8294-6CAIXAS
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Matsa M. SNAYDE (nacional)

Lote de fabricação: 2026

SKU: 8294-2CAIXAS
Unidades: 2 caixas

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Caixa contendo 1 quilo de Matsá (ou Matza, pão ázimo) para Pêssach, a Páscoa judaica. Produzida no Brasil sob rigorosa supervisão do Rabino Shamai Ende. PRODUTO DISPONÍVEL APENAS NOS MESES DE MARÇO E ABRIL.
8294-1CAIXA

Matsa M. SNAYDE (nacional)

R$ 95,00

Matsa M. SNAYDE (nacional)

R$ 95,00
Unidades: 2 caixas

Caixa contendo 1 quilo de Matsá (ou Matza, pão ázimo) para Pêssach, a Páscoa judaica.

Produzida no Brasil sob rigorosa supervisão do Rabino Shamai Ende.

PRODUTO DISPONÍVEL APENAS NOS MESES DE MARÇO E ABRIL.

Lote de fabricação: 2026. Validade: 30/09/2027. 
Ingredientes: farinha de trigo pura e água. Contém glúten.

ALÉRGICOS: CONTÉM DERIVADOS DE TRIGO.

Informações Nutricionais
Quantidade por porção 30g (1 unidade)
 Quantidade por porção  

 %VD (*)

 Valor Energético
109kcal = 457kj

6

 Carboidratos
24g
8
 Proteínas
3,3g
4
 Gorduras Totais
0g
0
 Gorduras saturadas
0g
0
 Gorduras Trans
0g
 **

 Fibra Alimentar

0,6g 2
 Sódio

1,1mg

0
Contém Glúten
*Valores diários de referência com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8.400 kj. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas.


Depois de muitos anos sem contar com supervisão rabínica adequada, a tradicionalíssima Matsá M. Snayde, na caixa azul e branca, conta agora com a rigorosa supervisão do Rabino ortodoxo Shamai Ende, diretor da Yeshivá Tomchei Temimim de São Paulo.

ATENÇÃO: RECOMENDAMOS O FRETE VIA SEDEX, pois a modalidade PAC é mais lenta do que o anunciado pelos próprios Correios. Além disso, o manuseio das encomendas é feito com mais cuidado na modalidade SEDEX.

Em virtude de o transporte ser feito pelos Correios, as folhas de matsá podem chegar quebradas. Portanto, não nos responsabilizamos caso isso venha a acontecer.

* Este produto não está sujeito a troca.

Cada caixa contém de 24 a 26 folhas de Matsá.

CURIOSIDADES DO LIVRO JUDAICO DOS PORQUÊS

Por que se come Matsá em Pêssach?

A Matsá é comida durante Pêssach para cumprir o mandamento bíblico que comemora a partida repentina dos filhos de Israel do Egito: “E levou o povo a sua massa antes que estivesse levedada” (Êxodo 12:34).
Esta mensagem é ampliada em Deuteronômio 16:3: “sete dias comerás, nela, pães ázimos... porque apressadamente saíste da terra do Egito; para que te recordes do dia da tua saída da terra do Egito, todos os dias da tua vida.” A implicação deste verso, como interpretado pelos rabinos, é de que é obrigatório comer Matsá na primeira noite de Pêssach, mas é opcional nas demais – contanto que não se coma chamêts.

Por que a Matsá é chamada de “pão da pobreza”?

A Bíblia (Deuteronômio 16:3) e a Hagadá lida no Sêder se referem ao pão não levedado (Matsá) como léchem ôni, ou “o pão da pobreza”, também traduzido como “o pão da aflição”. Este nome é usado porque a Matsá é feita apenas com farinha e água (ver a próxima pergunta, que trata do pão da opulência).

Por que a Matsá ashirá (“Matsá rica”) não é usada em Pêssach?

A Matsá ashirá tem este nome porque contém ingredientes especiais. Enquanto a Matsá comum (também chamada de “o pão da pobreza”) é feita somente de farinha e água, a Matsá ashirá é feita de farinha misturada com vinho, óleo ou ovos, em vez de água. É, às vezes, chamada de “pão da opulência”.
O Talmud (Pessachim 36a) é de opinião que este tipo de Matsá não se enquadra na definição de léchem ôni (“o pão da aflição”) que a Bíblia ordena que seja utilizado para a comemoração de Pêssach. Para o Sêder ele não é permitido, a não ser para os mais velhos ou enfermos, que podem precisar deste tipo de Matsá por motivos de saúde.

Por que alguns judeus usam água especial para cozinhar a Matsá?

De acordo com uma antiga crença expressa no Talmud (Pessachim 94b), à noite, o sol esquenta os poços e correntezas por baixo da terra e as suas águas ficam tépidas. O Rabi Iehudá determinou que esta água não fosse usada na preparação da Matsá, porque a água tépida acelera a fermentação. Ele exigiu que a Matsá fosse feita com mayim shelánu, que significa água que foi “climatizada” ou mantida durante toda a noite em casa à temperaturas frias.

Por que se fazem furos nas matsót?

São feitas perfurações imediatamente antes que a massa esticada seja posta dentro do forno. Elas permitem que o ar escape, retardando assim a fermentação. As perfurações também evitam que a massa suba ou fique inchada enquanto é cozinhada.
Nos tempos antigos, costumava-se fazer perfurações com desenhos artísticos, o que foi mais tarde proibido, porque isto demorava muito tempo, o que aumentava as chances de fermentação. Conforme a lei, o processo inteiro, desde o amassar até o cozinhar, deve ser feito em no máximo dezoito minutos, período durante o qual não chega a acontecer a fermentação. Atualmente, as matsót feitas à mão são perfuradas rapidamente com uma rodinha (denominado reidel). A máquina de fabricar matsót tem um perfurador automático que traça linhas separadas a cada meio centímetro.

Por que havia oposição ao uso de matsót feitas à máquina?

A produção de matsót feitas à máquina em meados do século XIX, conduziu a uma forte controvérsia entre os estudiosos, que ainda se mantém. Muitos argumentavam que o processo mecanizado provocava fermentação: ao moer o trigo por meio de maquinaria pesada, se solta umidade. Também asseguravam que resíduos da massa aderem à superfície de cozimento e, portanto, se produz fermentação antes do término do processo no forno.

Por que a maioria das matsót são quadradas?

Originalmente, todas as matsót eram redondas. Em 1875, uma máquina de fabricar Matsá em formato quadrado foi inventada na Inglaterra e depois introduzida nos Estados Unidos.
Havia oposição ao uso da Matsá feita à máquina, como explicado na pergunta anterior. Alguns rabinos exigiram que, para atender às pessoas acostumadas com as matsót redondas, se cortassem as pontas das matsót quadradas. Outros argumentaram que este processo de arredondar os cantos prolongava o tempo de preparação e permitia que a fermentação ocorresse. Replicou-se que a máquina era bastante rápida e, por isso, não dava tempo para que a fermentação começasse. Hoje em dia, muitos judeus preferem as matsót redondas, sejam elas feitas à mão ou à máquina.
Por que não se come Matsá durante todo o dia anterior a Pêssach?
A sensação de novidade de degustar a Matsá durante o Sêder seria perdida se ela tivesse sido comida antes, durante o dia que antecede a festa. O Rabi Levi, que foi o primeiro a propor esta regra, encontrada no Talmud de Jerusalém (Pessachim 10:1), colocava a questão assim: “Quem come Matsá na véspera de Pêssach é como alguém que tem relações íntimas com sua futura noiva no lar do seu futuro sogro.” Alguns judeus se abstem de comer Matsá durante um mês inteiro antes da festa para valorizar ainda mais a experiência de comê-la pela primeira vez no Sêder.

Por que se colocam três matsót inteiras na mesa do Sêder?

Nas refeições dos dias de festa e do Shabat, dois pães (chalót) são colocados na mesa como recordação dos Pães da Proposição, que eram dispostos em duas fileiras pelos sacerdotes, na época do Templo. Em Pêssach, como não se pode comer pão, usam-se duas matsót em seu lugar. A terceira Matsá é acrescentada como lembrança da natureza alegre desta festa da liberdade.
Algumas autoridades interpretam o uso de três matsót como representando os três grupos de judeus sob o ponto de vista da vida religiosa: sacerdotes, levitas e israelitas.
Alguns estudiosos talmudistas opinavam que, quando Abraão deu as boas-vindas aos três anjos à porta de sua tenda, era Pêssach. E quando ele pediu a Sara que pegasse “três medidas de fina farinha” e cozinhasse tortas, ela fez três matsót. Eles dizem que, para rememorar aquele evento, se colocam três matsót na mesa de Pêssach.
De acordo com algumas autoridades, o Gaon de Vilna insistia que somente duas matsót deveriam ser postas na mesa do Sêder.

Por que alguns judeus só comem matsá shemurá no Sêder?

Matsá shemurá ou Matsá shel mitsvá significa “Matsá guardada ou cuidada”.
Diferentemente da Matsá comum, a Matsá shemurá é guardada desde o momento em que o grão é cortado até o momento em que é cozida no forno. Para reduzir as chances de fermentação (comida fermentada é proibida em Pêssach), a Matsá é preparada em ambiente livre de umidade (ou tão seco quanto for possível). Durante o processo de cozimento, toda a atividade é cuidadosamente supervisionada para não prolongar o procedimento desnecessariamente, reduzindo mais ainda a possibilidade de fermentação.
De acordo com os rabinos do Talmud (Pessachim 120a), a obrigação positiva de comer Matsá se aplica somente à primeira noite de Pêssach, embora esteja bem claro que pão e produtos fermentados sejam proibidos durante toda a duração da festa. Por isto, a Matsá selecionada para consumo na mesa do Sêder é bastante especial e a Matsá shemurá é o único tipo usado pelos judeus muito observantes. Os chassidim comem somente a Matsá shemurá durante a festividade.
A Matsá shemurá é, em geral, feita totalmente à mão em “padarias” especiais que não funcionam durante o resto do ano. O custo por quilo é, naturalmente, mais alto do que o da Matsá feita à máquina. Não obstante, hoje já existe Matsá shemurá feita à máquina também.