Una-se aos judeus de todo o mundo no novo Ciclo Internacional de Estudo da Torá
Todos os anos, numa mesma época, judeus de Jerusalém a São Paulo, de Nova York a Moscou, de pequenas comunidades a grandes centros judaicos, chegam juntos às últimas palavras da Torá. E então acontece algo extraordinário: recomeçamos.
Terminamos a leitura dos últimos versículos do Deuteronômio, que narram os momentos finais da vida de Moisés e, imediatamente, voltamos às primeiras palavras do Gênesis (Bereshit):
“No princípio, ao criar Deus os céus e a terra, a terra…”
Não esperamos uma semana. Não há uma pausa entre o fim e o começo. Terminamos — e começamos novamente. Esse momento acontece na festa de Simchat Torá, literalmente “Alegria da Torá”, a data que marca a conclusão do ciclo anual de leitura da Torá e o início do seguinte.
E, neste ano, queremos fazer um convite especial aos nossos leitores judeus e não judeus:
Que tal acompanhar esse novo ciclo conosco?
A partir de outubro de 2026, convidamos você a percorrer, durante aproximadamente um ano, os Cinco Livros de Moisés seguindo a mesma sequência semanal estudada pelo povo judeu há gerações. Não se trata apenas de reler o Pentateuco. A proposta é descobrir como o judaísmo lê a Torá.
Torá - A Lei de Moisés
Por Meir Matzliah Melamed
Esta preciosa obra apresenta o texto hebraico da Torá ao lado de sua tradução para o português. Mantendo intactas as interpretações dos comentaristas clássicos, e inspirada no Talmud e no Midrash, foi editada segundo as porções semanais de leitura e por capítulos e versículos, complementada por interessantes comentários e ilustrações.
ADICIONAR AO CARRINHOUma Bíblia conhecida — vista com outros olhos
Para muitos leitores cristãos, boa parte das histórias da Torá é profundamente familiar.
A Criação. Adão e Eva. Caim e Abel. Noé e o Dilúvio. Abrahão. Isaac. Jacob. José e seus irmãos. A escravidão no Egito. Moisés. As Dez Pragas. A abertura do Mar. Os Dez Mandamentos. O Bezerro de Ouro. Os quarenta anos no deserto.
Mas "saber" essas histórias sem a visão do judaísmo não basta para compreendê-las. Pois a tradição judaica desenvolveu, ao longo de muitos séculos, uma imensa literatura de interpretação da Torá. O texto bíblico é estudado junto a perguntas, comentários, debates e ensinamentos transmitidos de geração em geração.
Por que determinada palavra foi utilizada?
Por que uma frase aparentemente desnecessária aparece no texto?
Por que a Torá conta determinado acontecimento duas vezes?
O que significa uma mudança de nome?
Por que uma narrativa é interrompida por outra?
O que o exegeta (comentarista) Rashi – que viveu no século XI na França – percebeu naquele versículo específico que chamou sua atenção? Como o exegeta Nachmânides (conhecido como Ramban, que viveu no século XII na Espanha) o compreendeu? O que os sábios do Talmud deduziram de uma aparente repetição de palavras? Que princípio ético ou espiritual pode ser extraído de um detalhe que, numa leitura rápida, talvez tenha passado despercebido?
É justamente aí que começa uma experiência diferente de leitura. Para quem conhece o Pentateuco principalmente através de traduções ou da tradição cristã, acompanhar o ciclo judaico pode ser a oportunidade de reencontrar textos conhecidos e descobrir neles perguntas e significados inteiramente novos.
O que é a parashá?
A Torá — Pentateuco ou os Cinco Livros de Moisés — é dividida tradicionalmente em 54 porções, chamadas em hebraico de parashot ou parashiot (singular: parashá).
A cada semana é lida uma dessas porções. Em determinados anos, algumas delas são combinadas para que todo o ciclo possa ser concluído dentro do calendário judaico.
Por isso, quando ouvir alguém dizer Parashat Bereshit, Parashat Nôach, Lech Lechá, Shemot ou Yitrô, você estará ouvindo o nome da porção da Torá correspondente àquela semana.
A expressão hebraica Parashat Hashavúa significa, literalmente, “Porção Semanal”.
Assim, pessoas em países, idiomas e realidades completamente diferentes chegam ao Shabat – quando o rolo de pergaminhos da Torá é lido no meio do ofício da manhã – tendo estudado o mesmo trecho da Torá naquela semana.
Uma família em Israel pode estar conversando à mesa sobre a saída de Abrahão de sua terra enquanto uma família no Brasil estuda os mesmos versículos. Numa sala de aula em Paris, numa sinagoga em Nova York, numa escola judaica em Buenos Aires e estudantes em inúmeras outras cidades estarão analisando e discutindo, naquela semana, a mesma parashá. É uma espécie de "calendário mundial de estudo".
A Torá marca o ritmo da semana judaica
A leitura pública da Torá ocupa um lugar central na vida da sinagoga.
A porção completa da semana é lida publicamente na manhã de sábado – o Shabat. Tradicionalmente, essa leitura é dividida em sete partes – em alusão aos sete dias da semana –, chamadas de aliyot (singular: aliyá), e diferentes pessoas são chamadas ao púlpito para participar da leitura.
Mas o contato com a porção semanal não começa no sábado.
No ofício da tarde de sábado já se lê o início da porção da semana seguinte. Esse primeiro trecho volta a ser lido nos ofícios matutinos realizados às segundas e quintas-feira, e então, no Shabat, chega-se à leitura pública completa daquela parashá.
Ao redor dessa leitura existe todo um universo de estudo. É comum estudar a parashá durante a semana – por exemplo, um sete avos da parashá por dia –, ouvir aulas, ler comentários, discuti-la à mesa nas refeições do Shabat e procurar relações entre seus acontecimentos e questões da vida contemporânea.
Assim, a Torá não é simplesmente um livro que você começa a ler e o termina na última página. Ela se transforma num ritmo semanal e anual.
A cada semana, uma nova porção.
A cada ano, novamente a mesma porção.
Mas nunca a "leitura" e o foco são exatamente os mesmos.
Uma pessoa que estudou a história de José aos 20 anos pode encontrar nela algo completamente diferente aos 40. Um texto estudado antes de ter filhos pode adquirir outro significado depois. Uma passagem lida em tempos tranquilos pode falar de maneira completamente nova em momentos de incerteza.
Talvez por isso uma das ideias mais bonitas do ciclo judaico seja justamente esta: nunca terminamos de estudar a Torá. Voltamos a ela a cada ano e continuamos a estudá-la e cada vez descobrimos nela algo novo que não tinhamos ciência.
E o que são as Haftarot?
Quem começa a acompanhar a leitura semanal da Torá logo encontra outra palavra nova e misteriosa: Haftará. O que é isso?
Depois da leitura da Torá no Shabat, lê-se uma passagem selecionada dos Profetas, segunda grande divisão do Tanach, a Bíblia Hebraica. Essa leitura é chamada de Haftará.
Tanah Completo (Bíblia Hebraica)
Hebraico e Português
Esta inédita edição bilíngue apresenta o texto hebraico original da Bíblia - baseado no famoso Códex de Alepo - ao lado de sua tradução para o português, publicada anteriormente na "Bíblia Hebraica" (2006), sendo diretamente do hebraico e à luz do Talmud e das fontes judaicas, mostrando a forma como os judeus leem e entendem o texto bíblico há milhares de anos. Veja mais detalhes abaixo, no prefácio à obra.
ADICIONAR AO CARRINHOApesar da semelhança sonora, Haftará não tem relação com a palavra “Torá” e não significa “metade da Torá”. Trata-se de uma leitura distinta, extraída dos livros proféticos.
Normalmente existe alguma ligação temática entre a parashá daquela semana e sua Haftará. Às vezes, a relação é evidente. Em outras, ela está em uma personagem, uma expressão, um acontecimento ou uma ideia comum aos dois textos.
Em determinados sábados especiais e nas proximidades das festas e datas importantes do calendário judaico, a Haftará pode ser escolhida em função da própria data, e não apenas da porção semanal.
Também existem algumas diferenças entre os costumes das comunidades judaicas — por exemplo, entre as tradições ashkenazitas e sefaraditas (ocidentais e orientais) — quanto aos versículos exatos lidos em determinadas semanas.
Isso acrescenta uma dimensão fascinante ao estudo.
A Torá começa a conversar com os Profetas.
Um texto ilumina o outro.
Simchat Torá: quando o fim encontra o começo
O ciclo chega ao seu ponto culminante na festa de Simchat Torá. Nesse dia é lida a porção Vezot Haberachá, a última porção da Torá. Chegamos aos dois últimos e derradeiros capítulos do Deuteronômio e às bênçãos de Moisés às tribos de Israel e, finalmente, à morte de Moisés.
A Torá termina. Mas o rolo não permanece fechado. Na própria celebração, começamos novamente a ler o Bereshit, retornando à Criação do Mundo.
A imagem é poderosa: as últimas palavras da Torá ainda parecem ecoar enquanto suas primeiras palavras já voltam a ser ouvidas.
Em Simchat Torá, os rolos da Torá são retirados da Arca Sagrada e as comunidades celebram com cantos e danças com os rolos da Torá.
Não se celebra ter “terminado um livro”. Celebra-se o privilégio de poder começá-lo novamente.
Quando começa o próximo ciclo?
O ciclo de 5787 começará no decorrer da festa de Simchat Torá de 2026.
Em Israel, a conclusão do Deuteronômio e o reinício do Gênesis (Bereshit) acontecerão no dia 3 de outubro de 2026. Na Diáspora (fora de Israel), a festa de Simchat Torá será celebrada no dia seguinte, em 4 de outubro de 2026.
Tanto em Israel quanto na Diáspora, o primeiro Shabat em que será lida a porção semanal completa de Bereshit será no dia 10 de outubro de 2026. Portanto, essa é uma excelente data para colocar um marcador na agenda:
10 de outubro de 2026 — Recomeço da Leitura de Bereshit.
E, a partir daí, seguimos juntos.
As cinco grandes etapas da nossa jornada
As 54 porções semanais percorrem cada um dos cinco livros que formam a Torá. No próximo ciclo (2026-2027), começaremos cada um deles nestas datas:
BERESHIT — GÊNESIS
10 de outubro de 2026
Começamos pela Criação do Mundo e seguimos pelas primeiras gerações da humanidade e pelas histórias dos patriarcas e matriarcas de Israel: Abrahão e Sara, Isaac e Rebeca, Jacob, Rachel e Lea, até chegarmos a José, seus irmãos e à descida da família de Jacob/Israel ao Egito.
Iniciação ao Estudo da Torá
Auro del Giglio
Existe uma metodologia judaica para se estudar a Torá, e é isto o que esta obra apresenta através do comentário de Rashi sobre uma das porções semanais, acrescido de notas explicativas e ampliado por comentários de importantes exegetas judeus de diferentes épocas.
ADICIONAR AO CARRINHOSHEMOT — ÊXODO
2 de janeiro de 2027
A família de Jacob/Israel se transforma em povo. Encontramos os filhos de Israel escravizados no Egito, acompanhamos o nascimento e a missão de Moisés, as pragas, o Êxodo, a travessia do mar, a revelação no Sinai e a construção do Tabernáculo.
VAYICRÁ — LEVÍTICO
20 de março de 2027
Entramos em um livro que muitos leitores modernos consideram mais difícil — e que justamente por isso pode se transformar numa das experiências mais interessantes quando estudado com os comentários judaicos. Sacrifícios, pureza e impureza, santidade, responsabilidade, ética e a relação entre o sagrado e a vida cotidiana ocupam o centro da narrativa.
BAMIDBAR — NÚMEROS
5 de junho de 2027
Bamidbar significa literalmente “no deserto”. Acompanhamos a organização das tribos, censos, jornadas, crises, rebeliões, erros e transformações de uma geração que saiu da escravidão, mas precisa aprender a viver como povo.
DEVARIM — DEUTERONÔMIO
7 de agosto de 2027
Estamos diante das últimas palavras de Moisés. Às portas da Terra de Israel, ele recorda acontecimentos, repreende, ensina, adverte e prepara uma nova geração para aquilo que virá depois dele. É um livro de memória, responsabilidade, aliança e transmissão.
E então, algumas semanas mais tarde, chegaremos novamente a Simchat Torá.
E voltaremos ao princípio.
Você não precisa ser religioso nem judeu para acompanhar
Para acompanhar qual a parashá de cada semana, baixe um calendário gratuito, como este aqui que a Sêfer prepara anualmente.
Este convite tem um destinatário muito especial.
Se você não é religioso nem judeu, mas deseja compreender melhor a Bíblia Hebraica e conhecer a maneira como o nosso povo estuda seus próprios textos, acompanhe conosco este ciclo.
Não é necessário saber hebraico. Não é necessário ter estudado literatura rabínica. Não é necessário começar conhecendo Rashi, Ramban, Ibn Ezra ou os Midrashim.
É preciso apenas começar.
Escolha uma boa edição da Torá ou um livro de comentários judaicos e reserve algum tempo a cada semana. Quem sabe a mera leitura de uma tradução judaica dos textos – baseada no hebraico e na interpretação dos sábios judeus – dê resposta às muitas dúvidas geradas pelos textos que você conhece?
Descubra qual é a parashá. (Essa informação aparece no nosso Planejamento Judaico – um calendário anual publicado pela Editora e distribuído gratuitamente.)
Para acompanhar qual a parashá de cada semana, baixe um calendário gratuito, como este aqui que a Sêfer prepara anualmente.
Leia o texto.
Leia comentários judaicos sobre ele.
Observe as perguntas feitas pelos comentaristas.
Compare interpretações.
Leia a Haftará correspondente e tente descobrir por que os sábios inter-relacionaram os dois textos.
E, sobretudo, permita-se fazer perguntas. Porque estudar Torá, na tradição judaica, nunca significou apenas procurar respostas. Significa também aprender a perguntar melhor.
Prepare sua biblioteca para começar conosco
Para acompanhar esse percurso, selecionamos na Livraria Sêfer alguns livros que podem ajudar tanto quem está tendo seu primeiro contato com a interpretação judaica da Bíblia quanto leitores que desejam aprofundar seus estudos.
PARA APROFUNDAR SUA COMPREENSÃO DO TEXTO
Reflexões sobre a Torá
Moshe Grylak
O que a Torá, escrita há tantos milênios, tem a me ensinar? Como podem afirmar que há tanta sabedoria nela, quando só vejo um texto que não me diz nada? Nesta obra, insights desconcertantes e reveladores descortinam ao leitor uma rica dimensão das parashiót.
Ecos do Sinai
Berel Wein
Comentários do rabino e historiador sobre temas da "parashá" semanal da Torá e comenta o cotidiano de Israel. Este livro reúne alguns desses textos que mesclam conhecimento bíblico profundo, mas de leitura agradável, com insights para o homem moderno de qualquer religião.
Coleção Or Hachayim (5 vol.)
Chayim ibn Attar
De forma profunda, clara e original, elucida pontos interessantes da Torá por meio do significado simples das palavras, do sentido figurado dos textos, das enriquecedoras alegorias do Talmud e da visão e compreensão mística, brindando os leitores com mensagens edificantes sobre moral e ética.
Torá Interpretada (5 vol.)
À luz dos ensinamentos do Rabino Samson Raphael Hirsch
O autor analisa as palavras, a etimologia delas e seus significados; o texto e o contexto; os personagens e seus sentimentos; as leis e suas razões; e temas pungentes são esclarecidos e confrontados com a realidade que vivemos.
Para mais recomendações, clique aqui .
Você pode escolher uma edição da Torá para acompanhar o texto semanalmente e complementá-la com comentários, estudos sobre as porções semanais, obras sobre personagens bíblicos, Midrash e introduções à interpretação judaica.
Não é necessário ler tudo.
O objetivo é outro: criar o hábito de caminhar com a Torá durante o ano.
Analise a resenha de cada um e veja o enfoque que mais lhe interessa e agrada nesse momento.
CONECTE-SE COM AS LIÇÕES, OS FATOS E OS PERSONAGENS DA TORÁ
Torá Hoje
Pinchas H. Peli
Compilação de 54 criativas análises sobre cada uma das porções semanais da Torá, em estilo claro e moderno, aproximando o leitor do precioso mundo da Torá e da forma como o judaísmo encara e enfrenta os desafios da sociedade moderna.
Coleção Decifrando a Criação
Yosef Bitton
Reúne os dois volumes da sequência Decifrando a Criação. O autor examina versículos do Gênesis e compara o relato bíblico da Criação do Mundo e da origem da vida com o que a Ciência diz sobre esses temas.
Os Porquês da Torá
Alfred J. Kolatch
De forma concisa, objetiva e acessível, explica as origens, leis, costumes e tradições ligados à Torá, sua escrita e leitura, além das práticas e dos rituais observados nas sinagogas.
Figuras da Bíblia
Adin Steinsaltz
Uma visão ética e panorâmica de personagens da Bíblia. O Rabino Steinsaltz dá vida a homens e mulheres das Escrituras, mostrando quem foram, de onde vieram e quais eram seus objetivos, estimulando uma nova aproximação ao texto bíblico.
Para mais recomendações, clique aqui .
Uma porção por semana. Um ciclo inteiro. Milhares de anos de conversa.
Imagine chegar ao próximo Simchat Torá tendo percorrido toda a Torá! Não simplesmente tendo lido Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio em sequência, mas tendo acompanhado o ritmo no qual esses textos vivem dentro da tradição judaica.
Semana após semana.
Criação. Dilúvio. Abrahão. Isaac. Jacob. José. Egito. Êxodo. Sinai. Tabernáculo. Deserto. Terra Prometida.
E, ao lado das narrativas, leis, perguntas, comentários, interpretações e discussões acumuladas por gerações de estudiosos.
No dia 10 de outubro de 2026, judeus ao redor do mundo abrirão novamente a Torá em Bereshit.
“No princípio…”
Nós estaremos começando. E você está convidado a começar conosco!
VOLUMES EXCLUSIVAMENTE SOBRE O LIVRO DE BERESHIT (GÊNESIS)
Luzes da Torá (1) - Gênesis
Shlomo Riskin
Análise moderna e surpreendente de passagens do Gênesis enfocando seus ensinamentos sobre vida, amor e família com o humanismo e a sensibilidade do autor, de modo a sentirmos as mensagens da Torá não somente com a mente, mas também com o coração.
O Pequeno Midrash Diz (1) - Gênese
Moshe Weissman
Apresenta as porções semanais da Torá à luz dos ensinamentos do Rashi, dos Rishonim e do Midrash, adaptados para jovens leitores e para ler em voz alta. Com ilustrações.
Abarbanel - Vol. 1: Bereshit
Israel Lazar
Dom Isaac Abravanel foi um grande estadista judeu que desempenhou papel importante na história europeia. Em 1492, ele e sua família se juntaram aos seus correligionários na infame expulsão dos judeus da Espanha. Ao lado de seu trabalho como ministro de Estado, ele redigiu um importante e monumental comentário sobre a Torá.
Chumash-Torá Bereshit
Moshe Wisnefsky
Apresenta o texto da Torá interpolado pelos comentários do exegeta Rashi, conforme elucidados nas obras do Rebe de Lubavitch. A obra traz, lado a lado, o texto bíblico em hebraico (vocalizado) e sua tradução ao português (em negrito) junto a outras informações que não constam do texto bíblico, mas que esclarecem e contextualizam o que a Torá quer transmitir.
Para mais recomendações, clique aqui .

