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  • Zôhar (Livro 4)

Zôhar (Livro 4)

texto integral
Autor: Shimon Bar Iochai
SKU: 14485
Páginas: 115
Avaliação geral:

Tradução da terceira seção (Lech Lechá) do Zôhar, o que corresponde às páginas 76b até 96b.

R$ 40,00 no Cartão
Disponibilidade: Imediata

Descrição

Este volume 4 apresenta a tradução da terceira seção (Lech Lechá) do Zôhar, o que corresponde às folhas 76b a 96b da obra.

 

 

Os volumes já disponíveis desta série são:

Zôhar (Livro 1)

Zôhar (Livro 2)

Zôhar (Livro 3)

Zôhar (Livro 4)

Zôhar (Livro 5)

 

 

Da apresentação do tradutor Diego Raigorodsky:

O Zôhar é um trabalho pseudoepigráfico considerado pelos tradicionalistas uma revelação de Deus ao Rabi Shimon bar Iochai e seus discípulos. Escrito parcialmente em aramaico e parcialmente em hebraico como um comentário sobre o Pentateuco, contém um sistema teosófico completo, e aborda assuntos como: a natureza de Deus, cosmogonia, cosmologia, alma, pecado, redenção, bem e mal.

O livro apareceu pela primeira vez no século XIII, na Espanha, e foi difundido pelo cabalista Moisés de Leon. Foi ele quem atribui o livro em sua posse ao sábio do século I, o Rabi Shimon bar Iochai. No entanto, logo de início esta hipótese foi refutada por algumas pessoas.

A difusão do Zôhar entre os judeus se deu de forma rápida e impressionante. Cinquenta anos após o seu surgimento, o texto já era citado por muitos cabalistas, que não podiam crer que um livro desses fosse obra humana, e que certamente se tratava de um livro de inspiração divina e que, portanto, podia ser colocado no mesmo nível da Bíblia.


Até mesmo judeus pouco inclinados ao misticismo, filósofos, autoridades rabínicas e juízes preocupados com a letra da lei chegaram a considerar o livro como fonte sagrada e o utilizaram para definir questões normativas da religião.



Trechos

Folha 76b

 

Foi ensinado que no baú do Rei está firmada uma árvore grande e poderosa que contém em si mudas elevadas. A muda desta árvore é cercada por doze delimitações, pelos quatro cantos do mundo, com os pés separados. Quinhentas milhas é a distância até ela, e todo aquele que deseja depende dessa distância. Quando isso é despertado, tudo é despertado para ela e não há quem se veja isento do desejo posterior. Tudo se une em um só desejo. Ele se ergue acima e desce pelo caminho para dentro do mar. Deste mar ele se revela em completude. Ele é a fonte de todas as águas correntes. Abaixo dele se dividem todas as águas da criação, e o regar do jardim depende delas.

 

Todas as almas do mundo surgem dela. Essas almas entram no jardim para descer a este mundo. Quando uma alma surge ela é abençoada com sete bênçãos, para se tornar um pai para o corpo, por meio da elevação conforme a Imagem Superior.

 

Quando a alma deseja descer para este mundo, o Santíssimo, bendito seja, lhe diz para guardar os mandamentos da Torá, e para cumprir os seus desejos. E Ele lhe dá cem chaves de bênçãos. Até aqui Sitrê Torá.

 

"Vai-te de tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que te mostrarei." (Gênesis 12:1). O Rabi Aba iniciou a discussão e disse: "Escutai-Me, ó corações empedernidos, alheios à justiça" (Isaías 46:12). "Escutai-Me, ó corações empedernidos" significa: Que duro é o coração dos pecadores, que vêm as sendas e os caminhos da Torá, mas não os observam. E seu coração é duro pois eles não se arrependem diante do

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