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O Templo Sagrado de Jerusalém

R$ 280,00
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em até 5x de R$ 56,00 sem juros
Autor(es): Yisrael Ariel
Editora: Sêfer
SKU: 146983
Páginas: 464
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Luxuoso livro de 464 páginas, formato 21x28 cm, colorido, que oferece ao leitor um vislumbre magnífico da glória e esplendor do Templo Sagrado. Por meio de centenas de interpretações artísticas detalhadas, criadas por alguns dos mais habilidosos artistas de Israel, o Santuário e o serviço sacerdotal ganham vida, e o leitor poderá começar a entender a beleza do Serviço Divino realizado no Templo Sagrado durante as festas e ao longo de todo o ano.
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O Templo Sagrado de Jerusalém

R$ 280,00

O Templo Sagrado de Jerusalém

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Agora dá pra ver o que só era possível imaginar!

Luxuoso livro de 464 páginas, formato 21x28 cm, colorido, que oferece ao leitor um vislumbre magnífico da glória e esplendor do Templo Sagrado. Por meio de centenas de interpretações artísticas detalhadas, criadas por alguns dos mais habilidosos artistas de Israel, o Santuário e o serviço sacerdotal ganham vida.

Ao ler estas páginas, o leitor poderá começar a entender a beleza do Serviço Divino realizado no Templo Sagrado durante as festas e ao longo de todo o ano.

Veja o que o autor tem a dizer sobre este incrível lançamento!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A história do Tabernáculo e do Templo Sagrado


Em suas palavras de abertura às Leis do Templo, o Maimônides escreve que o Templo Sagrado é uma casa de Deus destinada ao serviço Divino ao longo do ano e à reunião do público nacional durante as três festas.

Além dos aspectos práticos, o Templo também esconde em suas profundezas um conceito muito profundo.

Os nossos sábios explicam que um dos propósitos para os quais o mundo foi criado foi o Templo Sagrado. No TB (Talmud da Babilônia) Pessachim 54a é afirmado: “Sete coisas foram criadas antes do Universo, e são elas: a Torá, o Arrependimento, o Jardim do Éden, o Purgatório, o Trono da Glória, o Templo Sagrado e o nome do Messias.” Em outras palavras, o Templo é o ápice do processo de reparação e elevação do mundo, que culminará com a chegada do Messias e a redenção completa de toda a humanidade.

Como veremos neste capítulo, a tradição judaica afirma que a primeira oferta sacrificial da História foi trazida por Adão, o primeiro homem, sobre o Monte Moriá, o futuro local do Templo Sagrado de Deus. Noé foi o próximo a oferecer sacrifícios a Deus, seguido pelos patriarcas de Israel – Abrahão, Isaac e Jacob. Gerações depois, o Rei David expressou o seu profundo desejo de construir uma Casa para o Eterno – e seu filho, o Rei Salomão, foi quem concretizou tal desejo, e assim, o altar foi estabelecido no local que lhe fora designado desde tempos imemoriais.

Os nossos sábios nos lembram o fato de Abrahão ter recebido duas vezes a ordem “Lech lechá” – “Vai-te!”. A primeira vez foi quando ele recebeu o famoso comando de viajar para a Terra de Israel. A segunda ocasião foi depois que Abrahão passou por nove testes Divinos e recebeu as instruções referentes ao décimo e mais difícil de todos eles: “… vai-te à terra de Moriá [para realizar o sacrifício de Isaac sobre o altar].” O Midrash (Bereshit Rabá 39:9) ensina: “[O comando] ‘vai-te’ foi declarado duas vezes, mas não sabemos qual deles é mais amado…”, e o Midrash conclui: “O segundo é mais amado que o primeiro.” Em outras palavras, a viagem de Abrahão com seu filho Isaac ao Monte Moriá para construir um altar e a declaração feita naquele momento acerca do estabelecimento do Templo Sagrado ali – isso foi ainda mais amado pelo Eterno do que o comando original ‘Vai-te’, para se dirigir à Terra de Israel. A razão disso é o fato de o Templo ser o pináculo e coração da Terra Santa.

Séculos se passaram antes que o Templo Sagrado fosse realmente construído em Jerusalém. Primeiro, a recém-formada nação de Israel deixou o Egito e construiu um Tabernáculo – o Mishcán – aos pés do Monte Sinai. A data da inauguração do Tabernáculo – 1º de Nissan – é considerada um dia crucial na História do mundo, conforme nos ensina o Midrash (ibid. 3:9):

“Aquele dia foi adornado com dez coroas: foi o primeiro dia da Criação; o primeiro dia dos reis; o primeiro dia dos príncipes; o primeiro dia do sacerdócio; o primeiro dia da Presença Divina – conforme está escrito, ‘E Me farão um santuário’ (Êxodo 25:8) –; o primeiro dia de bênção; o primeiro dia de serviço Divino; o primeiro dia da proibição das bamót (plataformas sacrificiais erigidas fora do Santuário); o primeiro dia de abate no lado norte do Santuário; e o primeiro dia em que o fogo sagrado desceu dos Céus.”

Os sábios explicam que a data de 1º de Nissan, o dia da Criação do Mundo, foi propositadamente escolhida para a inauguração do Tabernáculo, para ensinar às gerações futuras que o Santuário e a Presença Divina manifestada dentro dele marcam a completude da Criação.

Do Monte Sinai, o Tabernáculo continuou suas jornadas até Érets Israel – a Terra de Israel –, acampando em vários locais no deserto do Sinai e na Terra Santa: Guilgal, Shiló, Nov, Guivón… até o Templo permanente ser construído por David e Salomão em seu local pré-ordenado – o topo do Monte Moriá, em Jerusalém.

Conforme será descrito e recontado nos capítulos a seguir, o Primeiro e Segundo Templos representam os capítulos mais gloriosos da história judaica. Ainda assim, o objetivo principal do Templo é servir como uma fonte de iluminação para o mundo inteiro e todos os que vivem nele. A mais profunda oração da nação judaica é ver a construção do Terceiro Templo Sagrado – que ocorra rapidamente! – e que ele perdure para sempre como um centro de espiritualidade para Israel e para todo o mundo.

Assim predisse o profeta Isaías (2:2-3): “E ocorrerá no fim dos dias, que o monte da Casa do Eterno se elevará acima de todos e se destacará dentre as colinas, e a ele afluirão todas as nações. A ele irão muitos povos e dirão: ‘Vinde e ascenderemos à montanha do Eterno, à Casa do Deus de Jacob! Ele nos ensinará Seus caminhos e por eles seguiremos, pois de Tsión virá o ensinamento da Torá e de Jerusalém a palavra do Eterno!’”

Prefácio
Apresentação à Edição Brasileira
A história do Templo Sagrado
O Templo do Rei Salomão
O Segundo Templo
A estrutura do Templo Sagrado
As vestimentas sacerdotais
O Sinédrio na Câmara de Pedras Talhadas
As Mulheres no Templo Sagrado
Rosh Hashaná no Templo
Iom Kipúr: o Dia da Expiação
A Festa de Sucót no Templo Sagrado
A Festa de Pêssach no Templo
A peregrinação a Jerusalém
A Festa de Shavuót no Templo Sagrado
Da destruição à reconstrução
Reconstruindo o Templo Sagrado em nossos dias
Glossário 

Ao longo das gerações, muitos estudiosos tentaram compreender e se aprofundar nos detalhes do Tabernáculo e do Templo. No entanto, eles não tinham as modernas ferramentas que dispomos hoje - seja na área de desenho e fotografia como na de produção de maquetes e modelos - para retratar verdadeiramente o assunto.

Como somos afortunados por podermos utilizar ferramentas de última geração para representar em detalhes o Templo em si e seus objetos! Hoje somos capazes de produzir pequenos modelos em escala, diagramas computadorizados de toda a estrutura e de cada minúsculo item presente nela, e muito mais.

O Instituto do Templo, em parceria com a Editora Sêfer, vem apresentar ao leitor moderno um verdadeiro tesouro de pinturas, fotografias e outras representações do Templo Sagrado e seu serviço. As pinturas foram feitas por grandes artistas e artesãos ao longo de décadas. O mesmo vale para os objetos, utensílios e móveis do Templo, nos quais muito esforço e habilidade - bem como consideráveis recursos financeiros - foram investidos.

Algumas das ilustrações e fotografias já foram apresentadas em diversas publicações do Instituto do Templo. No entanto, muitas pinturas e ilustrações foram adicionadas, bem como explicações e comentários, fazendo com que o presente trabalho seja uma contribuição importante e muito bem-vinda.

Com esta enciclopédia, todos - sejam professores ou alunos, pais ou filhos, eruditos da Torá ou iniciantes - poderão encontrar a sua maneira particular de estudar o tema do Templo Sagrado com precisão e grande fascínio. Todos os tópicos são apresentados de maneira extremamente abrangente e sistemática. Até uma criança poderá ver e examinar com seus próprios olhos o Templo Sagrado e seu serviço - quase como a visão concedida ao nosso mestre Moisés, quando aprendeu o assunto nos Céus.

As páginas desta obra foram escritas como uma preparação para o dia em que essas pinturas hão de ganhar vida em Jerusalém - a Cidade de Deus e do Santuário. Que elas sejam como os portões pelos quais os leitores adentrarão ao Templo Sagrado.

Rabino Chaim Richman
Diretor Internacional do Instituto do Templo

Apresentação à Edição Brasileira

Os nossos sábios nos ensinam (TB Sucá 55b) que o Bêt Hamicdash – o Templo Sagrado de Jerusalém – trazia uma grande bênção sobre todos os povos da Terra, e que se eles soubessem da sua importância, jamais permitiriam que ele fosse destruído.

Os nossos livros mencionam um lendário encontro entre o profeta Jeremias e o filósofo Platão, que se espantou ao ver Jeremias chorando pelas pedras chamuscadas do Templo de Jerusalém.

– Será que é necessário se enlutar por pedras? – questionou ele.

O profeta perguntou então ao filósofo se ele tinha dilemas filosóficos. Este  lhe apresentou suas dúvidas e questões não equacionadas. De pronto Jeremias as solucionou uma a uma, de forma clara e lógica, deixando Platão espantado com a profundidade de seu raciocínio. E então  o profeta lhe disse:

– Saiba que toda a minha sabedoria provém das pedras do Bêt Hamicdash, agora destruído!

Geralmente, a nossa percepção da realidade é superficial, pois capta o dia a dia como se fosse um amálgama de diversos eventos esporádicos que acontecem ao acaso. Já o Templo era um lugar onde a existência era captada através de um olhar mais elevado e profundo, no qual era possível entender o mundo através de um prisma profético que se elevava acima dos limites da percepção humana e que seguia o encaminhamento que Deus dá às rodas da História.

A Mishná (Kelim) ensina que há dez níveis de santidade que se revelam no espaço geográfico e que, quanto mais santo o local, maior é a nossa capacidade de nele receber a Inspiração Divina e ter uma visão mais profunda da realidade.

Acima do mundo está a Terra de Israel. Acima dela, a cidade de Jerusalém. Acima dela, o Templo Sagrado e, no topo da revelação, está o recinto denominado Códesh Hacodashim – a Santidade das Santidades.

Cada um desses lugares traz em si um mundo de percepções e a capacidade de viver e sentir os planos mais profundos da nossa existência.

Essas revelações eram bem mais perceptíveis na época do Templo, porquanto “era de lá que vinha a Inspiração Divina”, como ensinam os nossos sábios.

A Torá nos detalha num único capítulo do Gênesis os Seis Dias da Criação do nosso universo. Em contraste, o Livro do Êxodo dedica mais de quatro porções semanais para relatar os detalhes da construção do Mishcán, o protótipo móvel do futuro Templo.

A Criação do Mundo criou um lugar para o homem no mundo de Deus, enquanto o Tabernáculo – e mais tarde o próprio Templo de Jerusalém – criou um lugar para Deus Se revelar no nosso mundo. Para nós, essa tarefa é bem mais central e determinante, e por isso a Torá se prolonga em seus detalhes – detalhes nos quais estão inseridos segredos e ideias capazes de criar a Casa de Deus aqui na Terra.

Conectar-se com os detalhes do Templo Sagrado de Jerusalém nos envolve emocionalmente com a revelação de Deus no nosso mundo, aumenta a nossa nostalgia pela época passada de revelação e profecia, ao mesmo tempo em que planta em nossos corações o anseio pela época da salvação e os dias do Mashíach.

Notório e louvável é o persistente trabalho do Rabino Yisrael Ariel (shelita) em divulgar a herança e os valores do Bêt Hamicdash em nossa geração através do Instituto do Templo (Mechon Hamicdash) em Jerusalém. Devemos a ele um grande agradecimento, assim como a todos que tiveram a  iniciativa e se empenharam para que esta importante obra fosse editada em português de forma tão bela e majestosa.

Com os anseios da completa gueulá (redenção), 
Rabino Raphael Shammah

O Rabino Yisrael Ariel foi um dos paraquedistas do Exército de Israel que libertaram o Monte do Templo em 1967, durante a Guerra dos Seis Dias. Teve uma carreira rabínica ilustre e é um autor prolífico. Dentre suas inúmeras obras em hebraico, destacam-se os múltiplos volumes do Atlas das Fronteiras Bíblicas da Terra de Israel, um estudo sobre as fronteiras da Terra de Israel de acordo com as fontes bíblicas.

Há mais de três décadas idealizou e fundou o Instituto do Templo, que é uma organização educacional única, focada na preparação para a reconstrução do Templo Sagrado, e que busca aprofundar o conhecimento e a consciência da importância do Templo ao redor do mundo.

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