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Mufawadat - 505 dias no cativeiro do HamasNarra a experiência de 505 dias em cativeiro de Eli-yá Cohen, sequestrado no fatídico 7 de outubro de 2023 pelos terroristas do grupo Hamas, e revela os bastidores de uma realidade marcada por tensão, isolamento e incerteza. O livro combina memórias pessoais com reflexões profundas sobre sobrevivência, dignidade e o impacto duradouro de viver sob ameaça constante. A história de vida angustiante de Eli-yá Cohen. Cinquenta metros abaixo da terra, seu corpo assemelhando-se mais a um esqueleto do que a uma pessoa viva, acorrentado, humilhado, espancado e frequentemente vítima de abusos psicológicos impiedosos - mas uma coisa seus captores não conseguiam lhe tirar: a sua luz interior. A alma que viveu, lutou e agradeceu por cada momento de sobrevivência. "Mufawadat' - negociação - é a palavra que se repetiu incessantemente ao longo dos 505 dias de cativeiro: negociação por sua vida e libertação, entre a vida e a morte; negociação por um pedaço de pita para ele e seus amigos; negociação entre ele e Deus; e conversas imaginárias com Ziv, sua namorada, que permaneceu no bunker onde granadas eram lançadas e tiros eram disparados indiscriminadamente. Dia após dia, lutas psicológicas e físicas se desenrolavam - entre ele e seus captores, entre os próprios captores, e entre eles e seus líderes e a ''rua'' lá fora. Eli-yá, com uma fé inabalável destinada a viver, enfrentou tudo com determinação, lutando para sobreviver - e sem jamais desistir. Além de ser uma história verídica e emocionante, o livro oferece perspectivas e ferramentas valiosas para lidar com situações extremas; como vencer quando não há chances e como se agarrar à esperança - mesmo quando parece ser a última - para ressurgir e voltar à luz.
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Entre a Luz e as TrevasEste livro nasce de uma profunda preocupação com os desafios enfrentados pelas sociedades democráticas contemporâneas. Ao invadir Israel no dia 7 de outubro de 2023, assassinar cerca de 1.200 pessoas e sequestrar mais de 230, o Hamas expôs ao mundo a face mais brutal de uma disputa entre modelos de sociedade. Não é a soberania sobre um pedaço de terra, muito menos o futuro dos palestinos e israelenses que está em jogo. É algo muito maior, que importa a todos os que defendem a liberdade, o respeito, a justiça e a pluralidade.Claudio Lottenberg, presidente da Confederação Israelita do Brasil e ex-presidente do Hospital Albert Einstein, oferece uma visão alinhada com esses valores, destacando a importância do reconhecimento mútuo e da coexistência pacífica. Nesta obra esclarecedora, o autor busca informar sobre as verdadeiras causas e prováveis consequências do que ocorre no Oriente Médio, suas raízes históricas e as possíveis soluções para uma paz duradoura. Afinal, uma compreensão aprofundada é fundamental para a construção de um futuro melhor não apenas para todos os envolvidos em tão sangrento e lamentável conflito, mas para toda a humanidade.
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A Guerra de NarrativasUma guerra em que a verdade virou munição - e a sua opinião, o campo de batalha. No dia 7 de outubro de 2023, Israel enfrentou o pior massacre de civis judeus desde o Holocausto. O ataque brutal do Hamas marcou não apenas o início de uma guerra sangrenta, mas também de uma nova e silenciosa frente de combate: a batalha pela narrativa. Enquanto mísseis cruzavam os céus do Oriente Médio, outra guerra ganhava força ― nas redes sociais, nos jornais, nas universidades e nos algoritmos. Vídeos fora de contexto, notícias manipuladas, contas falsas e slogans distorcidos passaram a moldar a percepção global sobre o conflito. E, com isso, surgiram consequências reais: o colapso da legitimidade internacional de Israel, uma explosão de antissemitismo ao redor do mundo - especialmente no Brasil - e a ascensão de grupos terroristas ao status de “fontes confiáveis” de informação. Neste livro direto, urgente e necessário, o Major Rafael Rozenszajn, oficial das Forças de Defesa de Israel e porta-voz para a mídia em língua portuguesa, expõe os bastidores da guerra midiática e revela como a desinformação se tornou uma arma tão poderosa quanto um míssil. Mais do que entender o conflito entre Israel e Hamas, você vai descobrir como a manipulação da verdade pode afetar democracias, influenciar políticas públicas e ameaçar a liberdade - inclusive a sua.
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Israel - Uma nação fascinante e incompreendidaUm pequeno país cercado de polêmica, sempre um tópico espinhoso de discussão. Todos parecem ter uma opinião sobre Israel, mas quantas pessoas o conhecem de fato?A israelense-americana Noa Tishby traz um guia completo para preencher essas lacunas de informação. A autora aborda o tema de forma honesta e direta, engajada e irreverente, e cria um retrato acessível de um minúsculo país de enorme importância. Entrelaçando História e trajetória pessoal, mostra a evolução de sua terra natal, dos tempos bíblicos ao estabelecimento de Israel e às disputas que dividem atualmente o país. Combatendo concepções populares equivocadas, Tishby oferece um contexto crítico a controvérsias geradoras de manchetes e um relato íntimo do culturalmente rico Estado de Israel.
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Depois do pogrom: 7 de Outubro de 2023, IsraelO ataque terrorista cometido contra israelenses no dia 7 de outubro de 2023 entrou para a história como o pior ato de violência contra os judeus desde o Holocausto. No dia seguinte, em vez de condenação total do ato, o mundo testemunhou uma prova da desordem moral do Ocidente no século XXI: nas universidades, nas ruas e na imprensa, as pessoas tomaram partido não dos judeus, mas de seus assassinos. Como isso aconteceu? Por que tantos membros das elites educadas deram de ombros diante do pior pogrom antissemita em quase 80 anos? Por que “antifascistas” se aproximaram dos fascistas do Hamas? Esta obra documenta, em detalhes arrepiantes, como acadêmicos, ativistas e comentaristas ocidentais acabaram encontrando justificativas para o pogrom do Hamas. Uma leitura indispensável para todos os que se preocupam com a segurança dos judeus e o futuro do Ocidente.
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Mossad - Os carrascos do KidonDesde a criação da Mossad, em março de 1951, seus agentes se dedicam a procurar os inimigos do Estado de Israel nos locais mais recônditos do planeta. A primeira operação "politicamente" autorizada por um chefe de governo à unidade de Nokmin ("Vingadores") aconteceria em maio de 1960, quando David Ben-Gurion permitiu a Isser Harel o rapto e posterior mudança para Israel de Adolf Eichmann, um dos maiores responsáveis pela "Solução Final" nazista, que vivia sob outra identidade na cidade de Buenos Aires. Eichmann seria condenado à forca em 1962.O êxito dessa operação levou à criação do temível Kidon ("Baioneta"), a subunidade de assassinos da Metsada, o departamento de operações especiais da Mossad. O Kidon e os seus membros, também tratados por kidon, tornaram-se a ponta de lança das novas vinganças que Israel levaria a cabo contra os seus inimigos.Este livro relata 16 dessas operações e identifica todos os agentes do Kidon que, em nome de Israel e com a autorização expressa do primeiro-ministro, executaram, entre 1960 e 2010, criminosos de guerra nazistas, terroristas palestinos e alemães, cientistas dedicados à energia atômica no Iraque e no Irã, líderes da OLP e do Hamas, engenheiros especialistas em armamento, traficantes de armas e, inclusive, um magnata da imprensa. Os kidon do Mossad liquidaram aqueles que manifestaram ser um perigo, real ou potencial, para o Estado de Israel.
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A guerra do retornoEm 1948, 700 mil palestinos foram forçados a deixar seus lares depois da primeira guerra árabe-israelense. Mais de 70 anos depois, a maioria de suas casas não existe mais, mas milhões de seus descendentes ainda estão registrados como refugiados, vivendo em campos destinados a eles. Esse grupo - diferentemente de vários outros que foram deslocados no pós-Segunda Guerra e outros conflitos - permaneceu desterrado, exigindo assentar-se no Estado de Israel. Sua crença no direito ao retorno é um dos maiores obstáculos a uma diplomacia bem-sucedida e uma paz duradoura na região. Em "A Guerra do Retorno", Adi Schwartz e Einat Wilf - ambos israelenses liberais apoiadores da Solução de dois Estados - revelam as origens da ideia do direito ao retorno e explicam como a Agência das Nações Unidas para Assistência aos Refugiados da Palestina no Oriente Próximo, aquela justamente encarregada de encontrar uma solução para os refugiados, cedeu à pressão política internacional, dos palestinos e dos árabes para criar um problema eterno de "refugiados". Os autores argumentam que a demanda palestina por um "direito ao retorno" não tem base moral ou legal e fazem um apelo emocionado aos Estados Unidos, à ONU e à União Europeia para que reconheçam esse fato, pelo bem tanto dos israelenses quanto dos palestinos.
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A Indústria de mentirasNesta obra o autor faz uma distinção clara entre as críticas legítimas ao Estado de Israel e as narrativas injustas que nunca estão de acordo com os fatos históricos, nem com as causas dos conflitos do Oriente Médio. O objetivo de Yemini é afastar as interpretações cheias de erros e confusões que na maioria das vezes tratam os israelenses como vilões por conta de um maniqueísmo ingênuo e precipitado. Embora o autor acredite que essa atitude não revela simplesmente uma má intenção, até porque a maior parte das pessoas comuns não tem meios para checar todas as fontes e fazer um julgamento justo sobre um tema bastante complexo, ele demonstra que, por outro lado, existe uma máquina da desinformação que pretende manipular a opinião pública apenas para legitimar uma visão política anti-israelense.
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A Porta dos Leões5 de junho de 1967. O Estado de Israel está cercado por inimigos que desejam sua completa extinção. O resto do mundo vira as costas para a jovem nação diante do perigo iminente. 10 de junho de 1967. Os exércitos árabes são rechaçados, suas divisões em solo, eliminadas, suas forças aéreas, destruídas. O ministro da Defesa Moshe Dayan adentra a Cidade Velha de Jerusalém pela Porta dos Leões, para juntar-se aos paraquedistas que libertaram o local mais sagrado do judaísmo: o Muro das Lamentações. Essa foi uma das mais improváveis e impressionantes vitórias militares da história. Imerso em centenas de horas de entrevistas com veteranos da guerra, Steven Pressfield conta a história da Guerra dos Seis Dias de modo inédito: pelas vozes de homens e mulheres que lutaram não apenas por suas vidas, mas pela sobrevivência de sua nação e pelos sonhos dos seus ancestrais. * * * "Um relato que vai se intensificando da ansiedade dos dias que antecederam os ataques aéreos à entrada triunfante na parte antiga da cidade sagrada através da Porta dos Leões, que leva ao Muro das Lamentações."The Los Angeles Times
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Caça ao JudeuNarra as aventuras do jornalista judeu Tuvia Tenenbom disfarçado de alemão, que circulou por Israel e pela Autoridade Palestina durante sete meses - em alguns momentos, com grave risco para a própria vida - em busca de verdades surpreendentes que a imprensa, em geral, não costuma trazer à tona a respeito do conflito árabe-israelense, mas sim, as esconde, de modo que o leitor não conseguirá parar de ler até terminar o livro. Recomendado. Dos intelectuais autoexecradores de Tel Aviv aos executivos da OLP de Ramallah, interessados em se autopromover, dos judeus ultra-ortodoxos de Jerusalém, envoltos em trajes pretos, aos radiantes ativistas estrangeiros dos direitos humanos em Nablus, Tenenbom trava contato com os habitantes locais, passando a conhecê-los e desarmando a todos, enquanto divide o pão e se mistura com toda e qualquer pessoa. Alternadamente tocante, enfurecedor e de fazer rir às gargalhadas, este livro revelador e sem precedentes expõe às claras a intensidade de uma terra turbulenta, pessoa por pessoa, cidade por cidade e refeição por refeição. Você nunca mais verá Israel da mesma maneira.
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Decifrando o Oriente Médio (coletânea)Coletânea de textos publicados por Samuel Feldberg na grande imprensa no período de 1996 a 2021. Eles expõem as profundas transformações, bem como as esperanças frustradas na região. "Quando iniciei minha trajetória como pesquisador do tema, o Talibã tomou o poder no Afeganistão e, cinco anos depois, foi responsabilizado pelos ataques às Torres Gêmeas, que levaram à sua derrubada do poder. Hoje o grupo governa novamente o país", comenta Feldberg.Outro exemplo da violência cíclica no Oriente Médio se dá entre israelenses e palestinos, estudados de perto pelo autor. "Passada a euforia de Oslo, voltaram a enfrentar-se em um conflito que culminou na Segunda Intifada, evaporou-se a ideia de um estado palestino e o Hamas mostrou sua verdadeira face", analisa. "Mas os Acordos de Abraão, em 2020, abriram novas perspectivas e Netanyahu foi substituído por uma ampla coalizão."Os fatos e reflexões trazidos por Feldberg podem ajudar a entender a situação do Oriente Médio. O livro destina-se a professores, estudantes, jornalistas e a todos os que têm interesse nos conflitos que ajudam a moldar o mapa e a política da região, com consequências em todo o mundo. Assista ao vídeo do lançamento da obra:
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Filho do HamasA história real de um filho do Hamas que se tornou espião israelense, se converteu ao cristianismo e ajudou a combater uma das maiores organizações terroristas do mundo. Desde a infância, Mosab Hassan Yousef viveu nos bastidores do grupo fundamentalista islâmico Hamas e testemunhou as manobras políticas e militares que contribuíram para acirrar a sangrenta disputa no Oriente Médio. Por ser o filho mais velho do xeique Hassan Yousef, um dos fundadores da organização, todos acreditavam que ele seguiria os passos do pai. Às vésperas de completar 18 anos, movido pela raiva e pelo desejo de vingança, Mosab decide assumir um papel mais ativo no combate a seus opressores e acaba sendo preso e levado para o mais terrível centro de interrogatórios israelense. Depois de dias sob tortura, ele recebe uma proposta do Shin Bet, o serviço de segurança interna de Israel: sua liberdade em troca de colaboração para identificar os líderes do Hamas responsáveis por ataques terroristas. A princípio, Mosab considera a oferta absurda. Afinal, como poderia trair sua religião e seu povo e ajudar seus inimigos? Filho do Hamas é o relato impressionante do caminho inesperado que Mosab resolve seguir ao questionar o sentido de um conflito que só traz sofrimento para os inocentes, sejam eles palestinos ou israelenses. No livro, ele revela como se tornou espião do Shin Bet, narra passagens da vida dupla que levou durante 10 anos e fala das escolhas arriscadas que fez para conter a violência de uma das organizações terroristas mais perigosas do mundo. Esta é também uma história de transformação pessoal, uma jornada de redescoberta espiritual que começa com a participação de Mosab num grupo de estudos bíblicos e culmina na sua conversão ao cristianismo e na crença de que “amar seus inimigos” é o único caminho para a paz no Oriente Médio.
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JudeofobiaOs eventos recentes desencadeados pelo ataque covarde do Hamas a Israel trouxeram à tona um problema secular: o ódio aos judeus. Ao longo da história, os judeus foram perseguidos por romanos, foram vítimas de pogroms e sofreram um dos atos mais bestiais da espécie humana, o extermínio em massa pela Alemanha nazista.Mas qual é a origem desse ódio? É exatamente isso o que esse corajoso livro responde, fazendo uma retrospectiva histórica até o presente, onde o conflito Israel x Hamas tem como pano de fundo as ameaças à Civilização Ocidental, o eixo comunista liderado por China e Rússia, o fundamentalismo islâmico e o globalismo woke do próprio Ocidente. Resgatar os pilares da Civilização Ocidental é uma missão de vida ou morte, pois um Ocidente enfraquecido, amedrontado, culpado e imbuído de uma mentalidade binária de oprimidos e opressores está fadado ao declínio.O autor busca tratar de temas como: as raízes europeias do antissemitismo, Hamas nazista, nazismo de esquerda, Elon Musk x George Soros, antissemitismo Woke , anão diplomático, e o que tudo isso desencadeia no Brasil. Com um olhar perspicaz, o livro se faz atual e necessário.
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ChutzpahInovação, empreendedorismo, start-up, Israel. Tudo a ver. Por quê?A resposta está aqui.A especialista em tecnologia, Inbal Arieli relembra sua própria trajetória e a de outras lideranças israelenses para explicar a origem de uma cultura fortemente inovadora e que, em 2022, contava com 91 empresas listadas na Nasdaq, num valor total superior a 116 bilhões de dólares.Trata-se de uma cultura singular, que apoia o pensamento criativo e a tomada de risco, o que ajudou os israelenses a desenvolver a coragem para perseguir abordagens pouco ortodoxas, muitas vezes revolucionárias, que são o segredo do seu sucesso econômico.
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O Gênio de IsraelComo uma pequena nação de 9 milhões de pessoas, forçada a lutar por sua existência e segurança desde sempre e dividida por questões étnicas, religiosas e econômicas, consegue se manter resiliente diante de tantos males sociais que assolam outras democracias ricas?Por que os israelenses têm uma das maiores expectativas de vida do mundo e as menores taxas de mortes por suicídio e abuso de substâncias?Por que a população de Israel é jovem e está crescendo, enquanto todas as outras democracias ricas estão envelhecendo e encolhendo?Admirado por ser uma potência mundial de start-ups de alta tecnologia, Israel pode ter na sua própria sociedade a maior inovação. Esta obra mostra que, mesmo com todas as contradições que permeiam a sociedade israelense, o país tem grande capacidade de superar as adversidades.O fato de enfrentar tantos desafios e, ainda assim, estar entre os mais felizes do planeta, fornece insights surpreendentes sobre como lidar com a ausência do sentimento de comunidade, de conexão humana e de propósito na vida moderna.
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A Solidão de IsraelA solidão de Israel nunca foi tão evidente. Neste potente ensaio, o filósofo francês Bernard-Henri Lévy mostra a razão desse isolamento ao analisar as reações mundiais ao massacre de 7 de outubro de 2023 cometido pelo Hamas contra Israel. Apesar de seu alcance histórico, o ato terrorista tornou-se, em poucas semanas, um ''detalhe'' na consciência global, em meio a uma erupção mundial de antissemitismo disfarçado de antissionismo. O autor investiga como Irã, Rússia, Turquia, China e grupos islâmicos radicais desempenharam papéis nessa tragédia e como se beneficiaram dela. Acima de tudo, denuncia, diante de uma guerra existencial contra a barbárie, o isolamento de Israel. E isso apesar da urgência e do caráter crítico desse conflito para as democracias em todo o mundo.
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O que é Antissionismo? (e é uma forma de antissemitismo?)Este livro examina em detalhes, de forma abrangente e sistemática, o polêmico tema da relação entre antissionismo e antissemitismo. Em linguagem acessível, o autor apresenta, primeiro, os fundamentos do antissionismo, tomado como um fenômeno global. Em seguida, se debruça especificamente sobre o tópico da relação entre antissionismo e antissemitismo. Depois, analisa os meios usados pelos militantes antissionistas.Ao final, o leitor encontra ainda uma seção com uma lista de recursos para aqueles que querem expandir seu interesse, além de questões de revisão e pontos de discussão.
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O caso dos direitos e reparação aos judeus dos países árabesO status dos judeus nos países árabes piorou dramaticamente em 1948, pois muitos países árabes declararam guerra, ou apoio a guerra contra o recém-fundado Estado de Israel. Os judeus eram ou desarraigados de seus países de longa residência ou subjugados, reféns políticos de o conflito árabe-israelense. Em praticamente todos os casos, quando os judeus deixaram o país, as propriedades individuais e comunitárias foram confiscadas sem indenização. Desde 1948, mais de 850.000 judeus deixaram seus locais de nascimento e suas casas em cerca de 10 países árabes. Hoje, menos de 7.000 judeus permanecem nesses mesmos países. O fato de que os judeus deslocados dos países árabes eram de fato refugiados de verdade, sob direito internacional, está fora de questão. Este relatório não deve ser mal interpretado como 'anti-árabe' ou 'anti-palestino'. Este relatório fornece uma informação precisa da narrativa histórica sobre a situação e a fuga de judeus de países árabes que nunca é reconhecida pela comunidade internacional nem reconhecida pelos países árabes. Provas convincentes apoiam o apelo à justiça para reparar a vitimização de judeus que viveram em países árabes e as violações em massa dos direitos humanos de que foram vítimas.
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R$ 49,00 - R$ 49,00
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O Impasse de 1967Micah Goodman examina as consequências da Guerra dos Seis Dias (ou Guerra árabe-israelense), ocorrida em 1967, que levou Israel a expandir suas fronteiras, conquistando a Península do Sinai, a Cisjordânia, a Faixa de Gaza, as Colinas de Golan e Jerusalém oriental. O impasse tratado no livro gira em torno das discussões da política interna de Israel sobre as vantagens e as desvantagens de se manter as fronteiras expandidas como estratégia de segurança nacional. A obra não pretende ser apenas mais uma abordagem sobre o conflito árabe-israelense, mas, acima de tudo, dedicar-se a esclarecer as diversas posições e pensamentos sobre o assunto, que podem ser observados no caloroso debate público que ocorre em Israel desde a década de 70.
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R$ 80,00 - R$ 80,00
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Uma Terra Feita RefémEm 1962, o filósofo Roger Scruton visitou o Líbano. O país ainda era democrático, com diversos grupos políticos e religiosos vivendo em harmonia desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Mas na década de 70, o país entrou numa época de guerras civis que se estenderam por mais de uma década, provocando um êxodo de aproximadamente um milhão de pessoas que tiveram de se refugiar em outros países. Scruton tenta explicar como as relações políticas libanesas foram se desgastando até se tornarem totalmente inviáveis.Para ele, as interferências externas, muitas vezes influenciadas por uma cobertura tendenciosa da mídia, insuflaram tensões políticas incontornáveis. As hostilidades entre os maronitas e os palestinos foram crescendo, gerando novas dissidências e novas crises que levaram aos conflitos armados que devastaram o país.A guerra terminou no início da década de 1990, mas aquela nação que Scruton conheceu nunca mais foi a mesma. Até o hoje o Líbano permanece refém de conflitos políticos e religiosos, nos quais as influências externas, sobretudo da mídia, continuam preponderantes.
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R$ 70,00 - R$ 70,00
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A Cronologia do Alef BetA Cronologia do Alef Bet é um relato da angústia vivida por um brasileiro judeu, descendente de refugiados dos campos de concentração da Segunda Guerra Mundial. Léo Gerchmann, um experiente repórter gaúcho, foi observando ao longo de 2023 um estranho recrudescimento do antissemitismo pelo Brasil e pelo mundo. Após o 7 de outubro, quando o Hamas invadiu Israel, matando mais de mil pessoas, e irrompeu a Guerra Israel x Hamas, o antissemitismo se revestiu de antissionismo para emergir de novo com o antigo preconceito contra o povo judeu, inclusive de setores ditos humanistas. Na coluna semanal que mantém numa plataforma, o autor passou a se dedicar à defesa de seu povo ancestral, a história, os conceitos, as perseguições milenares, numa tentativa desesperada de abrir os olhos da sociedade para a real situação do conflito e as diferenças entre o povo judeu e o governo de Israel. Trata-se de um livro fundamental para quem quer entender a perspectiva judaica nesse que é um dos temas mais candentes do mundo hoje.
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As Amazonas da MossadEste livro descreve as vidas turbulentas, os amores e as missões perigosas das maiores agentes da Mossad, as mulheres guerreiras dos Serviços Secretos israelitas. Os feitos impressionantes destas mulheres fortes e corajosas provam que são iguais aos homens e, muitas vezes, até melhores. Além dos inimigos da nação, têm de combater o sofrimento da solidão, as atitudes incômodas dos seus colegas homens e, muitas vezes, desistir do sonho de casar e ter filhos. Durante muitos anos, as atividades das agentes da Mossad foram altamente confidenciais. Hoje, o véu do sigilo foi levantado e a publicação das proezas incríveis das amazonas foi aprovada. Finalmente.
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Assim Nasceu IsraelEste livro é o primeiro relatório detalhado, feito por uma testemunha que viveu o que a Comissão Especial das Nações Unidas para Palestina (UNSCOP) encontrou na Terra Santa, como se decidiu em favor da partilha e como nasceu Israel. Além disso, é esta também primeira revelação franca do que ocorreu por trás dos augustos portais das Nações Unidas em todo o processo. Conta como funciona a Assembléia Geral; como, por meio de acordos, se elegiam as comissões especiais; como algumas personalidades dirigem e modelam a política de uma nação; como as grandes potências pressionaram e contrapressionaram os seus satélites antes da proclamação da independência de Israel, em 15 de maio de 1948.O autor, Jorge García Granados, como chefe da delegação guatemalteca perante as Nações Unidas, foi designado para a Comissão Especial desse organismo para a Palestina, designação que acolheu com simpatia e calor. Permaneceu vários meses na Palestina com a Comissão, entrevistando os ingleses e reunindo-se em segredo com representantes do movimento subterrâneo judeu, com membros da Haganá e com as diversas facções árabes. Conversou com prisioneiros políticos, com motoristas, com operários, com colonos, assim como com funcionários de todo tipo. Foi à Palestina com total imparcialidade e isenção e saiu dali plenamente convencido da justiça da partilha. Em cumprimento de suas tarefas, visitou os campos de refugiados deslocados da Europa. Depois, retornou a Lake Success, então sede da ONU, para lutar por decisões transcendentais.Com profunda humanidade e sensibilidade, e com o enfoque de um latino-americano que, segundo suas próprias palavras, "é de um país de dores", García Granados narra neste livro apaixonante o que viu e o que ouviu. Não foi só o jogo duplo, a opressão e a intriga: também o idealismo, a determinação e as proezas presenciadas que foram a causa desta primeira história informal da gênese de Israel.
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Uma espiã do MossadShulamit Cohen-Kishik nasceu na Argentina em um lar que criava os seus filhos para amar Israel. Quando criança, a família emigrou para Jerusalém, onde ela foi educada na escola Evelina de Rothschild. Aos 16 anos, os seus pais casaram-na com um judeu rico que morava em Beirute, e ela foi viver com ele na capital do Líbano.Logo, Shula se destacou em suas atividades na vida comunitária e estabeleceu contatos com as autoridades libanesas. Às vésperas da eclosão da Guerra da Independência de Israel, chegaram a ela informações sobre os preparativos militares para a guerra contra Israel. Ela entrou em contato com as forças de segurança do seu país de origem e se tornou uma agente ativa do Estado de Israel.Durante as suas atividades, forneceu importantes informações ao jovem país que lutava pela sua existência, iniciou um grande fluxo de imigração de judeus de países árabes para Israel e criou importantes conexões políticas. Ao mesmo tempo, conseguiu dar à luz sete filhos e filhas.Durante os seus anos de atividade, escapou de muitos perigos, principalmente de sequestros por agentes sírios. Em 1961, foi presa, severamente torturada e condenada à morte. Em recurso, foi condenada a 7 anos de prisão.Após a Guerra dos Seis Dias, foi libertada em um acordo de troca de prisioneiros e se mudou com a sua família para a cidade do seu amor - Jerusalém, onde seguiu a sua vida e morreu aos 100 anos. Shulamit ganhou diversas honrarias governamentais por sua bravura.
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Faça-se a ÁguaTodos os dias são publicadas notícias urgentes sobre a crescente falta de água no mundo inteiro. Ou seja, não há tempo a perder na busca de soluções. Faça-se a água ilustra como Israel pode servir de modelo para os Estados Unidos e os demais países do mundo, mostrando como amenizar o resultado das calamidades hídricas iminentes. Belamente escrito, Faça-se a água é um relato inspirador acerca da visão e do sacrifício de uma nação e de um povo que há muito fizeram da segurança hídrica uma prioridade essencial. Apesar dos poucos recursos hídricos naturais, com uma população e uma economia em rápido crescimento e vizinhos frequentemente em conflitos, Israel tem consistentemente ocupado a posição de líder na curva de inovação hídrica - que deve assegurar um futuro dinâmico e vital. Toda cidade, todo país e todo leitor podem se beneficiar do conhecimento de como Israel fez para superar desafios assustadores e se transformar de uma terra ressequida a uma superpotência hídrica.
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História de IsraelIsrael é um país pequeno e relativamente recente no concerto das nações, mas a sua história conturbada colocou-o, desde a fundação, no centro do palco do mundo, embrenhado numa luta contínua pelo direito a existir. Durante mais de dois mil anos, os judeus, dispersos na diáspora, rezaram por um regresso a Sião. E se até ao século XIX este sonho parecia uma fantasia, no final deste mesmo século surgiu um movimento secular sionista, dando início a um fluxo, tímido a princípio, de judeus para a Palestina, que viria a tornar-se num imenso caudal com as perseguições na Europa, os pogroms e, finalmente, a abominação nacional-socialista e o extermínio. Em 1948, Israel autoproclama-se um Estado. A partir daqui, a novel nação vê-se mergulhada em conflitos, entre eles três guerras para assegurar o seu direito a existir, a crise tio Suez, a invasão do Líbano e a intifada. Recorrendo a documentos coevos, a material de arquivo e baseando-se, ainda, no seu conhecimento enciclopédico deste país e do seu povo, Martin Gílbert tece uma narrativa cativante e aprofundada da história deste país.
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Israel - uma históriaA construção do Estado de Israel e as raízes do conflito na Faixa de Gaza, escrito por uma das mais notáveis historiadoras da atualidadeAnita Shapira conta a história de Israel de maneira empolgante, numa narrativa organizada cronologicamente. O livro apresenta o surgimento do sionismo na Europa, no contexto das relações entre judeus, árabes, turcos e outros setores da Palestina sob o domínio otomano. Professora da Universidade de Tel-Aviv e uma das mais notáveis pesquisadoras sobre o tema, a autora não se limita a relatar exclusivamente a guerra e os conflitos árabes-israelenses, ao contrário do que a maioria dos livros sobre o assunto costuma fazer.Shapira não ignora a narração dos conflitos, mas optou por discorrer sobre os motivos que levaram às guerras e sobre os fatos ocorridos nos períodos de paz. A historiadora analisa conjuntamente o desenvolvimento político, social e cultural da Palestina sob o mandato britânico e propõe compreender de forma profunda os desafios de construção da nação israelense, incluindo a imigração em massa, a modificação dos hábitos culturais, a política de guerra, a diplomacia mundial e a criação de instituições democráticas e de uma sociedade civil.O livro aborda questões polêmicas, como a destruição dos vilarejos árabes conquistados durante a guerra de 1948-1949, dando ampla divulgação aos estudos realizados pelos chamados novos historiadores, entre os quais Benny Morris, e apresenta o resultado do conflito na região, a partir das fronteiras com outros Estados etnicamente homogêneos no período pós-Segunda Guerra Mundial.
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Israel em abrilNo último dos quatro livros de viagem que escreveu, publicado em 1969 os outros foram Gato preto em campo de neve, de 1941, sobre os Estados Unidos, A volta do gato preto, de 1946, também sobre os Estados Unidos, e México, de 1957, Erico mantém o procedimento literário dos anteriores e escreve um saboroso diário de bordo enriquecido com entrevistas e informações históricas. O roteiro da viagem, na companhia da esposa Mafalda, inclui visitas a diversas cidades e vilarejos, kibbutzim, personalidades, amigos, universidades e museus.Refletindo constantemente sobre o que vê, Verissimo antecipa uma das questões centrais do semitismo pós-Israel: será que agora o judaísmo deixará de ser uma cultura para virar uma civilização destinada, como toda civilização, a um período do inverno, da velhice e da morte? Será que uma eventual decadência da civilização do novo Estado sionista [...] vai matar a cultura judaica? Erico aposta que não, convencido de que a diáspora judaica nunca deixará de existir.
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Levante-se e mate primeiroEm Levante-se e mate primeiro, Ronen Bergman traça os arrebatadores eventos e as espinhosas questões éticas subjacentes à campanha de assassinatos seletivos de Israel, que modelou a nação israelense, o Oriente Médio e boa parte do mundo. O Talmude diz: “Se alguém vier matá-lo, levante-se e mate-o primeiro.” Esse instinto de tomar decisões, mesmo as mais agressivas, para defender o povo judeu está contido no DNA de Israel. Desde a fundação do Estado, em 1948, proteger a nação tem sido responsabilidade de sua comunidade de inteligência e de suas Forças Armadas. Em seu vasto arsenal, há uma arma na qual se apoiaram para evitar as ameaças mais sérias: assassinatos seletivos foram usados incontáveis vezes, contra inimigos grandes e pequenos, às vezes em resposta a ataques contra o povo israelense e às vezes preventivamente. Em Levante-se e mate primeiro, o jornalista e analista militar Ronen Bergman oferece um instigante relato sobre os programas de assassinato seletivo — seus sucessos, suas falhas e o preço moral e político cobrado dos homens e mulheres que aprovaram e cumpriram as missões.Bergman obteve a excepcionalmente rara cooperação de muitos membros antigos e atuais do governo israelense, incluindo os primeiros-ministros Shimon Peres, Ehud Barak, Ariel Sharon e Benjamin Netanyahu. Também colaboraram figuras de alto nível dos serviços militar e de inteligência do país: as FDI (Forças de Defesa de Israel), o Mossad (a agência de inteligência mais temida do mundo), a Cesareia (um “Mossad dentro do Mossad” que realiza ataques contra os alvos mais valiosos) e o Shin Bet (um serviço de segurança interna que implementou a maior campanha de assassinatos seletivos da história, a fim de combater o que já pareceu incontrolável: o terrorismo suicida).Em Levante-se e mate primeiro, um livro empolgante e revelador, o autor traça, do início do Estado até o presente, os arrebatadores eventos e as questões éticas subjacentes à campanha de assassinatos seletivos, que modelou a nação israelense, o Oriente Médio e boa parte do mundo.Incluindo relatos inéditos dos bastidores de operações-chave e baseado em centenas de entrevistas e milhares de arquivos aos quais Bergman obteve acesso exclusivo durante suas décadas de jornalismo, Levante-se e mate primeiro nos leva ao centro das mais secretas atividades israelenses.
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Mossad - As grandes missões do serviço secreto israelense"O Mossad" é reconhecido como o melhor serviço de inteligência do mundo. É também o mais enigmático, envolta em segredo. Este livro revela as operações que moldaram a Israel e ao mundo em geral de mais de sessenta anos de história da agência, entre eles - a captura de Adolf Eichmann, a erradicação do Setembro Negro, a destruição da instalação nuclear síria, ea eliminação de cientistas nucleares iranianos chave. Por meio de entrevistas intensidade de investigação e exclusivas com líderes israelenses e agentes do Mossad, autores Michael Bar-Zohar e Nissim Mishal recriar essas missões em detalhe fascinante, vividamente trazer à vida os agentes heróicos que arriscaram em face do perigo.
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Nação EmpreendedoraBaseando-se nas histórias de pessoas que têm um papel central no desenvolvimento de Israel, a exemplo de seus inventores e investidores, os autores procuram mostrar como a cultura do país movida pela adversidade, o jeito de pensar e a atitude perante a vida dos israelenses, a forma como empresas e universidades são administradas e as políticas públicas realizadas pelo governo forjaram uma sociedade considerada inovadora e empreendedora.
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Um Estado, dois EstadosAnálise histórica do conflito Israel-Palestina e das propostas de paz no decorrer das últimas décadas.Inclui mapas.* * *Ao comentar o lançamento do livro Um Estado, Dois Estados em artigo para a revista norte-americana New Yorker, o crítico David Remnick assim escreveu: “O que é marcante no trabalho de Benny Morris como historiador é que ele não favorece o preconceito de ninguém, muito menos o seu.”Comprometido com a objetividade que caracteriza sua forma de abordar qualquer assunto, Morris, nesta obra, concentra sua atenção no legado dos eventos de 1948 e nas opções concretas para o futuro da Palestina e de Israel.Ele examina minuciosamente o histórico das metas do movimento nacional palestino e do movimento sionista e considera as várias propostas de um e dois Estados oriundas das diferentes vertentes dentro de ambos os movimentos. Analisa, ainda, a boa ou a má vontade dos dois lados de encontrar uma solução baseada no conceito de compromisso e de “abrir mão” de alguma coisa, e avalia a viabilidade e a praticabilidade das soluções propostas à luz de realidades cáusticas e complicadas.Durante toda sua carreira inovadora, Morris reformulou a compreensão sobre o conflito árabe-israelense. Neste livro, ele apresenta um novo jeito de refletir sobre os desacordos.[...] o problema da Palestina-Israel e sua solução, nas atuais circunstâncias, representa também uma questão prática. É uma questão de ciência política relativa à melhor ordenação possível da sociedade humana ou duas sociedades humanas em um determinado espaço, tendo em conta a demografia, geografia, política, realidades econômicas, questões culturais, e assim por diante. A questão resume-se à melhor concatenação possível de demografia e de política para os povos que vivem entre o rio Jordão e o Mediterrâneo.Samuel FeldbergSão Paulo, fevereiro de 2014
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Uma história de Israel e o seu direito de existirAborda de forma simples, didática e objetiva, como Israel sempre foi, desde o início, uma nação destinada ao povo judeu.Em pouco mais de 100 páginas, narra uma história de 4.000 anos de um país único na humanidade.Único porque manteve sua ligação com sua terra mesmo sendo destruído várias vezes e seu povo dispersado e perseguido. Único porque conseguiu se reconstruir no século XIX e se tornar uma realidade para os judeus do mundo todo, que ali tinham seu novo lar. Único porque, como país, vem sendo demonizado e desacreditado por países em sua maioria totalitários, que destilam um ódio gratuito e por movimentos políticos financiados por estes países. Israel tem o direito de existir como qualquer outro país e seus conflitos são iguais a tantos outros espalhados pelo mundo afora, mas por alguma razão nefasta são ampliados como se só acontecessem neste pequeno pedaço do mundo. Israel chega a seus 75 anos de existência mostrando que veio para colaborar para que nosso mundo seja cada vez melhor. Outras obras do autor: Violinista no telhadoUma história de Israel e o seu direito de existirColetânea: Saber para jamais esquecerAs Crianças no HolocaustoJustos, heróis e testemunhasAs vozes das mulheres no holocausto
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Mitos e FatosEsta obra está disponível gratuitamente no link Mitos e Fatos - Baixe o livro completo gratuitamente Reproduz e desmistifica os muitos mitos e inverdades sobre o conflito árabe-israelense veiculados à exaustão pela mídia, em geral mal-informada, salvo raríssimas exceções.O livro apresenta os fatos históricos baseados em documentos da época, testemunhos de pessoas que viveram e participaram dos acontecimentos em questão, mapas minuciosos e detalhados e uma abordagem histórica coerente e fiel à realidade, aliada a uma linguagem moderna e concisa.A finalidade deste livro não é opinar, e sim informar.
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Estado de Israel à Luz da Lei JudaicaEscrito no formato de perguntas e respostas, demonstra a coerência ideológica daqueles que vêem no Estado de Israel o início do processo de redenção messiânica do povo judeu e da humanidade.Descreve os primórdios do movimento sionista e apresenta, elegantemente, as posições contrárias ao retorno dos judeus à sua terra ancestral, para analisá-las à luz da literatura rabínica e desmistificá-las.Rico em fontes. Inédito em português.
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Sangue sobre a MontanhaO Monte do Templo ainda guarda muitos segredos, sendo o maior deles, talvez, o mistério em torno do destino da Arca da Aliança, que muitos acreditam continuar escondida na teia de câmaras subterrâneas e passagens secretas que se supõe recortar as fundações de sua plataforma. As restrições impostas aos arqueólogos pelas autoridades religiosas, tanto muçulmanas quanto judaicas, pouco fazem para minorar a especulação; ao contrário, tornam as lendas que envolvem a história do monte do Templo cada vez mais enigmáticas com o passar dos tempos. Neste livro, Richard Andrews, que é arqueólogo, revela as verdadeiras origens históricas e os motivos reais por trás das atividades e do envolvimento de organizações como os antigos Cavaleiros Templários e a Maçonaria.
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História de Israel (I)Aclamado pela crítica (EUA, Inglaterra e Israel), HISTÓRIA DE ISRAEL, de Howard M. Sachar, apresenta em seus dois volumes a vigorosa e fascinante história do sionismo e do Estado de Israel. É um relato preciso, detalhado e objetivo do processo de gestação, nascimento e vida do Estado de Israel, desde o surgimento do movimento sionista, a luta por um Estado judeu, a construção do ishuv em Éretz Israel, até a independência, as conquistas, os problemas e as guerras do Estado. A pesquisa minuciosa de todos os detalhes e o tratamento isento de distorções aliam-se a um estilo fluente e vibrante para compor quase que um romance histórico de Israel, que informa, esclarece e também emociona. Tem extensa bibliografia, muitos mapas e um detalhado índice remissivo. Este livro é o volume 3 da Coleção Judaica.
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História de Israel (II)Aclamado pela crítica (EUA, Inglaterra e Israel), HISTÓRIA DE ISRAEL, de Howard M. Sachar, apresenta em seus dois volumes a vigorosa e fascinante história do sionismo e do Estado de Israel. É um relato preciso, detalhado e objetivo do processo de gestação, nascimento e vida do Estado de Israel, desde o surgimento do movimento sionista, a luta por um Estado judeu, a construção do ishuv em Éretz Israel, até a independência, as conquistas, os problemas e as guerras do Estado. A pesquisa minuciosa de todos os detalhes e o tratamento isento de distorções aliam-se a um estilo fluente e vibrante para compor quase que um romance histórico de Israel, que informa, esclarece e também emociona. Tem extensa bibliografia, muitos mapas e um detalhado índice remissivo. Este livro é o volume 4 da Coleção Judaica.
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