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O Livro de EclesiastesO Livro de Eclesiastes (Cohélet) é o terceiro e último dos três livros escritos pelo rei Salomão, filho do rei David, o qual é chamado pelo texto bíblico de “o mais sábio de todos os homens”. Escrito em sua velhice, foi com seu coração sábio e perspicaz que ele elaborou obras que tocassem fundo a vida dos seres humanos. Obra bilíngue (português e hebraico), reúne comentários compilados pelo tradutor Adolpho Wasserman. 2a. edição. Capa brochura com orelhas. Formato 16 x 23 cm. Adquira a coleção com os 3 livros do Rei Salomão:Coleção Rei Salomão.
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Edição Steinsaltz dos Profetas - Volume 2: SamuelNa Bíblia Hebraica, o Livro dos Profetas como um todo é composto pelos seguintes livros: Josué, Juízes, Samuel I e II, Reis I e II, Jeremias, Ezequiel, Isaías e "Os 12", que inclui os profetas menores: Oseias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miqueias, Nahum, Chabacuc, Tsefanyá, Chagai, Zacarias e Malaquias. Ao todo, houve 48 profetas e 7 profetisas cujas profecias foram registradas devido à sua importância. Em adição a estes, houve profetas em Israel a cada geração, mas pelo fato de suas profecias terem sido restritas apenas ao seu tempo, elas não foram registradas. A "Edição Steinsaltz dos Profetas" é a tão esperada versão da tradução e comentários do Rabino Adin Even-Israel Steinsaltz sobre o Livro dos Profetas da Bíblia Hebraica. Nos moldes da sua monumental tradução comentada de todo o Talmud, esta edição inclui um tesouro de informações que tornam o texto mais claro, fascinante e relevante para usuários de todas as origens. Aqui, o comentário do rabino Steinsaltz busca conectar o leitor diretamente à leitura simples do texto. Ele inclui referências a muitos comentários, ao mesmo tempo em que visa remover quaisquer "barreiras" ao texto. Este novíssimo volume apresenta vários elementos inovadores, incluindo: versos hebraicos em fonte clara, com vogais e pontuação, tradução acessível que reflete a compreensão do rabino Steinsaltz sobre o texto, fotos coloridas que identificam objetos bíblicos e ilustram conceitos complicados, notas e fotos de arqueologia moderna e descobertas científicas, mapas, ilustrações e gráficos para esclarecer locais e conceitos, materiais suplementares de apoio, referências cruzadas à Torá. Sobre o Livro de Samuel (I e II)O Livro de Samuel (Shemuel) traz a história de um dos grandes líderes do povo judeu, o profeta Samuel. A história principal gira em torno dos primeiros dois reis de Israel: Saul e David. Ambos foram ungidos por Samuel. Você encontrará também a luta de David contra Goliat, os erros de Saul e a fascinante história de vida do maior de todos os reis judeus, David. Lemos sobre como ele conquistou Jerusalém, a trágica morte de Uzá, as numerosas batalhas de David contra as nações inimigas, seu casamento com Bat-Sheva, o nascimento de Salomão, a rebelião de seu filho Avshalom, e muito mais. Capa Dura. Volumes disponíveis desta série:Edição Steinsaltz dos Profetas - Volume 1: Josué e JuízesEdição Steinsaltz dos Profetas - Volume 2: Samuel I e Samuel IIEdição Steinsaltz dos Profetas - Volume 3: Reis I e Reis IIEdição Steinsaltz dos Profetas (vols. 1, 2, e 3)Edição Steinsaltz dos Profetas - Volume 4: IsaíasEdição Steinsaltz dos Profetas - Volume 5: Jeremias Outras obras do Rabino Steinsaltz publicadas em português:* Talmud Essencial* Figuras do Talmud* Figuras da Bíblia* A Alma* O Pronunciamento que Sustenta a Criação * Teshuvá - Um guia para o judeu recém-praticante - esgotado* O Alfabeto Sagrado* A Rosa de Treze Pétalas - esgotado* Desvendando o Tanya (1)* Coleção Steinsaltz
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Mishná - Tratado de Taanit (20)Nesta obra, as mishnayot são apresentadas em hebraico e traduzidas ao português, e estão acompanhadas de uma explicação baseada no Talmud, bem como nos Comentaristas da Mishná e do Talmud, e procura oferecer uma explicação básica e clara do texto da mishná e das razões das leis ou opiniões apresentadas nela. Os comentários que seguem a explicação da mishná têm como meta o desenvolvimento mais profundo de certos temas da mishná, bem como trazer algumas interpretações distintas da apresentada na explicação básica.As notas de rodapé servem principalmente para elucidar temas secundários, que não implicam diretamente na própria explicação da mishná. Isto é feito por meio da explicação sucinta do tema em questão ou pela remissão a outra fonte. São apresentados nelas, também, ligeiros comentários ou referências à halachá (lei prática).O Tratado de Taanit versa sobre diversos tipos de jejuns: os que constam no calendário judaico e os que são decretados à comunidade em caso de necessidade - como falta de chuvas, e ensina as leis referentes aos trechos sobre a chuva acrescentados nas rezas - e apresenta diferentes tipos de desgraças e os jejuns decretados em função delas. Por fim, trata das leis dos quatro jejuns fixos do calendário e das desgraças que ocorreram em suas datas e as leis dos "Dias de Presença" (maamadot).Tratados disponíveis desta série:Mishná - Tratado de Berachot (1)Mishná - Tratado de Sucá (17)Mishná - Tratado de Rosh Hashaná (19)Mishná - Tratado de Taanit (20)Mishná - Tratado de Meguilá (21)
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Edição Steinsaltz dos Profetas - Volume 3: ReisNa Bíblia Hebraica, o Livro dos Profetas como um todo é composto pelos seguintes livros: Josué, Juízes, Samuel I e II, Reis I e II, Jeremias, Ezequiel, Isaías e "Os 12", que inclui os profetas menores: Oseias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miqueias, Nahum, Chabacuc, Tsefanyá, Chagai, Zacarias e Malaquias. Ao todo, houve 48 profetas e 7 profetisas cujas profecias foram registradas devido à sua importância. Em adição a estes, houve profetas em Israel a cada geração, mas pelo fato de suas profecias terem sido restritas apenas ao seu tempo, elas não foram registradas. A "Edição Steinsaltz dos Profetas" é a tão esperada versão da tradução e comentários do Rabino Adin Even-Israel Steinsaltz sobre o Livro dos Profetas da Bíblia Hebraica. Nos moldes da sua monumental tradução comentada de todo o Talmud, esta edição inclui um tesouro de informações que tornam o texto mais claro, fascinante e relevante para usuários de todas as origens. Aqui, o comentário do rabino Steinsaltz busca conectar o leitor diretamente à leitura simples do texto. Ele inclui referências a muitos comentários, ao mesmo tempo em que visa remover quaisquer "barreiras" ao texto. Este novíssimo volume apresenta vários elementos inovadores, incluindo: versos hebraicos em fonte clara, com vogais e pontuação, tradução acessível que reflete a compreensão do rabino Steinsaltz sobre o texto, fotos coloridas que identificam objetos bíblicos e ilustram conceitos complicados, notas e fotos de arqueologia moderna e descobertas científicas, mapas, ilustrações e gráficos para esclarecer locais e conceitos, materiais suplementares de apoio, referências cruzadas à Torá. Sobre o Livro de ReisO Livro de Reis I descreve o reinado do rei Salomão, que culminou na construção do Primeiro Templo Sagrado de Jerusalém. A história continua com a divisão de Israel em dois reinos e a colocação de estátuas durante o reinado de Yerovam, que levou o povo à adoração de ídolos, e, por fim, ao culto do Baal na época de Achav. Para mudar essa situação, o profeta Elias foi enviado àquele reino. O Livro de Reis II traz uma descrição dos milagres realizados pelo profeta Eliseu, prossegue retratando os eventos muitas vezes turbulentos e trágicos na vida dos reis, e termina com a dissolução de ambos os reinos. Capa Dura. Volumes disponíveis desta série:Edição Steinsaltz dos Profetas - Volume 1: Josué e JuízesEdição Steinsaltz dos Profetas - Volume 2: Samuel I e Samuel IIEdição Steinsaltz dos Profetas - Volume 3: Reis I e Reis IIEdição Steinsaltz dos Profetas (vols. 1, 2, e 3)Edição Steinsaltz dos Profetas - Volume 4: IsaíasEdição Steinsaltz dos Profetas - Volume 5: Jeremias Outras obras do Rabino Steinsaltz publicadas em português:* Talmud Essencial* Figuras do Talmud* Figuras da Bíblia* A Alma* O Pronunciamento que Sustenta a Criação * Teshuvá - Um guia para o judeu recém-praticante - esgotado* O Alfabeto Sagrado* A Rosa de Treze Pétalas - esgotado* Desvendando o Tanya (1)* Coleção Steinsaltz
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Guia dos PerplexosO Guia dos Perplexos é a obra-prima filosófica daquele que é considerado um dos maiores sábios judeus de todos os tempos: o Rabi Moshe ben Maimon - o Rambam, também conhecido como Maimônides. Escrito há mais de 800 anos e contendo 178 capítulos divididos em 3 partes, está sendo publicado na íntegra somente agora em português, com base nas mais respeitadas fontes históricas, religiosas e acadêmicas, em linguagem acessível e criteriosamente anotado pelo Dr. Yosef Flavio Horwitz - um brasileiro formado pela Universidade Hebraica de Jerusalém e pela Universidade Bar-Ilan -, após muitos anos de intensa pesquisa e dedicação.Esta obra se destinava a guiar pessoas versadas tanto nas disciplinas filosóficas como na Bíblia e no Talmud e mostrar o caminho profundo de estudar ambas - religião e filosofia - dentro de um modo de pensar racional.Na época de Maimônides, a filosofia aristotélica disseminava-se livremente no seio dos territórios sob domínio muçulmano, ao contrário do que ocorria naqueles sob influência cristã. Neste contexto, Maimônides se preocupou em munir os judeus de sua geração com subsídios filosóficos que lhes permitisse enfrentar o profundo desafio às suas crenças judaicas mais genuínas, oriundo do estudo da filosofia aristotélica e que gerava uma perigosa situação de perplexidade.Concordam os judeus e Aristóteles com a necessidade de uma causa primeira e, por conseguinte, única e eterna - que para os judeus corresponde a Deus. Etéreo e afastado dos destinos do homem comum para os filósofos, o Deus dos judeus é Quem lhes provê um caminho a seguir - a Torá - que, por sua vez, regulamenta todas as ações humanas e a Quem deve o ser humano se subordinar por completo.Porém, um Deus tão envolvido com o destino dos seres humanos, mas muitas vezes apresentado na Bíblia por meio de uma linguagem antropomórfica, gerava dificuldades para aqueles iniciados em filosofia. Maimônides resolve estas dificuldades brilhantemente, explicando as expressões antropomórficas e elucidando que os atributos atribuídos a Deus são somente negativos ou de Suas ações.iMaimônides aborda com profundo rigor filosófico e em consonância com os ensinamentos da Bíblia, temas fundamentais para o judaísmo, como a Criação do Universo, a profecia, a Providência Divina, a ética e a natureza do bem, do mal e da virtude.Talmudista, codificador, filósofo, matemático, médico e dono de um talento literário ímpar, Maimônides se tornou um dos maiores pensadores da Idade Média, e suas teorias exerceram influência significativa sobre filósofos e teólogos cristãos, muçulmanos e judeus de sua época, bem como em figuras como Tomás de Aquino, Espinoza, Leibniz, Newton, Kant e Emanuel Levinas, entre muitos outros, até os dias atuais, sendo estudado em universidades do mundo inteiro, e sua contribuição à humanidade de grande importância.O leitor moderno ficará impressionado com a sabedoria de Maimônides e a profundidade de suas ideias, e lhe ficará clara a razão de os estudiosos se referirem a este grande sábio assim: "De Moisés (da Bíblia) a Moisés (filho de Maimon) não houve outro igual a Moisés."Aproveite as promoções abaixo e, junto com o seu GUIA, compre mais um excelente livro:Guia dos Perplexos e Filosofia do TalmudGuia dos Perplexos e Tanah CompletoGuia dos Perplexos e Torá - A Lei de MoisésSerá que vale a pena estudar o Guia dos Perplexos? O que ele diz?Clique aqui e descubra a resposta!* * *Conheça a série Clássicos do Pensamento Judaico:O Caminho dos JustosOs Deveres do CoraçãoA Psicologia dos JustosConselhos ExtraordináriosDezenove Cartas sobre JudaísmoA Sabedoria da AlmaEm Busca da VerdadeGuia dos PerplexosO CuzaríPrefere em versão digital?O Caminho dos JustosOs Deveres do CoraçãoA Psicologia dos JustosConselhos ExtraordináriosDezenove Cartas sobre JudaísmoA Sabedoria da AlmaEm Busca da VerdadeO Guia dos Perplexos (coletânea)Guia dos Perplexos (obra completa)O CuzaríDemais ePubs da Editora Sêfer:Bíblia HebraicaA Arte de Amar o BemMedicina, Judaísmo e HumanismoIniciação ao Estudo da ToráIniciação ao TalmudA incomum história de uma homem comumSerá que todos os mandamentos possuem uma razão? Clique aqui e veja o que o mestre Maimônides pensava.
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Edição Steinsaltz dos Profetas (vols. 1, 2, e 3)Adquira os 3 primeiros volumes da série "Edição Steinsaltz dos Profetas" com desconto. Estes três volumes incluem os livros de Josué-Juízes, Samuel (I e II) e Reis (I e II). A "Edição Steinsaltz dos Profetas" é a tão esperada versão da tradução e comentários do Rabino Adin Even-Israel Steinsaltz sobre o Livro dos Profetas da Bíblia Hebraica. Nos moldes da sua monumental tradução comentada de todo o Talmud, esta edição inclui um tesouro de informações que tornam o texto mais claro, fascinante e relevante para usuários de todas as origens. O Livro de Josué (Yehoshua) narra como ele, o sucessor de Moisés, conquistou e dividiu a Terra Santa entre as famílias do povo de Israel. Também fala de Rachav, que arriscou sua vida para salvar os espiões judeus. O Livro dos Juízes (Shoftim) descreve o período dos juízes que lideraram o povo de Israel após o falecimento de Josué. Nele você encontrará juízes destacados, como Otniel, o erudito da Torá e guerreiro, Débora, a mulher juíza e profetisa, e o famoso juiz Sansão (cuja vida é muitas vezes mal interpretada por autores que não usam as fontes autênticas da Torá). O Livro de Samuel (Shemuel) traz a história de um dos grandes líderes do povo judeu, o profeta Samuel. A história principal gira em torno dos primeiros dois reis de Israel: Saul e David. Ambos foram ungidos por Samuel. Você encontrará também a luta de David contra Goliat, os erros de Saul e a fascinante história de vida do maior de todos os reis judeus, David. Lemos sobre como ele conquistou Jerusalém, a trágica morte de Uzá, as numerosas batalhas de David contra as nações inimigas, seu casamento com Bat-Sheva, o nascimento de Salomão, a rebelião de seu filho Avshalom, e muito mais. O Livro de Reis I descreve o reinado do rei Salomão, que culminou na construção do Primeiro Templo Sagrado de Jerusalém. A história continua com a divisão de Israel em dois reinos e a colocação de estátuas durante o reinado de Yerovam, que levou o povo à adoração de ídolos, e, por fim, ao culto do Baal na época de Achav. Para mudar essa situação, o profeta Elias foi enviado àquele reino. O Livro de Reis II traz uma descrição dos milagres realizados pelo profeta Eliseu, prossegue retratando os eventos muitas vezes turbulentos e trágicos na vida dos reis, e termina com a dissolução de ambos os reinos. * * * Volumes disponíveis desta série:Edição Steinsaltz dos Profetas - Volume 1: Josué e JuízesEdição Steinsaltz dos Profetas - Volume 2: Samuel I e Samuel IIEdição Steinsaltz dos Profetas - Volume 3: Reis I e Reis IIEdição Steinsaltz dos Profetas (vols. 1, 2, e 3)Edição Steinsaltz dos Profetas - Volume 4: IsaíasEdição Steinsaltz dos Profetas - Volume 5: Jeremias Outras obras do Rabino Steinsaltz publicadas em português:* Talmud Essencial * Figuras do Talmud * Figuras da Bíblia* A Alma* O Pronunciamento que Sustenta a Criação * Teshuvá - Um guia para o judeu recém-praticante - esgotado* O Alfabeto Sagrado* A Rosa de Treze Pétalas - esgotado* Desvendando o Tanya (1)* Coleção Steinsaltz
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Likutei Amarim Tanya (vol. 1 e 2)Depois de muitos anos de ausência, o TANYA - livro magno da Chassidut Chabad-Lubavitch - está de volta!A presente edição, que enfoca os capítulos 1 a 34, traz, além de belas introduções, o texto original em hebraico seguido da tradução para o português no estilo frase a frase, bem didático e claro.Toda a coleção:Likutei Amarim Tanya (vol. 1 e 2)Likutei Amarim Tanya (vol. 3)Likutei Amarim Tanya (vol. 4)Likutei Amarim Tanya (vol. 5)Likutei Amarim Tanya (vol. 6 e 7)Likutei Amarim Tanya (vol. 1 a 7) em 5 volumes
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Guia dos Perplexos e Torá - A Lei de MoisésO GUIA de Maimônides - um dos livros mais polêmicos e revolucionários da literatura judaica - discorre sobre o judaísmo com a Bíblia literalmente aberta ao seu lado. São dezenas e dezenas de citações. Cada ideia se baseia em alguma passagem da Torá e do Tanah. Por isso, não há como estudá-lo sem uma boa Torá à mão, para entender seus conceitos e contextualizá-los. * Guia dos Perplexos - Obra completa de Maimônides536 páginas O Guia dos Perplexos é a obra-prima filosófica daquele que é considerado um dos maiores sábios judeus de todos os tempos: o Rabi Moshe ben Maimon - o Rambam, também conhecido como Maimônides. Escrito há mais de 800 anos e contendo 178 capítulos divididos em 3 partes, está sendo publicado na íntegra somente agora em português, com base nas mais respeitadas fontes históricas, religiosas e acadêmicas, em linguagem acessível e criteriosamente anotado Quer conhecer antes de comprar? Baixe aqui um trecho desta obra gratuitamente! Versão digital: Guia dos Perplexos (obra completa) * Torá - A Lei de Moisés Edição revisada e atualizada de Meir Matzliah Melamed1408 páginas Esta preciosa obra apresenta o texto hebraico da Torá ao lado de sua tradução para o português. Mantendo intactas as interpretações dos comentaristas clássicos, e inspirada no Talmud e no Midrash, foi editada segundo as porções semanais de leitura e por capítulos e versículos, complementada por interessantes comentários e ilustrações. Quer conhecer antes de comprar? Baixe aqui um trecho desta obra gratuitamente! * * * Conheça a série Clássicos do Pensamento Judaico:O Caminho dos JustosOs Deveres do CoraçãoA Psicologia dos JustosConselhos ExtraordináriosDezenove Cartas sobre JudaísmoA Sabedoria da AlmaEm Busca da VerdadeGuia dos PerplexosO Cuzarí Prefere em versão digital?O Caminho dos JustosOs Deveres do CoraçãoA Psicologia dos JustosConselhos ExtraordináriosDezenove Cartas sobre JudaísmoA Sabedoria da AlmaEm Busca da VerdadeO Guia dos Perplexos (coletânea)Guia dos Perplexos (obra completa)O Cuzarí Demais ePubs da Editora Sêfer:Bíblia HebraicaA Arte de Amar o BemMedicina, Judaísmo e HumanismoIniciação ao Estudo da ToráIniciação ao TalmudA incomum história de uma homem comum
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em até 6x de R$ 58,33 -
Anel de prata Hamsa vazadaAnel de prata com uma Hamsa vazada. * A Hamsa é a palma de uma mão com seus cinco dedos estendidos, usada popularmente não só como um amuleto contra o mau-olhado, como também para afastar energias negativas e trazer felicidade, sorte e fortuna.No judaísmo, ela representa os cinco níveis espirituais da alma e a forma pela qual uma pessoa abençoa a outra, o que a torna um símbolo que evoca um pedido de bênção e proteção Divinas.
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R$ 220,00 - R$ 220,00
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Coleção Rei SalomãoA Coleção Rei Salomão é composta de 3 livros com capa brochura com orelhas e formato 16 x 23 cm. As obras são bilíngues (português e hebraico) e reúnem comentários compilados pelo tradutor Adolpho Wasserman. Cântico dos Cânticos O Rei Salomão compôs o Cântico dos Cânticos (Shir Hashirim) em forma de alegoria, como um diálogo apaixonado entre o Esposo (Deus), que ainda ama sua esposa banida, e sua cônjuge (o povo de Israel), que deseja ser novamente querida por Ele, recordando o amor que ela Lhe tinha na juventude. Com sua clarividência Divina, Salomão imbuiu as palavras desta alegoria da própria saga do povo judeu, desde o seu nascimento até a época messiânica. Eclesiastes O Livro de Eclesiastes (Cohélet) é o terceiro e último dos três livros escritos pelo rei Salomão, filho do rei David, o qual é chamado pelo texto bíblico de “o mais sábio de todos os homens”. Escrito em sua velhice, foi com seu coração sábio e perspicaz que ele elaborou obras que tocassem fundo a vida dos seres humanos. Provérbios Provérbios (Mishlê) é um livro divino de ética escrito pelo Rei Salomão. Ensina lições para hoje e sempre. Emociona, faz pensar e, principalmente, faz agir. É considerado um livro terapêutico, que reflete uma camada mais profunda do entendimento da vida.
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Tanach Koren - PequenoVersão EM HEBRAICO do Tanach (Bíblia Judaica ou "antigo" Testamento), considerada a mais precisa e autêntica, com todos os sinais massoréticos. Capa dura, papel bíblia.Tamanho: 11x15,5 cm. Importado de Israel.
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Meguilat RuthO objetivo do livro de Ruth é mostrar como o Todo-Poderoso age sobre todas as Suas criaturas com Sua Providência Divina, retribuindo a cada um conforme seu esforço. A Meguilá Ruth foi escrita pelo profeta Samuel, cuja estatura é comparada à Moshé e Aharon, e aparentemente foi escrita no final de sua vida, como sendo principalmente um documento sobre a ascendência da Família Real do Rei David, pois Ruth acabou se casando com Boaz e deu à luz Oved, que foi o pai de Yishai, sendo este o pai do rei David.
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Bíblia HebraicaSucesso de crítica e vendas: mais de 30.000 exemplares vendidos! Apresenta a tradução para o português da Bíblia diretamente do hebraico e à luz do Talmud e das fontes judaicas.Apresentada apenas em português, mostra a forma como os judeus leem e entendem o texto bíblico há milhares de anos. De certa forma, isso explicará por que os judeus são como são, em que se baseia a fé judaica ancestral e, talvez, o segredo da sua existência ao longo da história. Para os leitores não-judeus, a leitura de certas passagens causará alguma surpresa, e isso os fará ver a Bíblia com outros olhos, a partir do contexto judaico original da mesma e sem as "interferências" operadas em certas passagens polêmicas no decorrer dos tempos.São 880 páginas em papel Scritta branco 44 gr. (o que dá uma espessura de apenas 3 cm) e capa dura de luxo. * * * Os livros que compõem a BÍBLIA HEBRAICA são: Torá Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio ProfetasJosué, Juízes, Samuel, Reis, Isaías, Jeremias, Ezequiel e Os Doze (Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Mihá [Miquéias], Nahum, Habacuc, Tsefaniá [Sofonias], Hagai [Ageu], Zacarias e Malaquias)EscritosSalmos, Provérbios, Jó, Cântico dos Cânticos, Rute, Lamentações, Eclesiastes, Ester, Daniel, Ezra- Neemias e Crônicas * * * Inédito, um Tanach em português! por Bernardo Lerer Jairo Fridlin, da Editora Sêfer, já pode respirar aliviado: dois anos depois de iniciada, está pronta a primeira edição completa do Tanach, isto é, a Bíblia judaica, em português. Ele realiza "um sonho antigo, pois os judeus falam português há pelo menos mil anos e a única versão do Tanach numa língua próxima da nossa é de 1553, editada em Ferrara, na Itália, mas em ladino. Os judeus não tinham autorização para traduzi-la para o português", conta Jairo, que editou dezenas de livros de oração, de reflexão, para crianças, leis sobre cashrut, etc.A versão em português do Tanach terá 880 páginas, capa dura de luxo e uma lombada de apenas dois centímetros e meio, porque empregou-se o chamado papel bíblia, cuja folha pesa apenas 44 gramas. O livro é uma obra coletiva. Ele o traduziu junto com David Gorodovits, do Rio, e teve a revisão técnico-religiosa dos rabinos Marcelo Borer, Daniel Touitou e Saul Paves, e dos professores Norma e Ruben Rosenberg, Daniel Presman e Marcel Berditchevsky.O livro vai se destinar aos alunos das escolas judaicas e ao público em geral. A seguir, entrevista com Jairo Fridlin: Quais as novidades desta edição? A maior, sem dúvida, é seu "jeito" judaico, baseado e influenciado pela visão do sábios do Talmud e nas demais fontes judaicas dos últimos 2.000 anos. O uso dos nomes hebraicos - tanto dos personagens como dos lugares - torna o conjunto da obra mais interessante, porque usamos o "ben" para indicar a filiação (ex.: Avner, filho de Ner, virou Avner ben Ner). Quanto aos lugares, é possível entender onde que se passa pois esses pontos são visíveis no mapa hoje. Na grafia, usamos o H sublinhado para representar as letras Chet e Chaf, ao invés do tradicional CH. Acredito que o resultado seja bom. O público vai decidir. Embora seja apresentada convencionalmente, em capítulos e versículos - cuja origem não é judaica, mas teve que ser "oficializada" devidos aos recorrentes debates inter-religiosos da Idade Média -, tentamos demonstrar como é a divisão judaica para evita desmembramentos e descontextualizações de alguns textos. Apresentamos também aquelas "aberturas" que aparecem no textos hebraicos. Ficamos devendo a inclusão de todo o texto em hebraico. Isso fica para a próxima.Agora, em relação às outras traduções em português, o que mais a distingue é que nenhuma delas foi feita diretamente do hebraico, idioma original da Bíblia. O que ninguém discute e é um fato.Quais as grandes dificuldades encontradas para a tradução?Ao não inserir notas de rodapé, tivemos de decidir entre as diferentes opções de tradução de algumas palavras, bem como optar por um dos tantos e ricos caminhos exegéticos. Às vezes, seguimos a opinião de Rashi, outras a de Nachmânides, outras de um terceiro, e assim sucessivamente. Mas sempre apoiados em alguma opinião rabínica, e de preferência, a que melhor se articulava com o texto em si, a que damos o nome de "peshuto shel hamicrá".Que cuidados tiveram com a tradução?Em primeiro lugar, a clareza - para os jovens estudantes entenderem o que o texto diz. Nesse ponto, sacrificamos várias palavras - por si só corretas e precisas - por outras mais conhecidas e compreensíveis. Educadores constituíam o grupo de trabalho para dar uma forte conotação educativa à obra.Segundo, tentamos inserir no texto algo aparentemente abstrato mas cuja ausência é possível sentir em outras traduções: o olhar judaico, o gosto judaico, o som judaico; o estilo judaico, enfim.Além disso, tentamos extrair do texto certas influências externas que se incorporaram a ele, às vezes intencionalmente, o que o distanciava do original. Um exemplo é traduzir Shabat por "dia de descanso", que amanhã poderia vir a ser o domingo... ou traduzir a palavra Toráh apenas como Lei, quando sabemos que ela é muito, muito mais que isso.Raramente, e entre parênteses, inserimos palavras que complementam o texto, ou que o comentam, ou que identificam determinados personagens a que o texto faz referência. Isso poderá evitar que certas passagens sejam relacionadas a quem não de direito. Nos Profetas maiores e particularmente em alguns dos Escritos, não nos prendemos mais do que o necessário à letra do texto mas tentamos captar e transmitir sua mensagem de forma bem clara, como anteriormente na edição do livro dos Salmos. Nossa intenção é que o leitor se emocione com o texto, vibre e se envolva com a leitura. Neste caso, a tradução literal e "burocrática" seria um erro.De que fontes se valeram para a tradução? Primeiro, baseamo-nos na versão em hebraico do Tanach conhecida como "Kéter Aram Tsová" (ou Alepo), reconhecida como a mais fiel e autêntica, e que remonta à época de Maimônides.Consultamos traduções para o inglês, espanhol, francês - e mesmo português - como fontes de comparação e apoio, mas no apoiamos principalmente nos comentaristas clássicos do Tanach , conforme relacionado no livro, mencionando até a época em que viveram. Por que uma tradução para o português?Porque havia essa carência e, em algum momento, alguém teria de fazê-la. O Tanach é a base de todo o "edifício" do judaísmo. Todos os demais livros se relacionam a ele. E é triste e doloroso constatar que poucos de nós tivemos a oportunidade de conhecê-lo. Eu mesmo, no início de meus estudos, sofri para entender muitas passagens. Talvez agora, disponível uma tradução judaica para o português, mais pessoas se interessem em conhecer e estudá-lo com a profundidade que ele merece!Qual o significado desta obra?Para mim, é a maior de todas e tantas contribuições judaicas para a Humanidade. Ela é a ponte que poderá tornar o mundo uma grande família de povos e, à luz de seus ensinamentos, aprenderá, um dia, a se respeitar e a viver de forma harmônica e em paz, como nos ensina aquela famosa profecia do lobo e do cordeiro, de Isaías. Ela é o livro mais importante da cultura judaica e o que mais profundamente influenciou a civilização ocidental. Graças a ela, nos deram, aos judeus, o título honorífico e o devido respeito por sermos "o povo do livro". Pois devemos assumir esta condição, também em português.O texto foi traduzido na ordem direta, ou tal como se lê no original?Onde possível, tentamos colocar na ordem direta. Ao invés de "E falou o Eterno a Moisés", adotamos o "E o Eterno falou a Moisés". Mas em trechos dos Profetas e dos Escritos, o estilo do texto exigia que mantivéssemos a forma indireta.Quem já se mostrou interessado nela?Primeiramente, as escolas judaicas; creio que logo as famílias judaicas também se interessarão por uma obra tão importante e fundamental para a identidade judaica. O público não-judaico também está ansioso por conhecer a forma como nós, judeus, lemos e entendemos a Bíblia. Existe a possibilidade de ela vir a ser distribuída nos países de fala portuguesa?Existe, e vamos tentar fazer isso o mais breve possível.A edição inclui a exegese do texto bíblico?Apenas parcialmente, pois não existe tradução sem exegese. Em outras palavras, a própria tradução é, em certa medida, uma exegese. Caderno 2 - CULTURA de O Estado de S.Paulo - D5 22-1-2006Bíblia Hebraica, a nova versão que não é uma redundânciaGrupo de trabalho que teve à frente o editor Jairo Fridlin traz a especialistas mais um elemento complicador e enriquecedor Moacir Amâncio Existem várias e boas traduções da Bíblia em português. Uma grande tradução é aquela de João Ferreira de Almeida (a fiel), pela qualidade literária. A Bíblia de Jerusalém é uma das versões autorizadas para uso em pesquisa, etc. Católicos ou protestantes, cada um conta com a sua Bíblia, com o objetivo de atingir a verdade do texto original. No Brasil, onde existe vida judaica organizada há cerca de 150 anos, tinham aparecido as versões do Pentateuco (Torá) feita por Matsliah Melamed (Sêfer) e A Torá Viva (Maayanot). Faltava a parte complementar do conjunto, que forma a Bíblia Hebraica: Profetas e Escritos.A questão que se colocava: o que fazer quando se tratava de estudar essa literatura específica numa escola judaica, antes do conhecimento suficiente do hebraico, ou quando um judeu pretendia ler a Bíblia Hebraica em português? Era preciso recorrer às traduções em voga e adaptá-las à linha de pensamento exigida. Por isso o editor e tradutor Jairo Fridlin reuniu um grupo de tradutores, educadores e rabinos para resolver o problema - sem entrar na questão de que, diante do texto bíblico original, o leitor se apóia em comentários e, no caso de estudiosos, em pesquisas lingüísticas. O resultado é esta edição da Bíblia Hebraica em português. Pode ser vista como serviço prestado a fiéis e uma contribuição para o diálogo entre as religiões, que se iluminam reciprocamente - os especialistas têm agora mais um elemento complicador e enriquecedor.Fridlin e David Gorodovits se encarregaram da tradução, enquanto Uri Lam (responsável por tornar acessível em português O Guia dos Perplexos, de Maimônides) secretariou o grupo, e os demais se encarregaram de revisão técnica e outros tipos de assessoria especializada. Para chegar ao texto final, a equipe utilizou-se dos grandes exegetas antigos, que incluem desde rabinos talmúdicos e o tradutor aramaico Ônkelos, até os medievais Shelomô Itshak (Rashi), Ibn Ezra, Nahmânides, Maimônides, dom Isaac Abravanel, etc. Possíveis diferenças com outras versões nem sempre são tão claras e podem obedecer a critérios eruditos e sutis, com implicações interpretativas em diversas áreas. Um exemplo está em Êxodo, 21:8, que talvez dê idéia da complexidade em pauta, pois, como sabemos, a Bíblia é muito difícil em qualquer idioma.Trata-se do caso em que um pai vende a filha como serva e as conseqüências do ato. Diz o versículo: 'Se for má aos olhos de seu senhor para consagrá-la para si, ou remi-la, não poderá vendê-la (nem o pai) a outro homem após tê-lo servido e não havê-la desposado.' O nó aqui está em 'outro homem'. O original hebraico refere-se a 'povo estranho', o que é observado por Ferreira de Almeida e pela Bíblia de Jerusalém. No entanto, Ônkelos traduz para 'outro homem', assim como rabinos antigos entendem o versículo. Nada aqui é pacífico e não é este o espaço para análises do ponto, mas polêmicas à parte, os tradutores da Bíblia Hebraica procuraram as próprias tradições, que se explicam nela mesmas.Os caminhos de contrastes e confrontos sugeridos a partir daí são suficientes para estimular o estudo. Não há motivo para se considerar esta nova tradução uma redundância, diante da quantidade de traduções existentes. Até porque, como enfatizam os editores, não se conhece até hoje um esforço semelhante em português, mesmo no passado da Península Ibérica anterior à inquisição e à expulsão dos seguidores de Moisés. Além disso, qualquer texto só pode ser lido à luz do momento presente, e as análises mais conclusões dependem do enfoque do leitor. Por esses motivos, a publicação não pode passar sem registro - ela tem evidente sentido histórico. Moacir Amâncio é autor de Contar a Romã (Globo) São Paulo, sábado, 02 de setembro de 2006 Crítica/religiãoTradução mostra as interpretações do judaísmo para escrituras sagradas RAFAEL RODRIGUES DA SILVAESPECIAL PARA A FOLHA Hoje contamos com inúmeras traduções da Bíblia (tanto o Primeiro Testamento ou Bíblia Hebraica quanto o Segundo Testamento ou Testamento Cristão) com variados estilos, tendências e, evidentemente, com suas opções interpretativas. Se tomarmos as traduções que circulam nos ambientes cristãos, logo perceberemos sua perspectiva de análise e leitura do texto antigo. Agora, o leitor desavisado poderia questionar, ao se deparar com mais uma tradução para o português das Sagradas Escrituras Hebraicas: já não temos tantas traduções? Qual a intenção da editora Sêfer neste árduo trabalho de produzir uma tradução do texto hebraico? Ela traz a público uma versão do texto bíblico conforme a tradição judaica. Vale salientar que se trata de um trabalho pioneiro nos círculos judaicos, com a intenção de se manter o mais fiel possível ao texto original. Também busca se manter distante de certas tendências e interpretações teológicas. Nesse sentido, não há notas de rodapé (explicativas e interpretativas) como noutras traduções. Esta opção propicia um não direcionamento da leitura que as pessoas farão do texto. Mas devemos ter clareza de que, por mais que se diga que propomos uma tradução isenta e neutra de conveniências e interpretações teológicas, ainda assim, ao apresentar uma leitura conforme as tradições religiosas e culturais, estamos delimitando um caminho e uma proposta de leitura do texto. Seria interessante se a tradução trouxesse no final um pequeno glossário contendo alguns conceitos-chave que aparecem no texto e como eles são interpretados e relidos pela tradição judaica. Também seria interessante para ajudar os leitores que têm pouco conhecimento das tradições e da história do judaísmo contar na apresentação alguns aspectos da história, dos costumes e da cultura de Israel. No entanto, é de suma importância esta tradução da Bíblia Hebraica à luz do Talmud e das tradições judaicas. A editora Sêfer e os editores da Bíblia Hebraica estão de parabéns por mais este serviço aos estudiosos do texto sagrado, aos grupos religiosos e ao diálogo entre as tradições judaicas e cristãs. RAFAEL RODRIGUES DA SILVA é professor de exegese bíblica do Instituto Teológico São Paulo e da Unisal e professor de teologia do departamento de teologia e ciências da religião da PUC-SP. BÍBLIA HEBRAICA Editora: Sêfer Tradução: David Gorodovits e Jairo Fridlin (880 págs.) Revista 18Centro da Cultura Judaica - Casa de Cultura de Israel Ano IV - número 17 - Setembro / Outubro / Novembro 2006 - ISSN 1809-9793 Uma nova Bíblia em português Nova tradução da Bíblia hebraica, diretamente do idioma original, chega ao leitor brasileiro com a intenção de reparar distorções e de incluir a tradição sapiencial judaica. O trabalho,porém, é apresentado de forma monolítica, sem notas nem comentários, ou seja, é umaentre muitas interpretações possíveis das escrituras. Por Suzana Chwarts(Arqueóloga bíblica e professora de Estudos Bíblicos na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP) A publicação da Bíblia hebraica por David Gorodovits e Jairo Fridlin - "baseada no hebraico e à luz do Talmude e das fontes judaicas" - traz ao leitor brasileiro o texto bíblico a partir de uma perspectiva judaica, segundo escrevem, em seu prefácio, os editores deste empreendimento. Ou seja, trata-se de um livro que procura harmonizar literaturas distintas, que perfazem uma trajetória de dois milênios: o texto hebraico massorético, o Talmude e os comentários dos sábios de Israel. David Gorodovits é referência de militância e erudição judaicas na comunidade do Rio de Janeiro, onde atua há 50 anos. Jairo Fridlin, que estudou na Yeshivá de Petrópolis e na Yeshivá Netiv Meir, em Jerusalém, é o responsável pela tradução para o português do Sidur e do Machzor (livros de orações), editados pela Sefer.Os editores e tradutores responsáveis por esta tradução para o português da Bíblia hebraica investem na compreensão dos seus conteúdos, e o fazem a partir de dois pressupostos teológicos. O primeiro deles é o de que a Bíblia é fiel à verdade de forma absoluta, e o segundo, de que ela revela o caminho que conduz à "harmonia, à paz universal e ao amor sem cobiça". Para apreendê-los, no entanto, explicam que urge incorporar ao texto bíblico os ensinamentos do Talmude e dos exegetas. Seu objetivo, assim, parece ser a ampliação e o aprofundamento da consciência contextual, dotando o texto bíblico de uma dimensão suplementar, ancorada na tradição sapiencial de Israel, isto é, de uma sabedoria produzida em tempos e espaços diversos, e que jamais foi encerrada no dogma, e por isto mesmo destacando-se, entre todas as teologias, por sua polifonia e por sua liberdade de inquirir o texto bíblico em suas várias nuances.Tal diversidade reflete-se na relação dos "principais exegetas consultados", apresentada pelos editores, e da qual cito apenas alguns nomes como o Rashi, exegeta que priorizou o pshat (sentido contextual); Guersônides, filósofo, matemático e astrônomo; Nahmânides, cabalista e místico; Maimônides, racionalista; Abravanel, liberal; Gaon de Vilna, dogmático. O acesso a esta sabedoria não está em notas de rodapé ou excursos no final da obra, mas, segundo afirmam os editores, no próprio corpo do texto bíblico, através de um sistema criterioso de substituição ou inserção de terminologia. Os critérios, no entanto, permanecem ocultos ao leitor que, sem dúvida alguma, se beneficiaria imensamente da sua exposição, ainda que sucinta.Da observação do texto fica claro que os tradutores buscam uma relação interativa e orgânica entre as diversas fontes, uma fusão harmoniosa - um verdadeiro trabalho midráshico, isto é, interpretativo, e direcionado às gerações atuais - mas que, inevitavelmente, resulta num texto desigual, que intercala trechos fiéis à tradição massorética com outros, expandidos ou modificados pela exegese, não obstante o cuidado dos tradutores em demarcar suas interferências com parênteses e travessões. Talvez seja este exatamente o anseio dos editores que, visando intensificar o potencial redentor do texto, desdobramno até atingir os limites do ideológico e do teológico, no intuito de transformar a leitura da Bíblia hebraica numa experiência judaica singular, que "instile em seus leitores o desejo de absorver seus ensinamentos e passar a vivenciá-los na prática". O texto que lhes serviu de base é o do códice de Alepo, também conhecido como keter aram tsova, do século 10 a.e.c., e um dos principais códices massoréticos da tradição Ben Asher. Seu texto consonantal foi escrito por Shlomo ben Buyaa e, segundo a tradição, Aaron ben Asher se encarregou da vocalização, acentuação e notações massoréticas. Em dezembro de 1947, durante o pogrom perpetrado contra a comunidade judaica de Alepo, na Síria, a sinagoga, onde estavam guardados os manuscritos, foi incendiada, e apenas 295 páginas restaram das 487 páginas originais. O códice foi trasladado a Israel, onde está até hoje, tornando-se objeto de estudo de renomados biblistas, como Moshe Goshen-Gottstein, que considerou consistente a afirmação tradicional de que este seria o modelo de Bíblia que Maimônides teria conhecido no Egito e empregado na elaboração de sua obra mais relevante para o judaísmo - o mishne torah. O códice de Alepo foi, recentemente, a fonte de várias edições modernas da Bíblia hebraica, inclusive de duas edições de Mordechai Breuer e da consagrada Keter Yerushalaym, impressa em Jerusalém, e baseada na caligrafia e na configuração do códice, que, aliás, Fridlin e Gorodovits adotam em sua Bíblia hebraica, preservando as aberturas e espaços em branco do texto, a grafia de certas palavras e a divisão de alguns versículos.Os tradutores deixam claro, no entanto, que sua versão da Bíblia hebraica apenas "se baseia" no hebraico e que o códice de Alepo apenas "norteia" seu exercício de tradução. Por outro lado, a apresentação do livro cria uma grande expectativa para o leitor: a de que será conduzido, por intermédio da tradição exegética judaica, a uma compreensão mais profunda da mensagem bíblica, como o exemplo citado pelos tradutores:"No primeiro livro do tanakh (o Pentateuco), quando Deus coloca o homem no Jardim do Éden, um quadro vívido do que deveria ser a ecologia universal nos é apresentado: o homem e todos os componentes da natureza convivendo em equilíbrio e harmonia. No entanto, o ser humano não consegue manter o comportamento que lhe é determinado, e em consequência disto é obrigado a deixar o Paraíso. 'Com o suor de teu rosto comerás pão'; a sentença proferida pouco antes de sua expulsão é muitas vezes interpretada como um terrível castigo, mas o judaísmo a entende como uma nova oportunidade oferecida ao homem pelo Criador, em Sua infinita bondade, para que ele, com seu trabalho, esforço e mérito, reconstrua esse mundo ideal." Mas ao lermos os últimos versículos do capítulo 3 do Livro do Gênesis, que narram a expulsão de Adão e sua mulher do Paraíso, encontramos somente as palavras aterradoras de Deus, e esta visão judaica da cena da expulsão - redentora e particularmente maravilhosa - permanece inatingível, pois é impossível incluí-la no corpo do texto.Já no Cântico dos Cânticos, Fridlin e Gorodovits alinham a leitura e a compreensão da mais famosa poesia de amor do mundo à exegese, que a considera uma alegoria do amor entre Deus e Israel, identificando o locutor de cada fala: Deus (nas falas do amante); Israel (nas falas da amada); as nações (nas falas das filhas de Jerusalém) e o Tribunal Celeste (na fala dos irmãos). Tais interferências de fato modificam a leitura do texto, e convidam à reflexão.Em diversas instâncias o texto nos remete diretamente à versão exegética, transformando alusão em definição: o "servo sofredor", ao qual se refere o profeta Isaías, é prontamente identificado como o povo de Israel. Outras vezes, a tradução, fiel ao hebraico, corrige interpretações de outras teologias que corromperam seu sentido original e, consequentemente, a identidade do texto como um todo. Assim, lemos que "a moça grávida dará à luz um filho e o chamará Imanuel" em Isaías 7:14, e não a "virgem", conforme uma tradução errônea, porém corrente, do termo hebraico 'almah'. A equipe de tradutores e revisores se esmerou na clareza do texto em português, que flui livre dos arcaísmos e termos rebuscados característicos de tantas outras traduções. É sempre relevante ter em mente que a oralidade é um componente significativo da Bíblia hebraica, que é lida em voz alta várias vezes por semana na liturgia judaica, e esta qualidade foi respeitada na tradução, acentuada, inclusive, pela preservação dos nomes próprios e de lugares no hebraico original. Surpreende apenas, na bibliografia, a ausência de dicionários bíblicos especializados, m instrumento indispensável no exercício da tradução. Os estudos etimológicos do hebraico bíblico revelam camadas de significado que iluminam o texto e aguçam sua compreensão.Um exemplo: em Gênese 1:2 lemos "a terra era sem forma e vazia, e havia escuridão sobre a face do abismo, e o espírito de Deus pairava sobre a face das águas". Os tradutores optaram pelo verbo "pairar" para traduzir o hebraico merahefet, assim como a maior parte das traduções convencionais. O radical rhf, porém, do qual merahefet é derivado, traz a idéia básica de movimento, deslocamento e vibração, um sentido que o hebraico compartilha com o ugarítico (língua semita ocidental, da mesma família do hebraico). Na própria Bíblia hebraica, este verbo figura outras duas vezes, em Deuteronômio 32:11, quando descreve uma águia que se agita em torno de seu filhote, e em Jeremias 23:9, quando o profeta faz referência ao tremor dos ossos. O verbo em Gênese 1:2 associado a ruah, vento, sopro, espírito divino, reforça ainda mais a ideia de que a superfície das águas estaria agitada: a presença divina gerando movimento e dinamismo e alterando a natureza informe e estática do caos primordial.São oportunidades como esta - de esclarecer a mensagem bíblica através do estudo de sua língua original, assim como a de aprofundar sua percepção através dos ensinamentos dos sábios da tradição judaica - que movem estudiosos como Fridlin, Gorodovits e o grupo de revisores da obra, composto por professores do ensino judaico e rabinos, e que constituem a tônica e a razão de ser de uma Bíblia como a que temos hoje em mãos.Trata-se de uma obra que vem preencher uma lacuna na bibliografia judaica brasileira, e incorporar-se à herança de Israel - uma herança que vem sendo edificada, ao longo dos séculos, por aqueles que firmam um pacto de leitura com a Bíblia hebraica e com sua palavra, sempre aberta à expansão e à descoberta.
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