vozes do Holocausto 2 Vozes do Holocausto 3Vozes do Holocausto 4Vozes do Holocausto 5Vozes do Holocausto 6
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Vozes do Holocausto 5O quinto volume da coleção VOZES DO HOLOCAUSTO - Coleção que relata os depoimentos dos sobreviventes desta história de horror, enriquecido com fotos de família e organizado pela historiadora Maria Luiza Tucci Carneiro - ArquiShoah e LEER.Os volumes desta série são:Vozes do Holocausto 1Vozes do Holocausto 2 Vozes do Holocausto 3Vozes do Holocausto 4Vozes do Holocausto 5Vozes do Holocausto 6
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Vozes do Holocausto 6O sexto volume da coleção VOZES DO HOLOCAUSTO - Coleção que relata os depoimentos dos sobreviventes desta história de horror, enriquecido com fotos de família e organizado pela historiadora Maria Luiza Tucci Carneiro, é uma realização do Projeto ArquiShoah e LEER.Os volumes desta série são:Vozes do Holocausto 1Vozes do Holocausto 2Vozes do Holocausto 3Vozes do Holocausto 4Vozes do Holocausto 5Vozes do Holocausto 6
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Vozes do Holocausto 7Sétimo volume da coleção VOZES DO HOLOCAUSTO que relata os depoimentos dos sobreviventes desta história de horror, enriquecido com fotos de família e organizado pela historiadora Maria Luiza Tucci Carneiro do ArquiShoah e LEER. Os volumes já disponíveis desta série são: Vozes do Holocausto 1 Vozes do Holocausto 2 Vozes do Holocausto 3 Vozes do Holocausto 4Vozes do Holocausto 5Vozes do Holocausto 6Vozes do Holocausto 7
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Por Um TrizEsta obra trata de uma história real, de personagens reais, à qual foram adicionados muitos dados históricos e alguns personagens secundários fictícios. Tudo para dar verossimilhança a uma saga que, por muitos anos, ficou enterrada no silêncio de uma dor profunda. A dor de uma senhora judia sobrevivente de um dos maiores flagelos da humanidade.
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A Menina das Tranças DouradasÉ uma história de superação, onde narra as experiências e grandes perdas na vida da jovem Pérola desde sua casa em Kozminek na Polônia, passando por varias privações, o Gueto, Auschwitz até sua chegada ao Brasil e Como construiu sua família de que tanto se orgulha hoje. Um conto real escrito com muito amor e fé. A Polônia, lar de mais de três milhões de judeus entre as duas grandes guerras mundiais, é uma terra permeada pelo sofrimento judaico. Em nenhuma outra terra, desde a destruição do templo de Jerusalém, registra-se uma dor tão intensa e de tamanha magnitude.É certo que nunca poderemos recriar o passado, mas podemos aprender como as gerações passadas praticaram seus valores e procurar transmiti-los ao mundo em que vivemos. Nesta história , com também em outras histórias de judeus sobreviventes, notamos exemplos vivos disso.
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As catorze vidas de DavidConta a história de David Lorber Rolnik, a partir de Chelm, cidadezinha natal no interior da Polônia, onde viveu até os seus 19 anos. Quando o país foi ocupado pela Alemanha de Hitler e pela Rússia de Stalin, na Segunda Guerra Mundial, seguiu-se uma implacável perseguição aos judeus. Forçado a abandonar o lar e a família, sobreviveu a uma aktzia nazista — uma marcha mortal —, enfrentou perigos, fome, frio intenso, medo e até a morte que esteve à sua espreita muitas vezes. "Vivi o inferno e não sei como escapei", contou anos depois, recordando aquele triste período.A história é contada pelos seus filhos Szyja e Blima Lorber, numa homenagem póstuma ao sobrevivente do Holocausto, reconstituindo momentos cruciais de sua vida ante a barbárie praticada pelos nazistas e também pelo comunismo de Stalin. Mostra como pessoas foram arrancadas de suas casas e de seus afazeres, maltratadas, aterrorizadas e executadas por seguir princípios religiosos, posições políticas e partidárias diversas que não se enquadravam nos padrões de uma pseudo "raça pura".A narrativa biográfica também revela a personalidade do homem que não se abateu diante das desventuras enfrentadas na Europa e que atravessou meio mundo para reconstruir no Brasil seu lar e a família.Para a professora Maria Luiza Tucci Carneiro, da USP, e coordenadora do Arqshoah – LEER, Arquivo Virtual sobre Holocausto e Antissemitismo, autora do prefácio, as recordações dolorosas de David, são "como peças de um grande quebra-cabeça, que refletem uma difícil imposição do legado às futuras gerações — a reconstrução da memória"."David respira para ganhar ar entre um e outro sufoco. Sua trajetória é singular por registrar cada uma das etapas que marcaram o avanço dos nacional-socialistas em direção ao Leste europeu. As suas lembranças ajudam-nos a investir contra as políticas do esquecimento interessadas em apagar vestígios, em assassinar a memória", diz a professora Tucci Carneiro.Já a jornalista espanhola Pilar Rahola, que contribuiu com textos de apresentação, destaca que os relatos são uma aventura de dor e força, de perdas e reencontros, de morte e renascimento. "Sobrevivente da tentativa de extermínio e também dos gulags soviéticos, foi maltratado e teve a morte a persegui-lo, cercando-o e o ferindo ao longo da sua vida, levando brutalmente sua família e amigos, destruindo a memória do seu ancestral povoado polonês, assassinando a alma da vida judaica europeia, e cavalgando no dorso dos dois grandes totalitarismos do século XX: o nazismo e o stalinismo", explica ela.Apesar dos fatos contundentes da guerra, o livro é também uma história de amor, a de David — o menino com nome de rei tantas vezes perseguido e destinado a sobreviver — pela jovem Malka. Após desencontros causados pela guerra e suas consequências, os dois puderam, finalmente, dar continuidade às suas vidas.As catorze vidas de David aponta como a bondade venceu a maldade e a memória superou o esquecimento, honrando milhões de pessoas que perderam suas vozes, suas vidas. Como diz Rahola: "Esta é uma história de luz sobre as trevas e de amor sobre o ódio. A história de um ser humano que, com seu testemunho, dignifica a humanidade inteira".
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DVD Sobrevivi ao HolocaustoJulio Gartner, sobrevivente dos campos de concentração da Alemanha nazista, revisita os cenários do genocídio acompanhado por Marina Kagan, jovem com a mesma idade que ele tinha na época da Segunda Guerra. Uma conversa entre passado e presente, tendo como tema os horrores do Holocausto.
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Eu sobrevivi ao HolocaustoComo sobreviver a um campo de concentração? Estaria essa sobrevivência condicionada ao acaso do destino? Em um emocionante relato, Nanette Blitz Konig conta a história de um período em que ela e milhões de judeus foram entregues à própria sorte com a mínima chance de sobrevivência. Colega de classe de Anne Frank no colégio, Nanette teve a juventude roubada e perdeu a crença na inocência humana quando esteve diante da morte diversas vezes ? situações em que fora colocada em virtude da brutalidade incompreensível dos nazistas. Hoje, aos 86 anos, Nanette vive no Brasil e expõe suas lembranças mais traumáticas aos leitores. As cenas vivenciadas por ela fizeram os mais experientes oficiais de guerra, acostumados a todos os horrores possíveis, chorarem ao tomar conhecimento. Em uma luta diária pela sobrevivência, Nanette deveria suportar o insuportável para manter-se viva. Através de um depoimento ao mesmo tempo sensível e brutal, ela questiona a capacidade de compaixão do ser humano, alertando o mundo sobre a necessidade urgente da tolerância entre os homens.
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Eu sou o Último JudeuEstamos preocupados, pois o trem fez meia-volta. Olhamos uns para os outros. O que está acontecendo? Constato que estamos perdidos. É o fim." Chil Rajchman, em um dos muitos momentos em que achou que seria assassinado. Nenhum campo de extermínio foi tão longe na racionalização do assassinato em massa quanto Treblinka. Lá, cerca de 750.000 judeus foram mortos. Apenas 57 sobreviveram. Chil Rajchman foi um deles. Por dez meses, sobreviveu ao absoluto terror. Carregou cadáveres em decomposição. Extraiu dentes dos mortos para que os nazistas aproveitassem o ouro, lavando-os em vasilhas cujos restos de água sanguinolenta mataram a sede de outros prisioneiros. Testemunhou suicídios, empalamentos, centenas de execuções. Foi chicoteado diariamente, teve tifo, sarna. Em agosto de 1943, Chil e outros prisioneiros conseguiram pôr em prática um plano de revolta. Ele foi um dos últimos judeus a escapar de Treblinka. Seu relato avassalador e detalhado, escrito ainda durante a guerra e até agora inédito, vem a público acompanhado por fotografias, mapas e a planta do campo de extermínio. Um importante testemunho do que preferíamos esquecer, mas não podemos.
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O SobreviventeQuem se depara com o simpático semblante do polonês naturalizado brasileiro Aleksander Henryk Laks, não acredita que este senhor resistiu por seis anos em campos de concentração até ser libertado pelas tropas aliadas do nefasto campo de Auschwitz. Sobrevivente dos horrores e atrocidades nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, Aleksander relata os sofrimentos inimagináveis aos quais foi submetido e conta como conseguiu escapar insistentemente da morte. Seu calvário começou quando o exército nazista invadiu a Polônia, em setembro de 1939. A partir daí, sua vida e de sua família transformou-se numa luta diária pela sobrevivência. Aleksander - então com 12 anos -, deparou-se com amigos e parentes amarrados ou enforcados no alto de postes da sua cidade natal, Lodz, e viu soldados alemães arrancarem as barbas de judeus com as mãos, deixando suas faces em carne viva. No entanto, este foi apenas o começo da série de crueldades impingidas aos judeus. Uma delas foi a fome, que matou cinco mil pessoas no primeiro mês de invasão. Logo após, ele e sua família foram confinados ao gueto de Lodz. Das 160 mil pessoas lá confinadas, Aleksander foi uma das 1.600 que sobreviveram ao gueto. A fome fez com que a família Laks se entregasse aos nazistas. Levados para diversos campos de concentração, Aleksander - aproximadamente com 16 anos - viu sua mãe pela última vez ao descer do trem que os levou para Auschwitz, lugar onde viveu os momentos mais torturantes da sua vida. Dos 600 prisioneiros que partiram de Auschwitz na chamada “Marcha da Morte”, apenas 50 sobreviveram. E novamente Aleksander estava entre eles. A redenção veio junto com a chegada do exército aliado. Aleksander foi salvo pelas tropas que interceptaram o trem que o levava de um campo de concentração para outro.
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Sobreviventes (Volume II)Coletânea de retratos (e depoimentos) de sobreviventes que vivem no Brasil, sob a lente do fotógrafo e publicitário Luiz Rampazzo, com texto do historiador, escritor e cineasta Marcio Pitliuk.É mais uma homenagem aos homens e mulheres que fugiram das nações onde viviam em meio à ascensão do regime nazista na Segunda Guerra Mundial e que com suas bagagens e diferentes trajetórias aportaram no Brasil e aqui construíram suas novas histórias.* * *Os sobreviventes do Holocausto, aqui representados por alguns fotografados, certamente poderiam, após a dor e a mágoa que passaram, escolher viver uma vida dura e assumir atitudes rudes. Eles poderiam desenvolver uma casca grossa e uma disposição mais agressiva e forte. Seria mais do que legítimo eles se tornarem céticos e desconfiados, fechando os seus corações.Porém, estes heróis não permitiram que a imensa dor pela qual passaram os privasse de um poder maior: a habilidade de amar e sorrir. Os sobreviventes construíram famílias lindas e sólidas, derramando sobre seus filhos muito amor, compaixão e esperança.Muitos ficaram paralisados em silêncio durante décadas, mas todos podemos testemunhar que estes grandes homens e mulheres - nossos pais e avós, sobreviventes do Holocausto -- fizeram o melhor possível para proteger e educar os seus amados, proporcionando-lhes a oportunidade de celebrar a vida.Será que nós, os recipientes, parentes e amigos, seremos capazes de algum dia agradecê-los adequadamente?Grande e indescritível é o mérito do renomado fotógrafo e publicitário Luiz Rampazzo e do historiador, escritor e cineasta Marcio Pitliuk por terem registrado para a posteridade a história e os semblantes destes sobreviventes, "lemaan yed'u dorotechem", para que as futuras gerações saibam pelo que passaram os nossos antepassados para manter a chama do Judaísmo acesa. Que o Todo-Poderoso os abençoe pelo mérito desta grandiosa obra. Volumes desta série: Sobreviventes (Volume I) - Retratos dos sobreviventes do Holocausto que vivem no BrasilSobreviventes (Volume II) - Retratos dos sobreviventes do Holocausto que vivem no BrasilSobreviventes (Volume III) - Retratos dos sobreviventes do Holocausto que vivem no Brasil
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Vozes do Holocausto 1Livro de depoimentos de sobreviventes do Holocausto que acabaram chegando ao Brasil, enriquecido com fotos de família. Organizado pela emérita historiadora Maria Luiza Tucci Carneiro, é uma realização do Projeto ArquiShoah e LEER.Os volumes já disponíveis desta série são:Vozes do Holocausto 2 Vozes do Holocausto 3 Vozes do Holocausto 4Vozes do Holocausto 5Vozes do Holocausto 6
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