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A incomum história de um homem comumUm jovem judeu polonês de dezesseis anos tem sua vida virada de cabeça para baixo quando o povoado onde vive é invadido pelo exército alemão. Estamos em 1939, início da Segunda Grande Guerra. Escalado para trabalhos nas redondezas, é separado dos pais e das irmãs menores em 1942, sendo enviado para seis campos de concentração. Vê seu irmão ser assassinado e testemunha as crueldades do regime nazista, enquanto luta desesperadamente para chegar ao dia seguinte.Libertado em 1945, parte três anos depois para Israel, onde se vê colhido por novo conflito armado. Tendo escapado da morte mais uma vez, encontra-se sozinho, pobre e sem perspectivas até que um amigo propõe tentar a sorte em um país do qual nunca ouvira falar: o Brasil. Ele aceita. Lá terá que reconstruir sua vida.Texto de Marcus Aurelius Pimenta e ilustrações de Ivo Minkovicius.Disponível também em formato digital.*Toda a renda obtida a partir da venda deste livro será destinada ao Memorial do Holocausto de São Paulo.Para fazer uma doação, clique AQUI.
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A NoiteUm dos mais importantes testemunhos sobre a vida nos campos de concentração, "A noite" é a obra-prima de Elie Wiesel, um relato autobiográfico franco e aterrador de sua experiência nos campos de extermínio nazistas. Neste livro de memórias, o autor narra os horrores dos campos de concentração alemães na segunda grande guerra. Prisioneiro aos quatorze anos de idade, Wiesel não passou apenas por humilhações de ordem racial, mas sim testemunhou a morte de diversas pessoas, entre elas seus pais e sua irmã caçula. A narrativa impressiona não apenas pelo caráter desumano da tentativa de Hitler de construir uma raça pura, mas também, nas palavras de Mauriac, pela "morte de Deus nessa alma de criança que descobre subitamente o mal absoluto". Uma história comovente e extraordinária , que irá emocionar profundamente os leitores. Nascido no seio de uma família judia na Roménia, Elie Wiesel era adolescente quando, juntamente com a família, foi empurrado para um vagão de carga e transportado, primeiro para o campo de extermínio, Auschwitz, e, depois, para Buchenwald. Este é o aterrador e íntimo relato do autor sobre os horrores que passou, a morte dos pais e da irmã de apenas oito anos, e da perda da inocência a mãos bárbaras. Descrevendo com grande eloquência o assassínio de um povo, do ponto de vista de um sobrevivente, Noite faz parte dos mais pessoais e comovedores relatos sobre o Holocausto, e oferece uma perspectiva rara ao lado mais negro da natureza humana. * * * Em uma cidade que hoje é parte da Romênia, Eliezer se dedicava aos estudos judaicos quando, em 1944, sua família foi transferida para os guetos e, depois, aos campos de concentração. A mãe e a irmã mais nova foram mortas logo ao chegar, enquanto Elie e o pai seguiram juntos na luta pela sobrevivência. Com apenas 15 anos, ele enfrentou a fome, o frio e a tortura, testemunhando a morte das piores formas possíveis. Neste livro, Elie narra suas memórias em um relato conciso, com uma linguagem direta que surpreende pela intensidade. Mas ele vai além, ao expressar a perda da inocência, a sensação de abandono quando deixa de acreditar em Deus e a vergonha de ter sua dignidade arruinada pela banalização do horror. Foi com A noite que ele enfim reencontrou sua voz dez anos após o Holocausto, descobrindo na preservação da memória um sentido para sua sobrevivência. * * * Uma obra concisa de poder assombrosa.The New York Times Uma memória de intenso poder. Relatos tão impressionantes que chegam a tirar o fôlego por sua precisão pungente. Uma leitura extremamente necessária.The Guardian * Leia e assista a íntegra do discurso Os perigos da indiferença proferido por Elie Wiesel, ganhador do Nobel da Paz em 1986, no dia 12 de abril de 1999, na Casa Branca, Washington D.C. para o então presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, Richard Holbrooke, embaixador americano na ONU e inúmeras autoridades presentes.
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Em Busca de SentidoO fundador da logoterapia mostra nesta obra como foi a sua própria experiência em busca do sentido da vida num campo de concentração durante a Segunda Guerra Mundial.Apresenta também, na segunda parte, os conceitos básicos da logoterapia.* * *Em Busca de Sentido é uma obra impactante de Viktor Frankl que explora a busca por significado na vida, mesmo em meio ao sofrimento extremo nos campos de concentração nazistas.Contexto do LivroEm Busca de Sentido foi publicado pela primeira vez em 1946 e é uma combinação de memórias e reflexões psicológicas. Frankl, um psiquiatra austríaco, narra suas experiências como prisioneiro em campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial e desenvolve sua teoria da logoterapia, que enfatiza a busca por significado como a principal motivação humana.Temas PrincipaisA Busca por Significado: Frankl argumenta que a busca por um propósito é fundamental para a saúde mental e a felicidade. Ele acredita que mesmo nas circunstâncias mais adversas, como a vida em um campo de concentração, é possível encontrar um sentido que nos impulsiona a continuar vivendo.Liberdade e Responsabilidade: O autor enfatiza que, apesar das condições desumanas, os prisioneiros tinham a liberdade de escolher sua atitude em relação ao sofrimento. Essa liberdade interior é o que permite ao ser humano encontrar significado, mesmo em situações extremas.Logoterapia: A logoterapia, desenvolvida por Frankl, é uma abordagem psicoterapêutica que se concentra na busca de sentido. Frankl propõe que a vida nunca deixa de ter sentido, mesmo diante do sofrimento e da morte. Ele sugere que o significado pode ser encontrado através da espiritualidade, da criação de algo significativo ou do amor e solidariedade com os outros. Impacto e RelevânciaO livro é considerado um clássico da literatura psicológica e é amplamente estudado em universidades e instituições de ensino ao redor do mundo. A mensagem de Frankl sobre a importância de encontrar um propósito na vida ressoa com muitas pessoas que buscam significado em suas próprias experiências, tornando Em Busca de Sentido uma leitura essencial para quem enfrenta desafios e busca compreensão em tempos difíceis. Em resumo, Em Busca de Sentido não é apenas um relato das experiências de Frankl, mas também uma profunda reflexão sobre a condição humana e a capacidade de encontrar significado, mesmo nas circunstâncias mais desafiadoras. É uma obra que continua a inspirar e oferecer esperança a muitos.Veja também: A Presença Ignorada de Deus
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HolocaustoEntre 1933 e 1945, mais de dez milhões de homens, mulheres e crianças foram mortos pela Alemanha nazista e seus colaboradores. Para muitas pessoas, a enormidade desse crime torna-o difícil de imaginar. Agora, neste livro ricamente ilustrado, informações históricas se combinam a emocionantes depoimentos pessoais para levar você além das estatísticas, para descobrir a fé e a coragem que guiaram os sobreviventes através de um dos momentos mais sombrios da era moderna. Acompanha DVD com depoimento dos sobreviventes. Livro totalmente ilustrado, produzido em coedição com a editora inglesa Dorling Kindersley. Com prefácio de Steven Spielberg.
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A Alemanha Nazista e os Judeus Vol.1O êxito e a acolhida das ideias e da pregação política do nazismo pelas elites e pela massa do povo alemão, que se tornou o fundamento do Terceiro Reich, culminaram nos bárbaros crimes cometidos durante a Segunda Guerra Mundial e, por isso mesmo, continuam a ocupar um lugar perturbador e central na consciência histórica da humanidade, num misto de perplexidade e ignomínia, negação e desdém, cuja projeção se concentra iconicamente na figura de seu líder. Sem Hitler, de fato, o nacional-socialismo teutônico provavelmente não teria existido como tal, uma vez que a implementação de sua máquina de extermínio racista exigia uma personagem de enorme carisma, influência, capacidade de aglutinação e mobilização das massas e de sua condução. Se isso tornava o Partido Nazista dependente do führer em suas principais decisões, de um lado, nem por isso, de outro, basta para explicar por que a engrenagem funcionou tão bem. Por certo, seria preciso não só remontar às raízes histórico-ideológicas desenvolvidas pelos processos políticos da Alemanha pós-bismarckiana, tão entranhados no geist germânico, como às consequências socioeconômicas da derrocada na Primeira Guerra Mundial. Foram esses elementos que deram origem aos agentes patológicos que passaram a circular pela mentalidade e pelo corpo da sociedade conflituosa da República de Weimar e que deu ascenso à fúria do führer racial salvador. Em "A Alemanha Nazista e os Judeus: Os Anos da Perseguição, 1933-1939", Saul Friedländer afirma como causa fundamental do êxito operacional do genocídio judeu o ?antissemitismo redentor?, essa síntese entre uma raiva assassina e uma meta ?idealista?, compartilhada pelo líder nazista e o núcleo duro do partido, ressalvando, porém, que o ?líder nazista não tomava suas decisões independentemente do partido e das organizações governamentais. Suas iniciativas [...] eram moldadas não apenas por sua visão de mundo, mas também pelo impacto de pressões internas, o peso das limitações burocráticas, a influência da opinião pública alemã como um todo e até as reações de governos estrangeiros e opiniões do exterior?. Outros fatores, contudo, também concorreram para que a história tomasse o rumo que tomou e têm de ser levados em conta. Até que ponto essa obsessão ideológica era compartilhada pelo partido e pela população como um todo? Como as ruas alemãs receberam leis como as de Nuremberg? Como os judeus viram a ascensão do Partido Nacional-Socialista? Qual o papel desempenhado por pessoas comuns e personalidades diante do discurso de ódio e da escalada da violência racial e política, que incluía não apenas os judeus, como os ciganos, os homossexuais, os deficientes físicos e, a longo prazo, as ?raças inferiores? submetidas à supremacia ariana? Saul Friedländer busca as respostas em "A Alemanha Nazista e os Judeus", cuja abordagem não convencional lhe valeu o prêmio Pulitzer de 2008.
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A Alemanha Nazista e os Judeus Vol. 2O holocausto, apesar de sua bibliografia se multiplicar nos últimos anos, é um tema cujo horror e cuja lição a passagem do tempo não apaga na medida em que se queira distinguir nas ações humanas o bestial. É por essa razão que "Os Anos de Extermínio, 1939-1945", segundo volume de "Alemanha Nazista e os Judeus," adquire um significado especial. Nele, Saul Friedländer conclui, com a mesma abordagem cronológica e não tópica do primeiro volume, "Os Anos de Perseguição, 1933-1939", o seu vasto painel histórico sobre o papel do homem comum e do que ele chama de “antissemitismo redentor” nos eventos que culminaram no genocídio. Demonstra como as ações e o ideário nazista, a passividade ou aceitação silenciosa do povo alemão e das populações dos países ocupados tiveram como aliada fundamental a omissão ou mesmo a conivência de suas elites (autoridades políticas e judiciais, forças policiais, lideranças sociais e espirituais) e como a implementação da política de extermínio contava, em alguma medida, também com certa inação por parte das vítimas, que buscavam, assim, numa tentativa trágica e desesperada de autossalvação, apenas sobreviver tempo suficiente para fugir ao destino ditado por Berlim. Além da exposição das entranhas burocráticas do Terceiro Reich, o historiador traz à tona os aspectos culturais e ideológicos do extermínio promovido pelos nazistas, para inseri-lo no contexto mais amplo da política e dos ódios raciais europeus, histórica e religiosamente insuflados, revelando ainda o que havia de contingente na primazia da morte sobre a vida, agora restrita às meras “necessidades do corpo”. O que distingue esta magistral e multifacetada obra, e faz dela já um clássico, é a recusa do autor às respostas fáceis, domesticadas, preferindo antes transmitir a percepção da magnitude, complexidade e inter-relação dos muitos aspectos desses acontecimentos que se entrelaçaram e convergiram para tecer o véu de trevas que cobriu a Europa e sua consciência supostamente civilizada, qualidade que explica por que este primoroso
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A enxadrista de AuschwitzMaria Florkowska é muitas coisas: filha, ávida jogadora de xadrez e membro da resistência clandestina polonesa na Varsóvia ocupada pelos nazistas. Capturada pela Gestapo, ela é aprisionada em Auschwitz enquanto sua família é enviada para a morte. Quando percebe sua habilidade com o xadrez, o sádico subcomandante do campo, Fritzsch, planeja usá-la como oponente no jogo para entreter os guardas locais. Entretanto, quando o divertimento perder a graça, ele planeja matá-la.Fazendo amizade com um padre católico, Maria tenta superar seu luto e enxergar valor em sua sobrevivência. Jogando literalmente por sua vida, sua estratégia é simples: Viver. Lutar. Sobreviver. Ao provocar de maneira inteligente a natureza volátil de Fritzsch na frente dos superiores, Maria tenta orquestrar a queda dele. Só assim ela terá a chance de escapar do destino que a espera e entregá-lo à justiça.
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Assim Foi AuschwitzPrimo Levi era um químico de apenas 24 anos quando foi capturado pelas forças fascistas italianas e deportado para o campo de concentração de Auschwitz, a fábrica da morte construída pelo regime nazista para executar judeus, homossexuais, comunistas e ciganos.Em 1945, após sua libertação, militares soviéticos encarregaram Levi e outro prisioneiro, o médico Leonardo De Benedetti, de elaborar um relatório detalhado sobre as abomináveis condições de saúde dos campos. O resultado foi o "Relatório sobre Auschwitz", um testemunho extraordinário e pioneiro dos campos de concentração, e ainda hoje uma peça impressionante a respeito da prática clínica num lugar de desumanização e extermínio. Detalhes escabrosos, escatológicos e aviltantes a respeito do cotidiano de médicos, enfermeiros e pacientes são apresentados numa prosa sóbria, cristalina e antissentimental. Publicado em 1946 numa revista científica, o relato inauguraria o trabalho de Primo Levi comoescritor - sua estreia oficial se deu no ano seguinte, com É isto um homem?.Nas quatro décadas seguintes, Primo Levi nunca deixaria de contar a experiência em Auschwitz em textos, a maioria inédita em livro, agora recolhidos neste volume. São relatos, depoimentos, cartas e comentários, publicados quase até as vésperas da morte de Levi, em 1987. Invocam, com o poder do testemunho e a desconcertante claridade de sua prosa, a agonia de milhões de pessoas que experimentaram o inferno em um sistema diabolicamenteconcebido para espoliar do homem tudo o que ele tem - seu corpo, sua esperança e, por fim, sua própria vida.
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A história da família de Anne FrankConsagrado como uma das principais obras do século XX, O diário de Anne Frank até hoje emociona leitores no mundo inteiro. Quase um século depois, no sótão da casa de Buddy Elias, primo de Anne Frank, em Basileia, foi encontrado um maço com mais de mil cartas, documentos e fotos - que dão ainda maior significado para a história da família e, ao mesmo tempo, colocam em evidência os relatos da própria Anne. Narrada pela esposa de Buddy, Gerti Elias, e pela renomada Mirjam Pressler, A história da família de Anne Frank tece um retrato envolvente e cativante de uma das mais famosas famílias judaicas vitimadas pelas atrocidades da Segunda Guerra Mundial. Sentimentos e convicções multiplicam-se desde a primeira página, com a descrição das férias na casa dos Frank em Sils Maria, Alpes Suíços, no verão de 1935, onde a família, cujos membros viviam espalhados pelo continente europeu, reunia-se anualmente.
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Anne Frank - Obra ReunidaHistória, memória e literatura: pela primeira vez em um único volume, a obra reunida de Anne Frank.Anne Frank é uma das autoras mais famosas e lidas do mundo. Milhares de pessoas visitam a Anne Frank House, em Amsterdã, todos os anos para conhecer o anexo onde a menina e sua família se esconderam dos alemães antes de serem descobertos e mandados para Auschwitz, em 1944. Apenas o pai de Anne, Otto, sobreviveu ao Holocausto.Anne Frank - Obra Reunida traz ao Brasil pela primeira vez a edição definitiva do diário de Anne Frank traduzida diretamente do holandês. Uma obra essencial para estudiosos e para o público geral, ela contém todos os seus escritos - incluindo outras versões de seu diário: a versão original e a versão editada pela própria Anne, pensando em uma futura publicação -, além de importantes imagens e documentos que ampliam o conhecimento de sua história. Também é complementada por ensaios de vários estudiosos e historiadores, incluindo "A vida de Anne Frank", "A história da família de Anne Frank" e "A história da recepção do diário", junto de fotos da família Frank e dos outros ocupantes do anexo.
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em até 4x de R$ 50,00 -
Anne Frank - A História do Diário que Comoveu o MundoO diário que Anne Frank escreveu durante a Segunda Guerra, enquanto se escondia com a família da perseguição nazista, ficou mundialmente famoso e continua encantando gerações de leitores. Mas será que o texto foi a manifestação espontânea de uma adolescente vivendo uma situação especial? A crítica e ensaísta Francine Prose defende que não: o diário é uma obra de arte, um texto literário pensado e planejado. Os originais comprovam que Anne escreveu pensando em seus futuros leitores, reescrevendo e editando inúmeras passagens. Ela se via como uma escritora ? e era de fato talentosa, como se vê por sua habilidosa construção de diálogos e personagens, seu olho para os detalhes, seu domínio do ritmo da narrativa. Além de fazer uma análise literária da obra, Prose conta a trajetória de Anne e sua família, chamando a atenção para detalhes em geral ignorados. E reflete sobre asdiscussões e produtos gerados a partir do livro: o Museu Anne Frank, a peça de teatro e o filme realizados a partir do Diário, as teorias que negam a autenticidade da obra, além da adoção do livro em escolas e o uso feito por professores em sala de aula. Preciso e emocionante, essa obra de Prose nos reaproxima de um clássico que certamente tem lugar especial na emória de muitos leitores.
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A trajetória de Max Lowenstein como mecenasNascido em Bielefeld, Alemanha, em 1894, Max Lowenstein imigrou ao Brasil em 1925, junto com sua esposa Lilly Ebstein Lowenstein, ilustradora científica e microfotógrafa (ver Ciência e Arte, livro e exposições realizados pela Narrativa Um sobre a sua trajetória). Em 1927, Max fundou a metalúrgica Aliança, que cresceu muito nos anos 1930 e 1940 e se tornou, depois, um importante mecenas da cultura e das artes, contribuindo para o Museu de Arte de São Paulo (Masp), Museus Regionais e sociedade Pedro II.Em 1952, a Fabrica Aliança de Artefatos de Metal instalou seu escritório no 10o andar do moderno edifício Guilherme Guinle, na rua Sete de Abril 230, Centro da cidade de São Paulo, onde ficavam as sedes do Masp, dos Diários Associados, do Museu de Arte Moderna (MAM), da TV Tupi e da Cinemateca Brasileira. Com isso, se estreitaram ainda mais as relações entre Max e Lilly e Assis ChateaubriandApoiador decisivo do museu, Max assumiu a presidência do Masp em outubro de 1965, substituindo Horácio Lafer, que faleceu repentinamente durante uma viagem a Paris. Foi sob a presidência de Max Lowenstein, em marco de 1966, que se deu a cerimônia de finalização e descobrimento da laje da cobertura do edifício que abrigaria o Masp no Trianon.O projeto dos Museus Regionais foi uma iniciativa de Assis Chateaubriand que contou com apoio decisivo de Max e Lilly Lowenstein. A proposta era reproduzir a experiência do Masp e estabelecer museus em diferentes regiões do pais, assim como havia ocorrido com o Museu de Arte Moderna instalado no Solar do Unhão em Salvador, Bahia. Foram implantados museus em Feira de Santana, Campina Grande, Olinda, Araxá, Belo Horizonte e Porto Alegre.A Sociedade de Estudos Históricos Dom Pedro II, também iniciativa de Chatô e que, com apoio de Max, patrocinou pesquisas, viagens de estudo e a edição de livros de autores como Gilberto Freyre, Luis da Câmara Cascudo (em seus estudos sobre história da alimentação no Brasil e na África), Pedro Calmon, Yan de Almeida Prado, Joaquim Verissimo Serrão e Alberto Gueiros (em seu livro sobre o barroco).
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As Crianças no HolocaustoO conteúdo deste livro é dividido em capítulos que narram toda jornada de sofrimento que as crianças passaram no Holocausto. Conta o drama da separação dos pais, seja através do programa Kidertransport ou sendo entregues a pessoas ou instituições que se comprometiam a cuidar delas; mostra a situação nos guetos; abre os muitos diários que elas escreveram para compartilhar toda dor; e valoriza os muitos heróis que salvaram muitas crianças. Fotos, documentos, relatos - tudo para mostrar a monstruosidade causada a crianças inocentes só pelo fato de serem judias. Segundo volume da Coletânea em Memória das Vítimas do Holocausto, os textos são da equipe do Museu do Holocausto de Jerusalém - Yad Vashem -, profissionais dedicados e categorizados para falar do horror que foi o Holocausto, com a organização do editor Nessim Hamaoui. Volumes já disponíveis da coletânea: Saber para jamais esquecerAs Crianças no HolocaustoJustos, heróis e testemunhasAs vozes das mulheres no holocausto
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As vozes das mulheres no holocaustoNeste quarto volume da Coletânea em Memória das Vítimas do Holocausto, trazemos ao leitor como foi o tratamento dado às mulheres e como elas reagiram ao terror.As narrativas das mulheres sobreviventes judias apresentam o testemunho da dor, da sensibilidade, da superação, da reconstrução da vida após o trauma e revelam a "frieza assustadora" dos perpetradores tocando em pontos delicados, sobretudo sobre a vulnerabilidade de seus corpos diante da truculência.Os textos são da equipe do Museu do Holocausto de Jerusalém - Yad VaShem - profissionais dedicados e categorizados para falar deste horror que foi o Holocausto.A organização deste material é do Nessim Hamaoui, editor e fundador do Kadimah que, tem realizado ao longo dos anos edições sobre o Holocausto, além de já ter também organizado os outros três volumes da Coletânea. Volumes já disponíveis da coletânea: Saber para jamais esquecerAs Crianças no HolocaustoJustos, heróis e testemunhasAs vozes das mulheres no holocausto
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Cinco Vezes VivoLouis Frankenberg, um dos poucos sobreviventes do Holocausto vivos no Brasil, resolveu agora contar sua história. Ele tinha apenas 3 anos quando a Holanda, onde nasceu, foi invadida pela Alemanha nazista, em maio de 1940. Dois anos depois, com a "solução final" de Hitler para exterminar os judeus já em marcha, seus pais se separaram dele e de sua irmã e os esconderam em um internato para crianças em Hilversum, no interior do país.Não adiantou. Denunciado e capturado em 1944, Louis passou pelos campos de concentração de Westerbork, na Holanda, e Theresienstadt, na atual República Tcheca, de onde saiu graças a uma oportunidade milagrosa, em um trem que levou 1200 judeus para a liberdade na Suíça.Finda a guerra, Louis enfrentou uma penosa saga por famílias de adoção, orfanatos e outras instituições, até ser finalmente entregue aos cuidados de parentes que tinham conseguido fugir para o Brasil antes do Holocausto. Em 1947, com apenas 10 anos, desembarcou em Porto Alegre com sua irmã - que conseguira se manter escondida durante a guerra - para iniciar uma nova vida.Só muitas décadas depois é que Louis começou a remexer no seu passado, do qual pouco se lembrava. Por 30 anos, vasculhou arquivos, reviu fotografias, leu livros e entrevistou pessoas, num formidável trabalho de historiador. E aos poucos, peça a peça, foi reconstruindo a memória da sua vida e a da sua família, tragicamente assassinada nas câmaras de gás.O resultado é este livro - escrito com a colaboração do jornalista Ricardo Garcia. Numa narrativa emocionante e documentada, Louis conta como escapou da morte cinco vezes e fala do longo percurso que trilhou para reconstituir sua história - desde as origens da sua família até o recomeço da vida no Brasil.Não é um livro apenas sobre os horrores do Holocausto. É também uma história pessoal de superação - de como Louis conseguiu ultrapassar os traumas da guerra para se reconciliar com um passado do qual sempre evitara se aproximar. Numa época de incertezas, Cinco Vezes Vivo oferece o testemunho de quem passou por um dos períodos mais sombrios da história mundial mas acabou por encontrar a felicidade ao recompor sua família.Louis Frankenberg tem hoje 85 anos e vive em São Paulo.
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O ComplôEm 1864, o escritor francês Maurice Joly publicou clandestinamente o livro 'O diálogo no inferno de Maquiavel e Montesquieu,' uma sátira ao imperador Napoleão III. Quase 35 anos depois, o livro caiu nas mãos de Mathieu Golovinski, russo exilado na França a serviço da polícia secreta do tsar Nicolau II. O objetivo dessa polícia era provar a Nicolau II que havia uma conspiração judaica por detrás das revoltas que começavam a assolar a Rússia. Percebendo o potencial do livro de Joly, Golovinski produziu um plágio grosseiro - Os protocolos dos sábios do Sião - em que um suposto grupo de judeus influentes descrevia seu plano de dominação mundial, traçado durante um encontro secreto.O complô' conta a história da fabricação dessa farsa, e de como ela se tornou uma das mais duradouras e cruéis peças de literatura anti-semita já produzidas. Nesta graphic novel, concluída poucos meses antes de sua morte, Will Eisner investiga também por que nem mesmo as inúmeras provas que vieram à tona, já na década de 1920, de que os Protocolos eram falsos, conseguiram minar sua credibilidade. As histórias em quadrinhos, acreditava, seriam uma maneira de levar a um público maior a verdade sobre os protocolos. Um dos grandes mestres do gênero, Eisner percorre em 'O complô' mais de um século da história da intolerância, sem deixar de lado aqueles que tentaram combatê-la.
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O Diário de Anne FrankTexto completo da obra que comoveu o mundo, apresenta o diário de uma jovem judia holandesa que viveu escondida com sua família num sótão de Amsterdã por dois anos, durante o Holocausto, antes de ser apanhada e morta pelos nazistas pouco antes do final da guerra.
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Eu Estive Aqui 70 Anos DepoisEste livro conta uma viagem fantástica de volta ao passado para desvendar os mistérios de nossas vidas sob uma óptica renovada pelas conquistas de liberdade e pela existência de Israel. Celebra a vida, resguardando histórias de nossos antepassados, porém com olhos voltados para o futuro, para nossos descendentes.
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Coração sem LágrimasCoração sem Lágrimas é a autobiografia de Klara Pelcerman, uma menina linda e alegre, de família judaica tradicional e muito rica, que foi aos poucos perdendo tudo que lhe era familiar. Quando os alemães invadiram sua cidade, Cracóvia, na Polônia, logo lhe tiraram seu avô. Em seguida, perderam a empresa da família e o apartamento em que viviam. Então, se foram, um a um, seu irmão Max, a avó, a irmã mais velha, Tonka, o irmãozinho Janek, as irmãs Helena e Wanda e seus pais. Ela viveu inúmeros terrores, passando por guetos e pelos campos de Pionek, Plaszów, Aushwitz, Bombice, Bergen-Belsen e Elsnig, saindo viva de todos eles.Com outros jovens sobreviventes, foi para Israel, viveu no kibutz de Aianot e se alistou na Haganá, servindo por dois anos antes de se casar com um jovem polonês. Eles tiveram uma filha, Amália, e então vieram morar em São Paulo, onde tiveram Fani. Klara criou suas filhas num ambiente de alegria e otimismo, rodeadas de seus familiares. Viu seus 4 netos nascerem antes de sucumbir a um grave tumor cerebral.Coração sem Lágrimas é uma incrível história de superação de uma mulher que, apesar de tudo que viveu, até hoje é lembrada por sua personalidade otimista e sua incrível vontade de viver.Coração sem Lágrimaspor Klara PelcermanAdaptação por Amália PelcermanO livro acompanha 70 fotografias coloridas e depoimentos dos familares.
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De ponto em pontoConta a história de Moshe Mendel Miedzigorski, que nasceu na Pólonia (Lodz), em 1921 e de seu primo Zalman.Em 1939, quando tinha 18 anos, os nazistas invadiram a Polônia.Em 1945 serviu como soldado no exército russo-polonês.Quando terminou a guerra, não tinha mais família, mas seu amor pela vida fez com que se reerguesse , constituísse família e emigrasse para Israel.Seu primo Zalman passou 5 anos no Campo de Concentração em Auschwitz e em 1950, juntamente com sua família, decidiu partir para EUA, mas acabaram embarcando em um navio para a Bolívia e no final vieram morar no Brasil.Este livro conta a história particular da família Miedzigorski, mas também representa a vida de muitos sobreviventes do Holocausto.
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Diário tardioDurante décadas, Max Mannheimer reprimiu suas memórias dos campos de concentração em que fora obrigado a viver sob custódia nazista - Auschwitz, os guetos de Theresienstadt e de Varsóvia, e Dachau, aonde o enviaram em uma marcha da morte. Guardou para si todo o horror que lugares como esses causam a um ser humano, mesmo que os pesadelos do silêncio o assombrassem e a depressão o adoecesse.Embora tenha sobrevivido, perdeu pai, mãe, dois irmãos, uma irmã e a esposa, ou seja, toda a família, exceto um terceiro irmão. Em face de traumas tão perturbadores, é compreensível que ele preferisse, portanto, não expressar suas lembranças e seus sentimentos.Porém, após muitos anos, ao se deparar, em viagem aos Estados Unidos, com uma suástica bordada na roupa de uma pessoa; e também, em outra ocasião, ao pensar que estava próximo da morte por conta de um mal-entendido com seu médico, Mannheimer resolve abordar seu difícil passado e, logo, escrever um diário sobre o período mais aterrador de sua vida.Nestes diários tardios a que os leitores brasileiros agora têm acesso, Mannheimer conta sobre sua juventude na antiga Tchecoslováquia até a ocupação alemã - o relato da propagação da praga nazista entre vizinhos e próximos é comovente - , seguindo com a mudança para uma parte não ocupada do país, mas onde a máquina hitlerista o alcançará também. Relata finalmente sua experiência nos campos de extermínio, com descrições da rotina estafante de trabalhos forçados e narrações de passagens insólitas, como por exemplo o pão que ele comia em uma sala de autópsia ou a felicidade de uma roupa nova após meses. Rememora os pequenos atos de bravura dos colegas de jornada, como a desafiar o destino e dar sentido ao sofrimento, ações que quase sempre redundam em tortura, fuzilamento ou forca. Nas páginas finais, a descrição da libertação traz o adendo positivo mostrando que a resistência não apenas é possível, mas necessária.Assim como Mannheimer precisou de tempo para rever o passado tenebroso, mas depois o domou e o escreveu a seu modo, para que pudesse servir ao futuro, a história geral que está no cerne da história pessoal dele funciona como espelho, mesmo que talvez um pouco distorcido, do que os últimos tempos vêm se tornando por meio de outras guerras, opressões e injustiças; e pode-se relacionar os acontecimentos dos tempos diferentes para aprender, repensar e, no melhor dos casos, sensibilizar-se.
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Europa SuicidaO quarto e último volume da História do Anti-Semitismo é um estudo da mitologia anti-semítica, que culminou no Holocausto e acabou por resultar em danos irreparáveis não só para os judeus, como para a própria Europa, que não soube lidar com o êxito e o crescimento judaico no século XIX, após sua emancipação.Tendo como pano de fundo uma era de perigosas justificativas cientificistas e de maior propagação da informação devido aos meios de comunicação de massa, criou-se o mito de uma tentativa de domínio do mundo cristão pelos judeus ? o que ganhou corpo num contexto de grande dificuldade e insegurança enfrentadas pelos europeus no início do século XX.
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Filhos e soldadosCom a Europa ocupada pelos nazistas, a América tornou-se pátria adotiva de inúmeros garotos judeus fugindo da Segunda Guerra. Forçados a abandonar a família, a terra natal e a própria história, o novo continente era a esperança que lhes restava na luta pela sobrevivência. Mas nem as separações, angústias e incertezas impediram que muitos desses jovens tivessem coragem de retornar à Europa que os expulsou e, heroicamente, ir de encontro a Hitler e o nazismo para lutar novamente - pela pátria que os acolheu e pela que foram obrigados a deixar para trás. Em Filhos e soldados, o jornalista e autor best-seller Bruce Henderson conta a história inédita de seis garotos que fugiram do Holocausto e, unidos ao Exército americano, retornaram à Segunda Guerra determinados a combater o nazismo. O livro baseia-se em entrevistas originais, rico acervo de fotos e uma extensa pesquisa que recriam vividamente a história desses garotos desde a infância na Europa, a fuga para a América, até se tornarem uma das maiores armas secretas do Exército estadunidense. Um relato épico de valentia e patriotismo que vai além dos feitos e sacrifícios da guerra mais sangrenta que o mundo já viu e revela, de maneira emocionante, a tentativa desesperada desses jovens de reencontrar seus entes queridos.
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Fuga de SobiborNão há nas bibliotecas, tampouco nas livrarias, estante ou área consagrada a obras de erudição. Este livro entraria no catalogo como um compêndio de Historia, uma singularíssima e cambiante narrativa do núcleo mais sombrio da historia do século XX, e de todas as suas lições, porque jamais a crônica de um século foi tão didática em múltiplos domínios, ensinou tanto a raça humana quanto a deste ultimo. Do prefácio de Jose Francisco Rezek.
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Histórias dentro da históriaA lenda dos Lamed Vav Tzadikim inspirou a escritora Kátia Gonçalves a pesquisar sobre as pessoas que ousaram transgredir as ordens antissemitas durante a Segunda Guerra Mundial. Pelo olhar de Katerina, o leitor de "histórias dentro da História" é convidado a uma viagem no tempo para a Europa dos anos 30 e 40. Em meio à guerra que destrói a Europa, ninguém sabe ainda que há um Holocausto em curso. Katerina encontrará pessoas e se unirá a elas na desobediência às ordens nazistas.Não se trata de ficção. Essas pessoas realmente existiram e suas histórias, muitas vezes, se perdem diante da barbárie do genocídio perpetrado pelos nazistas.Pouco conhecido também é o fato de dois brasileiros - o embaixador Luiz de Souza Dantas e Aracy Moebius de Carvalho, secretária no Consulado Brasileiro em Hamburgo - estarem envolvidos nessa teia de solidariedade que contribuiu para salvar centenas de pessoas das câmaras de gás nazistas.Com o prefácio do professor José Luiz Goldfarb, "histórias dentro da História" é uma leitura imprescindível para os tempos atuais, quando ainda passamos por momentos de preconceito, ódio e intolerância.
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Holocausto: Vivência e RetransmissãoO Brasil foi um importante destino para os refugiados da perseguição nazista, apesar da ambiguidade política do governo brasileiro nos trágicos anos da Segunda Guerra Mundial. São pessoas que reconstruíram suas vidas e constituíram família sobre os escombros do Holocausto, guardando em si uma memória valiosa para a compreensão dos desatinos e da barbárie humanos. Histórias dolorosas que puderam ser resgatadas graças ao grande esforço de mobilização e organização empreendido pela Shoah Foundation.Os resultados têm aparecido em relatos dramáticos, vivos e contundentes, reveladores das nossas fragilidades, dos nossos limites, das nossas forças, e que surgem como faróis de resistência e indignação, referências para as futuras gerações.Abraham Warth, Aleksander Henryk Laks, Chaim Najman, Edward Heuberger, Kurt Homburger, Lejbus Brener, Leon Herzog, Maria Yefremov, Roza Rudnic e Simone Goldring Soares, sobreviventes dos campos de extermínio nazistas, sabem que suas memórias de dor e desespero podem ter uma função importante na formação da jovem nação brasileira. Sabem que suas narrativas, devidamente amparadas por referências históricas e culturais, promoverão reflexões essenciais ao estabelecimento de uma sociedade mais justa e menos violenta.No momento em que o Brasil reconhece a importância e a obrigatoriedade do ensino do Holocausto nas suas escolas, Holocausto: Vivência e Retransmissão, da pesquisadora Sofia Débora Levy, que a editora Perspectiva traz a seu público leitor, assume-se como fonte primária de referência para professores, pesquisadores e para todo cidadão preocupado em construir aqui uma sociedade ciente de seus compromissos éticos.
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Justos, heróis e testemunhasNaquela época, havia escuridão por toda parte. No céu e na terra, todos os portões de compaixão pareciam ter-se fechado. O assassino matou e os judeus morreram e o mundo exterior adotou uma atitude de cumplicidade ou de indiferença. Somente alguns tiveram a coragem de se importar. Esses poucos homens e mulheres eram vulneráveis, com medo, desamparados - o que os tornava diferentes de seus concidadãos.Muitos resgatadores agiram por um senso de altruísmo, ou seja, um desejo altruísta de ajudar aqueles que estavam sendo perseguidos. Alguns realizaram atos de heroísmo com base em crenças religiosas ou morais profundamente arraigadas; outros agiram no impulso do momento, oferecendo ajuda a alguém que eles nunca tinham visto antes assim que perceberam que a pessoa precisava. Ainda outros agiram por lealdade às pessoas com quem eles desenvolveram laços pessoais estreitos. Se fossem pegos pelos nazistas, seriam enviados para prisões ou campos de concentração ou executados imediatamente, dependendo do país em que viviam. O resgate de judeus por não judeus foi a exceção e não a regra durante o Holocausto.O Museu do Holocausto de Jerusalém -Yad Vashem, o Centro Mundial de Lembrança do Holocausto em Israel, reconheceu quase 30 mil Justos entre as Nações, não judeus que colocaram suas próprias vidas em risco ao salvar judeus durante o Holocausto.Neste livro você vai conhecer um pouco sobre estes heróis, mas também testemunhas deste horror que foi o Holocausto. Volumes já disponíveis da coletânea: Saber para jamais esquecerAs Crianças no HolocaustoJustos, heróis e testemunhasAs vozes das mulheres no holocausto
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Saber para jamais esquecerPrimeiro volume da "Coletânea em Memória das Vítimas do Holocausto", reúne os principais artigos publicados sobre o Holocausto produzidos por pesquisadores e historiadores do Museu do Holocausto de Jerusalém - o Yad Vashem -, que trazem conhecimento aos leitores para que entendam a dimensão desta tragédia humana."Precisamos falar dos acontecimentos da Segunda Guerra Mundial pois temos muito que aprender e contar para termos um mundo melhor. E a primeira lição é não esquecer os fatos terríveis que causaram a morte de inocentes entre os quais 6 milhões de judeus. Por isso estamos apresentando este livro repleto de matérias escritas por profissionais categorizados que atuam no Museu do Holocausto de Jerusalém - o Yad Vashem." Volumes já disponíveis da coletânea: Saber para jamais esquecerAs Crianças no HolocaustoJustos, heróis e testemunhasAs vozes das mulheres no holocausto
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MengeleBiografia sobre o médico mais infame que a humanidade já conheceu. Chefe do serviço médico do campo de concentração de Auschwitz entre 1943 e 1945, Mengele usou prisioneiros como cobaias humanas em experimentos pseudocientíficos, com os quais buscava comprovar suas teses sobre a superioridade da raça ariana. O grande diferencial dessa obra sobre o Anjo da Morte de Auschwitz é que o único filho do médico nazista deu aos autores acesso irrestrito a mais de 5 mil páginas de diários, cartas e anotações particulares de seu pai, de 1945 até sua morte, em 1979, em Bertioga, no litoral paulista. Além disso, um dos autores, Gerald Posner, já havia reunido, no início dos anos 80, o maior arquivo particular de documentos e entrevistas sobre o Mengele. Escrito de forma ágil, tal como uma obra de jornalismo investigativo com um toque de novela policial, o livro traz uma narrativa arrebatadora sobre a vida de um dos fugitivos mais procurados da Segunda Guerra Mundial.
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Nazistas Entre NósCom o subtítulo "A trajetória dos Oficiais de Hitler depois da Guerra", o autor, jornalista, conta as histórias de alguns dos nazistas que, de uma forma ou de outra, escaparam da justiça durante décadas e foram recebidos em várias partes do mundo, Brasil inclusive, como cidadãos honrados a ponto de muitos deles nem precisarem trocar de nomoe, até porque já teriam sido punidos e a vida continua. Nessa linha, ele conta as histórias - e capturas ou morte - de klaus Barbie, o carrasco de Lion; Josef Mengele, o anjo da morte; Albert Speer. o bom nazista; Frans Stangl e Gustav Wagner e Adolf Eichmann, o burocrata do Holocausto.
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Os 948 dias do gueto de VarsóviaA história do gueto de Varsóvia começa em 12 de outubro de 1940, Yom Kipur daquele ano, quando as autoridades nazistas ordenaram a transferência de todos os judeus da cidade polonesa para um perímetro fechado. A opressão terminaria exatamente 948 dias depois, com o extermínio dos últimos resistentes e a dinamitação da Grande Sinagoga, localizada na rua TIomackie. É o fim da maior comunidade judaica da Europa, a única que ofereceu resistência armada à crueldade. A descrição dessa resistência com meios extremamente parcos e na verdade desesperada é um marco da perseverança humana e símbolo do enfrentamento possível e necessário a estruturas opressoras, ontem, hoje e sempre.Bruno Halioua apresenta também com pormenores os momentos anteriores à instituição do gueto, com a escalada da violência e da barbárie, que culminariam na erradicação. Com base nos numerosos testemunhos escritos durante e após o período em questão, Halioua narra a vida cotidiana de mais de 380 mil pessoas (isto é, cerca de 30% da população de Varsóvia à época): a multiplicação das medidas antijudaicas, os estratagemas para comer, trabalhar, rezar apesar do inferno, a coragem necessária para resistir à máquina de morte criada pelo Terceiro Reich.Para o regime nazifascista no poder, o gueto de Varsóvia, com todo seu simbolismo, representa por si só um recuo inadmissível que será combatido a ferro e a fogo. Narrado com verbos conjugados no presente, como que para de propósito não relegar o evento histórico ao passado, Os 948 dias do gueto de Varsóvia, sintético, preciso e edificante, é um livro indispensável a todos aqueles que desejam compreender melhor esse trágico episódio do século XX.O gueto de Varsóvia e seu levante, como diz o autor, "vai muito além da comunidade judaica. [...] Constitui, depois da guerra, um momento-chave da história da Europa no século XX, como Marek Edelman ressaltou de forma notável: 'A Shoá é a derrota da civilização. E, infelizmente, essa derrota não cessou em 1945. Temos de nos lembrar disso'." Este livro, aliás, conversa de modo perturbador com outro que lançamos concomitantemente: Diário tardio: Theresienstadt - Auschwitz - Varsóvia - Dachau, de Max Mannheimer, autor que sobreviveu a quatro campos de concentração e narra de sua juventude até sua libertação do jugo nazista.
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Os Afogados e os SobreviventesPrimo Levi retoma sua reflexão sobre o campo de extermínio nazista 40 anos depois de ter escrito o primeiro livro sobre o Holocausto. O Holocausto, as deportações, os trens, as câmaras de gás e seis milhões de judeus realmente existiram. Faz pouco mais de meio século. Não é possível que isso se repita, nem mesmo sob diferentes roupagens, interesses e alvos. Este é o ponto principal do que este livro tem a dizer. Os afogados e os sobreviventes traz a reflexão de Primo Levi sobre o dia a dia de Auschwitz, a disciplina cega dos SS, os milhões que tiveram seu futuro negado pelo simples fato de nascerem judeus. O autor italiano revisita aqui sua primeira obra e, com maturidade crítica, busca respostas para perguntas que durante anos martelaram em entrevistas ou no senso comum: por que vocês não fugiram? Por que não se rebelaram? Um registro fundamental para que as novas gerações conheçam e entendam o que foi o holocausto, e com isso nunca permitirem que a história se repita.
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Os indesejadosNos terríveis anos do nazismo, Elisa Klinger e Hans Glasberg se conheceram num navio, a caminho do Brasil. Eles são dois dos milhares de judeus que compreenderam a extensão do perigo que corriam na Europa e não mediram esforços para sair do continente. Ela portava uma das centenas de vistos diplomáticos que o embaixador Luiz Martins de Souza Dantas concedeu para salvar vidas, contrariando diretrizes do Estado Novo; ele era uma das centenas de judeus salvos pelo acordo celebrado entre o governo brasileiro e o Vaticano para acolhimento no Brasil dos chamados "católicos não-arianos".Muitos anos depois de sua chegada no Brasil, Elisa registrou a memória do que viveu, ao contrário do que aconteceu com muitos judeus, que, compreensivelmente, preferiram silenciar sobre essa experiência tão traumática. Com isso, Elisa acrescentou algumas peças ao quebra-cabeça da História.Neste livro, Rubens Glasberg fez mais do que apenas reproduzir a história dos seus pais, a partir do relato de sua mãe. Às memórias da família ele somou uma pesquisa de fôlego e a inseriu no contexto dos acontecimentos que marcaram a Europa no começo do século XX e culminaram no Holocausto. Mostrou o Velho Mundo desmoronando e sendo reorganizado com a força bruta da barbárie nazista; ressaltou o que o ser humano tem de pior, mas também a dignidade e a generosidade de muitos.
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Os sete últimos meses de Anne FrankO "não escrito" capítulo final do Diário de Anne Frank relata o tempo entre a prisão de Anne Frank e sua morte. A história é contada por meio dos testemunhos de seis mulheres judias que sobreviveram ao inferno do campo de concentração do qual Anne nunca mais voltou. Inicialmente, o renomado cineasta holandês Willy Lindwer filmou o documentário "Os sete últimos meses de Anne Frank" e, depois disso, resolveu transformá-lo em livro. Para tanto, ele entrevistou mulheres que conheceram Anne Frank. O livro é composto pelos depoimentos de seis dessas mulheres - algumas que a conheceram antes de sua deportação para o campo nazista, e todas elas durante os últimos momentos em Bergen-Belsen. As histórias que estas mulheres têm para contar são semelhantes: o tratamento no campo, a forma como conheceram as irmãs Frank e a maneira como todas foram inexplicavelmente tocadas por sua vida. O fato de terem sobrevivido ao campo de extermínio é um milagre em si mesmo. Uma das sobreviventes, inclusive, teve a difícil missão de confirmar a Otto Frank as mortes de suas filhas, Anne e Margot. Os sete últimos meses de Anne Frank é o triste e verdadeiro relato de uma crueldade inimaginável e do milagre ocorrido para os que sobreviveram poderem contá-lo com suas próprias palavras.
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Sobreviventes (Volume III)Coletânea de retratos (e depoimentos) de sobreviventes que vivem no Brasil, sob a lente do fotógrafo e publicitário Luiz Rampazzo, com texto do historiador, escritor e cineasta Marcio Pitliuk.É mais uma homenagem aos homens e mulheres que fugiram das nações onde viviam em meio à ascensão do regime nazista na Segunda Guerra Mundial e que com suas bagagens e diferentes trajetórias aportaram no Brasil e aqui construíram suas novas histórias.* * *Os sobreviventes do Holocausto, aqui representados por alguns fotografados, certamente poderiam, após a dor e a mágoa que passaram, escolher viver uma vida dura e assumir atitudes rudes. Eles poderiam desenvolver uma casca grossa e uma disposição mais agressiva e forte. Seria mais do que legítimo eles se tornarem céticos e desconfiados, fechando os seus corações.Porém, estes heróis não permitiram que a imensa dor pela qual passaram os privasse de um poder maior: a habilidade de amar e sorrir. Os sobreviventes construíram famílias lindas e sólidas, derramando sobre seus filhos muito amor, compaixão e esperança.Muitos ficaram paralisados em silêncio durante décadas, mas todos podemos testemunhar que estes grandes homens e mulheres - nossos pais e avós, sobreviventes do Holocausto -- fizeram o melhor possível para proteger e educar os seus amados, proporcionando-lhes a oportunidade de celebrar a vida.Será que nós, os recipientes, parentes e amigos, seremos capazes de algum dia agradecê-los adequadamente?Grande e indescritível é o mérito do renomado fotógrafo e publicitário Luiz Rampazzo e do historiador, escritor e cineasta Marcio Pitliuk por terem registrado para a posteridade a história e os semblantes destes sobreviventes, "lemaan yed'u dorotechem", para que as futuras gerações saibam pelo que passaram os nossos antepassados para manter a chama do Judaísmo acesa. Que o Todo-Poderoso os abençoe pelo mérito desta grandiosa obra. Volumes desta série: Sobreviventes (Volume I) - Retratos dos sobreviventes do Holocausto que vivem no BrasilSobreviventes (Volume II) - Retratos dos sobreviventes do Holocausto que vivem no BrasilSobreviventes (Volume III) - Retratos dos sobreviventes do Holocausto que vivem no Brasil
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Sobreviventes (Volume IV)Reúne uma coletânea de depoimentos de sobreviventes do Holocausto que construíram novas vidas no Brasil. A obra traz entrevistas emocionantes, memórias de sofrimento e perda, mas também força, resiliência, amor e fé, mostrando como essas pessoas ultrapassaram os horrores do passado para viver com dignidade e esperança. É mais uma homenagem aos homens e mulheres que se refugiaram das nações de onde viviam em meio à ascensão do regime nazista na segunda guerra mundial e que em suas bagagens e diferentes trajetórias aportaram no Brasil e aqui construíram suas novas histórias. Sobreviventes retratados neste volume: Ester MantegariGisela LevyJorge WeisserJosef KurcKaroly WeiszLise BarochelZofia Davidowicz Veja também: Volume IVolume IIVolume III
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Solução final para todos e o último homem em péO personagem central desse livro é um judeu que retorna à sua terra natal em busca do irmão mais novo após a guerra e se guia pelas estrelas costuradas nos casacos dos judeus até encontrarem a liberdade. Paralelamente, o cenário da guerra vai sendo desfiado para mostrar vários aspectos da trajetória de Adolf Hitler, que guardam semelhanças patentes com a do primitivo Adão, e aponta as variadas artimanhas usadas para manipular as massas, e como a modernidade foi utilizada para assustar, aterrorizar e vender uma falsa imagem de perfeccionismo.
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Três irmãsQuando meninas, as irmãs Cibi, Magda e Livia fizeram uma promessa ao pai: sempre estariam juntas, não importa o que acontecesse a elas.Anos depois, com apenas 15 anos, Livia é enviada a Auschwitz pelos nazistas. Cibi, 19 anos, decide cumprir a promessa e vai com Livia, determinada a proteger a irmã ou a morrer com ela. Magda, 17, escapa da captura por um tempo, mas eventualmente também é transportada para o terrível campo de extermínio.Reunidas, as três irmãs decidem fazer mais uma promessa: a de sobreviver. Sua luta pela vida as levará do inferno de Auschwitz-Birkenau a uma marcha da morte pela Europa devastada pela guerra e eventualmente para casa, na Eslováquia, agora sob as mãos fortes e repressoras de um governo comunista.Determinadas a começar de novo, as três irmãs embarcam então em uma viagem de redenção, em busca de uma nova vida na recém-criada pátria dos judeus: Israel.
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Um Mestre no InfernoCom a deflagração da Segunda Guerra Mundial e com a brutal implementação da solução final de Hitler para o judaísmo europeu, os judeus oprimidos precisavam urgentemente de exemplos e líderes. Líderes que fossem dotados de extraordinária inteligência, uma ilimitada devoção ao Todo-Poderoso e ao Seu povo e, acima de tudo, uma messirut nefesh (autossacrifício) sobre-humana. Do abrasador fogo do inferno nazista foi que surgiu um destes homens: Rabi Yekutiel Yehuda Halberstam, o Klausenberguer Rebe.
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Um olharRita Diwan, em parceria com o jornalista Marc Tawil, lança o livro Um Olhar, relato de sua viagem para a Marcha da Vida, em Israel e na Polônia.Escrito pela jovem, então com 15 anos, a obra traz as experiências vividas por ela e seus colegas.Com dados históricos, biografias, fotos e relatos de sobreviventes do Holocausto, Um Olhar, de Rita Diwan, é um livro sobre esperança e fé.O prefácio é do rabino Y. David Weitman, precedido pela carta do embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelley. A obra tem produção da Tawil Comunicação e edição da Editora Maayanot.100% da renda obtida com a venda dos livros será revertida para a Instituição Beneficente Israelita Ten Yad e a Sherit Hapleitá, Associação Cultural e Beneficente dos Sobreviventes do Nazismo.
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Vozes do Holocausto 2Livro de depoimentos de sobreviventes do Holocausto que acabaram chegando ao Brasil, enriquecido com fotos de família. Organizado pela emérita historiadora Maria Luiza Tucci Carneiro, é uma realização do Projeto ArquiShoah e LEER.Os volumes desta série são:Vozes do Holocausto 1Vozes do Holocausto 2 Vozes do Holocausto 3Vozes do Holocausto 4Vozes do Holocausto 5Vozes do Holocausto 6
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Vozes do Holocausto 3Mais um volume da coleção VOZES DO HOLOCAUSTO - Coleção que relata os depoimentos dos sobreviventes desta história de horror, enriquecido com fotos de família e organizado pela historiadora Maria Luiza Tucci Carneiro - ArquiShoah e LEER.Os volumes desta série são:Vozes do Holocausto 1Vozes do Holocausto 2 Vozes do Holocausto 3Vozes do Holocausto 4Vozes do Holocausto 5Vozes do Holocausto 6
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Vozes do Holocausto 4O quarto volume da coleção Vozes do Holocausto - Coleção que relata os depoimentos dos sobreviventes desta história de horror, enriquecido com fotos de família e organizado pela historiadora Maria Luiza Tucci Carneiro - ArquiShoah e LEER.Os volumes desta série são:Vozes do Holocausto 1Vozes do Holocausto 2 Vozes do Holocausto 3Vozes do Holocausto 4Vozes do Holocausto 5Vozes do Holocausto 6
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Vozes do Holocausto 5O quinto volume da coleção VOZES DO HOLOCAUSTO - Coleção que relata os depoimentos dos sobreviventes desta história de horror, enriquecido com fotos de família e organizado pela historiadora Maria Luiza Tucci Carneiro - ArquiShoah e LEER.Os volumes desta série são:Vozes do Holocausto 1Vozes do Holocausto 2 Vozes do Holocausto 3Vozes do Holocausto 4Vozes do Holocausto 5Vozes do Holocausto 6
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Vozes do Holocausto 6O sexto volume da coleção VOZES DO HOLOCAUSTO - Coleção que relata os depoimentos dos sobreviventes desta história de horror, enriquecido com fotos de família e organizado pela historiadora Maria Luiza Tucci Carneiro, é uma realização do Projeto ArquiShoah e LEER.Os volumes desta série são:Vozes do Holocausto 1Vozes do Holocausto 2Vozes do Holocausto 3Vozes do Holocausto 4Vozes do Holocausto 5Vozes do Holocausto 6
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Vozes do Holocausto 7Sétimo volume da coleção VOZES DO HOLOCAUSTO que relata os depoimentos dos sobreviventes desta história de horror, enriquecido com fotos de família e organizado pela historiadora Maria Luiza Tucci Carneiro do ArquiShoah e LEER. Os volumes já disponíveis desta série são: Vozes do Holocausto 1 Vozes do Holocausto 2 Vozes do Holocausto 3 Vozes do Holocausto 4Vozes do Holocausto 5Vozes do Holocausto 6Vozes do Holocausto 7
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Yossel Rakover Dirige-se a DeusConjugando o belo ao verdadeiro, Zvi Kolitz construiu - e Paul Badde editou - um texto dos mais singulares e representativos do inenarrável e intestemunhável destino trágico das comunidades judaicas taladas pela ferocidade bestial e burocrática de Hitler e de sua tropa de carrascos. Yossel Rakover Dirige-se a Deus, leva o leitor brasileiro como parte de seu esforço cultural para que a história dos povos não seja submetida a outros transes dessa ordem de desumanização.
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Dicionário dos Refugiados do Nazifascismo no BrasilEram músicos, escritores, pintores, atores, cientistas, matemáticos, arquitetos, médicos, fotógrafos, dançarinos, empresários e até palhaços de circo, policiais e técnicos de futebol. Todos refugiados e refugiadas do nazifascismo, que buscaram salvação a partir de 1933. São relembrados em 300 biografias ilustradas, representando os milhares de fugitivos que fizeram ou refizeram a vida e a carreira em nosso país e tanto contribuíram para a sociedade brasileira. Cada trajetória, uma epopeia, desde o nascimento e a formação no Velho Mundo, os terríveis perigos e sofrimentos enfrentados com a chegada do nazismo, as lutas e peripécias para conseguir escapar, obter vistos e embarcar rumo à liberdade.O "Dicionário dos refugiados do nazifascismo no Brasil" relata tudo isso. É mais uma publicação da Casa Stefan Zweig, sediada em Petrópolis e voltada para a divulgação e o estudo da obra do grande escritor austríaco aqui falecido e do papel dos refugiados que, como ele, escaparam do totalitarismo.
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O PassageiroEscrito às pressas em 1938 por um jovem de 23 anos, o manuscrito de "O passageiro" foi redescoberto apenas em 2017, quando foi publicado na Alemanha e se tornou um fenômeno literário em escala global. Trata-se de um romance ágil e desesperador que mostra a tentativa de um negociante judeu de escapar de seu país, cada vez mais dominado por ideais nazifascistas. O livro impressiona por sua capacidade profética de dimensionar a violência absurda que tomaria a Alemanha, e o êxito que o livro teve nos dias de hoje revela como o alerta para a ressurgência do autoritarismo segue fundamental.
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O Tribunal de NurembergO presente estudo versa sobre o chamado Tribunal de Nuremberg, que julgou os grandes criminosos de guerra nazistas. Percorre criticamente, em linguagem clara e objetiva e com ilustrações, a fascinante e polêmica via pavimentada com os seus precedentes, as características de seu Estado e julgamento, a jurisdição e o caráter internacional do Tribunal, os principais aspectos de seu procedimento e os princípios de Direito Internacional. Reconhecidos pelo Estatuto e pelo julgamento do Tribunal, com destaque para a afirmação do Direito Internacional, a questão dos fatos justificativos, a garantia de um processo equitativo, os três crimes internacionais e o tema da participação criminosa, em busca do legado de Nuremberg, presente no atual Tribunal Penal Internacional, sediado em Haia. Questões como a do princípio da legalidade em matéria penal internacional e da obediência hierárquica, entre outras, presentes em Nuremberg, afiguram-se ainda hoje fundamentais em qualquer discussão sobre Justiça Penal Internacional. As regras e princípios estabelecidos em Nuremberg, absorvidos e moldados pelo Direito Internacional, fundamentaram vigorosamente, de forma inédita até então, a luta contra a prática de crimes contra a paz, crimes de guerra e crimes contra a humanidade, a qual desembocaria na instituição do Tribunais Penais Internacionais ad hoc para a antiga Iugoslávia e para Ruanda, respectivamente criados em 1993 e 1994, e, por fim, no tão sonhado Tribunal Penal Internacional, instituído pelo Estatuto de Roma em 1998, mas instalado apenas em 2002. Pelo seu pioneirismo como primeira Corte Internacional Criminal, embora de caráter temporário, o Tribunal de Nuremberg surge como um referencial histórico importante, cujo resgate merece a devida atenção.
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Sobreviventes (Volume I)Coletânea de retratos (e depoimentos) de sobreviventes que vivem no Brasil, sob a lente do fotógrafo e publicitário Luiz Rampazzo, com texto do historiador, escritor e cineasta Marcio Pitliuk.* * *Os sobreviventes do Holocausto, aqui representados por alguns fotografados, certamente poderiam, após a dor e a mágoa que passaram, escolher viver uma vida dura e assumir atitudes rudes. Eles poderiam desenvolver uma casca grossa e uma disposição mais agressiva e forte. Seria mais do que legítimo eles se tornarem céticos e desconfiados, fechando os seus corações.Porém, estes heróis não permitiram que a imensa dor pela qual passaram os privasse de um poder maior: a habilidade de amar e sorrir. Os sobreviventes construíram famílias lindas e sólidas, derramando sobre seus filhos muito amor, compaixão e esperança.Muitos ficaram paralisados em silêncio durante décadas, mas todos podemos testemunhar que estes grandes homens e mulheres - nossos pais e avós, sobreviventes do Holocausto -- fizeram o melhor possível para proteger e educar os seus amados, proporcionando-lhes a oportunidade de celebrar a vida.Será que nós, os recipientes, parentes e amigos, seremos capazes de algum dia agradecê-los adequadamente?Grande e indescritível é o mérito do renomado fotógrafo e publicitário Luiz Rampazzo e do historiador, escritor e cineasta Marcio Pitliuk por terem registrado para a posteridade a história e os semblantes destes sobreviventes, "lemaan yed'u dorotechem", para que as futuras gerações saibam pelo que passaram os nossos antepassados para manter a chama do Judaísmo acesa. Que o Todo-Poderoso os abençoe pelo mérito desta grandiosa obra. Volumes desta série: Sobreviventes (Volume I) - Retratos dos sobreviventes do Holocausto que vivem no BrasilSobreviventes (Volume II) - Retratos dos sobreviventes do Holocausto que vivem no BrasilSobreviventes (Volume III) - Retratos dos sobreviventes do Holocausto que vivem no Brasil
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O que eu lia para os mortosReúne poesias e textos em prosa do escritor judeu polonês Wladyslaw Szlengel, um testemunho literário e histórico singular sobre o cotidiano dos judeus no Gueto de Varsóvia, imposto pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial e cujo destino ele tragicamente compartilhou.
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SobrevidasNarrativa histórica com toques ficcionais da vida de duas famílias atingidas pela barbárie nazista durante a Segunda Guerra Mundial e sua redenção e reconstrução no Estado de Israel após os horrores do Holocausto. Leitura saborosa, que prende, emociona e transmite uma mensagem positiva de resiliência e empatia para com o próximo.
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Eles se amaram em AuschwitzDois sobreviventes do Holocausto se apaixonaram em Auschwitz, vivendo os piores anos de suas vidas em busca de momentos de alívio e afeto junto ao outro, apenas para serem separados na libertação. Tudo começou quando os olhares de Zippi Spitzer e David Wisnia se encontraram. Naquele instante, nasceu uma história de amor que poderia ter acontecido em qualquer lugar, mas que teve de enfrentar o pior cenário possível: ambos eram prisioneiros do campo de extermínio mais infame da história, e, se o romance fosse descoberto, significaria o fim para ambos. Contra todas as probabilidades, David e Zippi sobreviveram durante anos sob o céu sufocante de Auschwitz. O romance floresceu e se aprofundou, mesmo enquanto as ameaças de morte se acumulavam e a sorte de David, em especial, parecia prestes a se esgotar. A relação lhes permitia lembrar que a vida antes do Holocausto ainda existia, uma vida de possibilidades, de liberdade e de desejo. Quando o fim da guerra finalmente se aproximou e chegou o momento de deixar o campo, David e Zippi fizeram planos para se encontrar novamente. Mas nenhum dos dois poderia imaginar que esse reencontro levaria 70 anos para acontecer.Quantas vidas viveriam nesse intervalo? Quantas histórias teriam para contar um ao outro? Quantos segredos ainda guardavam?Uma história tocante de romance, sacrifício, perda e resiliência, Eles se amaram em Auschwitz é a saga de dois jovens que viveram um dos maiores pesadelos da humanidade criado pelos nazistas, e que, ainda assim, descobriram um amor capaz de sustentá-los.
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Por Um TrizEsta obra trata de uma história real, de personagens reais, à qual foram adicionados muitos dados históricos e alguns personagens secundários fictícios. Tudo para dar verossimilhança a uma saga que, por muitos anos, ficou enterrada no silêncio de uma dor profunda. A dor de uma senhora judia sobrevivente de um dos maiores flagelos da humanidade.
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O Quarto ReichDesde o colapso do Terceiro Reich em abril de 1945, ainda persistem inquietações sobre o renascimento do nazismo sob a forma de um 'Quarto Reich'. Neste livro inquietante, Gavriel D. Rosenfeld revela, pela primeira vez, esses pesadelos do pós-guerra sobre um futuro que nunca aconteceu. Com base em uma vasta pesquisa impressionante, reúne diversas fontes - discursos políticos, recortes de jornal, trechos de filmes - e faz investigação contrafactual detalhada. O livro aborda a universalização da expressão 'Quarto Reich' por parte de radicais de direita na década de 1960, sua transformação em fonte de entretenimento e cultura pop nos anos 1970, além de sua adoção, desde o ano 2000, por populistas autoritários e neonazistas que procuravam atacar a União Europeia.
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Depois de AuschwitzEm seu aniversário de quinze anos, Eva é enviada para Auschwitz. Sua sobrevivência depende da sorte, da sua própria determinação e do amor de sua mãe, Fritzi. Quando Auschwitz é extinto, mãe e filha iniciam a longa jornada de volta para casa. Elas procuram desesperadamente pelo pai e pelo irmão de Eva, de quem haviam se separado. A notícia veio alguns meses depois: tragicamente, os dois foram mortos. Este é um depoimento honesto e doloroso de uma pessoa que sobreviveu ao Holocausto. As lembranças e descrições de Eva são sensíveis e vívidas, e seu relato traz o horror para tão perto quanto poderia estar. Mas também traz a luta de Eva para viver carregando o peso de seu terrível passado, ao mesmo tempo em que inspira e motiva pessoas com sua mensagem de perseverança e de respeito ao próximo - e ainda dá continuidade ao trabalho de seu padrasto Otto, pai de Anne Frank, garantindo que o legado de Anne nunca seja esquecido.
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A destruição dos judeus europeus (2 volumes)A destruição dos judeus europeus é talvez o mais importante livro de referência sobre o Holocausto. Neste gigantesco estudo, Raul Hilberg destrincha minuciosamente a implementação e logística da Solução Final. O genocídio judeu – singular na forma como foi sistematizado – foi produto de uma sociedade industrial, que mobilizou políticos, movimentos civis, juízes, jornalistas, empresários, engenheiros, médicos, burocratas, policiais e militares a fim de conduzir sem solavancos um eficiente aparato de extermínio. Nenhum elemento organizado da sociedade alemã ficou completamente alheio ao processo de destruição. A compreensão que se tem hoje sobre este processo deve-se muito ao pioneirismo de Hilberg. Trata-se verdadeiramente do trabalho de uma vida inteira. Desde a publicação original em 1960, Raul Hilberg acrescentou novas descobertas a cada nova edição americana e a cada nova tradução para outros idiomas. A edição brasileira, definitiva, incorpora todas as atualizações feitas por Hilberg em vida. Não à toa, divide-se nos dois volumes reunidos nesta caixa. O primeiro contém os capítulos 1 a 8. O segundo vai dos capítulos 9 ao 12, e inclui apêndices e índice remissivo.Veja também:Um livro essencial para compreender o HolocaustoPublishNews, Roney Cytrynowicz, 26/04/2016http://www.publishnews.com.br/materias/2016/04/26/um-livro-essencial-para-compreender-o-holocausto
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A Bailarina de AuschwitzA bailarina de Auschwitz é a história inspiradora e inesquecível de uma mulher que viveu os horrores da guerra e, décadas depois, encontrou no perdão a possibilidade de ajudar outras pessoas a se libertarem dos traumas do passado. Edith Eger era uma bailarina de 16 anos quando o Exército alemão invadiu seu vilarejo na Hungria. Seus pais foram enviados à câmara de gás, mas ela e a irmã sobreviveram. Edith foi encontrada pelos soldados americanos em uma pilha de corpos dados como mortos.Mesmo depois de tanto sofrimento e humilhação nas mãos dos nazistas, e após anos e anos tendo que lidar com as terríveis lembranças e a culpa, ela escolheu perdoá-los e seguir vivendo com alegria. Já adulta e mãe de família, resolveu cursar psicologia. Hoje ela trata pacientes que também lutam contra o transtorno de estresse pós-traumático e já transformou a vida de veteranos de guerra, mulheres vítimas de violência doméstica e tantos outros que, como ela, precisaram enfrentar a dor e reconstruir a própria vida. Este é um relato emocionante de suas memórias e de casos reais de pessoas que ela ajudou. Uma lição de resiliência e superação, em que Edith nos ensina que todos nós podemos escapar à prisão da nossa própria mente e encontrar a liberdade, não importam as circunstâncias.
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As costureiras de AuschwitzCostureiras aprisionadas faziam vestidos para as mulheres dos oficiais nazistas. A história real de mulheres judias que, para sobreviver, costuravam em uma oficina de moda dentro de Auschwitz, instalada pela esposa do comandante do campo de concentração. No auge do Holocausto, 25 jovens presidiárias do campo de concentração de Auschwitz-Birkenau foram selecionadas para desenhar, cortar e costurar roupas de luxo para as mulheres de guardas e oficiais nazistas. O trabalho era feito em uma oficina de costura instalada dentro de um dos maiores campos de extermínio da Segunda Guerra Mundial. O ateliê foi fundado por Hedwig Höss, a esposa do comandante de Auschwitz. Com base em diversas fontes, incluindo entrevistas com a última costureira sobrevivente, "As Costureiras de Auschwitz" revela o trabalho e o destino dessas mulheres que cerziam, na esperança de serem salvas das câmaras de gás.
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A Bibliotecária de AuschwitzMuitas histórias do horror e sofrimento testemunhados dentro dos campos de concentração nazistas são contadas e recontadas, já estão gravadas e arquivadas. É difícil, nesses relatos, encontrar atos de esperança e força diante de todo o mal registrado durante o Holocausto.A Bibliotecária de Auschwitz é um livro diferente. É uma história verdadeira e cheia de detalhes a respeito de um professor judeu, Fredy Hirsh, que criou uma escola secreta dentro do bloco 31, no campo de concentração de Auschwitz, dedicando-se a lecionar para cerca de 500 crianças. Criou também uma biblioteca de poucos volumes com a ajuda de Dita Dorachova, uma menina judia de 14 anos que se arriscava para manter viva a esperança trazida pelo conhecimento e escondia os livros embaixo do vestido. É um registro de uma época sofrida da história, mas que também mostra a coragem de pessoas que não se renderam ao terror e se mantiveram firmes usando os livros como "arma".
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A Chave EstrelaPrimo Levi é conhecido em todo o mundo por ser o autor de alguns dos mais importantes relatos autobiográficos sobre os campos de concentração de Auschwitz, em livros como É isto um homem?, A trégua e Afogados e sobreviventes.Em A chave estrela (1978), Levi cria um personagem que, em vez de estar submetido aos trabalhos forçados de um campo de extermínio, viaja pelo mundo construindo imensas instalações. Faussone, o protagonista que narra suas aventuras de operário especializado em montagens, transforma suas experiências cotidianas em verdadeiras epopeias do trabalho: seu engenho, sua habilidade e sua força fazem lembrar o herói de Homero ou Hércules em seus doze trabalhos.Escrito em um estilo que se aproxima da oralidade, com digressões, idas e vindas, as histórias de Faussone também conferem uma dimensão concreta a um mundo cada vez mais dominado pela virtualidade da vida contemporânea: o trabalho com a matéria bruta.O embate ancestral entre o homem e a natureza, trazido para os dias de hoje, é o ponto central deste romance, que restitui com uma extrema habilidade narrativa as maravilhas que os homens são capazes de fazer, mesmo em tempos de destruição.
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Bilionários NazistasUm livro inquietante que reconstitui os mecanismos de violência e corrupção que estão na origem da riqueza de várias das dinastias empresariais mais poderosas do mundo. O livro prova que o resgate da memória histórica sobre esse sinistro período continua relevante e necessário. * * * A história do nazismo na Alemanha é inseparável das biografias dos industriais e financistas que ajudaram Adolf Hitler a conquistar o poder absoluto e lucraram milhões com as atrocidades do Terceiro Reich - são nomes como os Von Finck, Porsche, Oetker e Quandt. Aduladores e inescrupulosos, eles ampliaram seus impérios através do roubo de propriedades judaicas e da exploração do trabalho forçado de vítimas da barbárie nazista, além da fabricação de armas e munições. A brandura do julgamento de seus crimes no pós-guerra possibilitou a continuidade de suas dinastias empresariais, cujos herdeiros acumulam fortunas e administram marcas mundialmente famosas até hoje, como Volkswagen, Dr. Oetker, BMW e Allianz. E por que, depois de tantas décadas, eles ainda estão fazendo tão pouco para reconhecer os crimes de seus antepassados? Debruçado sobre milhares de documentos e fontes originais, além de abrangentes pesquisas historiográficas, o jornalista e historiador David de Jong - holandês de origem judaica - disseca as origens obscuras das fortunas multiplicadas a ferro e fogo entre 1933 e 1945. Neste livro, seu trabalho de estreia, o autor faz um chamado ao resgate da memória do genocídio nazista, tarefa primordial em tempos de ressurgência do extremismo antidemocrático.
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Os Julgamentos de NurembergEssa é a história dos julgamentos de Nuremberg o mais importante processo criminal já realizado, que criou o princípio da responsabilidade individual de acordo com as normas do direito internacional e que encerrou a Segunda Guerra Mundial, dando início à reconstrução da Europa. Os nazistas eram um grupo de criminosos, assassinos, desequilibrados, sádicos e burocratas medíocres unidos apenas por sua filosofia de ódio e pelo amor à espoliação de bens alheios. À medida que fortaleciam seu poder, mais monstruosos eram seus crimes.
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Sobreviventes (Volume II)Coletânea de retratos (e depoimentos) de sobreviventes que vivem no Brasil, sob a lente do fotógrafo e publicitário Luiz Rampazzo, com texto do historiador, escritor e cineasta Marcio Pitliuk.É mais uma homenagem aos homens e mulheres que fugiram das nações onde viviam em meio à ascensão do regime nazista na Segunda Guerra Mundial e que com suas bagagens e diferentes trajetórias aportaram no Brasil e aqui construíram suas novas histórias.* * *Os sobreviventes do Holocausto, aqui representados por alguns fotografados, certamente poderiam, após a dor e a mágoa que passaram, escolher viver uma vida dura e assumir atitudes rudes. Eles poderiam desenvolver uma casca grossa e uma disposição mais agressiva e forte. Seria mais do que legítimo eles se tornarem céticos e desconfiados, fechando os seus corações.Porém, estes heróis não permitiram que a imensa dor pela qual passaram os privasse de um poder maior: a habilidade de amar e sorrir. Os sobreviventes construíram famílias lindas e sólidas, derramando sobre seus filhos muito amor, compaixão e esperança.Muitos ficaram paralisados em silêncio durante décadas, mas todos podemos testemunhar que estes grandes homens e mulheres - nossos pais e avós, sobreviventes do Holocausto -- fizeram o melhor possível para proteger e educar os seus amados, proporcionando-lhes a oportunidade de celebrar a vida.Será que nós, os recipientes, parentes e amigos, seremos capazes de algum dia agradecê-los adequadamente?Grande e indescritível é o mérito do renomado fotógrafo e publicitário Luiz Rampazzo e do historiador, escritor e cineasta Marcio Pitliuk por terem registrado para a posteridade a história e os semblantes destes sobreviventes, "lemaan yed'u dorotechem", para que as futuras gerações saibam pelo que passaram os nossos antepassados para manter a chama do Judaísmo acesa. Que o Todo-Poderoso os abençoe pelo mérito desta grandiosa obra. Volumes desta série: Sobreviventes (Volume I) - Retratos dos sobreviventes do Holocausto que vivem no BrasilSobreviventes (Volume II) - Retratos dos sobreviventes do Holocausto que vivem no BrasilSobreviventes (Volume III) - Retratos dos sobreviventes do Holocausto que vivem no Brasil
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Vozes do Holocausto 1Livro de depoimentos de sobreviventes do Holocausto que acabaram chegando ao Brasil, enriquecido com fotos de família. Organizado pela emérita historiadora Maria Luiza Tucci Carneiro, é uma realização do Projeto ArquiShoah e LEER.Os volumes já disponíveis desta série são:Vozes do Holocausto 2 Vozes do Holocausto 3 Vozes do Holocausto 4Vozes do Holocausto 5Vozes do Holocausto 6
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O Perfume das TulipasDitadura, violência, campos de concentração, extermínio, holocausto: Segunda Guerra Mundial. Neste O perfume das tulipas, primeiro romance histórico de Maura Palumbo, somos levados para dentro do cenário onde tudo aconteceu. Desde o pré-guerra em Berlim, acompanhamos Helga e sua família de judeus alemães que apesar de enfrentar perseguição, o campo de concentração e mortes, conseguem lutar pela vida e manter acesa a chama da esperança. Numa trama ágil narrada com sensibilidade e apuro histórico, personagens reais e fictícios convivem em momentos de medo e suspense. Mas, em meio aos dramas da guerra, há espaço para o amor e para as tulipas florescerem. Essas flores que não têm perfume, acompanham a vida da família nos momentos bons e nos ruins. Significam amor, união, paz, apoio e também resistência, luta e vitória. "Um dia todos sentirão o perfume das tulipas", dizia Zacharias van Hart. Com um desfecho totalmente imprevisível, é uma narrativa que prende o leitor do início ao fim.Clique aqui e confira o book trailer do livro.
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Diários, Poesias, Cartas"Heroína da Segunda Guerra, mundialmente conhecida, tem seus diários e cartas pela primeira vez publicados em edição comercial no Brasil".Menina da classe média de Budapeste, Hungria, Hannah Senesh pertencia a uma família intelectualizada (o pai era jornalista e dramaturgo) de judeus cientes de suas origens, mas indiferentes à causa da construção do Estado de Israel. Já na adolescência, porém, Hannah engaja-se no movimento sionista e, em 1939, aos dezoito anos, acaba por emigrar para o então Mandato Britânico da Palestina, território herdeiro do antigo Israel bíblico, onde ela estuda numa escola agrícola e trabalha em kibutz.Com o início da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), a jovem alista-se no Exército inglês, pelo qual é treinada como paraquedista, junto com outras 36 pessoas, a fim de salvar judeus húngaros da deportação para Auschwitz. Em março de 1944, ela e dois colegas, Yoel Palgi e Peretz Goldstein, saltam sobre a Iugoslávia e se juntam a um grupo de partisans. Ao aterrissarem, descobrem que os alemães haviam ocupado a Hungria. Os homens que a acompanham decidem cancelar a missão. Hannah, porém, continua, chegando até à fronteira húngara. Lá, é presa por policiais húngaros, que encontram o transmissor do Exército britânico, usado por ela para se comunicar com os partisans e o Special Operations Executive (SOE) inglês. Enviada para a prisão, é despida, amarrada a uma cadeira e, em seguida, chicoteada e espancada por três dias. Os guardas queriam saber o código de seu transmissor para encontrar outros paraquedistas. No entanto, Hannah nega-se a fornecer a informação, mesmo quando trazem sua mãe à cela e ameaçam torturá-la também. Acusada de traição, foi julgada e condenada à morte por fuzilamento, que aconteceu no dia 7 de novembro de 1944, aos 23 anos. Até essa data, como fazia desde a adolescência, manteve o hábito de escrever um diário. São exatamente os diários que acumulou ao longo da vida, e mais poemas e cartas, que a Editora Tordesilhas disponibiliza ao público brasileiro, em primeira edição comercial no Brasil. Em tradução do hebraico, inglês e espanhol, com acesso privilegiado às fontes, a tradutora Frida Milgrom reuniu também fotos do álbum pessoal da heroína, além do depoimento da mãe de Hannah, Katarina Senesh. O posfácio é de Ignácio de Loyola Brandão. O livro permite conhecer as lembranças de infância e juventude, os relatos da guerra, as opiniões pessoais e políticas, a sensibilidade e os referenciais dessa jovem que viveu intensamente um dos períodos mais densos e terríveis da história da humanidade.
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Udatchi - A árvore onde meu pai catava nozesRelato de Michel Rosenthal Wagner sobre as incríveis descobertas que fez ao viajar para o Leste Europeu, para os locais da infância de seu pai e avós, a maioria ainda intactos no século XXI. O retrato de uma "visão" despertada em uma cerimônia religiosa, em uma passagem de trem, em uma janela da casa de seus avós, em uma árvore da qual se catavam nozes, sementes de um novo tempo. O trabalho de resgate histórico da 2ª Guerra Mundial, de um apaziguamento... na alma do viajante. Um momento de iluminação verdadeira.
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Maus - A História de um SobreviventeNas tiras, os judeus são desenhados como ratos e os nazistas ganham feições de gatos; poloneses não judeus são porcos e americanos, cachorros. Esse recurso, aliado à ausência de cor dos quadrinhos, reflete o espírito do livro - trata-se de um relato incisivo e perturbador, que evidencia a brutalidade da catástrofe do Holocausto. Spiegelman, porém, evita o sentimentalismo e interrompe algumas vezes a narrativa para dar espaço a dúvidas e inquietações. É implacável com o protagonista, seu próprio pai, retratado como valoroso e destemido, mas também como sovina, racista e mesquinho.
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OrigensO que é o povo judeu sem a memória? Na Tora, recebe-se a tarefa de lembrar que fomos escravos no Egito; na Grande Oração recitada diariamente, dirige-se ao "Deus de nossos pais". Recordar o passado é um mandamento que, para Ronaldo Reingenheim, virou um objetivo de vida. Origens é resultado de uma década de dedicação, com viagens, entrevistas e recuperação de objetos e documentos.O autor nos conduz por uma jornada pelos seus antepassados, restaurando, no processo, a trajetória de um povo perseguido. A geração anterior à de Ronaldo custou a acreditar que o antissemitismo europeu poderia se expandir a ponto de virar política pública e culminar no genocídio, servindo de alerta para nós, no século XXI, de como tendências autoritárias e racistas se infiltram aos poucos na sociedade. "De bons alemães patriotas, nos tornamos inimigos da nação", conta o parente Kurt Mosheim, com perplexidadeOrigens é um livro que alia o pessoal ao histórico. Reingenheim conta como a imensa melancolia da pesquisa foi atenuada pelo conhecimento prévio dos acontecimentos. No entanto, ela persiste, teimosa. O filósofo judeu alemão Walter Benjamin escreveu às vésperas da sua morte, fugindo dos nazistas, que as pessoas do presente precisam se voltar para o passado, pois dele recebemos não apenas a tristeza das gerações anteriores, mas também o sopro de esperança das suas lutas.Antônio Xerxenesky
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Mulheres na ResistênciaCombatentes sem farda, ativistas da resistência, heroínas. Mulheres, apenas. Anjos de saias. Nem todos os personagens centrais dos grandes relatos de guerra são masculinos. MULHERES NA RESISTÊNCIA traz o relato de 50 mulheres que, mesmo às margens das grandes campanhas militares da história, tiveram papel fundamental no resgate a judeus e no apoio aos movimentos clandestinos. São mulheres de diferentes origens, religiões e períodos da historia que tiveram em comum a visão e a coragem para desafiar circunstâncias opressoras e arriscar as próprias vidas em nome da justiça. Em uma época carente de exemplos de bravura e moral, estas mulheres representam verdadeiros pilares de coragem, humanidade, altruísmo e senso de dever. Elas, em sua maioria antes desconhecidas pelo grande público, finalmente tem aqui suas historias reveladas.
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A TréguaPrimo Levi (Turim, 1919-87) inscreveu seu nome entre os maiores escritores do século XX, a partir da experiência de prisioneiro e sobrevivente do campo de extermínio de Auschwitz. Sua prosa literária tem a força expressiva das narrativas em que a voz da testemunha alia-se ao trabalho da memória e da recriação da vida nos limites máximos da dor e da destruição. A trégua narra a longa e incrível viagem de volta para casa depois da libertação de Auschwitz e do fim da guerra. Numa Europa semidestruída, o autor e vários companheiros de estrada viajam sem destino pelo Leste até a URSS, premidos entre as ruínas da maior de todas as guerras e o absurdo da burocracia dos vencedores.
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A força da mentiraA obra, da israelense Hadassa Ben-Itto, 91, foi lançada em 1998 e traduzida a 11 línguas desde então, mas ainda era inédita em português. Ben-Itto conta uma história de um século atrás, mas a ideia de uma falsidade que tem poder mesmo depois de desmentida é um tema bastante contemporâneo. A própria tese de uma conspiração judaica continua a fomentar o crescente antissemitismo nos EUA e na Europa. "'Fake news' virou uma coisa da moda, mas os protocolos são 'fake news' há cem anos", a autora diz à Folha. "Líderes políticos ainda utilizam a tese da trama judaica até hoje, como os nazistas fizeram. Serve de álibi para o que está acontecendo de ruim em seus países?. Nascida na Polônia, Ben-Itto foi juíza por 31 anos em Israel, um período durante o qual se deparou inúmeras vezes com histórias sobre os "Protocolos dos Sábios de Sião", um livro que forja as minutas de uma inexistente reunião de judeus para discutir a dominação mundial. Se a princípio ela tratou a história como algo trivial, aos poucos passou a lhe incomodar o fato de que uma mentira sobre os judeus perdurasse tanto tempo. "O livro foi publicado por décadas em todo o mundo, em dezenas de línguas, sem ninguém fazer nada", afirma. Ela decidiu antecipar a aposentadoria, abandonar as cortes e viajar ao redor do mundo com um laptop embaixo do braço para investigar a história dos protocolos. Seis anos depois, publicou seu best-seller ("sem notas de rodapé, sem linguagem acadêmica, para ser lido"). "Lidei com muitos fatos enquanto era juíza, e sei que os fatos são importantes", diz à Folha. "Mas o que fazer quando os fatos são pervertidos? A única solução é dizermos a verdade?. Hadassa Ben-Itto, juíza da Suprema Corte de Israel, investiu seis anos de sua vida para pesquisar e escrever uma obra impecável sobre a origem e a trajetória da maior farsa literária do século 20, o infame livro Os Protocolos dos Sábios de Sião.
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Anne Frank - A biografia ilustradaCom acesso total aos arquivos da Casa de Anne Frank, em Amsterdam, Sid Jacobson e Ernie Colón realizaram esta extraordinária graphic novel. A partir de intensa pesquisa e cuidadosa contextualização histórica, os autores reconstituem a vida de Annelies Marie Frank, do seu nascimento, em junho de 1929, até sua morte precoce, em março de 1945, de tifo, no campo de concentração de Bergen-Belsen. Em julho de 1942, Anne, seu pai, Otto, sua mãe, Edith, e sua irmã mais velha, Margot, passaram a viver em um esconderijo em um prédio de Amsterdam para escapar dos nazistas que ocupavam a Holanda durante a Segunda Guerra Mundial. Lá, escreveu a maior parte do diário que se tornaria, nas décadas seguintes, o mais célebre testemunho dos horrores do holocausto.
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A Menina das Tranças DouradasÉ uma história de superação, onde narra as experiências e grandes perdas na vida da jovem Pérola desde sua casa em Kozminek na Polônia, passando por varias privações, o Gueto, Auschwitz até sua chegada ao Brasil e Como construiu sua família de que tanto se orgulha hoje. Um conto real escrito com muito amor e fé. A Polônia, lar de mais de três milhões de judeus entre as duas grandes guerras mundiais, é uma terra permeada pelo sofrimento judaico. Em nenhuma outra terra, desde a destruição do templo de Jerusalém, registra-se uma dor tão intensa e de tamanha magnitude.É certo que nunca poderemos recriar o passado, mas podemos aprender como as gerações passadas praticaram seus valores e procurar transmiti-los ao mundo em que vivemos. Nesta história , com também em outras histórias de judeus sobreviventes, notamos exemplos vivos disso.
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O Diário de Anne Frank - Quadrinhos (AF-DP)Um dos livros mais lidos do mundo agora chega ao Brasil em sua primeira edição oficial em quadrinhos, autorizada pela Anne Frank Fonds Basel. "O diário de Anne Frank" foi publicado pela primeira vez em 1947 e faz parte do cânone literário do Holocausto. E agora, pela primeira vez, vem à luz esta edição em quadrinhos. O roteirista e diretor cinematográfico Ari Folman e o ilustrador David Polonsky demonstram com essa adaptação a dimensão e a genialidade literárias da jovem autora. Eles tornam visual o contemporâneo documento histórico de Anne Frank e traduzem o contexto da época no qual foi escrito. Baseada na edição definitiva do diário, autorizada por Otto Frank, pai de Anne (um dos livros mais vendidos do mundo, publicado no Brasil pela Editora Record), esta versão em quadrinhos torna tangível o destino dos oito habitantes do Anexo durante seus dias no esconderijo.
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As catorze vidas de DavidConta a história de David Lorber Rolnik, a partir de Chelm, cidadezinha natal no interior da Polônia, onde viveu até os seus 19 anos. Quando o país foi ocupado pela Alemanha de Hitler e pela Rússia de Stalin, na Segunda Guerra Mundial, seguiu-se uma implacável perseguição aos judeus. Forçado a abandonar o lar e a família, sobreviveu a uma aktzia nazista — uma marcha mortal —, enfrentou perigos, fome, frio intenso, medo e até a morte que esteve à sua espreita muitas vezes. "Vivi o inferno e não sei como escapei", contou anos depois, recordando aquele triste período.A história é contada pelos seus filhos Szyja e Blima Lorber, numa homenagem póstuma ao sobrevivente do Holocausto, reconstituindo momentos cruciais de sua vida ante a barbárie praticada pelos nazistas e também pelo comunismo de Stalin. Mostra como pessoas foram arrancadas de suas casas e de seus afazeres, maltratadas, aterrorizadas e executadas por seguir princípios religiosos, posições políticas e partidárias diversas que não se enquadravam nos padrões de uma pseudo "raça pura".A narrativa biográfica também revela a personalidade do homem que não se abateu diante das desventuras enfrentadas na Europa e que atravessou meio mundo para reconstruir no Brasil seu lar e a família.Para a professora Maria Luiza Tucci Carneiro, da USP, e coordenadora do Arqshoah – LEER, Arquivo Virtual sobre Holocausto e Antissemitismo, autora do prefácio, as recordações dolorosas de David, são "como peças de um grande quebra-cabeça, que refletem uma difícil imposição do legado às futuras gerações — a reconstrução da memória"."David respira para ganhar ar entre um e outro sufoco. Sua trajetória é singular por registrar cada uma das etapas que marcaram o avanço dos nacional-socialistas em direção ao Leste europeu. As suas lembranças ajudam-nos a investir contra as políticas do esquecimento interessadas em apagar vestígios, em assassinar a memória", diz a professora Tucci Carneiro.Já a jornalista espanhola Pilar Rahola, que contribuiu com textos de apresentação, destaca que os relatos são uma aventura de dor e força, de perdas e reencontros, de morte e renascimento. "Sobrevivente da tentativa de extermínio e também dos gulags soviéticos, foi maltratado e teve a morte a persegui-lo, cercando-o e o ferindo ao longo da sua vida, levando brutalmente sua família e amigos, destruindo a memória do seu ancestral povoado polonês, assassinando a alma da vida judaica europeia, e cavalgando no dorso dos dois grandes totalitarismos do século XX: o nazismo e o stalinismo", explica ela.Apesar dos fatos contundentes da guerra, o livro é também uma história de amor, a de David — o menino com nome de rei tantas vezes perseguido e destinado a sobreviver — pela jovem Malka. Após desencontros causados pela guerra e suas consequências, os dois puderam, finalmente, dar continuidade às suas vidas.As catorze vidas de David aponta como a bondade venceu a maldade e a memória superou o esquecimento, honrando milhões de pessoas que perderam suas vozes, suas vidas. Como diz Rahola: "Esta é uma história de luz sobre as trevas e de amor sobre o ódio. A história de um ser humano que, com seu testemunho, dignifica a humanidade inteira".
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Caçadores de NazistasApós os julgamentos de Nuremberg e o começo da Guerra Fria, os vencedores da Segunda Guerra se deram por satisfeitos e perderam o interesse em punir os nazistas que cometeram crimes durante o conflito. Caçadores de nazistas coloca em foco a pequena parcela de pessoas que atuou - tanto em cargos oficiais quanto de forma independente - para reverter o êxito inicial desses criminosos de guerra e impedir que o mundo esquecesse seus atos. Com determinação e coragem, esses homens e mulheres seguiram lutando mesmo enquanto os países vitoriosos e o resto do mundo se tornavam cada vez mais indiferentes ao destino desses infratores.Andrew Nagorski conta as histórias impressionantes de caçadores emblemáticos, como Simon Wiesenthal e Serge Klarsfeld, e também daqueles que trabalharam longe dos holofotes da imprensa, incluindo os jovens promotores americanos dos tribunais de Nuremberg e Dachau, Benjamin Ferencz e William Denson, respectivamente; o juiz polonês Jan Sehn, que comandou o caso de Rudolf Höss, um dos cabeças do campo de concentração de Auschwitz; o juiz e promotor da Alemanha Fritz Bauer, que forçou seus conterrâneos a confrontar os registros do genocídio; o agente do Mossad Rafi Eitan, que liderou a equipe israelense responsável pela prisão de Adolf Eichmann na Argentina; e Eli Rosenbaum, que liderou os esforços pela extradição dos criminosos de guerra que residiam tranquilamente nos Estados Unidos.Determinados a perseguir e punir criminosos nefastos, esses heróis provaram que, cedo ou tarde, ninguém pode se julgar livre da justiça.
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Carrasco de HitlerConhecido como "O Carrasco de Hitler" e também chamado de "O Açougueiro de Praga" pelos tchecos, Reinhard Heydrich foi personagem central do mais criminoso genocídio da história moderna: o Holocausto, no entanto, tem recebido uma atenção incrivelmente modesta na extensa literatura sobre o Terceiro Reich, o que este livro visa corrigir. Com a descoberta de documentos ainda não publicados, o historiador Robert Gerwarth fornece novas informações sobre a vida pública e privada de Heydrich, mostrando que, mais do que executor ou carrasco, ele foi responsável por formular políticas adotadas pelo governo nazista, e por encontrar e implantar uma "solução final para a questão judaica" juntamente com o seu superior, o Reichsführer SS Heinrich Himmler, se tornando o segundo homem mais perigoso do Terceiro Reich.
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Morrer Sozinho em BerlimAlemanha, 1940. Quando seu único filho morre na guerra lutando pelo Führer, Otto e Anna Quangel decidem que não podem mais viver como se nada estivesse acontecendo. Se eles já não simpatizavam com os rumos do país, os privilégios dos membros do partido, o constante medo da vigilância de cidadão por cidadão, os abusos de autoridade e os boatos de horrores inimagináveis, eles agora decidem agir. A partir da história real de um casal de operários e sua inabalável coragem e resistência, Hans Fallada compõe, em forma de thriller, um retrato objetivo e cru dos horrores da vida sob a ditadura nazista. Entre trabalhadores, marginais, pequenos tiranos, acusados e acusadores, o autor apresenta os tipos de uma Berlim sitiada, sufocada pelo vício e pelo medo, mas também marcada pela esperança. Um fenômeno de vendas após sua primeira tradução para o inglês em 2009, Morrer sozinho em Berlim, publicado originalmente em 1947, é um clássico da literatura alemã, escrito por um dos mais populares autores do país no século XX.
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De Voltaire a WagnerDa mesma coleção cobre o permodo de 1700 a1870, onde é consagrado ` gêneses e o desenvolvimento do anti-semitismo racista moderno.
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Diário do GuetoDocumento escrito em meio às mais terríveis provações do terror nazista, que projeta por suas páginas o profundo poder de sensibilização de uma figura humanista no fragmento impulsivo e misterioso exercício de sua real humanidade.
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DVD Sobrevivi ao HolocaustoJulio Gartner, sobrevivente dos campos de concentração da Alemanha nazista, revisita os cenários do genocídio acompanhado por Marina Kagan, jovem com a mesma idade que ele tinha na época da Segunda Guerra. Uma conversa entre passado e presente, tendo como tema os horrores do Holocausto.
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Escritos JudaicosEste livro reúne a maior parte dos escritos de Hannah Arendt, produzidos entre 1930 e 1960, que tratam especificamente das questões relacionadas aos “assuntos judaicos.” Sua experiência como refugiada judia-alemã, perseguida pelo Nazismo, constitui o substrato de suas reflexões nestes ensaios e pode-se verificar, a partir deles, de que forma seu pensamento acerca da “questão judaica” moldou seu entendimento da história e da política. Os principais desafios enfrentados pelos judeus são analisados a partir de temas como a assimilação e o acesso à política, o antissemitismo como categoria social e política e a criação do Estado de Israel e o Sionismo. Não só os temas tratados são de grande atualidade como as análises propostas pela autora continuam de extrema valia.
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Eu sobrevivi ao HolocaustoComo sobreviver a um campo de concentração? Estaria essa sobrevivência condicionada ao acaso do destino? Em um emocionante relato, Nanette Blitz Konig conta a história de um período em que ela e milhões de judeus foram entregues à própria sorte com a mínima chance de sobrevivência. Colega de classe de Anne Frank no colégio, Nanette teve a juventude roubada e perdeu a crença na inocência humana quando esteve diante da morte diversas vezes ? situações em que fora colocada em virtude da brutalidade incompreensível dos nazistas. Hoje, aos 86 anos, Nanette vive no Brasil e expõe suas lembranças mais traumáticas aos leitores. As cenas vivenciadas por ela fizeram os mais experientes oficiais de guerra, acostumados a todos os horrores possíveis, chorarem ao tomar conhecimento. Em uma luta diária pela sobrevivência, Nanette deveria suportar o insuportável para manter-se viva. Através de um depoimento ao mesmo tempo sensível e brutal, ela questiona a capacidade de compaixão do ser humano, alertando o mundo sobre a necessidade urgente da tolerância entre os homens.
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Eu sou o Último JudeuEstamos preocupados, pois o trem fez meia-volta. Olhamos uns para os outros. O que está acontecendo? Constato que estamos perdidos. É o fim." Chil Rajchman, em um dos muitos momentos em que achou que seria assassinado. Nenhum campo de extermínio foi tão longe na racionalização do assassinato em massa quanto Treblinka. Lá, cerca de 750.000 judeus foram mortos. Apenas 57 sobreviveram. Chil Rajchman foi um deles. Por dez meses, sobreviveu ao absoluto terror. Carregou cadáveres em decomposição. Extraiu dentes dos mortos para que os nazistas aproveitassem o ouro, lavando-os em vasilhas cujos restos de água sanguinolenta mataram a sede de outros prisioneiros. Testemunhou suicídios, empalamentos, centenas de execuções. Foi chicoteado diariamente, teve tifo, sarna. Em agosto de 1943, Chil e outros prisioneiros conseguiram pôr em prática um plano de revolta. Ele foi um dos últimos judeus a escapar de Treblinka. Seu relato avassalador e detalhado, escrito ainda durante a guerra e até agora inédito, vem a público acompanhado por fotografias, mapas e a planta do campo de extermínio. Um importante testemunho do que preferíamos esquecer, mas não podemos.
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Gente de CoragemO sofrimento indizível no Holocausto era tão esmagadoramente mal e cruel que as tentativas para infundi-lo com sentido redentor inevitavelmente falhou. Mas, com o benefício da retrospectiva, há, no entanto, as lições a tirar do que aconteceu. A lição principal destacada em nosso livro é que, mesmo em uma atmosfera de malevolência, os indivíduos podem decidir agir de forma civilizada. As pessoas que esconderam judeus no Holocausto mostraram que isto é possível.O livro possui uma seção no final que evoca perguntas para debate o que o torna um excelente livro para ser usado também em escolas e classes sobre o Holocausto.
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História do Anti-SemitismoA longa e brutal história do anti-semitismo culminou com o extermínio, executado de modo industrial pelo regime nazi, de seis milhões de judeus. Depois do regime de Hitler, o anti-semitismo tem sido um tema proibido na Europa, mas não desapareceu da história.Nos últimos anos, o mundo tem vindo a assistir a cada vez mais imagens chocantes que denunciam que o sentimento já não está apenas latente. Esta obra é uma ampla representação da história do ódio aos judeus, desde a Antiguidade e os primórdios do Cristianismo, através da Idade Média e do Iluminismo, da época da biologia racial e do Holocausto, e até ao novo anti-semitismo dos nossos dias. Os autores analisam os motivos e mostram os muitos surtos de anti-semitismo no seu contexto histórico. Mostram-nos, também, como muitos temas idênticos, mas em diferentes formas, surgem ciclicamente como causas do ódio aos judeus: a lenda do judeu errante, as conspirações acerca do poder mundial, as acusações de profanação das hóstias, o envenenamento de poços, a avareza, a cobiça e os assassinatos rituais. História do Anti-Semitismo é um texto crucial para todos aqueles que pretendam compreender de que forma preconceitos, discriminações, perseguições e ódio contra culturas e religiões desconhecidas podem ter consequências catastróficas para seres humanos inocentes.
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Judeus contra HitlerUma das suposições mais comuns sobre a Segunda Guerra Mundial é que os judeus não resistiram ao seu próprio extermínio nas mãos dos nazistas. Benjamin Ginsberg demonstra de modo convincente que os judeus não só resistiram aos alemães como de fato desempenharam um papel fundamental na derrota da Alemanha nazista. Sem dúvida, muitos judeus estavam precariamente armados, estavam em número reduzido e não tinham recursos, mas Ginsberg mostra de forma persuasiva que esse mito da passividade é unicamente isso - um mito, e que os judeus resistiram com firmeza ao nazismo em quatro grandes cenários.
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Na Iminência do ExtermínioBaseado em vasta pesquisa, escrito com paixão e empatia, e pontuado por um espírito sutil, este livro revela as esperanças, angústias e ambições, as afetividades e as formalidades, a criatividade intelectual e artística dos judeus na Europa do entreguerras. Wasserstein recupera o cotidiano da vida pública e privada dos judeus às vésperas da Segunda Guerra, resgatando eventos e personagens - conhecidos e anônimos - que tiveram seu lugar em um dos períodos mais conturbados da história. Ao contrário da maioria dos relatos, este livro se concentra nos próprios judeus e não em seus perseguidores, e demonstra que, ao contrário do que se acreditava até agora em termos historiográficos, o judaísmo europeu já estava condenado antes mesmo da ascensão nazista e do Holocausto.
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O Diário de Anne Frank (NS)Um relato emocionante e de extrema relevância até hoje, o livro já foi publicado em mais de 60 idiomas e nos conduz pelas experiências da jovem Anne Frank, que, junto com a sua família, vai morar num bunker para se esconder do regime nazista vigente na Alemanha de Hitler. Infelizmente, a família não resistiu ao Holocausto, e Anne morreu com apenas 16 anos. Mas seu diário, agora em edição com trechos exclusivos, eternaliza essa importante história, tornando-se, não por acaso, um dos livros mais lidos no mundo.
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O Holocausto"O Holocausto" fala sobre o impacto causado sobre o povo judeu com a ascensão dos nazistas na Alemanha e sobre o que estava em jogo durante a Segunda Guerra Mundial. Uma introdução é seguida de uma análise sobre o antissemitismo europeu, das manifestações de Lutero à influência exercida pelo partido nacional socialista alemão. Com testemunhos pessoais, o autor descreve a tentativa nazista de destruir a comunidade judaica europeia e a incredulidade de que isso pudesse ocorrer.* * *Esta monumental obra é uma análise sistemática e minuciosa sobre o Holocausto dos judeus perpetrado por Hitler no qual se explica em profundidade os diferentes estágios do genocídio nazista com as suas respectivas singularidades. Trata-se de uma obra em que se destacam a quantidade e a excelente qualidade das fontes históricas analisadas, na qual o autor utiliza o que se denomina "bottom-up-history", isto é, a história contada de baixo para cima, dando ênfase à situação e à perspectiva das vítimas. Diferente de outros compêndios, esta obra se caracteriza por individualizar as vítimas, dando-lhes nome e sobrenome, em lugar de nos confrontar somente com estatísticas. O período analisado - 1933-1945 - explica em detalhe a situação dos judeus na Europa, desde o antissemitismo pregado por Hitler, passando pelas leis discriminatórias para os judeus na Alemanha e nos países ocupados, culminando com o extermínio metódico de 6 milhões de judeus. O autor contextualiza a situação política e econômica da Alemanha depois da Primeira Guerra e analisa a conjuntura que permitiu que Hitler chegasse ao poder. Ao longo do livro, são trazidos exemplos da resistência judaica, tanto de grupos como de indivíduos. Profa. Dra. Marta F. Topel
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O Holocausto - Uma nova históriaLaurence Rees passou 25 anos entrevistando os sobreviventes do Holocausto e os responsáveis pelo Terceiro Reich e seus horrores. Nesta história arrebatadora, ele combina esses testemunhos com as pesquisas acadêmicas mais recentes para investigar o que tornou possível o maior crime da história. Rees argumenta que, apesar de o ódio aos judeus estar no epicentro do pensamento nazista, não podemos entender o Holocausto por completo sem considerar os planos de matarem também milhões de não judeus. Ele também revela que não houve um roteiro específico para o Holocausto. Em vez disso, os acontecimentos foram se agravando um após o outro, até culminar no horror completo. Apesar de Hitler ser o principal responsável pelo que aconteceu, a culpa é coletiva, Rees nos lembra, e os efeitos permanecem.O Holocausto: Uma nova história é um relato acessível, mas rigoroso desse crime horrendo. Com uma narrativa cronológica e intensa, esta é uma exposição categórica do momento mais sombrio da humanidade.
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O SobreviventeQuem se depara com o simpático semblante do polonês naturalizado brasileiro Aleksander Henryk Laks, não acredita que este senhor resistiu por seis anos em campos de concentração até ser libertado pelas tropas aliadas do nefasto campo de Auschwitz. Sobrevivente dos horrores e atrocidades nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, Aleksander relata os sofrimentos inimagináveis aos quais foi submetido e conta como conseguiu escapar insistentemente da morte. Seu calvário começou quando o exército nazista invadiu a Polônia, em setembro de 1939. A partir daí, sua vida e de sua família transformou-se numa luta diária pela sobrevivência. Aleksander - então com 12 anos -, deparou-se com amigos e parentes amarrados ou enforcados no alto de postes da sua cidade natal, Lodz, e viu soldados alemães arrancarem as barbas de judeus com as mãos, deixando suas faces em carne viva. No entanto, este foi apenas o começo da série de crueldades impingidas aos judeus. Uma delas foi a fome, que matou cinco mil pessoas no primeiro mês de invasão. Logo após, ele e sua família foram confinados ao gueto de Lodz. Das 160 mil pessoas lá confinadas, Aleksander foi uma das 1.600 que sobreviveram ao gueto. A fome fez com que a família Laks se entregasse aos nazistas. Levados para diversos campos de concentração, Aleksander - aproximadamente com 16 anos - viu sua mãe pela última vez ao descer do trem que os levou para Auschwitz, lugar onde viveu os momentos mais torturantes da sua vida. Dos 600 prisioneiros que partiram de Auschwitz na chamada “Marcha da Morte”, apenas 50 sobreviveram. E novamente Aleksander estava entre eles. A redenção veio junto com a chegada do exército aliado. Aleksander foi salvo pelas tropas que interceptaram o trem que o levava de um campo de concentração para outro.
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Para Além do Diário De Anne FrankDurante a Segunda Guerra Mundial, oito pessoas viveram na clandestinidade, escondidas, tentando simplesmente sobreviver, e conseguiram isso graças a outras cinco que decidiram assumir essa perigosa tarefa de ajudá-las. Entre os clandestinos estava Anne Frank, a menina que ficou conhecida no mundo inteiro graças ao seu famoso diário, escrito no Esconderijo, no período de confinamento. Juntas, durante dois anos intensos, essas pessoas partilharam as dores da reclusão, as angústias, o medo, a escassez de muita coisa, inclusive de comida, até que foram traídos e enviados a campos de concentração. Num movimento de resgate dessa história real e para manter viva a memória de Anne, A obra conta o dia a dia dessas oito pessoas que enfrentaram o horror da Segunda Guerra e narra os detalhes da escrita de um dos diários mais conhecidos da história mundial.
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ResistênciaRelatos do Gueto de Varsóvia apoiados em diários, cartas e outros documentos da época, além do testemunho vivo do próprio autor, contribuição inestimável ao registro histórico de um dos grandes dramas da humanidade.
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Sem Lugar No MundoCom a ascensão do nazismo na Alemanha na década de 1930, Françoise começa a viver o terror das perseguições. Em seu relato, narrado em primeira pessoa, a autora permite que os leitores acompanhe em detalhes os medos, as perdas, as traições e privações de seu desesperado périplo. E que conheça também a solidariedade e resistência dos franceses que não se renderam aos nazistas. E que conheça também a solidariedade e resistência dos franceses que não se renderam aos nazistas. Publicado em pequena edição na Suíça, em 1945, seu livro ficou esquecido por décadas, sendo redescoberto nos dias de hoje. Um raro testemunho, corajoso e emocionante, da luta pela sobrevivência no dramático período da Segunda Guerra Mundial. Com prefácio do Prêmio Nobel Patrick Modiano, a edição conta ainda com um dossiê que busca refazer a biografia da nossa valente livreira e heroína Françoise Frenkel.
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RenascimentoRelato impressionante e inédito da sobrevivência de treze pessoas de uma mesma família no Holocausto, na aldeia de Lipnic, Polônia, próximo de Lublin. O relato é baseado em entrevistas que Iaacov Rotnes fez com sua avó Pesse Hubermann em 1998. O livro relata o contato feito com a família que os salvou e como parte deles recebeu o título de "Justos das Nações" por parte do Yad Vashem. No final do livro, para a elevação das almas dos que passaram pelo Holocausto, foi anexada a tradução da Torá Alef (1) do sagrado livro Likutei Moharan do Reb Nachman de Breslov, zt"l.
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Vida nos Campos da MorteEste livro foi escrito para ser lido mais de uma vez. Foi escrito para ser guardado como lembrança de uma época sombria da humanidade, em que os direitos sociais foram deixados de lado, dando espaço para a construção de uma barbárie sem igual. As cenas observadas e descritas no livro procuram aproximar o leitor da experiência vivida pelo autor nos diferentes espaços que serviram de cenário para a tentativa nazista de destruição de toda a história judaica da primeira metade do século XX.Por meio de impressões, observações e reflexões profundas, o texto cria uma experiência de envolvimento nas paisagens descritas e procura fazer uma discussão sobre os impactos destes acontecimentos nos dias atuais. Assim, o livro possui espaços demarcados para digressões e questionamentos provocativos que podem ser respondidos, ou não, por cada um dos leitores.O passado é invocado como catalisador de angústias e incompreensões extraídas das diversas manifestações de intolerância que tomaram conta da Europa na construção do regime nazista e, principalmente, na perseguição de algumas minorias. A Shoá, como é chamado em hebraico o tema do Holocausto, não pode ser esquecida, nem deixada em segundo plano. É responsabilidade de todas as gerações posteriores garantir que um evento como esse nunca mais volte a acontecer.Holocausto nunca mais, para nenhum povo. Sobre o autor:Alexandre Fisberg é jornalista graduado pela PUC-SP. Desde o início de sua formação se interessa por temáticas sociais e procura iniciativas nas quais possa trabalhar o jornalismo relacionado à garantia de direitos sociais.Atualmente se especializa em Desenvolvimento Social e Pobreza, atuando junto a algumas iniciativas sociais com o objetivo de se capacitar e posteriormente divulgar as boas práticas do setor social. Este livro é sua primeira publicação.
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Dez Mitos sobre os JudeusFantasma de impressionante resiliência, o antissemitismo atravessa séculos e desafia os esforços contra uma das mais longevas versões de racismo. Assim como em outras formas de preconceitos atrasados e medievais, dirigidos a variados grupos étnicos, religiosos ou de outra natureza, o sentimento antijudaico se assenta sobre mitos e sua perpetuação, fenômeno abordado de forma densa e clara neste livro.Estudiosa de diversas minorias, a historiadora Maria Luiza Tucci Carneiro oferece um estudo de relevância ímpar. Com precisão cirúrgica, destrincha raízes do antissemitismo e, mais importante, expõe os preconceitos à luz do mundo contemporâneo.Jaime Spitzcovsky
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Tudo sobre AnneHá décadas, a história de Anne Frank e sua família comove o mundo inteiro. Os relatos da menina judia, que passou anos em um esconderijo e enfrentou os campos de concentração alemães, geraram uma nova perspectiva sobre os horrores da Segunda Guerra Mundial.Este livro foi criado pelo museu Casa de Anne Frank, em Amsterdã, a partir de perguntas feitas por crianças visitantes sobre a história de Anne. A narrativa, que cobre desde o período de seu nascimento até sua morte, conta com diversas fotografias e ilustrações, e é entrecortada por páginas especiais que trazem informações sobre a Segunda Guerra Mundial e o Holocausto.Este livro é indicado para crianças a partir de 8 anos.
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Haavara - O Acordo de TransferênciaEm "HAAVARA - O Acordo de Transferência", o jornalista investigativo Edwin Black busca esclarecer por meio de documentos um dos mais obscuros capítulos sobre a Segunda Guerra e a ascensão do Terceiro Reich: um boicote judaico mundial contra o regime nazista! A partir desse fato, o autor nos mostra como a Alemanha de Hitler conseguiu parar o boicote por meio de um acordo com vários líderes do movimento sionista.Em 7 de agosto de 1933, líderes sionistas concluíram um pacto secreto, e controverso, com o Terceiro Reich, que, em suas várias formas, transferiu cerca de 60 mil judeus e mais de 1 bilhão e 500 milhões de dólares (em valores atuais) para a Palestina judaica. Em troca, os sionistas cessariam o boicote mundial antinazista que ameaçava derrubar o regime de Hitler em seu primeiro ano. No final, o Acordo de Transferência salvou vidas, resgatou bens e foi a base para a criação da infraestrutura do que viria a ser o Estado de Israel.Esta obra revolucionária e seminal nos traz novas perspectivas sobre o que realmente aconteceu durante o período que precedeu a Segunda Guerra Mundial, e nos revela fatos de suma importância sobre um dos acontecimentos mais obscuros do maior desastre político-militar de todos os tempos.Uma obra reveladora sobre um resgate político-econômico único, e completamente ousada em seu objetivo, destinada a todos os interessados nos estudos sobre a Segunda Guerra Mundial e o Holocausto.
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O Diário de Anne Frank em quadrinhos (MS)Em 1942, Anne Frank, uma garota judia de apenas 13 anos, é forçada a se esconder com a família diante das constantes ameaças dos nazistas. Em seu diário, ela narra a própria história, privada do mundo exterior, enquanto sonha em ter sua liberdade de volta. Por meio dele, podemos acessar os sentimentos mais profundos da garota que, presa por tanto tempo em um pequeno abrigo com outras sete pessoas, ainda se revela uma jovem engraçada, sensível e cheia de esperança.Anne Frank não conquista a tão sonhada liberdade, mas sua história sobrevive.O diário de Anne Frank em quadrinhos é uma adaptação do título O anexo: notas do diário de 12 de junho de 1942 a 1º de agosto de 1944, um relato doce e, ao mesmo tempo, melancólico da menina judia e sua experiência durante a Segunda Guerra.Formato: 17,5 x 24 cm
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Nos Campos da MemóriaEste texto pretende ser uma narrativa das memórias de Kiwa Kozuchowicz, um judeu polonês sobrevivente do Holocausto, cuja história foi reconstituída por sua filha, Rosana Kozuchowicz Meiches. Kiwa enfrentou situações limites em Pacanów até ser deportado pelos nazistas para guetos e campos de trabalhos forçados. O trem enquanto transporte e a luta por um pedaço de pão são elementos condutores da narrativa. A obra busca que o leitor conheça o cotidiano, a burocracia dos campos, a convivência com os colegas prisioneiros e oficiais alemães.
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