Product Image

Os Judeus que construíram o Brasil

Fontes inéditas para uma nova visão da história

R$ 85,00
R$ 85,00
R$ 85,00
Autor(es): Anita Novinsky
SKU: 14001
Páginas: 304

Simule seu frete:

Em 1591, os portugueses mandaram inquisidores para o Brasil a fim de vigiar e perseguir os judeus. Distante da Europa, o país foi o destino de muitos convertidos, os cristãos-novos. Neste livro, as historiadoras Anita Novinsky, Daniela Levy, Eneide Ribeiro e Lina Gorenstein contam como a Inquisição prendeu mais de mil pessoas, sendo que 29 morreram, além de provocar o desaparecimento de outras mil e de arruinar com famílias em todo o país.
Product Image

Os Judeus que construíram o Brasil

R$ 85,00

Os Judeus que construíram o Brasil

R$ 85,00
Um capítulo escondido do Brasil. Uma passagem mantida em sigilo. Um passado que envergonha a todos- a fatídica história da Inquisição portuguesa que transferiu para a colônia a perseguição aos judeus. Discriminação, racismo, mortes. Esta é a grande revelação que traz o livro "Os judeus que construíram o Brasil" - fontes inéditas para uma nova visão da história. Resultado de pesquisas realizadas em todo o mundo e, em especial, no até então secreto arquivo do Santo Ofício da Inquisição, esta obra mostra como os judeus e os cristãos novos foram perseguidos nos séculos XVI, XVII e XVIII. A Inquisição contra os judeus foi autorizada pelo Papa e começou em 1478 na Espanha e em 1536 em Portugal. Mas só no final do século XVI, em 1591, os portugueses mandaram quadros para o Brasil a fim de vigiar e perseguir os judeus. Distante da Europa, o país foi o destino de muitos convertidos, os cristãos-novos. Neste livro, as historiadoras Anita Novinsky, Daniela Levy, Eneide Ribeiro e Lina Gorenstein contam como a Inquisição prendeu mais de mil pessoas, sendo que 29 morreram, além de provocar o desaparecimento de outras mil e de arruinar com famílias em todo o país.

Anita Waingort Novinsky foi uma das maiores historiadoras brasileiras, especializada na Inquisição portuguesa no Brasil, nos costumes dos criptojudeus e no renascimento da consciência judaica destes, 200 anos após o fim da Inquisição no Brasil.

Nascida em Stachow (Polônia), imigrou com sua família para o Brasil quando tinha um ano de idade. Graduou-se em Filosofia pela USP (1956), especializou-se em Psicologia pela USP (1958) e em Racismo no Mundo Ibérico pela École des Hautes Études en Sciences Sociales et Religiouses (1977), e obteve o doutorado em História Social pela USP (1970) e o pós-doutorado pela Universidade de Paris I (1983), tendo sido Livre Docente da USP até o fim de sua vida.

Foi a fundadora do Laboratório de Estudos sobre a Intolerância da USP e era considerada uma autoridade no tema da Inquisição. Professora emérita da Universidade de São Paulo e professora-visitante em universidades americanas e francesas, foi autora de nove livros e uma centena de artigos no Brasil e no exterior.

Em 2013, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico outorgou a ela a distinção de Pioneira da Ciência no Brasil em homenagem à sua trajetória como investigadora.

Faleceu no dia 20 de julho de 2021.

Histórico de Visitas