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Uma Lição a Cada Dia

R$ 46,00
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Autor(es): Chafets Chaim
SKU: 185
Páginas: 400

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Apresenta o conceito e as leis do falar adequadamente, organizados para o estudo diário, baseado nas obras "Sêfer Chafets Chaim" e "Sêfer Shemirat Halashon", com passagens da vida desse grande sábio, de forma a convidar o leitor a ter acesso a uma nova lição a cada dia.
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Apresenta o conceito e as leis do falar adequadamente, organizados para o estudo diário, baseado nas obras “Sêfer Chafets Chaim” e “Sêfer Shemirat Halashon”, com passagens da vida desse grande sábio, de forma a convidar o leitor a ter acesso a uma nova lição a cada dia.

 

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"Quem quer vida, quem quer vida?", anunciava o Rabi Yisrael Meir HaCohen Kagan há mais de meio século atrás em uma rua movimentada de Radin, na Polônia. 
Segundo o Rabi Yisrael, conhecido mundialmente pela alcunha Chafets Chaim, a fórmula mágica resumia-se em amar ao próximo e guardar a língua de toda e qualquer maledicência. Falando assim parece simples ... se o Judaísmo não prescrevesse tantas leis sobre o tema. São vários detalhes e situações, muitas regras e exceções que exigiriam horas e horas de estudo.
Porém, graças ao Shemirat Halashon Yomi, o sistema de estudo diário dessas normas em hebraico, ficou mais fácil aprender e praticar as regras básicas de conduta. E graças ao Chafets Chaim: Uma Lição a Cada Dia, agora em português, ficou ainda mais fácil ser gente...


O Rabino Israel Meir Hacohen Kagan nasceu em Zhetel, Polônia, no dia 11 de Shevat de 5598 (6/02/1838). Foi educado até os 10 anos por seus pais; transferiu-se para Vilna a fim de dar continuidade aos seus estudos judaicos e por fim estabeleceu-se na cidade de Radin. O Rabino Israel Meir passava os dias estudando Torá e disseminando o seu conhecimento entre as pessoas simples. Com o crescimento da sua reputação, estudantes de toda a Europa vieram até Radin para estudar com ele.

Em 1869 a sua casa ficou conhecida como a Yeshivá de Radin. Além da yeshivá, o rabino Israel Meir era muito ativo no que dizia respeito às causas judaicas. Viajava longas distâncias com o intuito de estimular o cumprimento das mitsvót entre os judeus.

Entre 1870 e 1871 escreveu a sua primeira obra, o Sêfer Chafets Chaim, uma compilação de leis que tratam da maledicência e da difamação. A obra foi finalmente publicada em 1873 e obteve tanta repercussão que o rabino Israel Meir ficou conhecido como o "Chafets Chaim". Gigantes espirituais da época, como o rabino Israel Lipkin (Salanter), perceberam que estavam diante de uma daquelas personalidades raras que deixariam a sua marca sobre todo o povo.

O Chafets Chaim sentia que as leis práticas de bondade e caridade eram cada vez mais ignoradas. Assim como tratou da questão de lashon hará (maledicência) ao publicar Shemirát Halashón - que enfatizava a importância de vigiar a própria língua, citando os ensinamentos dos nossos Sábios - resolveu fazer o mesmo por guemilut chéssed em seu livro Ahavat Chéssed: classificou suas leis e realizou uma campanha para que os judeus se reunissem em grupos de estudos para estudá-las e aplicá-las. Em decorrência disso, surgiram centenas de sociedades que emprestavam dinheiro sem juros, abrigos para os sem-teto e sociedades de bicur cholim.

O Chafets Chaim estava preocupado com uma deficiência na literatura haláchica: não havia nenhum comentário moderno sobre o Orach Chaim (a seção do Shulchan Aruch que trata dos rituais cotidianos e das datas festivas) que resumisse séculos de comentários e responsa, a fim de oferecer decisões autorizadas em áreas de disputa no campo da Halachá. Em 1894 passou a escrever a sua obra-prima, a Mishná Berurá. Concluída somente em 1919, esta obra exerce grande influência até os dias atuais. A sua amplitude, concisão, clareza e genialidade falam por si, bem como a sua aceitação universal. Este é o atestado supremo que dá ao seu autor a estatura de um sábio.

O Chafets Chaim foi um dos primeiros a se dar conta de que o judaísmo da Torá precisava atualizar as suas táticas a fim de se opor à arremetida de seus adversários

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