Newsletter
Cadastre-se para receber ofertas e novidades exclusivas da Livraria Sêfer
BEM-VINDO(A) AO NOSSO NOVO SITE
PRIMEIROS 1000 PEDIDOS REALIZADOS NESTE SITE RECEBERÃO BRINDE ESPECIAL
BEM-VINDO(A) AO NOSSO NOVO SITE
PRIMEIROS 1000 PEDIDOS REALIZADOS NESTE SITE RECEBERÃO BRINDE ESPECIAL
BEM-VINDO(A) AO NOSSO NOVO SITE
PRIMEIROS 1000 PEDIDOS REALIZADOS NESTE SITE RECEBERÃO BRINDE ESPECIAL
BEM-VINDO(A) AO NOSSO NOVO SITE
PRIMEIROS 1000 PEDIDOS REALIZADOS NESTE SITE RECEBERÃO BRINDE ESPECIAL
BEM-VINDO(A) AO NOSSO NOVO SITE
PRIMEIROS 1000 PEDIDOS REALIZADOS NESTE SITE RECEBERÃO BRINDE ESPECIAL
BEM-VINDO(A) AO NOSSO NOVO SITE
PRIMEIROS 1000 PEDIDOS REALIZADOS NESTE SITE RECEBERÃO BRINDE ESPECIAL
BEM-VINDO(A) AO NOSSO NOVO SITE
PRIMEIROS 1000 PEDIDOS REALIZADOS NESTE SITE RECEBERÃO BRINDE ESPECIAL
BEM-VINDO(A) AO NOSSO NOVO SITE
PRIMEIROS 1000 PEDIDOS REALIZADOS NESTE SITE RECEBERÃO BRINDE ESPECIAL
BEM-VINDO(A) AO NOSSO NOVO SITE
PRIMEIROS 1000 PEDIDOS REALIZADOS NESTE SITE RECEBERÃO BRINDE ESPECIAL
BEM-VINDO(A) AO NOSSO NOVO SITE
PRIMEIROS 1000 PEDIDOS REALIZADOS NESTE SITE RECEBERÃO BRINDE ESPECIAL
BEM-VINDO(A) AO NOSSO NOVO SITE
PRIMEIROS 1000 PEDIDOS REALIZADOS NESTE SITE RECEBERÃO BRINDE ESPECIAL



Simule seu frete:
Esta obra reúne uma seleção de comentários sobre as porções semanais da Torá lidas a cada manhã de sábado em todas as sinagogas do mundo.
Originalmente publicadas na coluna Parasha Ufishra, presente nas edições das sextas-feiras do diário israelense Maariv durante 16 anos, os textos tornaram-se um grande sucesso junto ao público leitor graças à linguagem simples e direta de Moshe Grylak, consagrado educador e estudioso de fama mundial.
Ao trazer para o presente as passagens da Torá, tornando sua temática acessível àqueles não familiarizados com os textos sagrados, ele ampliou horizontes e enriqueceu a vida de milhares de pessoas. Alguma vez você certamente se perguntou: o que a Torá (o Pentateuco), escrita há tantos milênios, tem a me ensinar? Como podem afirmar que há tanta sabedoria nela, quando só vejo um texto que não me diz nada? Para mudar sua forma de pensar, sugerimos a leitura de uma obra sobre a Torá: Reflexões sobre a Torá .
É uma coletânea de prédicas - digamos assim - que analisa e contemporiza passagens da Torá, apresentadas de acordo com a tradicional divisão semanal judaica da Torá.
Nele, algumas passagens da Tora são analisadas, extraindo-se delas insights desconcertantes e reveladores, que descortinam ao leitor uma nova dimensão da Bíblia, muito rica e introspectiva. Tanto judeus como cristãos irão se espantar com a facilidade com que o autor transita pelos textos bíblicos, talmúdicos e laicos, relacionando-os e revelando a pura seiva da milenar sabedoria judaica que emana da Torá. Uma dica: ler um destes comentários, ou fragmentos deles na mesa do Shabat, vai enriquecer o seu jantar e dar um gostinho de quero mais todo especial à ocasião.
Veja também:
Par Parashá da Semana (Torá Hoje e Reflexões sobre a Torá)
* * *
A cada manhã de sábado, judeus observantes do mundo inteiro caminham até suas sinagogas e leem exatamente a mesma Parashá, a porção da Torá referente àquela semana. Sem jamais abrir mão da profundidade de conteúdo, Reflexões sobre a Torá traz diversas destas passagens explicadas e comentadas em linguagem jornalística, simples e direta. Graças ao dom único de Moshe Grylak, o prazer e o enriquecimento espiritual que derivam desta leitura, normalmente restritos ao universo religioso judaico, tornam-se acessíveis a milhares de pessoas.
Grande parte dos textos que compõem este livro foi originalmente publicada nas edições de final de semana do diário israelense Maariv. Ao longo de 16 anos consecutivos, Parashá Ufishrá, a coluna escrita por Grylak, conquistou e tornou cativos leitores de todas as vertentes. Uma das explicações para o sucesso que obteve junto ao grande público diz respeito à sua habilidade inata em trazer para o presente, de forma acessível e coloquial, as lições mais profundas dos textos sagrados, levando o leitor a conhecer de perto a única luz capaz de elevar o espírito humano - a luz da Torá.
É com imenso orgulho que a Editora Sêfer lança no Brasil uma obra como esta, capaz de iluminar e alimentar o espírito com os ensinamentos mais caros do judaísmo, expostos de maneira especialmente atraente ao público religioso e laico, a judeus e não judeus.
Boa leitura!
Jairo Fridlin
Não foi fácil para Moisés conseguir afastar o povo da praia do milagre. Moisés tinha que tirar o povo de perto do Mar Vermelho, onde o milagre da travessia havia sido vivenciado. A conjugação de uma palavra específica no texto bíblico indica-nos a relutância do povo em se afastar do local do grande milagre:
"E fez partir Moisés a Israel do Mar Vermelho, e saíram ao deserto de Sur." (Êxodo 15:22)
A expressão "fez partir" demonstra com clareza que Moisés teve que levá-los contra sua vontade.
O povo de Israel estava assombrado e impressionado com a força do evento que acabara de viver: o mar sendo partido ao meio para que seus integrantes pudessem atravessá-lo, fechando-se em seguida para impedir a passagem dos egípcios que os perseguiam. E na beira da praia, diante do mar que o havia salvo e da armada egípcia que se afogava, o povo estava assombrado, e seu assombro se transformou em um canto: o Cântico do Mar (Êxodo 15:1-21). E mesmo assim surgiram problemas e reclamações, incompreensíveis no contexto das maravilhas que haviam ocorrido.
A leitura do ocorrido apenas aumentará nosso espanto:
"E andaram três dias pelo deserto e não acharam água. E vieram a Mará e não puderam beber as águas de Mará porque eram amargas ... e queixou-se o povo a Moisés dizendo: Que beberemos?" (Êxodo 15:22-24)
A questão que surge da leitura do episódio das águas amargas (e do episódio da falta de comida logo a seguir) possui dois aspectos: um referente a Deus e outro ao povo de Israel.
O primeiro aspecto é saber porque Deus dificultou a vida do povo. Por que Ele, o Todo-poderoso, que mostrou ao povo Seu completo domínio sobre a natureza através das dez pragas do Egito e da abertura do Mar Vermelho, não forneceu água sem criar empecilhos? Por que esperou que fossem assolados pela sede e pelas reclamações naturalmente decorrentes? Este povo não havia sofrido o suficiente? Para que criar uma nova situação de tensão se havia chegado a hora da redenção?
Por outro lado, o comportamento pessimista e precipitado do povo também nos causa espanto. Ele tinha acabado de presenciar a derrota total de seus inimigos egípcios e a destruição da terra de seu cativeiro, e ainda tinha vivenciado o milagre da travessia do Mar Vermelho, o qual deu à sua fé um brilho comparável ao do cristal puro, tanto que a própria escritura testemunha que "viu Israel o grande poder que exerceu o Eterno sobre os egípcios e temeu o povo ao Eterno e creram no Eterno e em Moisés, seu servo" (Êxodo 14:31). Portanto, é surpreendente que tal fé tenha-se volatilizado com o primeiro contratempo que atingiu o povo. Mais grave ainda é a forma como o povo expressou sua nostalgia pelos prazeres do Egito durante o episódio do maná:
"Quando estávamos sentados junto às panelas de carne, quando comíamos pão a fartar; e foste nos trazer a este deserto para matar toda esta congregação com a fome." (Êxodo 16:3)
Por que motivo o povo encarava o futuro de modo pessimista? Por que ele não se lembrou, baseado no que acabara de ocorrer, que Deus, ao menos nesta fase, encontrava-se ao seu lado e lhe estenderia a salvação no devido momento? Qual seria a razão das reclamações e lamentos?
Estamos nos estendendo propositadamente nas questões acima, pois na história destas reclamações e nos episódios da água amarga e do maná, oculta-se toda a verdade bíblica e a visão desta sobre o papel do homem no mundo. A chave para a compreensão encontra-se no seguinte versículo:
"E clamou ao Eterno e mostrou-lhe o Eterno uma árvore, e jogou-a nas águas e adoçaram-se as águas. Ali deu-lhe (Deus ao povo) estatutos e leis, e ali o provou." (Êxodo 15:25)
Um versículo construído de forma estranha, pois trata de três assuntos aparentemente sem relação entre si. O primeiro é a transformação da água salgada em água doce por meio de um tronco de árvore, o segundo é o anúncio da aplicação de alguma lei sobre o povo, e o terceiro é introduzido por uma única palavra que fala sobre algum tipo de prova à qual o povo foi submetido.
Apesar de aparentemente estranha, a união destes três assuntos em um único versículo é um indício de que estão interligados. Entendemos assim que a dessalinização das águas depende de algum modo de estatutos e leis que, por sua vez, dependem de algum tipo de prova cuja natureza devemos decodificar.
Qual o significado bíblico do verbo "provar" e qual seu sentido neste contexto? A resposta nos é fornecida pelo Rabino Hirsch:
"Provar, experimentar, testar e também exercitar: todo exercício é uma tentativa de solucionar algum problema que ainda não tenha sido total ou satisfatoriamente resolvido. Como, por exemplo, na luta entre David e Golias descrita em I Samuel 17:39, quando David retira de seu uniforme a espada, pois não exercitou-se em seu uso: 'Não posso andar com isto pois nunca a usei (experimentei)'. Neste versículo e ao longo de toda a caminhada no deserto, podemos interpre
BERESHIT / GÊNESIS
Bereshit No Solo da Gênese / Caim Mata Abel
Nôach Testando Um Sobrevivente
Lech Lechá Na Terra da Fome e das Guerras
Vaierá Imagens em Branco e Preto
Chaiê Sará Ao lado do Túmulo de Sara
Toledot Virtude em Contrapartida à Virtude
Vaietsê O Exílio de Jacob / Calada na Dor e na Tristeza
Vayishlach Sozinho na Noite Decisiva
Vaieshev Um reino à Sombra da Fogueira
Mikêts Enxergando Corretamente / Um Servo na Casa do Rei
Vayigásh Jacob não Morreu
Vaichi À Beira do Leito de Morte do Pai
SHEMOT / ÊXODO
Shemot A Sarça, o Fogo e os Espinhos
Vaerá Diante da Pouca Fé do Povo
Bó O Relógio da Renovação
Beshalách O Truque das Águas Amargas
Yitró Um Mundo Partido Ao Meio / Fragmentos dos Mandamentos Eternos
Mishpatim Favor Se Afastar
Terumá Segredos de uma Economia Correta
Tetsavê A Segunda Pele do Homem
Ki Tissá Um Presente Guardado no Cofre
Vaiac'hel Entusiasmo em Dose Dupla
Pecudê Um Ignorante na Farmácia
VAYICRÁ / LEVÍTICO
Vayicrá Jornada ao Interior do Ser Humano
Tsav Como o Primeiro Homem
Shemini Uma Ideia Puramente "Corporal"
Tazría A Morte que Contamina
Metsorá O Isolamento da Língua Desencaminhada
Acharê-Mot Uma Corrida de Obstáculos no Deserto
Kedoshím A Cegueira do Comércio de Armas
Emór O Homem e o Animal / Retrato do Ciclo e Contagem dos Dias
Behar Greve!
Bechucotai Moral Histórica
BAMIDBAR / NÚMEROS
Bamidbar Levantando a Moral dos Escravos - clique aqui e leia esse capítulo
Nassó A Coroa do Nazireu
Behaalotechá O Bom e Velho Egito
Shelách O Pranto dos que Desprezaram a Terra
Côrach No Meio da Discórdia
Chucat Combater e Recuar
Balac A Moção de Condenação a Israel
Pinchás O Assassinato de um Príncipe de Israel - clique aqui e leia esse capítulo
Matót Amar o Dinheiro No Exterior
Massê A Lei do Ar Puro
DEVARIM / DEUTERONÔMIO
Devarim Ouvir, Simplesmente Ouvir
Vaetchanán A Lei que está Além da Lei
Ékev O Elogio da Boa Terra
Reê Educação por Dez Porcento
Shofetim Somos Todos Assassinos
Ki Tetsê Três "Pequenas" Histórias
Ki Tavô Absurdos na Relva da História
Nitsavim Como é Possível Obrigar?! / Mark Twain no Rastro de Moisés
Vaiêlech O Momento da Separação
Haazínu Daqui Não Podem ser Expulsos / "E Eu, Certamente Esconderei Meu Rosto..."
Vezot Haberacha As Bênçãos do Último Dia
Os comentários que compõem este livro versam sobre as Parashiot ha-Shavúa, as porções semanais da Torá lidas a cada Shabat. Originalmente publicados nas edições das sextas-feiras do diário israelense Maariv, eles foram escritos e editados segundo critérios jornalísticos, com o objetivo de aproximar tema e leitor através de uma linguagem ágil e atual. Esta opção pela forma, porém, não afeta em momento algum a profundidade dos conteúdos expressos nas parashiot.
O trabalho não se destina, a princípio, àqueles que fazem do estudo da Torá seu compromisso de vida. O objetivo, aqui, é abrir uma fresta que deixe entrar a luz no coração de todos os que não estão familiarizados com o mundo bíblico, nem tampouco com a riqueza das contribuições de nossos sábios (Chazal) e comentaristas. Neste aspecto, as respostas dos leitores ao longo dos anos me foram de grande valia, apontando expectativas e caminhos que puderam ampliar a compreensão dos temas através do estabelecimento de paralelos com a vida cotidiana.
Apesar do estilo jornalístico e das referências contemporâneas, confesso que não fiz uso de nenhuma inovação, de nenhuma ideia que não tivesse por inspiração os comentários e interpretações há milênios transmitidos de geração em geração. Sua versatilidade e adequação aos nossos dias só fazem atestar a vivacidade e o caráter eterno da Torá.
Gostaria de destacar que minhas notas abrangem apenas alguns dos assuntos mais importantes do Pentateuco, e que a figura do homem bíblico encontra-se sempre em primeiro plano. A Torá se distingue pelas críticas objetivas que faz a seus heróis, jamais ocultando suas falhas. Nem mesmo Moisés, o homem de Deus, é isento perante a Torá.
Em diversas ocasiões utilizei palavras e conceitos como, por exemplo, pecado, raiva, fraqueza etc, todos eles contidos na própria Torá, apenas para tornar as explicações mais claras.
Advirto o leitor para que, em nenhum momento, ele próprio trate de julgar fatos e personagens por conta do peso das expressões empregadas. Não é possível, para nenhum de nós, avaliar os eventos bíblicos, pois a distância física e temporal impede uma avaliação objetiva e abrangente. Isto significa que os “pecados” e “fraquezas” das figuras da Bíblia não têm qualquer paralelo com nossos próprios pecados e fraquezas, típicos do nível espiritual infinitamente inferior em que vivemos.
Através da leitura e da análise, conseguimos observar apenas os aspectos “exteriores” das ações dos patriarcas e outras figuras bíblicas. São estes aspectos que nos trazem ensinamentos e benefícios. Mas eles não comportam, em hipótese alguma, nosso julgamento.
A explicação acima nasce de uma necessidade pessoal de evitar que o trabalho seja compreendido pobremente, ou de forma errada. Ele nada tem em comum com outros trabalhos nos quais personagens bíblicos são tratados leviana e superficialmente.
Estudiosos dedicados leram o texto com grande atenção, e generosamente apararam arestas e fizeram sábias observações. Se, ainda assim, o leitor se deparar com erros e imprecisões, afirmo de antemão que estes são de inteira responsabilidade do autor.
Agradeço Aquele que deu ao homem a razão e o saber, e que me ofertou, através de Sua bondade infinita, o direito de abrir as portas da Torá a toda uma geração que não a conhece.
Agradeço à minha querida esposa Sara, que criou o ambiente e a atmosfera na qual este trabalho pode florescer. Que sua remuneração seja completa diante do Senhor.
Sou, ainda, sinceramente grato a Shmuel Schnitzer, editor do jornal Maariv, pai da iniciativa que veio a dar origem a este livro. Seu respeito pela herança judaica e o desejo de transmiti-la, mesmo que dentro das limitações características de um jornal diário, foram os pilares que sustentaram a ideia deste trabalho. Que seja abençoado por isto.
Agradeço também a Naftali Krauss, experiente redator do Maariv, cujos conselhos e orientações contribuíram de forma valiosa para o sucesso da iniciativa.
A publicação desta obra em português é motivo de grande alegria para mim. Depois de ter vivido em São Paulo por quatro anos, participando de uma missão educativa, meus laços com a comunidade judaica local – tão querida e vibrante – apenas aumentaram. Desde então eu ansiava contribuir, de alguma forma, para seu crescimento espiritual.
Fiquei muito contente quando Jairo Fridlin, da Editora Sêfer, entrou em contato comigo para tratar da publicação de uma ampla seleção dos textos do meu livro PARASHÁ UFISHRÁ, que já se encontra na 10ª edição em Israel.
Por fim, rogo ao Criador do Universo que as reflexões contidas nestas páginas atinjam o coração do leitor, aproximando-o da Torá e de seu espírito – a melhor receita de alento e inspiração para os problemas que acometem a sociedade contemporânea em sua busca incessante por um caminho a trilhar.
Rabino Moshe Grylak
Um dos primeiros livros editados e publicados pela Editora Sêfer foi essa coletânea de comentários sobre as 54 porções semanais da Torá – o primeiro de vários. Foi escolhido devido à diversidade de temas abordados nele, à sua linguagem ágil e moderna e pela profundidade e clareza com que o autor abordava os assuntos, principalmente para quem não conhece o tema a fundo mas deseja entender os ensinamentos e lições atemporais que o Pentateuco tem a nos ensinar.
Na época, as poucas obras similares disponíveis eram extremamente básicas e não enfrentavam – pelo contrário, fugiam! – de questões mais polêmicas e que exigissem algum aprofundamento e visão crítica. Não por acaso, muitas de suas prédicas haviam bebido da fonte do Rabino Samson Raphael Hirsch, cujo comentário sobre a Torá (“Torá Interpretada”) viríamos a publicar 23 anos depois. E passados tantos anos, continuo a achá-lo extremamente atual e inspirador.
Jairo Fridlin
fundador e Publisher da Editora Sêfer
Cadastre-se para receber ofertas e novidades exclusivas da Livraria Sêfer