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Zôhar (Livro 6)

Texto Integral
Autor: Shimon Bar Iochai
SKU: 146830
Páginas: 151
Avaliação geral:

Tradução das porções semanais Chaiê Sará e Toldot que correspondem às folhas 121a a 146b.

R$ 50,00 no Cartão
Disponibilidade: Imediata

Descrição

Neste novo volume do Zôhar, o Rabi Shimon bar Iochai e seus amigos analisam a vida de Sara e o significado místico para ela ter vivido 127 anos.

Da história que relata a preocupação de Abrahão em achar uma sepultura adequada para sua esposa, o Zôhar ensina lições sobre o que ocorre no momento da morte, tanto do ponto de vista do corpo como da alma.

A seguir, os Sábios do Zôhar se debruçam sobre as gerações de Isaac e Rebeca: Esaú e Jacó e na relação entre esses dois irmãos arquetípicos da humanidade. A famosa história do prato de lentilhas e a venda da primogenitura é analisada misticamente pelo Rabi Shimon e seus amigos, bem como outros detalhes da dinâmica desse núcleo familiar (por exemplo: a bênção roubada por Jacó com ajuda de sua mãe, Rebeca).

Essa é primeira tradução integral e direta do Zôhar em aramaico ao português. O sexto tomo da obra segue o mesmo padrão de qualidade dos livros anteriores e, como nos demais volumes, apresenta os Tossefta (adendos), o Midrash Haneelám (Interpretações Ocultas) e os Sitrê Torá (Segredos da Torá).

Tradução das porções de Chaiê Sará e Toldot e corresponde às folhas de 121a a 146b.

 

Os volumes já disponíveis desta série são:

Zôhar (Livro 1)

Zôhar (Livro 2)

Zôhar (Livro 3)

Zôhar (Livro 4)

Zôhar (Livro 5)

 

 

Da apresentação do tradutor Diego Raigorodsky:

O Zôhar é um trabalho pseudoepigráfico considerado pelos tradicionalistas uma revelação de Deus ao Rabi Shimon bar Iochai e seus discípulos. Escrito parcialmente em aramaico e parcialmente em hebraico como um comentário sobre o Pentateuco, contém um sistema teosófico completo, e aborda assuntos como: a natureza de Deus, cosmogonia, cosmologia, alma, pecado, redenção, bem e mal.

O livro apareceu pela primeira vez no século XIII, na Espanha, e foi difundido pelo cabalista Moisés de Leon. Foi ele quem atribui o livro em sua posse ao sábio do século I, o Rabi Shimon bar Iochai. No entanto, logo de início esta hipótese foi refutada por algumas pessoas.

A difusão do Zôhar entre os judeus se deu de forma rápida e impressionante. Cinquenta anos após o seu surgimento, o texto já era citado por muitos cabalistas, que não podiam crer que um livro desses fosse obra humana, e que certamente se tratava de um livro de inspiração divina e que, portanto, podia ser colocado no mesmo nível da Bíblia.


Até mesmo judeus pouco inclinados ao misticismo, filósofos, autoridades rabínicas e juízes preocupados com a letra da lei chegaram a considerar o livro como fonte sagrada e o utilizaram para definir questões normativas da religião.

Trechos

Folha 121A

Midrash Haneelám. "E foram" (Gênesis 23:1). Nossos Sábios abriram a discussão com este versículo: "Vem, ó meu Amado! Saiamos ao campo, passemos as noites nas aldeias" (Cântico dos Cânticos 7:12). Nossos Sábios ensinaram: todo aquele que for viajar deve proferir três orações - a oração de obrigação diária; a oração do caminho [tefilat hadérech] - para o caminho que será percorrido - e uma oração para voltar em paz para casa. É possível até mesmo proferir as três orações em uma só, pois aprendemos que todos os pedidos de uma pessoa podem ser incluídos na oração de Shomea Tefilá.1
O Rabi Iehudá disse: todos os atos de uma pessoa, tanto os bons como os maus, são escritos em um livro, e todos, no futuro, passarão por um julgamento, como nos foi ensinado: o Rav Iehudá disse em nome do Rav: por que está escrito "Teus olhos fitaram meu ser ainda disforme" (Salmos 139:16)? Isso se refere às coisas feitas pelo ser ainda disforme, que não se preocupa com o Mundo Vindouro. "Teus olhos fitaram" a todos, pois Tu observas a todos. E "em Teu livro estão registradas todas as criaturas" (Salmos 139:16), para que todas passem por julgamento e por uma prestação de contas no Mundo Vindouro. Por isso uma pessoa deve se antecipar e rezar sempre primeiro [antes que o Eterno atue], pois isso lhe é benéfico.

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