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Dicionário Sefaradi de Sobrenomes - Dictionary of Sephardic SurnamesIf you are outside of Brazil, click here.Se você está fora do Brasil, clique aqui. Souza, Miranda, Pinto e até Silva. Sobrenomes como esses, tipicamente brasileiros, podem revelar em sua origem alguma ascendência judaica. É o que mostra o maior estudo já realizado sobre a trajetória dos judeus sefaradis entre os séculos XIV e XX. O resultado desse trabalho está reunido no Dicionário Sefaradi de Sobrenomes, após muitos anos de extensa pesquisa. Já em sua 4ª edição, a obra é bilíngue (português/inglês) e tem 528 páginas (formato 21x28 cm) impressas em papel couché e encadernação de luxo. Foi escrita por Guilherme Faiguenboim, Anna Rosa Campagnano e Paulo Valadares, e conta com prefácio assinado por Marcio Souza. Além dos quase 16.000 sobrenomes e 12.000 verbetes, o livro possui uma introdução histórica ilustrada, com aproximadamente 120 páginas, sobre a trajetória dos judeus na Espanha e Portugal desde o ano 700 até a Inquisição, narrando o seu destino e a formação de comunidades judaicas em outros países, inclusive no Brasil, escrita por Reuven Faingold, doutor em História pela Universidade Hebraica de Jerusalém. A segunda parte, sobre a dispersão após a Inquisição, foi escrita pelo professor Paulo Valadares, historiador pela PUC-CAMP e mestre pela USP, sob a orientação da professora Anita Novinsky. A terceira parte, escrita por Guilherme Faiguenboim, fala sobre a onomástica sefaradita e explica a etimologia, transformação e morfologia dos nomes próprios. Apresenta também os critérios utilizados no estudo e na classificação dos nomes, como formas básicas e variantes, transliterações, línguas e alfabetos, critérios socioculturais, confiabilidade das fontes, estatística para comparação e checagem das fontes, metodologia, entre outros. Esta obra foi premiada internacionalmente como Reference Book of the Year Award for 2002 pela Association of Jewish Libraries.
- R$ 162,00
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R$ 180,00 - R$ 162,00
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em até 3x de R$ 54,00 -
D. Pedro II na Terra Santa1876. Após visitar os Estados Unidos, Europa, Escandinávia e Rússia, o Imperador D. Pedro II concretiza um dos maiores sonhos de sua vida: conhecer a Terra Santa. Cavalgando uma égua branca como as neves do monte Hermon, e acompanhado da Imperatriz Teresa Cristina e comitiva de 200 pessoas, o monarca brasileiro examina os lugares mais recônditos da antiga Terra de Israel. O percurso teve momentos de fortes contrastes: alegrias e tristezas, religiosidade e devoção. Todas as impressões do roteiro foram registradas no "Diário de Viagem à Palestina". O relato de Sua Majestade é fascinante. Este pequeno livro aborda um grande tema, guardado a sete chaves no Museu Imperial de Petrópolis. Junte-se à caravana imperial nesta inesquecível viagem pelo túnel do tempo! * * * Que o 2º monarca brasileiro era um amante do hebraico e tinha visitado a Terra Santa, alguns já sabiam. Mas com a riqueza de detalhes e informações que D. Pedro II na Terra Santa revela, o tema D. Pedro II ganhou novo enfoque e foi destaque na imprensa brasileira. A Revista VEJA (17/03/1999) dedicou duas páginas à obra. No Jornal do Brasil, o jornalista José Maria Mayrink fez uma análise intitulada A Grande Marcha do Imperador. A obra foi comentada ainda no O Estado de São Paulo, Gazeta Mercantil, Zero Hora, Globo News, Caras e na imprensa judaica em geral. Segundo o jornalista Alberto Dines, "o trabalho do prof. Reuven Faingold (...) revela por inteiro a curiosidade intelectual do soberano, sua sensibilidade artística, seu empenho em desvendar a humanidade em toda a sua extensão". O livro reproduz o diário de viagem do Imperador e sua comitiva à Terra Santa, em 1876, acompanhado de minuciosos comentários que o atualizam, e de uma rica iconografia, que o torna atraente e fascinante. A 1ª edição esgotou-se rapidamente, demonstrando o grande interesse do público pelo segundo e último Imperador do Brasil, cujo papel histórico começa a ser reavaliado e valorizado. Se você ainda não leu, junte-se à caravana imperial nesta inesquecível viagem pelo túnel do tempo!Veja o que autor tem a dizer sobre a obra:
- R$ 70,00
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R$ 70,00 - R$ 70,00
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Do Bom Retiro a Tel AvivDe leitura cativante e fluida, a obra reúne boa parte das vivências do autor - o brasileiro Marcos Wasserman, que emigrou para Israel em 1967, poucos dias antes da Guerra dos Seis Dias -, permeada de passagens pitorescas, as quais ilustram como sua biografia está entrelaçada intimamente com a história do próprio Estado de Israel. O texto mescla paródias bem-humoradas à descrição de situações de enorme importância histórica para todos os judeus brasileiros, especialmente aqueles que, como ele, adotaram Israel como pátria. Ativista político e social, advogado reconhecido, viajante pelo mundo, desafiador e curioso por natureza, Marcos também fez questão de frisar, ao longo do livro, a enorme importância de sua família e de seu amor e parceria com Lucia, esposa e companheira de profissão. Do mesmo autor:O judeu que era padre
- R$ 50,00
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R$ 50,00 - R$ 50,00
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A incomum história de um homem comumUm jovem judeu polonês de dezesseis anos tem sua vida virada de cabeça para baixo quando o povoado onde vive é invadido pelo exército alemão. Estamos em 1939, início da Segunda Grande Guerra. Escalado para trabalhos nas redondezas, é separado dos pais e das irmãs menores em 1942, sendo enviado para seis campos de concentração. Vê seu irmão ser assassinado e testemunha as crueldades do regime nazista, enquanto luta desesperadamente para chegar ao dia seguinte.Libertado em 1945, parte três anos depois para Israel, onde se vê colhido por novo conflito armado. Tendo escapado da morte mais uma vez, encontra-se sozinho, pobre e sem perspectivas até que um amigo propõe tentar a sorte em um país do qual nunca ouvira falar: o Brasil. Ele aceita. Lá terá que reconstruir sua vida.Texto de Marcus Aurelius Pimenta e ilustrações de Ivo Minkovicius.Disponível também em formato digital.*Toda a renda obtida a partir da venda deste livro será destinada ao Memorial do Holocausto de São Paulo.Para fazer uma doação, clique AQUI.
- R$ 50,00
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R$ 50,00 - R$ 50,00
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Tijolos do bemUm livro sobre Elie Horn não se resume a uma biografia individual, mas sim coletiva e solidária. Sua missão de vida lhe é muito clara, e sua espiritualidade toca o coração dos que estão à sua volta. Ele não admite uma vida sem propósito e se preocupa com atitudes que espalhem o bem, para colher os frutos de uma sociedade melhor e com mais empatia.Uma autobiografia pode não acrescentar conteúdo à vida de outra pessoa, já os atos inspiradores podem impactar positivamente por várias gerações. Ele é um homem de negócios, mas, acima de tudo, um grande questionador e humanista, convicto de sua fé.Empresário e filantropo, é um homem preocupado com a sociedade. Sua prioridade é direcionada especialmente à educação em geral, criando oportunidades para que crianças, jovens e adultos tenham uma vida com dignidade.Sua infância e adolescência foram difíceis. Entretanto, com muita determinação e otimismo, trazendo consigo princípios éticos, trabalhou desde muito cedo. Conquistou seu espaço, fundando a Cyrela Brasil Realty, uma das maiores incorporadoras do Brasil. Em cada conquista profissional, traz um benefício à sociedade. Fundou e apoiou diversas ONGs e continua criando e incentivando novos projetos sociais. Ele não para de produzir o bem, empoderando as pessoas e ensinando-as a gerir seus próprios negócios.Estimular a cultura de doar e conscientizar a sociedade sobre a responsabilidade individual no Brasil e no mundo são atitudes rotineiras em sua vida.Sua vida ética e filantrópica é uma mensagem do bem aos leitores, nestes momentos de escuridão e incertezas, e uma inspiração rumo ao refinamento da alma para a atual geração e para as futuras, principalmente para seus netos, bisnetos, trinetos e tataranetos, aos quais ele dedica esta obra.
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R$ 60,00 - R$ 60,00
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Uma História Quase ComumConta a saga de um homem sem ações mirabolantes, descobertas espetaculares ou derrotas esmagadoras, que batalhou duramente para suprir sua família com o melhor e colheu os resultados. Nascido na Polônia, imigrou para Israel na infância, antes do início da Segunda Guerra Mundial, e, aos 26 anos, estabeleceu-se no Brasil, mais precisamente no bairro do Bom Retiro, em que vive há 66 anos e de onde nunca quis sair. Meu pai é um homem simples, que dá a vida por um doce, mas se contenta em comê-lo sem açúcar porque é diabético; que gosta de ler todos os jornais, mas teve de trocá-los por noticiários da TV, porque não enxerga mais as letras. Está ciente de todos os acontecimentos dentro e fora da família e "vê" tudo através dos nossos olhos, porque sente com o coração. Esta é uma história que pode ser a de qualquer um de nós. Creio que muitos se identificarão com seus valores éticos, seus afetos, seus dissabores, as preocupações e as vitórias conquistadas a cada dia. Meu pai é testemunha dos fatos e acontecimentos de um século, e quanta coisa viu e viveu! Um relato emocionante e verdadeiro que amplia e redefine o conceito de herói.
- R$ 50,00
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R$ 50,00 - R$ 50,00
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Eu Estive Aqui 70 Anos DepoisEste livro conta uma viagem fantástica de volta ao passado para desvendar os mistérios de nossas vidas sob uma óptica renovada pelas conquistas de liberdade e pela existência de Israel. Celebra a vida, resguardando histórias de nossos antepassados, porém com olhos voltados para o futuro, para nossos descendentes.
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R$ 50,00 - R$ 50,00
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O Beigaleiro vai emboraO livro é uma singela homenagem ao Beigaleiro - personagem que fez parte da história do Bom Retiro e vive na memória afetiva do autor Ivo Minkovicius - e, provavelmente, outra maneira de saborear um bêigale (palavra que vem do iídiche e que muitos conhecem como bagel), um delicioso pão judaico. Depois de "O paletó do Pequeno Miguel", esse passa a ser o segundo livro de uma coleção sobre personagens do bairro Bom Retiro.Livros do autor pela Editora Sêfer:Sidurzinho para CriançasHagadazinha de PêssachO Príncipe da PedrasVeja também:Você sabe onde fica o Bom Retiro?O paletó do pequeno MiguelO Beigaleiro vai embora
- R$ 60,00
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R$ 60,00 - R$ 60,00
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Você sabe onde fica o Bom Retiro?"Tente imaginar uma lacuna entre o tempo e o espaço.Uma espécie de fresta emocional e geográfica quase no centro da cidade de São Paulo.Lá você encontrará um coreano fazendo contas em iídiche, um sírio e um boliviano tomando café num bar, recordando um passado em comum que nunca tiveram. Um grego, um italiano, um espanhol, um judeu polonês e outro marroquino, todos sentados num mesmo banco de jardim observando a torre do relógio da Estação da Luz, buscando as horas, que estão irremediavelmente paradas à espera do próximo trem que sempre trará um migrante, um imigrante, um refugiado, um estrangeiro, um brasileiro, alguém para naquele lugar desembarcar e chamar de meu bom retiro.Este livro é fruto da minha memória e um pouco da fantasia que nela habita. São registros de infância e adolescência em forma de poesia e microcontos, acompanhados de pequenas aquarelas que fiz durante os últimos anos. São vinte e quatro ilustrações e dezenove textos apresentados pelo prefácio da minha amiga Lilian Starobinas, que como eu, nasceu e foi criada nas ruas do bairro.Você sabe onde fica o Bom Retiro? Para mim é mais do que um livro, é uma fotografia do passeio que faço por lá todas as noites quando fecho os olhos no exato momento em que meu sono se transforma em sonho.Você sabe onde fica o Bom Retiro? Ah! Ele fica naquela lacuna, na misteriosa fresta entre o tempo e o espaço."Ivo MinkoviciusLivros do autor pela Editora Sêfer:Sidurzinho para CriançasHagadazinha de PêssachO Príncipe da PedrasVeja também:Você sabe onde fica o Bom Retiro?O paletó do pequeno MiguelO Beigaleiro vai embora
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R$ 68,00 - R$ 68,00
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O paletó do Pequeno MiguelO escritor e ilustrador Ivo Minkovicius conta uma história baseada em um personagem real que intrigou sua infância: um homem pequeno, com um paletó grande e repleto de coisas para vender. O livro revisita as ruas do Bom Retiro, na São Paulo dos anos 70, em uma narrativa lírica e sensível.Com a palavra, o autor:"Esta é a história de um paletó, ou melhor, de um homem e de seu paletó, ou, melhor ainda, de um homem, de seu paletó e de um menino que precisava desvendar o segredo desse paletó."Esta história, como tantas outras que conto em meus livros, tem o seu fundo de verdade. Morei toda a infância num bairro de São Paulo, chamado Bom Retiro. Nele conheci muitas pessoas, das mais diversas partes do mundo, que vieram para cá, fugindo de guerras, da miséria e de muitas outras mazelas. Buscavam uma nova vida, num país distante, onde sequer falavam sua língua. Dentre essas pessoas, o Mechale (pronuncia-se Mérrale), personagem que inspirou o Pequeno Miguel.Com o seu paletó-loja de bugingangas, Mechale era figura onipresente nas ruas do bairro. Fazer um livro sobre ele foi como assistir a um filme com as cores dos anos 1970, e nele ver: os meus avós sorrindo com o seu sotaque iídiche; as intermináveis disputas de futebol de botão com o meu irmão; os meus joelhos esfolados pelas constantes quedas de bicicleta; os beigales devorados aos finais de tarde na porta do Seu José; os amigos que ainda são os meus amigos; os primeiros materiais de desenho que ganhei do meu pai; e a minha mãe...Foi no auge do confinamento da pandemia, no final de 2020, que escrevi e ilustrei este livro. Ficou guardado comigo até que no ano passado resolvi inscrevê-lo no Proac, no edital "Publicação de Obra Infantojuvenil inédita". E não é que ele foi selecionado! "O paletó do Pequeno Miguel" foi selecionado pelo ProAC - Literatura/Realização e Publicação de Obra Infantojuvenil Inédita - em 2022.Livros do autor pela Editora Sêfer:Sidurzinho para CriançasHagadazinha de PêssachO Príncipe da PedrasVeja também:Você sabe onde fica o Bom Retiro?O paletó do pequeno MiguelO Beigaleiro vai embora
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R$ 60,00 - R$ 60,00
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Série A Saga dos Primeiros Judeus Portugueses no Brasil ColonialA série "A Saga dos Primeiros Judeus Portugueses no Brasil Colonial" é uma coletânea de estudos. O primeiro volume relata detalhadamente a presença e a influência dos judeus na colonização e formação do povo brasileiro. O segundo conta em pormenores a contribuição espiritual e intelectual da nação judaica nos primórdios da colonização.Os livros não são vendidos separadamente.A Colônia Judaica no Brasil ColonialA saga dos primeiros judeus portugueses no Brasil colonial Autor: Elias LipinerPáginas: 136Este livro reúne narrativas muito importantes da vida pioneira dos judeus e cristãos-novos no Brasil Holandês do século 17. E, justamente por perfilar estudos elaborados, e revistos, em épocas diversas, pode refletir tanto pequenas repetições quanto pequenas diferenças entre si. Mas nada que tire a força, e sobretudo a autenticidade, do que estas páginas relatam.A compilação desses fatos tem um objetivo único: o de mensurar historicamente a presença de judeus e cristãos-novos na sociedade brasileira. O método adotado para esta tarefa - com base em casos isolados, que juntos formam um amplo painel, e não mediante a exposição de um plano conjunto sistemático - faz com que o roteiro fique fragmentário. Mas são fragmentos que propositalmente induzem ao todo.A introdução aos capítulos apresenta uma resenha cronológica dos fatos - o que ajudará na compreensão do livro no geral, deixando, assim, a leitura mais atraente.A obra relata detalhadamente a presença e a influência dos judeus na colonização e formação do povo brasileiro. Narra o chamado da Coroa Real Portuguesa aos interessados na colônia brasileira, que foi prontamente atendido pelos cristãos-novos. Estes, por serem hábeis mercadores e poliglotas, tiveram participação efetiva no desenvolvimento econômico do Brasil, principalmente nas indústrias de açúcar e tabaco. Este livro reúne narrativas muito importantes da vida pioneira dos judeus e cristãos-novos no Brasil Holandês do século 17.A história dos judeus e cristãos-novos no Brasil Holandês ainda está para ser escrita a partir de um plano conjunto sistemático. E se este livro servir como parte dos pilares para a realização deste outro mais definitivo sobre o tema, essa missão terá sido concretizada.Sobre o autorElias LipinerO notável e célebre historiador Professor Elias Lipiner nasceu em 23 de fevereiro de 1916, na cidade de Chotin, antiga Bessarábia, hoje Moldávia. Aos treze anos foi obrigado a abandonar os estudos para ajudar o pai no sustento da família. Aos dezoito, em 1934, emigrou para o Brasil, onde viu-se na contingência de trabalhar como prestamista enquanto completava os estudos. Quatro anos depois já publicava na imprensa israelita alguns ensaios começados ainda em sua cidade natal.Bacharelou-se em Direito no Rio de Janeiro, onde também iniciou sua carreira de jornalista profissional. Transferiu-se para S. Paulo, em dois anos defendeu o doutorado na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, enquanto exercia a função de editor do jornal israelita "O Novo Momento". Dedicou grande parte de sua vida às pesquisas sobre a história dos judeus no mundo luso-brasileiro, notadamente sobre a Inquisição que a marcou tão profundamente.O Professor Lipiner, exemplo de sábio multifacetado e de erudito humilde e solitário, recusava apoderar-se do conhecimento que produzia. Seu mote era compartilhar, mestre sem cátedra, mas com uma legião de alunos. Nos últimos anos de vida se estabeleceu em Jerusalém e começou a preocupar-se com a publicação dos trabalhos que se acumulavam na sua casa.Nas palavras do próprio autor sobre si mesmo, "Meus principais trabalhos versaram sobre os tempos inquisitoriais. Com eles pensei em recuperar a identidade, a genealogia e as vidas de milhares de personagens cuja vida sofrida se espelha através dos 40 mil processos arquivados na Torre do Tombo, seus ossos queimados e o pó espalhado nas águas do Tejo. Herculano e outros historiadores dedicaram suas obras mais à burocracia da perseguição do que às suas vítimas. A história das vítimas desta perversa engrenagem ficou relegada a planos secundários. Verificando esta falha historiográfica e humana, tomei como ponto de partida para os meus trabalhos a pesquisa detalhada da vida destes heróis esquecidos. Procurei tirá-los do anonimato histórico e empenhei-me na perenidade dos seus nomes encobertos, perpetuando-lhes a memória. Era desnorteada e confusa a vida psicológica de um preso da Inquisição, atormentado com dramas de consciência devia denunciar parentes ou amigos, envolvendo-os nos procedimentos judiciais, para salvar a si próprio".Com base nos feixes de documentos inquisitoriais relativos a um acusado (e não apenas o seu processo nominal), construiu uma obra-prima, o emocionante relato sobre a vida, prisão e martírio do jovem luso-holandês capturado no Brasil, Isaac de Castro (queimado vivo em Lisboa em 15 de dezembro de 1647).Numa escrita castiça e nobre, plenamente integrada ao clima processual, Lipiner anima a documentação da Inquisição. Do palavreado às vezes insultuoso para com as vítimas tirou expressões lapidares, algumas convertidas em títulos. Nas peças acusatórias flagrou fatos relevantes sobre a vida, costumes e psicologia dos cristãos-novos. Com eles montou uma galeria de tipos e situações rigorosamente amparadas na crônica hebraica. Sem levantar a voz, sem alardear posições ou sentenças, narrador esmerado e historiador indisputado. Pioneiros Espirituais no Brasil ColonialA saga dos primeiros judeus portugueses no Brasil Colonial Autor: David WeitmanPáginas: 176Conta em pormenores a contribuição espiritual e intelectual da nação judaica nos primórdios da colonização.Um dos objetivos deste tomo é revelar ao público leitor a grande erudição desses pioneiros e homens de fé, que também contribuíram para o Brasil de hoje, livre democrático e tolerante.É notável a fé inabalável dos conversos que ainda continuaram a praticar sua fé mosaica clandestinamente.Esses heróis jamais abandonaram os costumes judaicos. Grande parte dos sábios judeus de Amsterdã e Recife são exemplos desse heroísmo. Essas devoções merecem o devido reconhecimento.Sobre o autorRabino Y. David WeitmanNascido na Bélgica, frequentou academias talmúdicas em Israel e na França, vindo a se formar rabino pela Yeshivá Central Tomchei Temimim de Nova York. Graduou-se juiz de corte rabínica em 1979.Nesse mesmo ano, estabeleceu-se no Brasil a mando do Rebe de Lubavitch, inicialmente disseminando o judaísmo entre universitários e jovens casais. No campo educacional, instituiu as colônias de férias Gan Israel e os seminários Levi Yitschac para jovens.No ano de 1990 fundou o Centro Judaico Chabad Morumbi, cuja sinagoga e variadas atividades atendem aos moradores de uma região outrora desprovida de tais serviços.Dois anos depois, estabeleceu a Instituição Beneficente Israelita Ten Yad, dedicada ao combate à fome e ao resgate da dignidade de pessoas carentes, que distribui centenas de milhares de refeições por ano e que foi agraciado com vários prêmios, granjeando reconhecimento nacional e internacional.Foi responsável pela criação da Editora Maayanot, que divulga a sabedoria judaica e publica há anos autores judeus clássicos e modernos no vernáculo. Em suas três décadas de existência, já publicou mais de 200 títulos.Atua como Rabino-Chefe na Sinagoga Beit Yaacov da Congregação e Beneficência Sefardi Paulista, situada na região de Higienópolis, SP, onde profere cursos e palestras sobre pensamento judaico, misticismo e temas contemporâneos.Reconhecido articulista, é autor dos livros "Bandeirantes Espirituais do Brasil" e "A arte de ser mais gente". Especialista em manuscritos hebraicos antigos, já publicou em hebraico vários volumes dos escritos dos sábios de Recife e Amsterdã.Professor dinâmico, transmite conceitos tão antigos quanto profundos numa linguagem clara e acessível, logrando que a autêntica mensagem milenar judaica chegue intacta aos corações de suas audiências. Suas palestras e seus artigos podem ser encontrados no site legalsaber.com.br e nas mídias sociais.
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R$ 130,00 - R$ 80,00
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Os Judeus que construíram o BrasilUm capítulo escondido do Brasil. Uma passagem mantida em sigilo. Um passado que envergonha a todos- a fatídica história da Inquisição portuguesa que transferiu para a colônia a perseguição aos judeus. Discriminação, racismo, mortes. Esta é a grande revelação que traz o livro "Os judeus que construíram o Brasil" - fontes inéditas para uma nova visão da história. Resultado de pesquisas realizadas em todo o mundo e, em especial, no até então secreto arquivo do Santo Ofício da Inquisição, esta obra mostra como os judeus e os cristãos novos foram perseguidos nos séculos XVI, XVII e XVIII. A Inquisição contra os judeus foi autorizada pelo Papa e começou em 1478 na Espanha e em 1536 em Portugal. Mas só no final do século XVI, em 1591, os portugueses mandaram quadros para o Brasil a fim de vigiar e perseguir os judeus. Distante da Europa, o país foi o destino de muitos convertidos, os cristãos-novos. Neste livro, as historiadoras Anita Novinsky, Daniela Levy, Eneide Ribeiro e Lina Gorenstein contam como a Inquisição prendeu mais de mil pessoas, sendo que 29 morreram, além de provocar o desaparecimento de outras mil e de arruinar com famílias em todo o país.
- R$ 85,00
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R$ 85,00 - R$ 85,00
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Em busca de SefaradO livro conta a história da vinda de judeus e cristãos-novos portugueses para Pernambuco no início do período colonial e a saga atual de seus descendentes para retornar ao judaísmo. Fala sobre a expulsão dos judeus da Espanha, sua posterior instalação em Portugal e a conversão obrigatória; a Inquisição, a vida no Brasil Colônia etc...Obras do autor já publicadas:Em busca de SefaradBeit Sinagogas do RioHakitia - Amazônia HebraicaShtetele - Os Judeus do Sul
- R$ 130,00
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R$ 130,00 - R$ 130,00
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Beit Sinagogas do RioO livro pretende resgatar uma memória espalhada pelos bairros do estado do Rio de Janeiro- a das casas de orações judaicas, construídas pelas diversas levas de imigrantes judeus que se instalaram na cidade. Nilópolis, Olaria, Méier, Leblon, Tijuca, Teresópolis, Petrópolis, Ipanema, Copacabana, Botafogo entre outros são locais de meditação e cultos de diferentes grupos e linhas de pensamento judaico.O livro procura mostrar o panorama eclético de diferentes comunidades, contar como seus fundadores conseguiram construir os templos que - em muitos casos - funcionaram como centros de recepção de imigrantes e refugiados de diferentes países que encontraram no Rio de Janeiro seu porto seguro.Local de elevação espiritual e de manutenção das festas religiosas, as sinagogas também funcionam como centros de estudo do Antigo testamento (a Torá) e de sociabilidade para diferentes faixas etárias. O fotógrafo e jornalista Felipe Goifman quis homenagear a memória de sua comunidade e a de seus pais, oferecendo à cidade um registro de sua história, com as marcas da tradição e das festas judaicas.Obras do autor já publicadas:Em busca de SefaradBeit Sinagogas do RioHakitia - Amazônia HebraicaShtetele - Os Judeus do Sul
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R$ 130,00 - R$ 130,00
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Shtetele - Os Judeus do SulA história da imigração judaica no Rio Grande do Sul, que completou 120 anos em 2024, ganha um novo e bem-vindo registro: o livro Shtetele - Os Judeus do Sul, com fotografias e textos de Felipe Goifman, que mostram essa presença em cidades como Porto Alegre, Santa Maria, Quatro Irmãos, Erechim, Passo Fundo, Pelotas e Rio Grande. Formato: 28 x 28 cm. * * * A imigração judaica para o Rio Grande do Sul é talvez a única imigração judaica feita de maneira organizada e foi a primeira imigração em massa de judeus ashquenazitas, (da Europa Central e do Leste Europeu), para o Brasil. O Barão Maurice de Hirsch, proprietário do Orient Express e de outras linhas férreas, entre outras empresas, após perder tragicamente o seu filho, resolveu dedicar toda a sua fortuna para ajudar os judeus a escaparem dos progroms e das terríveis perseguições que sofriam no Império Russo. Junto com outros empresários judeus, ele fundou uma associação judaica para resgatar os judeus que viviam em uma situação muito difícil, confinados em sua maioria, em uma área de assentamento chamada de Pale of Settlement, criada pelo czar da Rússia, para segregar os judeus. Era uma área enorme, que incluía partes da Romênia, Moldávia, Ucrânia, Polônia, Lituânia e Bielo Rússia. A ICA, Associação Judaica para Colonização, fundada pelo Barão Hirsch, (que é considerado um dos maiores filantropos da história judaica e já recebeu a alcunha de Moisés da Américas), comprou terras e fundou colônias nos Estados Unidos, Canadá, Argentina e Brasil (entre outros países). O problema era como transformar os judeus, que estavam se urbanizando e vinham de pequenas cidades, em agricultores? Essas pequenas cidades, os 'shtetlach" - daí vem o nome do livro shtetele, de shtetl (kleine staat, pequena cidade em iídiche, idioma falado por esses judeus) -, formadas basicamente por artesãos e comerciantes judeus do Império Russo, foram transportadas e reproduzidas no Rio Grande do Sul, nas colônias de Quatro Irmãos e Philippson, perto de Erechim e Santa Maria. O livro Shtetele - Os Judeus do Sul conta um pouco dessa saga ao mesmo tempo que narra a realidade econômica e climática do Rio Grande do Sul, Estado que tem sofrido enormemente com o aquecimento global. Obras do autor já publicadas:Em busca de SefaradBeit Sinagogas do RioHakitia - Amazônia HebraicaShtetele - Os Judeus do Sul
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Hakitia - Amazônia HebraicaEste livro cobre uma parte da história do Brasil muito pouco conhecida pela maioria do povo brasileiro, que é a imigração de judeus marroquinos para a Amazônia brasileira. Por meio de fotos lindíssimas, a obra explora as raízes judaicas da Amazônia e compara a luta dos índios com a resistência histórica do povo judeu.Estamos no início do século XIX, quando D. João VI chega ao Brasil, escoltado por navios ingleses, para escapar das forças de Napoleão. Uma de suas primeiras medidas é a Abertura dos Portos do Brasil às nações amigas de Portugal. Os judeus que viviam no Marrocos eram oriundos basicamente de duas vertentes. Uma parte chegou ao norte da África a partir do século II da Era Comum. O segundo grupo fugia da Inquisição, que se instalou na Península Ibérica nos séculos XV e XVI.Com o início do ciclo da borracha na Amazônia brasileira, os judeus marroquinos se animaram e vieram para a foz do Rio Amazonas, e depois paulatinamente se instalaram à margem do rio até Iquitos, no Peru. Esta história é ricamente apresentada pelo autor através de fantásticas fotografias e um texto instigante. O período desde meados do século XIX até o início do século XX foi comercialmente um sucesso devido à exportação de borracha, castanhas e outros produtos da região para o mundo industrializado. Os judeus viveram todos esses anos, deixando herdeiros em várias cidades, retratadas através dos cemitérios com túmulos exibindo nomes portugueses, mas sobrenomes tipicamente marroquinos, como Benzecry, Benchimol, Benoliel, Benarroch, Bentes, Levy, Cohen etc.Obras do autor já publicadas:Em busca de SefaradBeit Sinagogas do RioHakitia - Amazônia HebraicaShtetele - Os Judeus do Sul
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em até 2x de R$ 65,00 -
HaquitiaHaquitia é uma obra única em seu gênero, no Brasil e em todo o mundo. Seu tema central apresenta, parcialmente, o resultado dos estudos e pesquisas realizados pelo luzzido (brilhante) Dr. Yehuda Benguigui, o maior pesquisador e incentivador deste multissecular dialeto no brasil e um dos mais destacados em todo o mundo, há várias décadas. A marca registrada do autor foi redigir seus textos de duas maneiras: em espanhol ou em português "arraquetiado", uma vez que, na Amazônia, ocorreram essas duas modalidades, pois os de primeira geração que chegavam do Norte do Marrocos falavam o "espanhol arraquetiado" e, à medida que aprendiam e se tornavam fluentes em português, passava a ser o "português arraquetiado". Um dos maiores objetivos da publicação desta obra pioneira é mostrar para aqueles que acreditam que a Haquitia é um dialeto extinto, que temos uma excelente notícia: a Haquitia ainda vive!
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Judeus MarroquinosA chegada dos judeus marroquinos à Amazónia, em pleno ciclo da borracha, trouxe uma nova visão para a educação local. Este livro revela como esses educadores se dedicaram a formar gerações com valores culturais e intelectuais profundos, enfrentando desafios e se integrando ao cotidiano amazónico. Com escolas e métodos de ensino inspirados nas tradições judaicas, eles transformaram o cenário educacional e mantiveram viva uma herança única. Uma história comovente de resiliência e inovação que ilustra como a educação, conduzida com paixão, pode ser um elo entre culturas e um pilar para a sociedade.
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Histórias da beira do rio: Os Judeus da Ilha do MarajóNarra a história dos judeus marroquinos que chegaram à Ilha de Marajó e destaca sua relevância na preservação da cultura e tradição judaicas na região amazônica. Ao longo das narrativas, o leitor é apresentado às histórias dessas famílias, seus costumes e tradições, assim como seus impactos econômicos e culturais na região.Prepare-se, portanto, para adentrar em um universo de luta, perseverança e resiliência, que são as principais características dessas famílias. É possível afirmar que a leitura deste livro é essencial tanto para compreender um pouco mais sobre a história de formação da sociedade brasileira, quanto para romper as barreiras que impedem nossos olhos de enxergar o quão importantes são as diferentes culturas presentes no país para modelar e transformar nossa sociedade.Você ficará encantado com a capacidade de superação dessas famílias, que se adaptaram à nova realidade e mantiveram viva a cultura judaica na região. Vale ressaltar também que a história dos judeus marroquinos é um convite para celebrar a diversidade cultural e valorizar as diferenças.Este livro foi escrito como uma forma de honrar e agradecer a todas as famílias judaicas que vieram para a região da Ilha de Marajó e conseguiram demonstrar que resiliência, comprometimento e luta são características essenciais para a sobrevivência e também capazes de gerar ações transformadoras.Da mesma autora:Judeus marroquinos - Os mestres pedagogos da Amazônia
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União Israelita Shel Guemilut Hassadim - 150 Anos de Atos de BondadeEste livro comemora os 150 anos da fundação oficial (28 de janeiro de 1873) da primeira Sinagoga do Rio de Janeiro, autorizada pelo imperador D. Pedro II, e traça um percurso de mais de 4.000 anos de história do povo judeu, desde a Mesopotâmia (atual Iraque), passando pela Espanha, onde surge a etnia judaico-sefardita. Expulsos em 1492, milhares se estabelecem no Marrocos e uma pequena parte deles chega ao Rio de Janeiro no início do século XIX.
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100 Anos de Imigração Judaica do Leste Europeu100 anos de história da imigração dos judeus do leste europeu no Brasil. 100 anos de lutas.A dura vida nos shtetls , a violência dos pogrons, a perseguição na Alemanha nazista, os sobreviventes do holocausto e os fugitivos do comunismo. O apoio da JCA e do Barão Hirsch para chegar ao desconhecido Brasil, onde a vida foi reconstruída e as raízes preservadas.E, finalmente, o registro do Projeto alicerces, que levou centenas de jovens da terceira e quarta geração à terra dos antepassados.
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150 Anos de Imigração Judaica da Europa CentralO último livro da trilogia sobre as imigrações judaicas ao Brasil. Este terceiro volume trata da imigração que se inicia na segunda metade do século XIX, quando judeus da Alsácia-Lorena desembarcam neste país, fugindo da guerra franco-alemã, até os sobreviventes do Holocausto. Guerras, antissemitismo e perseguições, em diversos países da Europa Ocidental, ou Central, forçam os judeus a construir nova vida neste país jovem e aberto aos estrangeiros.Mais um volume para consultar e guardar.
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200 Anos de Imigração Judaica do MediterrâneoEste livro relata a imigração dos judeus sefaraditas, expulsos da Península Ibérica no final do Século XV, por força da Inquisição. Eles vagaram por vários países em torno do Mediterrâneo, na Europa, Norte da África e Império Otomano, até que um número expressivo chegou ao Brasil a partir de 1810. Essa é a saga documentada nessa obra. Um volume para consultar e guardar.
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Guia de Visitação - Cemitério Israelita da Vila MarianaO recém-lançado "Guia de Visitação do Cemitério Israelita da Vila Mariana" - que completou cem anos em 2021 - é composto por cinco roteiros, além de mapas e fotografias, e destaca perto de 120 túmulos, que trazem pequenas esculturas, ornamentos e inscrições em diferentes idiomas. Entre as sepulturas retratadas, estão as do pintor lituano Lasar Segall, do arquiteto modernista Gregori Warchavchik, da escritora Tatiana Belinky, dos bibliófilos José e Guita Mindlin, do casal de colecionadores de arte Paulina e José Nemirovsky, da artista plástica Felícia Leirner e do empresário Maurício Klabin que, em 1919, doou o terreno para a instalação do cemitério.Livros do autor:Maurício Klabin - Empreendedor e pioneiro da indústria brasileiraHistória da representação política judaica no BrasilGuia de Visitação - Cemitério Israelita da Vila MarianaA Bicicleta de Lódz -A Trajetória da Família Cytrynowicz-Dorf
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A trajetória de Max Lowenstein como mecenasNascido em Bielefeld, Alemanha, em 1894, Max Lowenstein imigrou ao Brasil em 1925, junto com sua esposa Lilly Ebstein Lowenstein, ilustradora científica e microfotógrafa (ver Ciência e Arte, livro e exposições realizados pela Narrativa Um sobre a sua trajetória). Em 1927, Max fundou a metalúrgica Aliança, que cresceu muito nos anos 1930 e 1940 e se tornou, depois, um importante mecenas da cultura e das artes, contribuindo para o Museu de Arte de São Paulo (Masp), Museus Regionais e sociedade Pedro II.Em 1952, a Fabrica Aliança de Artefatos de Metal instalou seu escritório no 10o andar do moderno edifício Guilherme Guinle, na rua Sete de Abril 230, Centro da cidade de São Paulo, onde ficavam as sedes do Masp, dos Diários Associados, do Museu de Arte Moderna (MAM), da TV Tupi e da Cinemateca Brasileira. Com isso, se estreitaram ainda mais as relações entre Max e Lilly e Assis ChateaubriandApoiador decisivo do museu, Max assumiu a presidência do Masp em outubro de 1965, substituindo Horácio Lafer, que faleceu repentinamente durante uma viagem a Paris. Foi sob a presidência de Max Lowenstein, em marco de 1966, que se deu a cerimônia de finalização e descobrimento da laje da cobertura do edifício que abrigaria o Masp no Trianon.O projeto dos Museus Regionais foi uma iniciativa de Assis Chateaubriand que contou com apoio decisivo de Max e Lilly Lowenstein. A proposta era reproduzir a experiência do Masp e estabelecer museus em diferentes regiões do pais, assim como havia ocorrido com o Museu de Arte Moderna instalado no Solar do Unhão em Salvador, Bahia. Foram implantados museus em Feira de Santana, Campina Grande, Olinda, Araxá, Belo Horizonte e Porto Alegre.A Sociedade de Estudos Históricos Dom Pedro II, também iniciativa de Chatô e que, com apoio de Max, patrocinou pesquisas, viagens de estudo e a edição de livros de autores como Gilberto Freyre, Luis da Câmara Cascudo (em seus estudos sobre história da alimentação no Brasil e na África), Pedro Calmon, Yan de Almeida Prado, Joaquim Verissimo Serrão e Alberto Gueiros (em seu livro sobre o barroco).
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A Bicicleta de LódzConta, por meio da trajetória de uma família, a história do judaísmo polonês na segunda metade do século 19 e nas primeiras décadas do século 20. A partir de pesquisa em diversos arquivos, depoimentos e bibliografia de apoio, reconstitui a presença judaica nos pequenos shtetls e especialmente em Lódz, metrópole industrial, a vida cotidiana, a escola, o trabalho e a vida comunitária, religiosa e cultural.Depois, o livro relata o período do Holocausto, a partir de setembro de 1939, o cotidiano da ocupação da Polônia e a sobrevivência de parte da família em diferentes localidades na União Soviética. Por fim, a obra conta os anos do pós-guerra na Europa, a vida da família em um campo de refugiados do exército norte-americano na Alemanha, o início de uma oficina têxtil e a imigração ao Brasil em 1953, no contexto do desenvolvimento urbano e industrial de São Paulo e do País naquele período. Livros do autor:Maurício Klabin - Empreendedor e pioneiro da indústria brasileiraHistória da representação política judaica no BrasilGuia de Visitação - Cemitério Israelita da Vila MarianaA Bicicleta de Lódz -A Trajetória da Família Cytrynowicz-Dorf
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Maurício KlabinMaurício Klabin (1861-1923), biografia escrita por Roney Cytrynowicz, é a primeira dedicada a um personagem de revelo cujo percurso teve desdobramentos que se programam no tempo. Nesse sentido, cabe registrar que Maurício foi um empreendedor pioneiro da indústria brasileira de papel e celulose. Suas atividades no campo imobiliário também tiveram significado na transformação urbana de nossa cidade. Foi um criador e patrocinador das primeiras instituições da comunidade judaica em São Paulo, quando esta era muito pequena. Subsequentemente, elas foram a moldura de amparo aos imigrantes judeus quando seu fluxo para o Brasil aumentou, nas primeiras décadas do século XX.Em outro plano, é o patrono inaugural, responsável, a partir dos últimos anos do século XIX, pela vinda ao Brasil e posterior e bem-sucedido enraizamento nacional de toda a sua família - os Klabin-Lafer e suas ramificações, basicamente originários, como ele, de uma pequena aldeia judaica da Lituânia, o Shtetl de Pozelva. Livros do autor:Maurício Klabin - Empreendedor e pioneiro da indústria brasileiraHistória da representação política judaica no BrasilGuia de Visitação - Cemitério Israelita da Vila MarianaA Bicicleta de Lódz -A Trajetória da Família Cytrynowicz-Dorf
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Clãs parentaisO livro é uma homenagem aos 200 anos de Independência do Brasil focado na história da colonização do Ceará. Aborda a formação do povo brasileiro e resgata a história de uma considerável parcela da população e dos primeiros colonizadores do território: os cristãos-novos portugueses.A obra foi publicada pela Lisbon International Press, com sede em Lisboa, e conta com Heitor Feitosa Macêdo como coautor, apresentação de Daniela Levy (historiadora e pesquisadora da USP no núcleo de pesquisa Anita Novinsky) e prefácio de Lúcio Gonçalo de Alcântara (senador, governador, vice-governador e prefeito de Fortaleza).O livro está dividido em 5 partes, sendo:Parte 1 - Portugal: os autores resgatam o contexto histórico da vida dos judeus em Portugal, antes do édito real de expulsão de 5 de dezembro de 1496, assinado pelo Rei D. Manuel I após casamento com Dona Isabel de Castela, resultado do emaranhado de interesses político-religiosos. Os "Reis Católicos" (Isabel e Fernando), que haviam expulsado os judeus e mouros de seus reinos em março de 1492 (Édito de Granada), exigiram que o Rei de Portugal,também fizesse o mesmo, condição para realização do casamento com sua filha.Destacam a história dos ramos das famílias Alenquer, Feitosa e Monte Bocarro em Portugal.Parte 2 - Brasil: a chegada dos colonos em sua maioria cristãos-novos, fugindo do Tribunal do Santo Ofício, iniciam nova vida na colônia Portuguesa. Para conquistar o novo território, fazem uso da "cruz e da espada". Participam de lutas sangrentas contra os nativos, verdadeiros donos da terra. Destacam o episódio que ficou conhecido como "guerra dos Bárbaros" (1683-1713).Com a conquista da terra, vem a divisão do território em "Sesmarias", grandes propriedades para criação de gado, cavalos e mulas, garantindo o alimento com o gado e o transporte por terra com cavalos e mulas.Parte 3 - Lutas entre famílias. Destacam episódio envolvendo seus ancestrais na guerra privada envolvendo os ramos das famílias "os Montes e os Feitosa" em 1724. Resgatam publicações que relatam a guerra entre as duas famílias através da visão de diferentes autores:"Lutas de Famílias no Brasil" de Luiz de Aguiar da Costa Pinto, publicado em 1949. Estudo sobre a família e o Estado, vinganças privadas."Um herói esquecido " João da Maia Gama" de F.A. Oliveira Martins, publicado em 1944 pela Editora Ática, apresenta o diário de João da Maia Gama em sua viagem pelo interior do Ceará."O Clã dos Inhamuns" de Nertan Macedo, publicado em 1965 pela Editora Comédia Cearense, apresenta a guerra entre os Montes e os Feitosa."Os Feitosas e o sertão dos Inhamuns" do americano Billy Jaynes Chandler, pesquisa de 1965, para tese de doutorado sobre disputas familiares no interior do Ceará, foi publicado no Brasil em 1981 pela editora da Universidade Federal do Ceará (UFC).Parte 4 - Lutas por idéias republicanas. Resgatam os valores, idéias e ancestrais que participaram da Revolução Pernambucana de 1817 e da Confederação do Equador de 1824.Parte 5 - Destacam nomes de ancestrais que contribuíram para a história do Brasil, cada um, dentro de sua área de atuação de Dona Bárbara Pereira de Alencar (Heroína Nacional), Tristão Gonçalves Pereira de Alencar, assassinado durante a Confederação do Equador, Tristão de Alencar Araripe, primeiro presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, José de Martiniano de Alencar (escritor), Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, 26° Presidente do Brasil (1964-1967), dentre outros nomes.O livro conta ainda com anexo "passado Sefardita", com origens da família Monte no Brasil e os processos do Santo Ofício da Inquisição contra Branca Dias e sua família. Veja o que autor tem a dizer sobre a obra:
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Judeus e Judaísmo na Obra de Lasar SegallLasar Segall é um dos mais expressivos artistas-símbolo dos judeus da Diáspora. Enquanto artista expressionista, registrou seu protesto contra a degradação da retórica política, a injustiça e o genocídio. O conjunto de suas obras produzidas entre 1936-1947 deram conta da brutalidade sistemática praticada pelos regimes totalitários.Suas telas reconstituem imagens de mortos em massa, outras retratam as estratégias de sobrevivência adotadas pelas minorias oprimidas expressas (sutilmente) no caminhar exausto do judeu errante, no gesto impetuoso de angústia e de medo, na resignação e apatia dos refugiados judeus.Foi sob o prisma de seu olhar de cidadão russo e movido por sua alma judaica que Segall abordou a questão dos refugiados, do anti-semitismo e da barbárie nazista contra os judeus.
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R$ 230,00 - R$ 230,00
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Poucos e MuitosPartindo do pressuposto de que a história da comunidade judaica no Rio de Janeiro ainda se apresenta com muitas lacunas, este livro traça sequencialmente sua constituição contemporânea a partir do século XIX, englobando a origem e causas dos diferentes fluxos de imigrantes judeus, bem como refaz certos sensos comuns equivocados sobre tais presenças. É de se assinalar uma perspectiva inclusiva neste livro, entendendo como parte desta sequência os traficantes e prostitutas que aqui arribaram e viveram por quase cem anos, bem como os desdobramentos específicos das diferentes presenças - marroquinos, franceses, russos da Bessarábia -, com suas convergências e divergências, ressaltando sua diversidade e o complexo entrelaçamento de suas trajetórias. Henrique Samet identifica no livro os diferentes núcleos comunitários que foram criados, suas atividades e fragilidades, a instabilidade temporal de suas associações e certa incapacidade de constituírem organizações mais amplas e abrangentes. Também revela iniciativas, após a instituição da República (1889-1910), de se criarem novas entidades judaicas beneficentes, tentando explicar sua razão.
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Da Barra Funda ao ChabadDiz o ditado que todo homem deve plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro!Meu pai plantou muitas árvores, criou 3 filhas, mas faltava o livro. E ele foi lá e fez! David Milstein, judeu, 83 anos muito bem vividos, frequentador do Beit Chabad Itaim, também conhecido como O Shil, compilou 48 crônicas escritas no decorrer de anos para o jornal da sinagoga, em um livro que vai te fazer rir com lágrimas nos olhos e chorar com um sorriso no rosto. É com o coração cheio de alegria e orgulho, que te convido a conhecer um pouco da história dele através das páginas desse livro.David Milstein
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Encantos e desencantosEste livro reúne cartas pessoais escritas nas décadas de 1940 e 1950 por jovens judeus de movimentos juvenis sionistas-socialistas do Brasil e Argentina. O anseio por uma pátria onde os judeus pudessem consagrar suas vidas, principalmente após o Holocausto, fê-los idealizar uma sociedade igualitária, democrática e produtiva - o kibutz. Esta seria a solução para os problemas dos homens em geral e dos judeus em particular. As cartas refletem uma dinâmica ideológica, psicológica e espiritual que mormente ocorre com quem se empenha com utopias. Elas revelam idealismo, sacrifício, ingenuidade, lealdade e devoção por um lado, mas também contradições, fanatismo, frustrações e desilusões por outro. Em suma, este é um livro de encantos e desencantos. Veja também essas promoções: Encantos e desencantos + Fragmentos de memóriasEncantos e desencantos + Ironias do destinoEncantos e desencantos + Fragmentos de memórias + Ironias do destino Encantos e desencantos + Fragmentos de memórias+ Ironias do destino + Judeus no Brasil
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Fragmentos de MemóriasEste é um livro que contém 20 textos de memórias escritas por veteranos do movimento juvenil sionista-socialista DROR fundado em 1945. Focalizando os primeiros vinte anos pós Segunda Guerra Mundial, os memorialistas trazem à tona silhuetas de um passado que o tempo, sem constrangimento, dissipou. Olhando para trás, a "chutzpá" (ousadia) daqueles jovens intrépidos nos causa espanto. Num desafio aberto, contestaram o módulo contínuo da Diáspora e a espera milenar pelo Messias. Era um ato de deliberada desobediência às leis da história judaica. Os memorialistas relatam sobre suas famílias, sobre a emigração e a aculturação no Brasil e a iniciação "naquilo" que os formou. No movimento, eles encontraram um ambiente social, cultural e recreativo autônimo, e acima de tudo, um marco e concepção de mundo sionista-marxista. Os integrantes do movimento eram autodidatas, liam e discutiam muito. Eles eram exigentes consigo e com os outros, por vezes doutrinários na pretensão de conciliar pensamento e ação a ponto de abandonar estudos universitários para aprender profissões manuais e técnicas compatíveis com as necessidades inerentes à vida do kibutz. Considerando retrospectivamente, eram metas impossíveis de serem mantidas a longo prazo. Organizações sectárias provocam dissidências; no movimento juvenil elas ocorreram por razões ideológicas, incompatibilidades com o coletivo, richas pessoais, pressão de pais, comodismo, cansaço e outros motivos. As memórias refletem estes processos, suas dificuldades e o arrefecer do ardor sionista socialista característico dos primeiros anos do movimento DROR. Após este período vieram anos de estagnação e de inércia. O ambiente eufórico após a Guerra dos Seis Dias, em junho de 1967, trouxe novos impulsos ao movimento num processo contínuo de transformação. Os 65 anos da criação do Habonim-Dror estabelecem um momento propício para reflexões, olhar para trás, evocar memórias e buscar sentido. Veja também essas promoções: Encantos e desencantos + Fragmentos de memóriasEncantos e desencantos + Ironias do destinoEncantos e desencantos + Ironias do destino + Fragmentos de memóriasEncantos e desencantos + Fragmentos de memórias + Ironias do destino + Judeus no Brasil
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História da representação política judaica no BrasilNarra a trajetória da CONIB - a Confederação Israelita do Brasil - desde a sua fundação, em 1948, até os dias de hoje. Editada pela Narrativa Um e escrita pelo historiador Roney Cytrynowicz, é a primeira vez que a CONIB realiza um livro com o objetivo de deixar a sua história registrada.A pesquisa histórica para contar a trajetória da CONIB foi realizada em diversos arquivos no Brasil e nos Estados Unidos, entre eles o American Jewish Archive (Cincinnati), o Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, o Museu Judaico do Rio de Janeiro, o Centro de Documentação e Memória do Museu Judaico em São Paulo e outros arquivos. Uma das características do livro é seu caráter documental, com a publicação de reproduções de documentos e fotografias.Além de uma história da própria CONIB e de suas principais iniciativas, o livro conta inúmeras passagens marcantes da história da comunidade judaica no Brasil, relacionadas com a história do Brasil, de Israel e de outras comunidades judaicas no mundo.Livros do autor:Maurício Klabin - Empreendedor e pioneiro da indústria brasileiraHistória da representação política judaica no BrasilGuia de Visitação - Cemitério Israelita da Vila MarianaA Bicicleta de Lódz -A Trajetória da Família Cytrynowicz-Dorf
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Laissez - PasserLaissez Passer significa "deixar passar" e é um documento expedido por um governo para pessoas que não possuem passaporte, ou seja, apátridas, geralmente expulsas de seus países de origem. Este livro documenta a história de imigrantes judeus que tiveram de fugir ou foram expulsos de países do Oriente Médio e norte da África - como Líbano, Síria, Irã, Iraque, Marrocos e Egito - e tiveram o Brasil como destino para reconstruírem suas vidas. Trata-se de famílias inteiras que, em razão de perseguições e guerras, tiveram de abandonar seus parentes, amigos, casas e empresas e buscar refúgio no nosso país. O Brasil os recebeu de braços abertos e possibilitou que pudessem aqui se estabelecer. Através da história pessoal desses imigrantes, junto com fotos e documentos, essa obra mostra um importante capítulo das imigrações ao Brasil.
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ImigrantesColetânea de depoimentos de imigrantes judeus que contribuíram para o desenvolvimento do Brasil com seu empreendedorismo, amplamente ilustrado com fotografias e depoimentos inspiradores de profissionais de destaque. Veja abaixo o índice e os nomes dos retratados.
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Imigrantes Judeus & Escritores BrasileirosMinuciosa pesquisa sobre a criação literária judaica no Brasil, este livro vem recebendo elaborados elogios por parte da crítica especializada.Regina Igel, especialista em literatura brasileira, Professora Doutora do Departamento de Espanhol e Português da Universidade de Maryland, nos EUA, apresenta esta minuciosa pesquisa, desenvolvida ao longo de vários anos, sobre a criação literária judaica em uma de suas vertentes internacionais, o Brasil.Analisando o trajeto de vários autores brasileiros, ligados à temática judaica, põe em evidência o processo de integração lingüística e cultural desses escritores, assim como estuda o abrasileiramento e a universalidade de seus discursos literários.As raízes históricas apontadas por Rubens Ricupero, em seu esclarecedor prefácio, tornam ainda mais valiosos os subsídios deste livro para uma percepção ampliada da literatura brasileira em seus múltiplos aspectos no limiar do século XXI.
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Imigrantes Judeus do Oriente Médio - São Paulo e Rio de JaneiroOs judeus que vieram do Oriente Médio e se estabeleceram em São Paulo e no Rio de Janeiro compõem um grupo bastante heterogêneo. A autora mostra, neste livro, a multiplicidade de trajetórias e as estratégias de sobrevivência. Ela parte tanto de depoimentos orais quanto de vasta documentação (jornais, atas, estatutos de sinagogas e sociedades beneficentes etc.). Fotos, tabelas, gráficos e mapas ilustram o estudo, que vem acompanhado de um CD com o esboço genealógico das famílias de imigrantes. Edição de luxo, acompanhada de CD.
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Imigrantes, Mascates & DoutoresEste é um livro de ficção e os contos de Kucinski são mais um olhar sobre aquela época, as raízes de grande parte das novas gerações. E o olhar agudo e o senso crítico de Kucinski perpassam os diferentes tipos humanos, os problemas econômicos e sociais, a ascensão socioeconômica e suas conseqüências no relacionamento social, os problemas familiares, relação de pais e filhos, enfim, a vida da sociedade judaica de São Paulo.(...) Esses contos recuperam uma parte da história dos imigrantes judeus e trazem à luz o esforço, a luta e os ideais daqueles que, temerosos e deslumbrados, aportaram no Brasil, na esperança de aqui reconstruir suas vidas.
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Jacob NachbinAborda a vida e a obra do poeta, jornalista e historiador que, durante a década de 20 do século passado, destacou-se por uma intensa atuação cultural na comunidade judaica do Rio de Janeiro.Redator de um dos primeiros periódicos em ídiche publicados no país, o Dos Idische Vochenblat (O Semanário Israelita), passaria a se interessar pela história dos judeus no Brasil e suas raízes mais longínquas na Península Ibérica.A personalidade inquieta interessou-se por outros temas de estudo, levando-o a viver em outros países. Ao encontrar-se na França, Nachbin viria a ser deportado pelos alemães a um campo de extermínio.
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Léxico dos Ativistas Sociais e Culturais da Comunidade Israelita no Brasil (volume 1)Relaciona os fundadores e pioneiros da comunidade judaica moderna brasileira, bem como demonstra a grande contribuição judaica ao desenvolvimento cultural, econômico, social e científico do Brasil. O volume 1 desta série é dedicado a São Paulo, entre 1953 e 1960. Volumes disponíveis doLéxico dos Ativistas Sociais e Culturais da Comunidade Israelita no Brasil Volume 1 - São Paulo (1953 a 1960)Volume 2 - Pequenas ComunidadesVolume 3 - Rio de Janeiro - IVolume 4 - Rio de Janeiro - IIColeção completa (4 volumes)
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R$ 25,00 - R$ 25,00
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Léxico dos Ativistas Sociais e Culturais da Comunidade Israelita no Brasil (volume 2)Relaciona os fundadores e pioneiros da comunidade judaica moderna brasileira, bem como demonstra a grande contribuição judaica ao desenvolvimento cultural, econômico, social e científico do Brasil. O volume 2 desta série é dedicado às Pequenas Comunidades.A este volume foi acrescentado as biografias e a documentação adicional inédita, colhida posteriormente por Bernardo Schulman sobre Curitiba. Enriquecida com novas ilustrações os textos das instituições dessas comunidades. Os históricos (crônicas) sobre a formação dessas comunidades e a criação de suas primeiras instituições contêm informações preciosas para a recuperação da memória sobre a imigração judaica no Brasil.Certamente este volume do LÉXICO torna-se uma referência in memoriam aos fundadores e pioneiros da comunidade judaica moderna brasileira, bem como demonstra a grande contribuição judaica ao desenvolvimento cultural, econômico, social e científico do Brasil. Grande é o mérito do professor Nachman Falbel, que com estas obras contribui para a preservação da memória da imigração judaica e dos ativistas que colocaram os alicerces da comunidade judaica atual. Volumes disponíveis doLéxico dos Ativistas Sociais e Culturais da Comunidade Israelita no Brasil Volume 1 - São Paulo (1953 a 1960)Volume 2 - Pequenas ComunidadesVolume 3 - Rio de Janeiro - IVolume 4 - Rio de Janeiro - IIColeção completa (4 volumes)
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Léxico dos Ativistas Sociais e Culturais da Comunidade Israelita no Brasil (volume 3)Relaciona os fundadores e pioneiros da comunidade judaica moderna brasileira, bem como demonstra a grande contribuição judaica ao desenvolvimento cultural, econômico, social e científico do Brasil. O volume 3 desta série é dedicado ao Rio de Janeiro (parte 1 de duas).A comunidade carioca polarizou a vida judaica no Brasil durante várias décadas visto que as instâncias centrais de instituições nacionais e internacionais se concentraram na cidade do Rio de Janeiro. No Léxico Rio de janeiro I, foram incluídos os textos referentes às instituições comunitárias e os estudos de Salmão Serebrenick, intitulado "Breve História dos Judeus no Brasil", aquele de Aron M, "A estrutura econômica e social dos Judeus do Brasil", e ainda o artigo de Shabetai Karakuschansky, "A educação judaica no Brasil", e Issac S. Raizman, "Quarenta Anos de imprensa judaica no Brasil". Certamente este volume do LÉXICO torna-se uma referência in memoriam aos fundadores e pioneiros da comunidade judaica moderna brasileira, bem como demonstra a grande contribuição judaica ao desenvolvimento cultural, econômico, social e científico do Brasil. Grande é o mérito do professor Nachman Falbel, que com estas obras contribui para a preservação da memória da imigração judaica e dos ativistas que colocaram os alicerces da comunidade judaica atual. Volumes disponíveis doLéxico dos Ativistas Sociais e Culturais da Comunidade Israelita no Brasil Volume 1 - São Paulo (1953 a 1960)Volume 2 - Pequenas ComunidadesVolume 3 - Rio de Janeiro - IVolume 4 - Rio de Janeiro - IIColeção completa (4 volumes)
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Léxico dos Ativistas Sociais e Culturais da Comunidade Israelita no Brasil (volume 4)Relaciona os fundadores e pioneiros da comunidade judaica moderna brasileira, bem como demonstra a grande contribuição judaica ao desenvolvimento cultural, econômico, social e científico do Brasil. O volume 4 desta série é dedicado ao Rio de Janeiro (parte 2 de duas).O presente volume completa a série que forma o LÉXICO DOS ATIVISTAS SOCIAIS E CULTURAIS DA COMUNIDADE ISRAELITA NO BRASIL, perfazendo o total de quatro tomos. O segundo volume do Léxico Rio de Janeiro compreende cerca de 150 biografias dos ativistas, registradas entre os anos de 1952 e 1962. Certamente este volume do LÉXICO torna-se uma referência in memoriam aos fundadores e pioneiros da comunidade judaica moderna brasileira, bem como demonstra a grande contribuição judaica ao desenvolvimento cultural, econômico, social e científico do Brasil. Grande é o mérito do professor Nachman Falbel, que com estas obras contribui para a preservação da memória da imigração judaica e dos ativistas que colocaram os alicerces da comunidade judaica atual. Volumes disponíveis doLéxico dos Ativistas Sociais e Culturais da Comunidade Israelita no Brasil Volume 1 - São Paulo (1953 a 1960)Volume 2 - Pequenas ComunidadesVolume 3 - Rio de Janeiro - IVolume 4 - Rio de Janeiro - IIColeção completa (4 volumes)
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Léxico dos Ativistas Sociais e Culturais da Comunidade Israelita no Brasil (4 volumes)Estes 4 volumes são uma referência in memoriam aos fundadores e pioneiros da comunidade judaica moderna brasileira, bem como demonstra a grande contribuição judaica ao desenvolvimento cultural, econômico, social e científico do Brasil. Esta obra do emérito professor Nachman Falbel contribui para a preservação da memória da imigração judaica e dos ativistas que colocaram os alicerces da comunidade judaica atual. * Léxico dos Ativistas Sociais e Culturais da Comunidade Israelita no Brasil (volume 1)Relaciona os fundadores e pioneiros da comunidade judaica moderna brasileira, bem como demonstra a grande contribuição judaica ao desenvolvimento cultural, econômico, social e científico do Brasil. Léxico - Pequenas comunidades (volume 2)A este volume foi acrescentado as biografias e a documentação adicional inédita, colhida posteriormente por Bernardo Schulman sobre Curitiba. Enriquecida com novas ilustrações os textos das instituições dessas comunidades. Os históricos (crônicas) sobre a formação dessas comunidades e a criação de suas primeiras instituições contêm informações preciosas para a recuperação da memória sobre a imigração judaica no Brasil. Léxico - Rio de Janeiro - I (volume 3)A comunidade carioca polarizou a vida judaica no Brasil durante várias décadas visto que as instâncias centrais de instituições nacionais e internacionais se concentraram na cidade do Rio de Janeiro. No Léxico Rio de janeiro I, incluímos os textos referentes às instituições comunitárias e os estudos de Salmão Serebrenick, intitulado "Breve História dos Judeus no Brasil", aquele de Aron M, "A estrutura econômica e social dos Judeus do Brasil", e ainda o artigo de Shabetai Karakuschansky, "A educação judaica no Brasil", e Issac S. Raizman, "Quarenta Anos de imprensa judaica no Brasil". Léxico - Rio de Janeiro - II (volume 4)O presente Volume completa a série que forma o LÉXICO DOS ATIVISTAS SOCIAIS E CULTURAIS DA COMUNIDADE ISRAELITA NO BRASIL, perfazendo o total de quatro tomos. O segundo volume do Léxico Rio de Janeiro compreende cerca de 150 biografias dos ativistas, registradas entre os anos de 1952 e 1962. Os volumes também vendidos separadamente: Léxico dos Ativistas Sociais e Culturais da Comunidade Israelita no Brasil (volume 1)Léxico - Pequenas comunidades (volume 2)Léxico - Rio de Janeiro - I (volume 3)Léxico - Rio de Janeiro - II (volume 4)
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Peretz HirshbeinEm 1916, o escritor e dramaturgo Peretz Hirshbein publicou sua obra Fun vayte lender: Argentine, Brazil, Yuni, November, 1914 (De terras longínquas: Argentina, Brasil, junho, novembro, 1914) que relata sua viagem a esses dois países durante o período de tempo assinalado no título de sua obra. Hirshbein estava interessado em conhecer a colonização agrícola judaica promovida pela Jewish Colonization Association (JCA ou YCA), entidade criada por um magnata e mecenas judeu alemão em 1891 com o objetivo de ajudar os judeus da Europa oriental a se estabelecerem como agricultores em outros países, uma vez que eram perseguidos e ameaçados no Império Czarista.
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Recordações dos Primórdios da Imigração Judaica em São PauloEsta obra está ligada ao centenário da Sinagoga Kehilat Israel, a primeira do Estado de S. Paulo e que abriga o Memorial da Imigração Judaica para o Brasil, e é interessante para quem deseja se aprofundar sobre o significado da diáspora do povo judeu. les estão nos quatro cantos do mundo, espalhados por todos os continentes, em todos os países, possuem tantas nacionalidades.Os judeus são muitas vezes apátridas, poliglotas, comerciantes bem-sucedidos, exatamente por conhecerem os vários recantos do mundo. Qual é o motivo dessa dispersão? Por que esse povo passa por tantas migrações, diásporas e exílios, consequentemente passando por tanto sofrimento, inquisições, perseguições e aniquilações?Afinal, cada povo merece estar na sua terra, e o Habitat natural do povo judeu é a Terra de Israel. Todavia, nós os encontramos em todo canto do mundo.
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Viagem sem RetornoEste livro foi escrito quase que inteiramente com as palavras dos prófugos judeus egípcios que, desde 1948 e até 1957, deixaram definitivamente o Egito. O sumário é como se fosse um questionário estabelecido anteriormente; os textos dos relatos a serem tratados é como se fossem questões às quais os judeus egípcios teriam respondido durante o curso de sua história.
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O judeu que era padreAs crônicas de Marcos Wasserman são instantâneos fotográficos. São retratos de época, do autor (verdadeiras selfies), de um lugar (no caso, Israel) e de outras pessoas que lhe foram importantes. Essa é a razão da divisão deste livro nestas quatro categorias, embora muitas vezes todas elas se apresentem numa mesma foto. São cerca de 80 crônicas escritas quase todas durante a década dos 80 anos de seu autor. Entre elas está aquela que deu título a este livro.Do mesmo autor:Do Bom Retiro a Tel Aviv
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Memórias da Colônia de Quatro IrmãosEsta obra é, em primeiro lugar, exemplo de registro de memória individual por trazer um olhar particular sobre uma comunidade de imigrantes judeus... E Marcos Feldman simboliza, neste momento, a memória viva deste grupo cuja trajetória deve ser perpetuada como parte da memória coletiva do povo brasileiro.
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O Segredo do OratórioHoje vou sair um pouco dos temas habituais do blog para falar de um livro que acabei de ler. Gostei tanto do romance e aprendi com ele tanta coisa sobre a História do Brasil que achei indispensável dividir a informação com vocês. Trata-se de O Segredo do Oratório da jornalista carioca Luize Valente. Editora de texto para televisão há mais de vinte anos Luize se interessa pela história da imigração judaica para as Américas desde o início dos anos dois mil quando realiza, em parceria com Elaine Eiger, o documentário Caminhos da memória, a trajetória dos judeus em Portugal (2002) seguido de A estrela oculta do sertão (2005). Para sua estreia na ficção ela volta ao tema através da história de Ioná e Ana, uma médica e uma jornalista que partem à busca das raízes judaicas de uma família nordestina, os Mendes de Brito – até chegar à sua matriz: uma judia portuguesa que veio de Amsterdam para o Brasil. Se uma bela história de amor e outros tantos relatos de solidariedade e lealdade familiar servem de pano de fundo à trama, o romance é antes de mais nada uma maneira de descobrir aspectos da história do Brasil muito pouco conhecidos do grande público. Você sabia que a primeira sinagoga das Américas foi fundada em Recife? Alguém aqui imaginava que a poderosa comunidade judaica novaiorquina nasceu de um grupo de imigrantes europeus que aportou inicialmente em terras brasieiras? Quem suspeitava que costumes populares no Nordeste como enterrar os mortos envolvidos em mortalhas, acender velas com mel ou rezar para a lua cheia são na verdade tradições judaicas? Eu não.Confiram agora uma pequena entrevista que fiz com a autora.De onde surgiu seu interesse pelo tema?Sempre me interessei por temas judaicos, mas a saga dos cristãos novos surgiu meio por acaso depois de ler uma matéria em um jornal de São Paulo sobre uma comunidade bem pobre, no interior do Rio Grande do Norte, que tinha hábitos e tradições de origem judaica, dissociados de religião. Achei curioso e a partir daí mergulhei no tema! Você é de família cristã nova?Meus avós maternos são portugueses, mas não me passaram tradições familiares que remetam a um passado judaico. Do meu lado paterno, tenho origem alemã, é mais por este lado que possa carregar alguma herança judaica… mas essa é outra história que pretendo contar um dia! Pode-se dizer que esse tema é uma paixão?Sim, uma grande paixão e espero que consiga passá-la para os leitores! O que mais te interessa na história da imigraçao judaica para as Américas? Falando especificamente deste período pós-inquisição, cinco séculos de história, me fascina constatar que tradições e costumes foram passados de geração a geração para manter uma cultura viva, muito além da religião, para manter um povo, mesmo que não se tenha a consciência disto. A herança está aí. Acho bonito, acho admirável. Como você descreveria seu livro em poucas palavras? Um livro que tenta contar, sem pretensão, uma parte da História do Brasil sobre a qual pouco se fala fora dos meios acadêmicos. Acima de tudo uma leitura de entretenimento, que possa ser tão prazerosa para quem lê quanto foi pra mim escrever! Para aqueles que se interessam pelo tema ou simplesmente por boa literatura, uma obra que recomendo sem hesitação. Para os mais ligados ao mundo literário vale citar que Luize é representada por Luciana Villas-Boas, uma das agentes literárias mais influentes do Brasil, cujo perfil você talvez tenha lido nas páginas da Vogue Brasil de maio passado.
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Violinista no TelhadoTraz depoimentos dos atores e figurantes de um dos maiores musicais judaicos que já aconteceu no Brasil com mais de 35 mil telespectadores. Além dos depoimentos, o livro apresenta fotos e dá acesso a vídeos das músicas através do uso do QR Code.
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Literatura Ídiche no Brasil'Literatura Ídiche no Brasil' é um levantamento da produção literária, poética e histórico-cultural em língua ídiche no Brasil, contendo notas biográficas, títulos, fotografias ao par da documentação e dois estudos introdutórios.
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HakitíaEste primeiro livro dá início à trilogia "Judeus da Amazônia". Um idioma oculto conhecido como língua de ocultação e falado por judeus descendentes de marroquinos que vivem em Belém, Manaus e cidades no interior da Amazônia. A saga dos judeus marroquinos é narrada no livro "Hakitía, o judeu-árabe da Amazônia". "Hakitía é o nome do idioma que essa comunidade fala, porém, alguns ou confundem com o ladino (uma língua também judaica) ou dizem se tratar de um falar morto antes mesmo de os seus falantes terem ido a óbito", diz Álvaro."Só na Amazônia mesmo para árabes e judeus conviverem falando a mesma língua. Pedirei à ONU a obrigatoriedade do ensino de hakitía nas escolas do Oriente Médio", brinca Álvaro. O autor fez uma contextualização histórica da hakitía voltando à sua origem na Espanha medieval que culminou na expulsão dos judeus, em 1492, suas rotas de exílio, dentre elas, o Marrocos, e a partir daí até "Eretz Amazônia".
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Intolerância e ResistênciaEste livro busca desvendar o papel que diplomatas brasileiros tiveram a partir dos anos de 1920 sobre a Questão Judaica, especialmente os debates sobre os emigrantes do Leste Europeu para a América e para o Oriente Médio, como expressões desse contínuo movimento de diáspora. Analisa documentos das embaixadas do Brasil, bem como a documentação policial brasileira do período de 1935 a 1975 e as representações dos judeus e de suas lutas libertarias pelo resgate de sua memória, estabelecidos em depoimentos e na história da Casa do Povo, em São Paulo.
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Mosaico de NacionalidadesFundamentada em fontes inéditas e memórias dos imigrantes judeus, a Série Brasil Judaico analisa a presença dos judeus no Brasil, desde o II Império com os judeus-caboclos da Amazônia e reconstitui agrantes do cotidiano urbano e rural das comunidades de Curitiba, Belo Horizonte, S. Paulo, Salvador, Porto Alegre e Rio de Janeiro, enfatizando o sincretismo de saberes e tradições e recupera nuances da educação, da imprensa judaica, do teatro ídiche e das diversas instituições no Brasil.
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O Mito do Complô Judaico-Comunista no BrasilO texto de Taciana Wiazovski, bem como a pesquisa em que ele se baseia, convertem esse livro em um trabalho de interesse não apenas para os especialistas, mas para todos aqueles que têm sua atenção voltada para a política moderna, as identidades coletivas, os Estados-nação, o anti-semitismo e sua influência cultural e política, e uma variedade de temas correlatos.
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A Colônia Judaica no Brasil ColonialEste livro reúne narrativas muito importantes da vida pioneira dos judeus e cristãos-novos no Brasil Holandês do século 17. E, justamente por perfilar estudos elaborados, e revistos, em épocas diversas, pode refletir tanto pequenas repetições quanto pequenas diferenças entre si. Mas nada que tire a força, e sobretudo a autenticidade, do que estas páginas relatam.A compilação desses fatos tem um objetivo único: o de mensurar historicamente a presença de judeus e cristãos-novos na sociedade brasileira. O método adotado para esta tarefa - com base em casos isolados, que juntos formam um amplo painel, e não mediante a exposição de um plano conjunto sistemático - faz com que o roteiro fique fragmentário. Mas são fragmentos que propositalmente induzem ao todo.A introdução aos capítulos apresenta uma resenha cronológica dos fatos - o que ajudará na compreensão do livro no geral, deixando, assim, a leitura mais atraente.A obra relata detalhadamente a presença e a influência dos judeus na colonização e formação do povo brasileiro. Narra o chamado da Coroa Real Portuguesa aos interessados na colônia brasileira, que foi prontamente atendido pelos cristãos-novos. Estes, por serem hábeis mercadores e poliglotas, tiveram participação efetiva no desenvolvimento econômico do Brasil, principalmente nas indústrias de açúcar e tabaco. Este livro reúne narrativas muito importantes da vida pioneira dos judeus e cristãos-novos no Brasil Holandês do século 17.A história dos judeus e cristãos-novos no Brasil Holandês ainda está para ser escrita a partir de um plano conjunto sistemático. E se este livro servir como parte dos pilares para a realização deste outro mais definitivo sobre o tema, essa missão terá sido concretizada.E para ver o segundo volume desta coleção - Pioneiros Espirituais no Brasil Colonial -, que relata detalhadamente a presença e a influência dos judeus na colonização e formação do povo brasileiro, clique aqui.
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A Territorialização dos Judeus na cidade de São PauloAs imigrações integram o conjunto das relações entre sociedade - espaço / sociedade - natureza / espaço e tempo, ao longo da história da civilização humana. As distintas passagens imigratórias dos judeus no Brasil e sua inserção no espaço urbano lhes permitiram construir o ''seu lugar'', bem como sua identidade, por meio da materialidade religiosa e cultural.Ao longo do século XX, a comunidade judaica de São Paulo vivenciou forte redistribuição espacial de suas atividades econômicas e sociais, que se concretizaram em uma trajetória que caminhou do bairro do Bom Retiro ao Morumbi, marcando singularmente a paisagem desta metrópole.
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A TravessiaNarrado pelo próprio autor, Alain Bigio, conta a história dos seus antepassados e suas memórias de uma vida judaica que começou no Egito e veio continuar aqui no Brasil."Sempre que me perguntam: “De onde você é?”, fico inseguro e hesito em responder. Por mais estranho que isso possa parecer, a resposta não é nada simples. Nasci na cidade do Cairo, mas não tenho a nacionalidade egípcia e mal sei falar o árabe. Tenho a nacionalidade francesa, sem jamais ter vivido na França. Embora meu sobrenome tenha sonoridade italiana, nunca falei o italiano. Minha língua materna é o francês, porém prefiro o inglês para a leitura. Vivo no Brasil desde os oito anos, optei pela nacionalidade brasileira e obtive o passaporte. Assim me estabeleci neste novo país e criei minhas raízes. Eis, então, um livro de memórias que traz uma complexa resposta àquela pergunta tão simples quanto trivial. É o relato da aventura de um imigrante que insiste em preservar sua história para transmiti-la a seus filhos. Espero que este livro lhes sirva como um bom começo." * * * A Travessia, o relato de Alain Bigio, é sobre outra saída do Egito. Desta vez a de sua família e de tantas outras, como a minha, na década de 1950. É a história de muitos judeus egípcios que tiveram que abandonar suas casas, bens, famílias, enfim, a vida em seu país, e buscar uma relativa segurança, enfrentando o desconhecido, a alternativa que ficava do outro lado do mundo, com hábitos, língua e paisagem tão diferentes. O Brasil nos acolheu, e Alain ilustra essa trajetória de forma sensível e elucidativa, além de nos fazer refletir sobre as perdas e os novos ganhos.A leitura é ágil, contempla a família de origem de Alain, seus pais, tios e primos, com minúcias mas, sobretudo, com muito afeto, ao mesmo tempo em que delineia todo o panorama e as dificuldades enfrentadas pelo garoto Alain, depois adulto. São fatos que nos fazem pensar, são revelações autênticas de alguém que se sentiu motivado a prestigiar sua procedência, a esclarecer e tentar explicar o que se passou e a deixar um legado a seus descendentes. Narra as pequenas e grandes vitórias alcançadas e as grandes e pequenas dificuldades que foram surgindo, a aceitação agradecida pela nova oportunidade de vida, sempre preocupado em esclarecer um aspecto que parece fundamental: a identidade de um judeu que precisou abandonar suas raízes e sair de sua terra, o Egito.Marisa Cukier * * * Alain, li teu livro hoje, de uma vez só. Foi uma poesia para mim. Você conta a história de uma forma cativante, como um fio que vai da história dos judeus com o Egito, à história recente dos judeus no Egito, à história de tua família, tão semelhante à história da minha e tão familiar, até tua história aqui no Brasil. Comovente e muito bem escrito.Geraldo Coen (São Paulo SP) * * * Alain, não estava preparada para um livro tão interessante combinando a história de sua familia com a situação e as lutas do povo judeu! Conheço muito pouco dos sefarditas e adorei ter este contato! Parabéns, parabéns, parabéns! Li o seu livro prazeirosamente num espaço pequeno de tempo. isto é sinal que me interessou.Marina Sendacz (São Paulo SP) * * * Ontem, 07/07/2013 terminei a leitura do seu livro A Travessia, o qual deixou profundas impressões na minha alma. Sou admirador e pesquisador da religião e cultura judaica. O capítulo que aborda o tema "Être comme il faut", é muito esclarecedor e relevante.Francisco Eloi Santos (Fortaleza CE) * * * Seu cuidado com a pesquisa histórica é precioso. Percebe-se nitidamente um investimento incrível nos fatos documentados, explicados e justificados. No livro transparece o orgulho que você tem de "pertencer". Você deixou um legado para tua família que não tem preço. Pode olhar pra trás com orgulho , coisa que nem todos os pais ou filhos podem fazer!Sonia Ungar * * * Recebi uma linda surpresa ontem. Um livro chamado A Travessia. Me fez um enorme bem. thanks.Sybil Douek * * * Excelente livro escrito de maneira agradável, recomendo.Vania Ejzemberg * * * Quanto ao livro , li e gostei ! As lembranças da infância , são uma tema que você aborda com muita propriedade , sinceramente me fez lembrar ¨Em busca do tempo perdido de Proust. Como diletante de história, também gostei muito do relato dos fatos da história recente do Egito que desconhecia. Enfim , mais uma vez parabéns pela iniciativa de realizar a obra e pelo resultado!Julio Matheus Jr. * * * Tive duas colegas judias que viveram no Egito pré-Nasser: minhas amigas Dra. Claude Cicurel (hoje Papavero), colega no curso de Ciências Sociais na USP, anos 60, de cuja banca de doutorado tive o prazer de participar há poucos anos, orientanda de Lilia Schwartz (da Cia das Letras) e Dra. Ruthy Laniado, respeitada professora de Política na UFBa, anos 90 até o presente. Somente agora tive o prazer de tomar conhecimento de um terceiro judeu do Egito que também fez parte de minha história: Alain Bigio, ambos ainda no frescor dos vinte anos, nos primeiros anos da década de 60, participamos juntos de revolucionário projeto de Educação de Base junto a população de caiçaras em Itariri, no litoral de São Paulo. Além de ter registrado essa nossa atuação cidadã do Método Paulo Freyre de alfabetização de adultos camponeses, com detalhes e fotos, Alain me deu enorme felicidade com seu livro A TRAVESSIA, História de um judeu egípcio contemporâneo, pois com ricas informações etno-históricas e maravilhosas fotos ilustrativas, permitiu-se entender esse mundo tão interessante que foi a presença judaica na terra dos faraós. Sabia eu que os Cicurel eram donos do portentoso magazin com o mesmo nome, cheguei a conhecer o velho Cicurel e sua esposa em seu apartamento da Faria Lima, mas nunca tinha visto a foto da empresa, assim como outras paisagens, ambientes, maravilhosas roupas e fotos de família dessa população que parecia tão feliz e próspera até o momento que teve de às pressas e com expropriação de seus bens, abandonar sua terra natal. Livro importante, bem documentado, sensível, estudo de caso, de muitos casos, que certamente tocará no coração de seus leitores pelo drama de vida desses novos brasileiros que enriqueceram culturalmente nossa terra.Luiz Mott, professor titular de Antropologia da UFBa * * * A história do mundo no contexto de uma Travessia de 350 anos de uma família. Travessia - A história de um judeu egípcio é muito mais do que a história de uma pessoa. Ela integra a história do mundo desde 70 dC, política, economia e cultura com a história da família do autor ao longo dos últimos 350 anos. A história dá uma visão para a palavra, diáspora, na medida em que ele traça os movimentos dos judeus sefarditas em toda a Península Ibérica, Oriente Médio, Norte da África, Europa e Américas. O próprio Alain Bigio é um produto da dinâmica destas forças: nascido no Cairo, Egito; nacionalidade e língua materna francesas; Sobrenome italiano; e vive no Brasil. A Travessia dá o contexto para tantos eventos mundiais: edital de Santo Agostinho; a ascensão do Islã no século 7; Rei da Espanha Fernando e Isabel, em 1492; Família Médici da Itália em 1600; Aleppo, Síria, o destino das caravanas que trazem mercadorias do Extremo Oriente em 1700 e 1800, o Canal de Suez, em 1869; recusa do imperador do Império Otomano para pagar dívidas do governo em 1875; O apoio da Inglaterra para o Egito no cultivo de algodão após a oferta de algodão dos EUA ter sido interrompida por sua Guerra Civil; a Irmandade Muçulmana, Rommel, Gamal Abdel Nasser, Anwar El Sadat e na década de 1940; a crise de Suez, em 1956; a Guerra dos Seis Dias, em 1967; e da ditadura do Brasil.Como os antepassados de Alain traçaram seu caminho, apesar da discriminação contra os judeus, permeia o livro. Alain fornece uma visão íntima de sua própria vida e do sentido de "Être comme il faut" (literalmente, "ser como se deveria"). O tom de Alain permanece positivo como ele relata doces lembranças de uma vida boa.Depois de ler o livro, eu senti que eu havia feito uma viagem ... perturbadora, mas edificante. Altamente recomendado.Donald F. Rubovits(Adquiriu a versão em Inglês, em ebook, do livro na Amazon)
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Bandeirantes Espirituais do BrasilDentro do estudo das manifestações literárias brasileiras e do conhecimento da língua, Bandeirantes Espirituais do Brasil é um trabalho que recupera manuscritos e documentos históricos. O livro é um grande cerimonial judaico, rigoroso, focado nas tradições de sua Nação e na socialização completa com portugueses e brasileiros. É um estudo profundo e luxuoso sobre a influência dos primeiros judeus no Brasil em todo o processo de colonização, através do resgate de documentos importantes, como as atas e os textos dos rabinos da primeira sinagoga do Recife, no período holandês. A obra tem como objetivo resgatar toda uma época, com seus valiosos escritos e documentos. O núcleo de toda a abordagem é o Brasil Colonial, suas instituições judaicas - como a primeira sinagoga das Américas e seus estatutos - e consiste em um estudo profundo sobre a influência dos primeiros judeus no Brasil. Esta obra valiosa e luxuosa está baseada no preciso trabalho de pesquisa do reconhecido historiador Elias Lipiner, especialista em História do Brasil, e do Rabino Y. David Weitman, perito em documentos hebraicos, que logrou reunir escritos dos Rabinos Isaac Aboab da Fonseca e Mosseh Rephael d'Aguilar. O material original contido na obra, obtido à custa de extensas pesquisas em museus e bibliotecas do exterior, encontrava-se grafado em português arcaico, tendo sido transposto para o português moderno, com anotações. * Este livro é um documento de invulgar importância histórica, além de impecável sob o ponto de vista iconográfico. Ele traz a vida social, política e religiosa da primeira comunidade no Brasil, na Recife do século XVII, sob o domínio holandês. Revela, assim, um aspecto pouco conhecido, mas nem por isso menos relevante, da formação histórica brasileira em suas conexões com a história da Europa e da América. Sua leitura abre uma nova vereda de observação e compreensão da nossa herança multicultural. Herança que nos é peculiar e tanto nos agrada, porque resultou antes a integração do que o conflito irredutível, como em outras partes do mundo. A comunidade original dos judeus no Brasil deixou marcas culturais e arquitetônicas duradouras, entre elas a Sinagoga do Rochedo, a primeira das Américas. Ainda importante, penetrou e difundiu-se pelo tecido da sociedade brasileira, ao longo dos séculos. Disso nos damos conta de muitas maneiras. Entre elas, ao verificar, na leitura das atas de sua fundação, a existência de tantos sobrenomes que, entrelaçando-se ou não a outros de outras origens, estão entre nós até hoje, como testemunho de integração do povo judeu na nação brasileira. Fernando Henrique Cardoso
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Cidadão do MundoTítulo que integra a coleção Perspectivas, documenta e historia de forma contundente o rechaço oficial aos judeus não somente no período autoritário da Era Vargas, o Estado Novo, mas também na "transição democrática" do quinquênio Dutra. Demonstra que o racismo em geral e em particular o antissemitismo, é um traço característico, talvez um preconceito introjetado de alguns círculos de nossa elite política, militar ou diplomática; uma força subjacente que confere sentido a certas posições assumidas por nossa diplomacia no passado, e cujos desdobramentos ainda se fazem presentes. Por todos esses aspectos, trata-se, pois, de uma obra corajosa que propiciará ao leitor um mergulho profundo nos subterrâneos de políticas que nem sempre foram abertamente declaradas e uma visão objetiva de seu sentido.
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Knispel - A retrospectiva 60 anos de criaçãoRetrata a trajetória do artista, parceiro de Oscar Niemeyer, e traz textos de autoria de Fabio Magalhães, Natan Zach, Ron Bartosh, Gideon Ofrat, João Batista de Andrade, Gila Ballas, Rabino David Weitman, além de um poema de Haroldo de Campos, sobre uma das obras do artista. “O Knispel é um dos mais famosos artistas israelenses, um verdadeiro humanista que luta pela igualdade, justiça e fraternidade. Tive a honra de incentivá-lo a expressar em seus trabalhos os conceitos judaicos e, em suas obras, a denúncia ao Holocausto tem sido um tema permanente”, destaca Weitman.A publicação, com edição trilíngue (português, inglês e hebraico), capa dura com sobrecapa e pôster central com quatro dobras, tem apoio do Ministério da Cultura e organização da Editora Maayanot. Trajetória de Sucesso - Relação com BrasilGershon Knispel sempre manteve uma relação muito próxima com o Brasil. Em 1958, foi premiado em um concurso promovido pela TV Tupi, instituído por Assis Chateaubriand, pela execução de um painel de 7 metros de altura para o edifício-sede do mais importante canal de televisão do país à época. Em 2012, este edifício e o painel, no bairro do Sumaré, foram tombados pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat).Em 1963, ganhou o prêmio o prêmio de livro ilustrado na 7ª Bienal de São Paulo com desenhos para poemas de Bertold Brecht. Sua proximidade com referências da vida cultural brasileira na década de 60 fizeram com que Knispel fosse, constantemente, convidado a expor suas obras, ilustrar livros e produzir gravuras e cartazes para os movimentos sociais.Aproximou-se de Oscar Niemeyer, em 1964, como membro da equipe em Israel no desenvolvimento do projeto da Universidade de Monte Carmel, relação essa reforçada na década de 90, quando voltou em definitivo ao país. Em 1998, foi convidado a produzir o monumento em comemoração aos 50 anos de criação do Estado de Israel.Knispel é um dos fundadores do movimento realista do então jovem Estado de Israel, nos anos 50. Além da Pomba de Noé, símbolo forte da sobrevivência judaica na Diáspora, durante o exílio, instalada no Memorial da Imigração Judaica, o artista tem inúmeras obras expostas no Espaço Orá Vessimchá, no Ten Yad, Instituição Beneficente Israelita. Destaque para quatro esculturas, nas quais Knispel descreve a tragédia do Holocausto que se abateu sobre o povo de Israel no século XX e também diante dos heróis das revoltas judaicas - Inquisição, Assentamento em Tiberíades, Holocausto e Rebelião. “Pesquisadores de arte dizem, de forma unânime, que as grandes esculturas que enfeitam o espaço são o ápice de sua obra artística. Nelas, ele investiu o melhor da sua força e talento, incluindo peças desde o começo de sua carreira”, afirma o Rabino Weitman.Knispel tem obras tombadas na parede da TV Cultura e no Palácio dos Bandeirantes, entre outros.
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Senhor Mosaico (Livro)Livro sobre a trajetória do criador do Programa "Mosaico na TV", Francisco Gotthilf, que tem o mérito de estar há 47 anos ininterruptos no ar, seja no rádio, onde começou, seja na TV. É um recorde mundial na categoria, reconhecido pelo "Guiness Book". O programa conta com um universo de 250 mil telespectadores, dos quais 2/3 não pertencerem à comunidade judaica. Mosaico na TV foi ao ar pela primeira vez em 16 de julho de 1961, pela TV Excelsior. Hoje, o programa é exibido as terças-feiras, às 19h, pela Net (canal 9) e pela TVA (canais 72 e 99), com direito a reprise todas as quartas –feiras, às 21h. O programa oferece um show de variedades com musicais, reportagens, entrevistas, documentários e comentários em vídeo conferência diretamente de Israel, relacionados com a comunidade judaica e com o povo judeu.Entre as personalidades que já foram entrevistadas pelo programa estão David Ben Gurion, Jânio Quadros, Fernando Henrique Cardoso, Albert Sabin, Itzhak Rabin, Mikhail Gorbachev e o Papa João Paulo II, entre outros.Na apresentação do programa já passaram nomes como Boris Casoy, Mona Dorf, Ney Gonçalves Dias, Alberto M. Danon, Mauro Zukerman, e da última vez que vi ainda estava sob a apresentação de Addy Heilbut e comentários de Ronaldo Gotthilf.
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Pioneiros Espirituais no Brasil ColonialEste segundo volume da coleção "A Saga dos Primeiros Judeus Portugueses no Brasil Colonial" conta em pormenores a contribuição espiritual e intelectual da nação judaica nos primórdios da colonização. Um dos objetivos deste segundo tomo é revelar ao público leitor a grande erudição desses pioneiros e homens de fé, que também contribuíram para o Brasil de hoje, livre democrático e tolerante. É notável a fé inabalável dos conversos que ainda continuaram a praticar sua fé mosaica clandestinamente. Esses heróis jamais abandonaram os costumes judaicos. Grande parte dos sábios judeus de Amsterdã e Recife são exemplos desse heroísmo. Essas devoções merecem o devido reconhecimento.E para ver o primeiro volume desta coleção - A Colônia Judaica no Brasil Colonial -, que relata detalhadamente a presença e a influência dos judeus na colonização e formação do povo brasileiro, clique aqui.
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D. Pedro II e Seus Amigos JudeusFruto de extensa e dedicada pesquisa, o livro D. Pedro II e seus Amigos Judeus traz comprovantes históricos e incontestáveis da ligação e do interesse do monarca com personalidades e temas judaicos.
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Em Terras GaúchasDepoimentos fascinantes que procuram reconstituir, em detalhes, o modo de vida dessas pessoas em seu novo lar. Não faltam, às narrativas, momentos comoventes, sombrios, ou mesmo cômicos.
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Ironias do DestinoIronias do Destino é um livro sui generis que compreende caricaturas de Vittorio Corinaldi, arquiteto e ex-membro do kibutz Bror Chail dos anos 1968-1969. As imagens retratam uma multiplicidade de cenas cotidianas do kibutz como era antes das grandes mudanças econômicas, sociais, ambientais e outras que ocorreram no movimento kibutziano. Conforme as palavras do seu autor, "o kibutz constituiu algo sui generis na esfera social, cultural e colonizadora no princípio da vida do Estado de Israel. E como tal, o kibutz inspirou romances, teses acadêmicas, filmes e sátiras, que trouxeram a lume sua singularidade em contraste com a sociedade majoritária de Israel". No conjunto de charges encontramos aspectos idiossincráticos brasileiros, visto que, naquela altura, a maioria dos seus membros eram desta origem. E sua influência se fez sentir no dia a dia, através do hebraico intercalado com o português, na maneira de ser, pensar e agir próprios do jeito de ser brasileiro. Vittorio Corinaldi, logrou captar com perspicácia e profundo senso de observação, aspectos irônicos e jocosos do modus operandi do kibutz por um lado, sem deixar de expressar graficamente suas críticas pessoais ao que ocorria a sua volta - no kibutz e na sociedade israelense. Cada caricatura vem acompanhada com comentários que possibilitam a melhor compreensão de detalhes e aspectos pertinentes a vida kibutziana para aqueles que não vivenciaram o kibutz. A introdução foi elaborada magistralmente por Galia Bar-On, com grande expertise nas artes plásticas em Israel, e um prefácio do autor. Veja também essas promoções: Encantos e desencantos + Fragmentos de memóriasEncantos e desencantos + Ironias do destinoEncantos e desencantos + Ironias do destino + Fragmentos de memóriasEncantos e desencantos + Fragmentos de memórias + Ironias do destino + Judeus no Brasil
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Judeus em Tempos de GuerraEste livro procura reconstruir a história de muitos judeus que, obrigados a abandonar seus lares em países ocupados pelo nazismo chegando ao Brasil, acabaram presos pela Polícia Política sob acusações de praticar atos nazistas.
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Judeus no BrasilEm seu livro, Nachman Falbel percorre temas, problemas, figuras e eventos que começam a compor uma cartografia objetiva e crítica da presença dos judeus no território brasileiro, destacando o relevo que lhe imprimiram algumas de suas personagens e instituições. O medievalista transita com igual familiaridade por diferentes épocas e, assim, arma um painel coeso e harmonioso.
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Judeus: do Descobrimento aos Dias AtuaisRelato sucinto, mas instigante, sobre a participação judaica no desenvolvimento do Brasil desde seu "descobrimento".
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Machado de Assis, os Judeus e a Redenção do MundoNeste livro, a autora apresenta um trabalho no qual se conhece o quanto Machado de Assis se preocupou com a história do povo judeu. Essa relação apareceu diversas vezes em sua obra, tanto em prosa como em verso. Esta obra apresenta uma análise sobre o envolvimento do Machado de Assis com a história e o destino dessas pessoas.
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O Anti-Semitismo na Era VargasNova e atualizada edição desta obra de referência sobre a história contemporânea do Brasil.Nela, a renomada historiadora recorre a fontes inéditas - diplomáticas, iconográficas e literarias - e lança uma luz nova sobre o estado novo e o anti-semitismo político que grassou entre 1937 e 1945, com o propósito de recuperar a memória e contribuir para a avaliação histórica desse período, polêmico por sua dubiedade e atos de exclusão contra negros, ciganos, japoneses e judeus, em especial.
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O resgateCativante desde o começo, "O resgate" é um livro ao mesmo tempo sério e divertido, comovente e esclarecedor, cujo tema central são os Bnei Anussim - os descendentes de judeus forçados a se converter ao cristianismo durante a Inquisição.* * * Do PREFÁCIO da saudosa Profa. Dra. Anita Waingort Novinsky:"Ventura tenta ao máximo difundir a causa dos descendentes dos Bnei Anussim, pois, de acordo com ele, é somente assim que acontecerá, finalmente, o grandioso e histórico encontro entre as comunidades judaicas estabelecidas e os descendentes dos judeus forçados que, após séculos de opressão, retornam com orgulho à fé de seus antepassados.O ideal de Ventura é que os Bnei Anussim não se percam para nós, judeus, depois de sofrermos tantas perdas.Se tivéssemos mais Venturas, talvez os Bnei Anussim já estariam conosco e já fariam parte de nossas comunidades."* * * Fui honrado pelo pedido do Moré Ventura para escrever uma quarta capa para o seu livro, coisa que faço com imensa satisfação.Cativante desde o começo, O resgate é um livro surpreendente: ao mesmo tempo sério e divertido, comovente, esclarecedor e - por que não dizer? - mágico.Seu tema central, os Bnei anussim, ou descendentes de judeus forçados a se converter ao cristianismo durante a Inquisição, deveria interessar não apenas a todos os judeus, como a todos os brasileiros, já que os anussim representam uma substancial parcela da população deste país, e até da maioria dos descendentes dos colonos originais.E entre fatos reais e imaginários, o livro de Ventura ensina judeus a ser judeus, dando a devida importância ao que é realmente importante. Em sua própria súmula, a "Saber que neste mundo somos apenas peregrinos. Saber que nosso corpo físico é somente um meio para que nossa essência possa atuar no mundo material e saber que podemos e que devemos influenciar os seres humanos para o bem, de modo a dissipar as trevas que têm envolvido a humanidade, revelando assim nossa condição de Filhos do Eterno, ajudando os vivos a se libertarem de suas mortes, e os mortos de suas vidas".Que essa mágica toque profundamente o venturoso leitor, como me tocou. Lu iehi!Ricardo Belinky de Gouveia
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O Veneno da SerpenteA proposta deste livro é estudar as manifestações do anti-semitismo moderno no Brasil, valorizando sua dinâmica ideológica e observando suas singularidades expressas em distintos momentos da história. Com base em pesquisas solidamente documentadas, a autora utiliza-se desde exemplos literários - como a da mítica figura do judeu errante Ahasverus - até fatos registrados pelos serviços policiais e de controle governamental (Dops, Deops etc.) no século XX.Assim, coloca em pauta uma extensa discussão sobre o virulento panfleto russo, Os Protocólos dos Sabios de Sião, amplamente difundido pelos movimentos judeofóbicos e pelo nazifascismo em particular, expõe a política racista do governo do Estado Novo e focaliza o anti-semitismo que ressurge nos dias atuais não com menos perfídia, como se constata na celebração do terror ora em curso e de suas supostas causas.Mais uma vez, pois, Maria Luiza Tucci Carneiro engaja seu zelo investigativo, seu discernimento crítico e sua competência acadêmica no desnudamento científico de um insidioso atentado ao direito à diferença que é, ao mesmo tempo, a busca de um antídoto para O Veneno da Serpente.
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Tempo passa TempoEste terceiro livro de Alberto Moghrabi apresenta as mesmas qualidades que os anteriores: prosa agradável, capacidade incomum de encontrar sentido nas coisas miúdas da vida, genuíno interesse por aqueles com quem tem ou teve contato. Nas crônicas aqui reunidas, o leitor vai se deparar com membros da sua família, com seus filhos e amigos, com antigas namoradas, com desconhecidos que passeiam com seus cachorros na rua – todos envolvidos num luminoso halo de carinho. As lembranças de Moghrabi trazem à tona um universo vibrante e detalhado: “ganhei especial predileção em revisitar o passado, o meu especificamente”, confessa a certa altura. Percebe-se a importância que ganhou em sua vida a estadia em Israel, local onde se passam as três novelas que concluem o volume. O judaísmo, aliás, é para o autor uma fonte inesgotável de reflexões. Não o conteúdo da religião, mas certas cerimônias, um certo ambiente, o clube “A Hebraica”, as comidas – aquilo que ressoa, tem cheiro, textura, e aconchega a alma. Alguém lhe disse certa vez: “ou esse cara teve uma vida muito interessante, ou ele tem muita imaginação.” Não é ou/ou: é e. Imaginação para discernir no aparentemente simples uma profundidade insuspeitada e para conferir densidade e calor às figuras que povoam sua memória; quanto à existência, ela se torna interessante porque é vivida na crença inabalável de que “nada em nossa vida é em vão.” O olhar afetuoso de Alberto Moghrabi e o seu humor sutil mostram quão verdadeira é esta afirmação. E o leitor só pode lhe agradecer o presente que ele generosamente nos oferece nestas páginas. Renato Mezan * * * "O autor que, na realidade, não vivenciou experiências na terra natal, tendo imigrado com seus familiares quando tinha um ano de idade, optou por um gênero bem ao gosto brasileiro, que lhe permite, graças à escrita coloquial e despreocupada, como o de uma conversa quase íntima, tratar de seus assuntos que, pelo tom leve, aparentam ser menos sérios do que realmente são ou foram. De modo sutil, conduz o leitor acerca de questões complexas, ao mesmo tempo em que, quase sem que se perceba, tece as críticas e considerações argutas sobre os temas selecionados." Nancy Rozenchan "...além da qualidade da escrita ao relatar os fatos, gostaria de manifestar a emoção pela qual fui tomado em razão do seu texto, pois, lembra um passado semelhante...para nós que somos filhos de imigrantes...na verdade seu texto é muito mais profundo e sério do que possa parecer à primeira vista..." Dr. David Zylbergeld Neto, M.D "...seus textos não são pasteurizados, aliás, são como pontos luminosos na imprensa judaica!" Jose Tafla "...ajudou-me a passar tranqüilamente as horas de espera no aeroporto, por causa dos atrasos dos aviões...tem uma maneira de escrever que faz a gente flutuar no enredo..." Arlete Schinazi * * *Sobre o autor: Nascido em Alexandria, em 1955, Alberto Moghrabi imigrou para o Brasil em maio de 1957, depois da família ter sido obrigada a sair do Egito, após a Guerra do Sinai, em 1956, entre israelenses e egípcios. Formado em economia, escreve desde o ano 2000. Neste período publicou crônicas na Revista Shalom, além de diversos artigos focados, principalmente, na expulsão de judeus de países árabes, em meados do século passado. Ganhou quatro prêmios literários, tendo publicado dois livros, o primeiro, "Pequenos Contos de Enredo Indeterminado", em 2001, e, "Umas Histórias", em 2003. É casado e tem dois filhos.Sempre digo que o Alberto Moghrabi tem o texto e a percepção da vida que eu gostaria de ter. O seu sucesso como cronista neste terceiro livro que edito tem um plus, pois tem muito haver com a nossa vida de imigrantes, refugiados expulsos do Egito e que fomos bem recebidos no Brasil.As histórias nas crônicas ganharam mais colorido com as novelas que dão um sabor diferenciado ao livro. E a vantagem de um livro de crônicas é que você pode ler uma, duas ou quanto vezes o seu tempo permitir sem perder o "fio da meada"! Nessim Hamaoui
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Cristãos-novos, seus descendentes e Inquisição no CearáBusca reconstituir o rasto, os traços e as memórias da condição de cristão-novo no Ceará do século XVIII até os dias de hoje, rastreando reminiscências e fragmentos desse legado no Ceará contemporâneo.Com exceção de alguns estudos, em que se destaca a obra pioneira de Vinícius Barros Leal, e ainda de António Otaviano Vieira Júnior e Daniela Buono Calainho, que contemplam aspectos da ação inquisitorial e da condição dos cristãos-novos no âmbito mais largo da compreensão da história do Ceará, a historiografia cearense pouco se debruçou sobre essa presença e sobre esse legado.Apesar dos silêncios, rasuras, invisibilidades e rarefação de fontes, que procurou recolher e compulsar de forma sistemática em arquivos brasileiros e portugueses, Nilton Melo Almeida formula uma construção explicativa, coerente e rigorosa do papel dos cristãos-novos na formação do Ceará Grande através do método prosopográfico e de estudos de casos exemplares - como são os de Josefa Maria dos Reis, José de Xerez Uchoa ou a família Sequeira, perseguida pela Inquisição desde a segunda metade do século XVII.O estudo foi orientado por Ana Isabel Buescu, doutora em História e professora na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, e coorientada pela professora Anita Novinsky.
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Zeide - A travessia de um judeu entre nações e geraçõesO ator e diretor Caco Ciocler estreia como romancista, com a história de seu avô ao longo de gerações de uma família judaica Em 1921, na Alemanha, o jovem Sucher embarca num navio ancorado em Hamburgo rumo ao Brasil. Deixa para trás os pais e as irmãs, levando na bagagem algumas poucas peças de roupa, um tapete enrolado e as memórias dos campos de fumo da gelada Bessarábia.Ao desembarcar na desconhecida cidade de Santos, “de céu pintado de laranja feito quadro encomendado” numa tórrida tarde de verão, ele se curva – sem saber se arrebatado pelo bafo quente que lhe afrontava as origens ou se por reverência à terra que lhe traria a mulher com a qual fincaria raízes definitivas no Brasil.Desse encontro nascem os filhos Bóris e Jackson, que dão a Sucher uns tantos netos. É pelo olhar do mais novo de todos, da infância até a vida adulta, que se costura a narrativa não linear deste romance, que conduz o leitor por uma jornada de mais de sete décadas. Em sua estreia como ficcionista, o ator e diretor Caco Ciocler faz um relato bem-humorado e emocionante sobre a trajetória de uma família judaica no Brasil, além de uma declaração de amor ao avô."
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Judeus no Brasil: História e HistoriografiaSão poucos os estudiosos que deixaram marcas para além de suas atividades acadêmicas e científicas. Ainda mais raros são aqueles idealistas militantes. Nachman Falbel é um deles. Professor titular de história medieval da USP, dedicou algumas décadas de sua vida para desenredar o passado histórico do judaísmo brasileiro e recuperar sua memória.Seu nome se encontra indelevelmente associado à criação do Arquivo Histórico Judaico Brasileiro que dirigiu por algumas décadas, e seus escritos sobre a comunidade judaica no Brasil revelaram a complexidade da área dos estudos judaicos, singularizando a ampliação deste campo historiográfico no país. Apaixonado irrefreável da língua, literatura, teatro e cultura iídiche transplantados da Europa para o Brasil, e incansável aos 89 anos, Nachman Falbel continua a pesquisar, escrever e publicar textos inéditos e instigantes.Os artigos que integram este volume homenagem refletem as múltiplas vertentes do seu universo intelectual, dos cristãos novos no período colonial à colonização agrícola dos inícios do período republicano, do governo Vargas à multifacetada comunidade judaica de nossos dias. Eles foram elaborados por ex-alunos que lhe devem a formação acadêmica, pares universitários nacionais e estrangeiros bem como amigos de longa data.
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Dez Mitos sobre os JudeusFantasma de impressionante resiliência, o antissemitismo atravessa séculos e desafia os esforços contra uma das mais longevas versões de racismo. Assim como em outras formas de preconceitos atrasados e medievais, dirigidos a variados grupos étnicos, religiosos ou de outra natureza, o sentimento antijudaico se assenta sobre mitos e sua perpetuação, fenômeno abordado de forma densa e clara neste livro.Estudiosa de diversas minorias, a historiadora Maria Luiza Tucci Carneiro oferece um estudo de relevância ímpar. Com precisão cirúrgica, destrincha raízes do antissemitismo e, mais importante, expõe os preconceitos à luz do mundo contemporâneo.Jaime Spitzcovsky
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Os Judeus Marroquinos de Cabo VerdeAo longo dos séculos, vagas de perseguição - das Cruzadas à Inquisição espanhola e portuguesa, aos pogroms da Europa Central e Oriental, ao Holocausto - forçaram os judeus a dispersarem-se pelo mundo. Traçar essa dispersão apenas fortalece a sua ênfase, no registo historiográfico. Muito tem sido escrito sobre as comunidades da Diáspora, na Europa Ocidental e Oriental (Asquenazes), e sobre os judeus de Espanha e Portugal (Sefarditas), que fugiram da Inquisição, em busca de refugio em terras predominantemente muçulmanas do antigo Império Otomano e do Norte de África. Há, todavia, menos documentação sobre a segunda diáspora das comunidades da Diáspora, como a dos judeus marroquinos que partiram para os territórios portugueses, no século XIX.Este livro busca preencher essa lacuna, documentando a história dos judeus marroquinos que se estabeleceram em Cabo Verde. Embora os judeus tenham vivido em relativa harmonia com árabes muçulmanos e berberes em Marrocos, durante mais de 2.000 anos, e os judeus sefarditas tenham encontrado refúgio lá, depois de 1492, muitos judeus de Tânger, Tetuão, Rabat e Mogador (atualmente, Essaouira) partiram com destino a Cabo Verde, em meados do século XIX. O livro explora os motivos económicos e políticos desse movimento migratório.
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História dos Judeus de PernambucoResultado de extensa pesquisa, o escritor e economista Jacques Ribemboim descreve os mais de 500 anos da presença de judeus e cristãos-novos em Pernambuco, indicando fases, analisando contextos, destacando personagens e histórias. Leitura fundamental para melhor compreensão da formação étnica e cultural da população nordestina. A obra é fruto de mais de uma década de incansável busca em acervos nacionais e estrangeiros Valendo-se de uma linguagem objetiva e cativante, o autor parte dos cristãos-novos que praticavam o judaísmo às escondidas para escapar da Inquisição e avança até o período contemporâneo da comunidade judaica pernambucana, agora majoritariamente asquenaze, isto é, de vertente leste-europeia.
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Mundo JovemDotada desde jovem com a capacidade de ver nas coisas mais simples um enredo para seus contos, a autora passou pelos tristes momentos da guerra, vindo a reconstruir no Brasil sua família com extremo carinho. Deixou registrado originalmente em ídiche, e mais tarde em português, histórias e poemas, vivenciados e narrados com a mesma simplicidade que marcou sua vida.
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A SagaO consultor de estratégia empresarial, autor de diversos livros e Professor da USP, LUIS GAJ, narra a sua trajetória de vida pessoal e profissional que coincide com grandes eventos, mudanças econômicas e políticas na Argentina e no Brasil. A história dividida em septênios (períodos de 7 em 7 anos) apresenta uma crítica da política destes dois países nos últimos 70 anos, onde o autor comenta a convivência com ditaduras militares, governos civis e corrupção, e estando agora ainda em transição para um Estado Democrático. O livro analisa ainda os fatores Sociais e de Emprego contribuindo para o debate do desenvolvimento nacional.O livro, além de autobiográfico, é uma colaboração significativa ao registro histórico, político, econômico e social destes dois países, promovido por um personagem que viveu e conviveu com as realidades históricas relatadas.
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E Madureira Quase ChorouO livro pode ser lido como um romance histórico, apropriado para jovens adultos, baseado em um verídico triângulo amoroso. Cheio de humor, romance e dramáticos cenários de Varsóvia, Paris e Rio de Janeiro, Madureira Quase Chorou deixará os leitores entretidos, informados e surpreendidos ao final.A história começa em Szydlowiec, um "shtetl na Polônia, onde nasceram os 3 (Bentzion, Leibl e Marml) principais personagens. Eles se encontram ainda adolescentes como membros do BUND(um partido socialista judaico).Bentzion muda-se para Varsóvia deixando a namorada (Marml) e seu melhor amigo (Leibl) para fazer o aprendizado em alfaiataria. Em dezembro de 1936, com uma carta de chamada dos tios, muda-se para o Rio de Janeiro, contando fazer o mesmo para a mãe, meio irmãos e Marml. A burocracia não permitiu que isso acontecesse antes da eclosão da II Grande Guerra.Sua própria família, Marml e Leibl sofreram os horrores da Guerra e em sua maioria foram assassinados. Marml é Leibl se casaram às vésperas da Guerra e sobreviveram como escravos nos campos de concentração e a Marcha da Morte. Permaneceram num Campo de Refugiados até 1946, quando então são transferidos para Paris.Bentzion que perdera todo contato com família, namorada e amigo é compelido a construir uma nova vida e casa-se com Mandja (Miriam). Contudo, o pesadelo de não saber o destino daqueles que deixou para trás não o deixa, até que descobre Marml, Leibl vivos na França e insiste que a família, agora com 2 crianças, venha para o Brasil.Apesar da passagem do tempo, Leibl nunca esqueceu que Marml e Bentzion um dia foram namorados. O ciúme destrutivo fez com que acreditasse em rumores de um caso entre a esposa e o amigo e decide voltar a Paris com toda a família.Durante 30 anos, agora os ex-amigos, perdem o contato, até que em 1993 Bentzion e Mandja recebem o convite de casamento do primeiro neto de Leibl e Marml. Ao final do encontro puderam resolver o passado e retomar a amizade.Cheia de humor (e um amado cão), imigrante se adaptando aos hábitos tropicais, negócios que florescem e sucumbem, a obra traz uma história de amor verdadeira e um período histórico para uma nova audiência.
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