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Mezuzá de madeira com romãs

Sem o pergaminho

R$ 80,00
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R$ 80,00
SKU: 146533

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Caixinha de madeira com fundo branco decorada com romãs. Para pergaminhos de até 12 cm. Mede 14 x 3 cm. Não inclui o pergaminho.
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Mezuzá de madeira com romãs

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Mezuzá de madeira com romãs

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Caixinha de madeira com fundo branco decorada com romãs. Para pergaminhos de até 12 cm. Mede 14 x 3 cm.

Não inclui o pergaminho. 

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Mezuzá

Assim como a marca da Torá está impressa na roupa, também existe uma marca no lar, a Mezuzá. Literalmente, trata-se de um trecho da Torá colocado sobre o batente da porta para servir como um sinal para os residentes e seus visitantes. Ela transforma o movimento rotineiro e prosaico de entrar e sair de casa em um encontro com Deus e com o judaísmo. Não é de se admirar que os judeus sejam chamados de "viciados em Deus". Os judeus planejaram para que Deus e Sua Torá fossem lembrados em todos os lugares e durante toda a sua existência.

 

Os judeus afixam-na nos batentes das suas casas, quartos, escritórios e salões de jogos. A Mezuzá é uma pequena caixa contendo trechos da Torá inscritos à mão num pergaminho. Mezuzá, na verdade, é a palavra he­braica para batente da porta. É o sinal de que uma família judia está mo­ran­do naquela casa ou apartamento. A palavra Shadai (um acróstico pa­ra Deus, "O Guardião dos portões de Israel") está inscrita na caixa da Mezuzá.

 

Mezuzá é colocada a dois terços da altura total do batente da porta, do lado direito e, inclinada com o topo apontando para o interior da casa ou quarto. A caixa sem o pergaminho é inútil. Um pergaminho feito à máquina também não é válido. E o uso de uma Mezuzá pequena como pingente em um colar, em volta do pescoço, também não tem valor religioso. É costume dos jovens americanos, provavelmente para se identificarem e, até certo ponto, na medida em que mostra orgulho de seu judaísmo, é válido. Um pergaminho Casher enrolado em uma fita transparente é aceitável; a caixa ou invólucro só serve para proteger o pergaminho. A caixa, por si só, nada significa.

 

Extraído do livro BEM-VINDO AO JUDAÍSMO, de Maurice Lamm.

 

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Por que se colocam mezuzót (o singular é mezuzá) nos batentes das portas dos lares judaicos?

 

mezuzá é um pequeno pergaminho inscrito com versículos da Bíblia. Ela é enrolada, introduzida em um invólucro e presa no batente da porta.

 

A Bíblia manda que cada lar judaico tenha uma mezuzá colocada no batente de sua porta: "E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas" (Deuteronômio 6:9). Sua finalidade é dupla: servir como um lembrete das leis de Deus e servir como símbolo da lealdade do judeu para com o povo judeu.

 

O historiador judeu Flavio Josefo, que viveu em Israel no século I, escreveu na sua obra Antiguidades dos Judeus: "Os maiores benefícios de Deus devem ser escritos nas portas... para que sua benevolente providência seja conhecida em toda parte." E o Rabi Moisés ben Maimon (Maimônides), o destacado filósofo do século XII, escreveu na sua famosa obra Iad Hachazacá: "Pelo mandamento da mezuzá, o homem é lembrado da Unidade de Deus e é incitado a amá-Lo..."

 

Por que o pergaminho e o seu invólucro são frequentemente chamados de mezuzá?

 

Mezuzá significa, de fato, batente da porta. O pergaminho e o receptáculo em que ele é colocado se tornaram tão intimamente associados com o batente da porta que ambos ficaram conhecidos com o mesmo nome.

 

Extraído do LIVRO JUDAICO DOS PORQUÊS, de Alfred J. Kolatch.

BÊNÇÃO AO AFIXAR A MEZUZÁ

Ao afixar uma Mezuzá no umbral da porta, diz-se:
Baruch atá Adonai, Elohênu mélech haolam, asher kideshánu bemitsvotav, vetsivánu licbôa mezuzá.
(e os demais presentes respondem: AMEN)
Bendito sejas Tu, Eterno, nosso Deus, Rei do universo, que nos santificaste com Teus mandamentos e nos ordenaste afixar a Mezuzá.

Extraído da nova edição do SIDUR COMPLETO, página 141.

CERIMÔNIA DE INAUGURAÇÃO DE UM NOVO LAR

Não há um rito pré-determinado para esta cerimônia. O costume é recitar salmos, proferir ensinamentos da Torá, afixar as Mezuzót, render graças a Deus por esse momento feliz e servir um coquetel em louvor a Deus. 

Mizmor shir chanucat habáyit ledavid. Aromimchá Adonai ki dilitáni, veló simáchta oievai li. Adonai Elohai, shiváti elêcha vatirpaêni. Adonai heelíta min sheól nafshí, chiyitáni miyáredi vor. Zamerú ladonai chassidav, vehodú lezécher codshó. Ki réga beapó, chayim birtsonó, baérev ialin bêchi, velabóker riná. Vaani amárti veshalvi bal emót leolam. Adonai, birtsonechá heemádeta leharerí oz, histárta fanêcha hayiti niv’hal. Elêcha Adonai ecrá, veel Adonai etchanan. Ma bêtsa bedami beridetí el sháchat, haiodechá afar, haiaguid amitêcha. Shemá Adonai vechonêni, Adonai heiê ozer li. Hafáchta mispedi lemachol li, pitáchta saki vateazerêni simchá. Lemáan iezamerchá chavod veló yidom, Adonai Elohai, leolam odêca.

Salmo e cântico na dedicação da Casa, de David. Exaltar-Te-ei, ó Eterno, porque Tu me reergueste e não deste gosto aos meus inimigos contra mim. Eterno, Deus meu, a Ti clamei e Tu me curaste. Eterno, fizeste subir a minha alma da sepultura, e minha vida renovaste em vez de me fazeres descer ao abismo. Cantai ao Eterno, ó vós que O venerais, e dai graças a Seu santo nome. Porque a Sua cólera é passageira, mas Sua mercê prolonga-se através da vida; o pranto pode durar uma noite, mas a alegria chega ao amanhecer. Na minha prosperidade dizia eu: “nada me abalará”. Foste Tu, Eterno, que por Tua mercê estabeleceste a minha força como uma montanha; mas ao encobrires Tua Presença, fiquei perturbado. Clamei a Ti, ó Eterno, e ao Eterno supliquei. Que proveito há em meu sangue, descendo ele à sepultura? Acaso louvar-Te-á o pó? Poderá ele proclamar a Tua verdade? Ouve, Eterno, e compadece-Te de mim; ó Eterno, seja o meu auxílio! Então transformaste o meu luto em regozijo; substituíste meu traje de martírio por roupas de alegria para que possa sempre cantar a Tua glória. Ó Eterno, Deus meu, ações de graças dedicar-Te-ei por todo o sempre.

Mizmor ledavid, Adonai mi iagur beaholêcha, mi yishcon behar codshêcha. Holech tamim ufoel tsédec, vedover emét bilvavo. Lo ragál al leshonó, lo assá lereêhu raá, vecherpá lo nassá al kerovó.Nivze beenav nim’as, veêt yir’ê Adonai iechabed, nishbá lehará veló iamir. Caspó lo natán benéshech, veshôchad al naki lo lacach, ossê êle lo yimót leolam.

Um salmo de David. Ó Eterno, quem habitará em Teu Tabernáculo e quem ascenderá a Teu sagrado Monte? Aquele cujo caminho é de retidão, que prima pela justiça, cujo coração se rende à verdade; que não tem calúnia em sua língua, que jamais praticou o mal contra seu companheiro nem causou vergonha a seu próximo. O malévolo lhe é repulsivo, mas aos tementes a Deus concede honra; não anula um juramento mesmo quando lhe é danoso. Nunca emprestou seu dinheiro a juros, nem aceitou suborno contra o inocente. Quem desta forma se comporta jamais sucumbirá.

Ao afixar uma Mezuzá no umbral da porta, diz-se:

Baruch atá Adonai, Elohênu mélech haolam, asher kideshánu bemitsvotav, vetsivánu licbôa mezuzá. (e os demais presentes respondem: AMEN)
Bendito sejas Tu, Eterno, nosso Deus, Rei do universo, que nos santificaste com Teus mandamentos e nos ordenaste afixar a Mezuzá.

Quando um casal inaugura um novo lar, marido e mulher devem louvar a Deus e manifestar sua alegria por meio da bênção hatov vehametiv:

Baruch atá Adonai, Elohênu mélech haolam, hatov vehametiv. (e os demais presentes respondem: AMEN)
Bendito sejas Tu, Eterno, nosso Deus, Rei do universo, que és bom e benéfico.

Quando uma pessoa inaugura um novo lar deve louvar a Deus e manifestar sua alegria por meio da bênção shehecheiánu:

Baruch atá Adonai, Elohênu mélech haolam, shehecheiánu vekiiemánu, vehiguiánu lazeman hazé. (e os demais presentes respondem: AMEN)
Bendito sejas Tu, Eterno, nosso Deus, Rei do universo, que nos conservaste em vida, nos amparaste e nos fizeste chegar a esta época festiva.

Extraído da nova edição do SIDUR COMPLETO, páginas 144-a e 144-a.
A tradução dos SALMOS 30 e 15 acima foi extraída do livro SALMOS - com TRADUÇÃO e TRANSLITERAÇÃO.

MEZUZÁ

Assim como a marca da Torá está impressa na roupa, também existe uma marca no lar, a Mezuzá. Literalmente, trata-se de um trecho da Torá colocado sobre o batente da porta para servir como um sinal para os residentes e seus visitantes. Ela transforma o movimento rotineiro e prosaico de entrar e sair de casa em um encontro com Deus e com o judaísmo. Não é de se admirar que os judeus sejam chamados de "viciados em Deus". Os judeus planejaram para que Deus e Sua Torá fossem lembrados em todos os lugares e durante toda a sua existência.

Os judeus afixam-na nos batentes das suas casas, quartos, escritórios e salões de jogos. A Mezuzá é uma pequena caixa contendo trechos da Torá inscritos à mão num pergaminho. Mezuzá, na verdade, é a palavra he­braica para batente da porta. É o sinal de que uma família judia está mo­ran­do naquela casa ou apartamento. A palavra Shadai (um acróstico pa­ra Deus, "O Guardião dos portões de Israel") está inscrita na caixa da Mezuzá.

A Mezuzá é colocada a dois terços da altura total do batente da porta, do lado direito e, inclinada com o topo apontando para o interior da casa ou quarto. A caixa sem o pergaminho é inútil. Um pergaminho feito à máquina também não é válido. E o uso de uma Mezuzá pequena como pingente em um colar, em volta do pescoço, também não tem valor religioso. É costume dos jovens americanos, provavelmente para se identificarem e, até certo ponto, na medida em que mostra orgulho de seu judaísmo, é válido. Um pergaminho Casher enrolado em uma fita transparente é aceitável; a caixa ou invólucro só serve para proteger o pergaminho. A caixa, por si só, nada significa.

Extraído do livro BEM-VINDO AO JUDAÍSMO, de Maurice Lamm.

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Por que se colocam mezuzót (o singular é mezuzá) nos batentes das portas dos lares judaicos?
A mezuzá é um pequeno pergaminho inscrito com versículos da Bíblia. Ela é enrolada, introduzida em um invólucro e presa no batente da porta.

A Bíblia manda que cada lar judaico tenha uma mezuzá colocada no batente de sua porta: "E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas" (Deuteronômio 6:9). Sua finalidade é dupla: servir como um lembrete das leis de Deus e servir como símbolo da lealdade do judeu para com o povo judeu.

O historiador judeu Flavio Josefo, que viveu em Israel no século I, escreveu na sua obra Antiguidades dos Judeus: "Os maiores benefícios de Deus devem ser escritos nas portas... para que sua benevolente providência seja conhecida em toda parte." E o Rabi Moisés ben Maimon (Maimônides), o destacado filósofo do século XII, escreveu na sua famosa obra Iad Hachazacá: "Pelo mandamento da mezuzá, o homem é lembrado da Unidade de Deus e é incitado a amá-Lo..."

Por que o pergaminho e o seu invólucro são frequentemente chamados de mezuzá?
Mezuzá significa, de fato, batente da porta. O pergaminho e o receptáculo em que ele é colocado se tornaram tão intimamente associados com o batente da porta que ambos ficaram conhecidos com o mesmo nome.

Extraído do LIVRO JUDAICO DOS PORQUÊS, de Alfred J. Kolatch

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"E as escreverás nos umbrais [Mezuzót] de tua casa e nas tuas portas."
Deuteronômio 6:9;11:21

(1) A Mitsvá 
 
O coração desta Mitsvá é um pequeno pergaminho sobre o qual um escriba escreve cuidadosamente duas passagens da Torá. Este pergaminho é afixado nos batentes da entrada de cada lar judeu e de cada cômodo dentro da casa. Isto se estende ao local de trabalho, loja, garagem e qualquer outro ambiente dedicado a atividades humanas.

As duas passagens são aquelas que descrevem a Mitsvá da Mezuzá:

1. Shemá: a unicidade de Deus e nosso total comprometimento a Seus propósitos;
2. Vehaiá im Shamôa: o destino de Israel depende de sua lealdade à Torá.

Estas passagens são idênticas às escritas nos pergaminhos colocados dentro dos Tefilín - veja capítulo 55/2. 

(2) A simbologia

Neste caso, ela é bastante clara. Devemos consagrar nossos lares e local de trabalho como lugares onde Deus está sempre presente e Seu plano é seguido.

O Shemá no batente dos lares judeus proclama que aquela casa está repleta do espírito de devoção a Deus e que as novas gerações serão educadas a honrarem a Torá e a cumprirem suas Mitsvót. Quando colocada à entrada do lugar de onde vem nosso sustento, ela declara que o trabalho realizado naquele local e as relações humanas ali estabelecidas estão de acordo com os preceitos e princípios da Torá.

Vehaiá im Shamôa nos ensina a tomar consciência de que tudo o que existe em nossos lares e local de trabalho provém de Deus e está relacionado com nossos objetivos espirituais. O sucesso não nos virará a cabeça e o infortúnio não nos fará esmorecer. Quaisquer que sejam as circunstâncias, nossa missão prossegue.

A Mezuzá proclama que existe um Templo de Torá onde quer que o povo judeu viva ou trabalhe.

(3) O encontro

Esta Mitsvá assegura que, ao entrarmos ou deixarmos nossos lares, nos encontramos com o Nome de Deus. Isto, por si só, deve nos fazer lembrar do Seu amor e concluir que tudo neste mundo é temporário, exceto o serviço a Deus, que, espiritual, perdura por toda a eternidade.

Extraído do livro JUDAÍSMO PARA O SÉCULO 21, de Aryeh Carmel

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