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Uma missa para a cidade de Arras

Autor: Andrzej Szczypiorski
SKU: 146772
Páginas: 156
Avaliação geral:

Primeira tradução no Brasil de um dos principais autores poloneses do século XX. Narrativa baseada em um evento real acontecido na cidade de Arras em 1461. Três anos depois de a cidade ser flagelada pela peste e pela fome, por razões desconhecidas sucede um surto de perseguições cruéis aos judeus e às bruxas, processos por heresias imaginárias, assim como pilhagens e massacres.

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Disponibilidade: Imediata

Descrição

Primeira tradução no Brasil de um dos principais autores poloneses do século XX. Narrativa baseada em um evento real acontecido na cidade de Arras em 1461. Três anos depois de a cidade ser flagelada pela peste e pela fome, por razões desconhecidas sucede um surto de perseguições cruéis aos judeus e às bruxas, processos por heresias imaginárias, assim como pilhagens e massacres. Uma perspicaz incursão no mundo da intolerância escrita sob o impacto da campanha antissemita de 1968 na Pôlonia.

Sobre o autor

Andrzej Szczypiorski

Nasceu em Varsóvia em 1924. Após participar em 1944 do levante contra a ocupação alemã, ficou detido no campo de concentração de Sachsenhausen. Depois de alguns anos de jornalismo, publicou seus primeiros contos em 1955, seguindo com reportagens e ensaios (entre os quais o famoso Diário da Lei Marcial, 1983) que o tornaram algo como uma consciência da nação. Uma missa para a cidade de Arras, traduzida por Henryk Siewierski e publicada pela Estação Liberdade em 2001, foi sua primeira obra editada no Brasil, e é um dos mais prestigiados romances do pós-guerra na Polônia. A bela senhora Seidenman [Poczatek, 1986], projetou sua carreira internacionalmente, sendo traduzido para cerca de vinte idiomas. Destacam-se ainda Noc, dzien i noc [Noite, Dia e Noite, 1991] e Autoportret z kobieta [Autorretrato com Mulher, 1994], entre seus mais de vinte romances. Membro do PEN-Club polonês, foi confinado por alguns meses durante a vigência da Lei Marcial, em 1981-82. Elegeu-se senador pelo Solidariedade em 1989, mas afastou-se da agremiação devido à deriva direitista e populista da mesma. Empenhou-se em cicatrizar as feridas ainda abertas entre poloneses, judeus e alemães. Faleceu em 16 de maio de 2000. 

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