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  • Livro do Conhecimento Judaico [Sêfer Hatodaá]

Livro do Conhecimento Judaico [Sêfer Hatodaá]

O Ano Hebreu e Seus Dias Significativos
Autor: Eliahu Kitov
Editora: Sêfer
SKU: 14464
Páginas: 656
Ano: 2017
Avaliação geral:

Verdadeira enciclopédia de conhecimento judaico, descreve e comenta profundamente o calendário judaico - seus dias de festa e de jejum, de alegria e de tristeza -, bem como o significado de suas leis e costumes, acompanhado de rico manancial de comentários do Midrash e de ideias inspiradoras de sábios antigos e contemporâneos. É livro obrigatório em cada lar judaico e biblioteca.

R$ 120,00 no Cartão
Disponibilidade: Imediata

Descrição

O Livro do Conhecimento Judaico (versão em língua portuguesa do Sefer Hatodaá) ilumina as variadas fases do calendário judaico: os seus dias de festa e os de jejum, os de alegria e os de tristeza; os significados de suas leis de observância, além de um manancial de comentários do Midrash e de ideias inspiradoras de sábios antigos e contemporâneos.

 

Escrito há mais de 50 anos e publicado em inglês vários anos depois, o Sefer Hatodaá transformou-se rapidamente numa obra extremamente popular e essencial para todos os lares judaicos, explorando a amplitude e profundeza de nossa gloriosa tradição e herança. Ele capturou os corações dos ortodoxos e dos recém-chegados à ortodoxia por igual, como um livro de ensino e de aprendizado, um livro para ser lido em voz alta na mesa do Shabat ao longo do ano todo, um livro para servir de inspiração às famílias judaicas em todos os lugares e em todas as ocasiões.

 

O autor, Rabino Eliyahu Kitov zt"l, foi um dos escritores religiosos israelenses mais aclamados da história. Os seus livros a respeito do modo de vida judaico e do movimento chassídico tiveram imenso sucesso no mercado editorial. A publicação desta inédita versão em português comemora o seu 40º iortsait (aniversário de falecimento). 

 

O formato do livro é 21x28 cm, tem capa dura e foi impresso em papel Avena 70gr.

Índice e trechos

TISHREI

 

1. Rosh Hashaná

 

21   O mês de Tishrei 

22   O 1º de Tishrei 

22   Dia de ocultação

23   Dia de começos

23   Os dois dias de Rosh Hashaná 

25   O Dia do Julgamento 

25   Pesando os pecados e os méritos 

26   O que significa "Dia do Julgamento"?

27   Um dia festivo - sem recitação da prece de Halêl 

28   A primeira noite de Rosh Hashaná 

29   A leitura da Torá no Rosh Hashaná 

30   O toque do shofar 

31   Escutando o toque do shofar 

32   100 toques

32   Como certa vez o Satã foi confundido 

33   Shofar -  última linha de defesa

33   As bênçãos sobre os toques do shofar

35   Versículos que evocam compaixão 

35   Shofar - um meio para refinar as nossas ações 

36   A proibição de tocar o shofar no Shabat 

36   Quando se deve tocar o shofar  

37   Inscreva-nos para a vida 

37   A prece de amidá dos Dias de Reverência 

39   MalchuiótZichronót e Shofarót 

39   Dez afirmações, dez mandamentos e dez louvores 

40   Ele se lembra de tudo o que foi esquecido 

40   Rosh Chódesh não  é  mencionado

41  A recitação de Mussáf em um momento de compaixão Divina 

41   O poema litúrgico de Unetanê tokef 

42   Haiom harát olám

44   Dormir no dia de Rosh Hashaná 

44   Minchá e tashlích  

45   O segundo dia de Rosh Hashaná

45   Eruv tavshilín

 

 2. Os Dez Dias de Arrependimento

 

47   Tsom Guedaliá: O Jejum de Gedalias

48   Entre Rosh Hashaná e Iom Kipúr

48   Os Dez Dias de Arrependimento

49   Orações dos Dez Dias de Arrependimento

50   Teshuvá: arrependimento

51   Verdade e paz

51   As bases do arrependimento

52   Abandonando o pecado

52   O poder do arrependimento

54   Entre o homem e seu semelhante

55   Os filhos proporcionam méritos aos pais

56   A prece das crianças

56   Shabat Shuvá

57   Retorna, ó Israel

 

3. Iom Kipúr 

 

59   O costume de Caparót

60   As preces da véspera de Iom Kipúr

60   Caridade na véspera de Iom Kipúr

61   Comida na véspera de Iom Kipúr

62   Imersão em um Micvê

62   A refeição que antecede o jejum

63   Cinco aflições no Iom Kipúr

63   Reflexões sobre o arrependimento

68   Vestir roupas brancas

68   A Tefilá Zacá

69   Col Nidrê

72   A canção dos anjos - em voz alta

72   A confissão no Iom Kipúr

74   Como as cortinas de Salomão

74   A leitura da Torá no Iom Kipúr

75   Yizcor - o serviço de recordação

76   Quem não precisa jejuar

77   O serviço no Templo de Jerusalém

77   Assistindo ao serviço do sumo sacerdote

80   Embora amontoados, eles se prostravam comodamente

81   Um relato contemporâneo

82   E agora que o Templo de Jerusalém não está mais em pé...

83   O nome Divino surge da boca do sumo sacerdote 

83   Prostrar-se na prece de alênu e na confissão

84   Neilá - o fechamento dos portões 

 

4. Sucót

 

87   Entre Iom Kipúr Sucót

87   A festa de Sucót

88   O segundo dia de Iom Tov celebrado fora da Terra de Israel

88   As mitsvót da festa

90   A mitsvá da sucá

91   Sucót e não casas

93   Sucót em Tishrei e não em Nissán

94   Como nos dias do Êxodo do Egito

95   Construindo a sucá

96   As medidas da sucá

97   Embelezando a sucá

98   Estabelecendo a sucá como moradia

 

5. O Primeiro Dia de Sucót

 

101  Acendendo as velas da festa

101  As bênçãos da festa

102  Ao amparo da fé

103  Convidados ilustres

104  Ushpizín - Os pastores do povo de Israel

105  Ushpizín - Os pastores do mundo inteiro

106  Convidados corpóreos

107  Dar aos pobres é dar aos ushpizín

107  Quatro e quatro

107  A fé do rico e e a fé do pobre

 

6. As Quatro Espécies

 

109  As Quatro Espécies

110  Como cumprir a mitsvá das Quatro Espécies e que bênçãos recitar

111  Embelezando a mitsvá das Quatro Espécies

114  Quando as Quatro Espécies não devem ser usadas

115  Naanuím: a movimentação das Quatro Espécies

115  Tornando a mitsvá preciosa

117  Embelezando a mitsvá e não a si mesmo

118   A maneira adequada de cumprir uma mitsvá

118  As Quatro Espécies e os quatro tipos de judeus

118  "Todos os meus ossos proclamarão"

 

7. Chol Hamoêd

 

121  Nissuch hamáim - a libação da água

121  Simchát Bet Hashoevá

123  Alegria e honra 

123  A alegria de aderir a Deus

125  Os 70 novilhos oferecidos como sacrifícios

126  Ismael e Esaú

127  "E tu te alegrarás na tua festa?"

127  A observância de Iom Tov

129  Alegria espiritual no lugar de alegria física

129  Diferenças entre Shabat Iom Tov

130  Chol hamoêd

132  O Shabat de chol hamoêd

 

8. Hoshaná Rabá e Sheminí Atséret

 

133  Hoshaná Rabá

134  A essência do dia

136  Só preces

136  A Aravá

137  Antes de escurecer

137  Sheminí Atséret

138  Única em seu sacrifício

138  A prece pela chuva

139  Guevurót gueshamím

140  Mashív haruach umoríd haguéshem

140  Simchat Torá

141  Conclusão da Torá

142  Acima do tempo

143  Entre Deus e homem 

143  Costumes

144  A Torá sempre nova

144  Isru chag

145  Bircát Hachódesh - a bênção do novo mês

146  Shabat Bereshít

 

ROSH CHÓDESH

 

9. Rosh Chódesh

 

149  Rosh Chódesh

150  Uma lei recebida por Moisés no Sinai

151  A primeira consagração

152  Este mês será para vós

152  Trabalhar no Rosh Chódesh

153  A observância de Rosh Chódesh

154  A leitura da Torá e a reza de Mussáf

154  O cálculo do novilúnio 

156  O ciclo de 19 anos

156  Dois dias de Rosh Chódesh

157  Meses completos e meses incompletos

157  Rosh Chódesh e o povo de Israel

158  Iom Kipúr Catán

 

CHESHVÁN

 

 10. O mês de Cheshván

 

161  O Rosh Chódesh do mês de Cheshván

161  Mar Cheshván

162  Kidush Levaná - a consagração da lua nova

163  Dando boas-vindas à Shechiná

164  Como é feita a consagração da lua nova

165  Os jejuns de Bahab

166  Pedindo chuvas

167  Chovendo na hora certa

167  Um tesouro aberto

169  A fé conduz à fé

170  A morte de nossa matriarca Rachel

 

KISLÊV

 

11. O mês de Kislêv

173  O mês de Kislêv

173  Chanucá

174  O que pode ser usado para o acendimento das chamas de Chanucá

174  Como acender as chamas de Chanucá

175  Onde devem ser acendidas

176  Quando devem ser aceacendidas

177  Quem deve acendê-las

177  Outras leis de Chanucá

178  Costumes de Chanucá

179  Um dia propício para inauguração e grandeza

180  Alusões da Torá à festa de Chanucá

180  Por que Chanucá dura oito dias?

182  Pureza em meio à profanação

182  Por que o Talmud só menciona o milagre do azeite

183  As chamas de Chanucá são  queridas

185  O julgamento Divino não toma partido de ninguém

186  A batalha entre pureza e impureza

187  O domínio da Grécia

188  Quando a beleza se torna desagradável

189  O helenismo

190  O milagre da rebelião

190  Medida por medida

191  A diferença entre Chanucá e Purim

193  Reflexões sobre Chanucá

196  Zót Chanucá

196  Chanucá e Purim

197  Somos todos iguais em Chanucá e Purim

 

TEVÊT

 

12. O mês de Tevêt

 

201  O mês de Tevêt

202  Mês de amargura

202  A tradução dos setenta

202  Um ato de Deus

203  Alterações na tradução

204  Os seis dias de jejum

205  Assará Betevét - O dia 10 de Tevêt

207  Sitiados e correndo perigo 

207  Jejuar para corrigir os pecados

208  Exílio temporário

209  Leis do jejum

210  Jejuns públicos e jejuns individuais

212  Dias em que muitos jejuam

213  Shovavím Tat

 

SHEVÁT

 

13. O mês de Shevát

 

217  O mês de Shevát

217   Shabat Shirá

219   O cântico de toda a criação, da boca do  povo de Israel

219   Gratidão

220   Tu Bishvát

221   Um Rosh Hashaná em dia comum

222   Orando por um belo etróg

222   Leis das bênçãos sobre frutas

224   As qualidades da Terra de Israel

227   Uma terra que emana leite e mel

228   Na época da redenção final

228   A leitura da Torá

229   As "Quatro Porções"

229   Intervalos entre as "Quatro Porções"

230   Parashat Shecalím

231   Shabat Shecalím na sinagoga

231   Antecipando o remédio à doença

232   Exatamente meio shékel

233   Um pequeno resgate por uma enorme expiação

234   Uma moeda de fogo

235   A unidade de Israel

235   O grande desejo de cumprir uma mitsvá

 

ADAR

 

14. O mês de Adar

 

239   O mês de Adar

239   Quando o mês de Adar começa a alegria se intensifica

239   7 de Adar

240   Esperar pela salvação

241   Temer o julgamento Divino

241   Seleções do Midrash acerca do nascimento de Moisés

242   Seleções do Midrash acerca da morte de Moisés

249   Costumes de 7 de Adar

249   O alcance do julgamento Divino

 

15. Amalêc

 

251   Parashat Zachór

252   Amalêc

253   O ódio permanente de Amalêc

254   A primeira das nações

255   Os primeiros

255   "E Amalêc veio"

256   A fonte do poder de Amalêc: Refidím

259   Idolatria no acampamento de Israel

260   "Recorda-te do que te fez Amalêc"

261   "Quando o Eterno te der descanso de todos os teus inimigos"

261   O ódio como mitsvá

262   Amalêc nos ensinamentos dos nossos sábios

263   O Dia de Trajano

 

16. Purim

 

265   Dia de mobilização - dia de jejum

265   O Jejum de Ester

266   O meio shékel

266   O Dia de Nicanor

267   Os dias de Purim

268   Os preceitos do dia

268   O Purim de três dias

269   A leitura da Meguilá

270   As bênçãos recitadas sobre a Meguilá

272   Seleção de comentários dos sábios sobre a Meguilát Ester

275   A carta de Haman aos povos

277   Haman e os estudantes

277   Três versículos - três guerras

277   A prece de Mordechai

278   Os choros dos cordeiros

278   A prece de Ester

279   Ester entra no pátio interno

279   O conselho de Zéresh

280   A forca de Haman

280   O rei não conseguiu adormecer

281   O sonho de Achashverosh e sua interpretação

285   Banquete e regozijo

286   O significado do banquete de Purim

287   Até não conseguir diferenciar

289   Por que nos fantasiamos em Purim

290   Al Hanissím

290   Dar presentes aos pobres - Matanót Laevioním

291   Enviar porções de alimentos - Mishloach Manót

292   Amor e unidade, um escudo contra Amalêc

292   Humildade e gratidão

292   Alusões da Torá à festa de Purim

293   Iom Kipúr - Um dia como Purim

293   Purim e a Meguilá jamais serão abolidos

 

17. O Fim do Mês

 

295   A necessidade pública

296   20 de Adar

298   Parashat Pará

298   A pará adumá (vaca vermelha)

301   Dias de consagração 

301   O segundo Adar

 

NISSÁN

 

18. O mês de Nissán

 

305   Parashat Hachódesh

305   Estima pública

306   Alguns ditos dos nossos sábios sobre a Parashat Hachódesh

307   Um mês que é todo redenção

308   O começo e o primeiro

309   Interpretações dos comentaristas sobre Parashat Hachódesh

310   A suspensão da ordem natural

310   O mês de Nissán

311   Contando Nissán como o primeiro mês

312   Dias de celebração

312   Bircát Hailanót - A bênção das árvores frutíferas

313   Bircát Hachamá - A bênção do Sol

314   O ciclo solar

315   1º de Nissán

316   Um Ano-Novo em cinco aspectos

316   Um jejum para os justos

317   Uma parábola

318   Nos dias de Ezrá e Neemias

319   Alguns costumes praticados nos primeiros dias de Nissán

320   Maót Chitím (Kimcha Depischa)

321   Um costume e sua origem

 

19. O Grande Shabat

 

323   Shabat Hagadól

324   Comemorando no Shabat e não no dia 10 de Nissán

325   Outras razões para o nome de Shabat Hagadól

326   A haftará do Shabat Hagadól

327   Outros costumes do Shabat Hagadól

328   10 de Nissán

328   Acontecimentos lembrados para sempre

329   Seleções do Midrash acerca de Miriam

330   A fonte de Miriam

 

20. Chamêts e Matsá

 

331   Biur chamêts - A eliminação do chamêts

332   A busca e a anulação do chamêts

333   Quando fazer Bedicát chamêts - a busca do chamêts

334   A vela para a busca

334   Recitação de uma bênção antes da busca

335   Como a busca deve ser feita

337   Depois da busca

338   A venda do chamêts

339   O chamêts e suas proibições

340   Cuidados e rigorosidades da proibição de chamêts

341   Preparando os utensílios para Pêssach

341   Matsá shemurá e matsá comum

342   Água que tenha pernoitado

343   Matsót fabricadas manualmente ou maquinalmente

343   Kitniót

344   Matsá molhada

344   Chamêts e matsá - significados ocultos

347   Preparação para a leitura da Hagadá

 

21. Véspera de Pêssach

 

349   14 de Nissán, véspera de Pêssach

349   A reza de Shacharit na véspera de Pêssach

349   O jejum do primogênito

351   O jejum dos piedosos

351   Trabalho na véspera de Pêssach

352   A eliminação e anulação do chamêts

352   Biur maasserót - A eliminação dos dízimos

353   Um dia destinado para bênçãos

354   Bênção e não maldição

354   Comidas permitidas e proibidas na véspera de Pêssach

355   As matsót mitsvá

356   Um costume baseado na lei

358   A recitação da sequência do sacrifício de Pêssach

359   O sacrifício de Pêssach no Templo de Jerusalém

360   O relato de uma testemunha ocular

361   A santidade de Pêssach nos tempos atuais

362   Eruv chatserót

363   Eruv tavshilín

363   Imersão no micve

364   Preparação para o Sêder

 

22. A Noite do Sêder

 

365   Costumes dos rabinos

365   A hora correta do Sêder

365   Aprontando o Sêder

367   Arvit

368   A noite da festa

369   Roupas brancas para o Sêder

370   O acendimento das velas

370   A ordem do Sêder

371   Mitsvót do sêder que vigoram atualmente

372   Regras para a condução do Sêder

373   Sinopse do Sêder

375   O Kidush

375   A obrigação de recostar-se à esquerda

376   Os quatro copos

379   Vinho tinto

379   A mitsvá dos quatro copos não requer bênção

380   O quinto copo

380   As três matsót

381   Com grande pressa

382   Marór e charósset

384   Carpás

384   Corêch

385   O osso e o ovo

386   Ovos na água salgada

387   O aficomán

388   Costumes relacionados ao aficomán

389   A ordem da hagadá

390   Começar com o depreciável e finalizar com o louvável

391   Visão geral da hagadá

396   A hagadá em qualquer idioma

 

23. Cântico e Acusação

 

397   Shir Hashirím - O Cântico  dos  Cânticos

397   A grandeza do Rei Salomão

399   A parábola dos amantes

400   A leitura do Cântico dos  Cânticos na festa de  Pêssach

400   Comentários do Zôhar sobre o Cântico dos Cânticos

401   Noite protegida

402   Quatro noites

402   Seleções do Midrash acerca dos milagres no Egito

411   Perseguições e libelos de sangue

413   A inveja dos escravizados

413   Os primeiros libelos

 

24. Pêssach e o Ômer

 

421   A festa de Pêssach

421   A sequência das preces

422   A leitura da Torá em Pêssach

423   Os trechos da Torá lidos em Pêssach

424   Pêssach: época de julgamento

424   Oração pelo orvalho

425   Havdalá

426   A contagem do ômer

428   A omissão da bênção de shehecheiánu

429   As razões das mitsvót

430   Os sete atributos

430   Os sete pastores

432   Outros significados ocultos

434   A mitsvá do ômer

436   Seleções do Midrash acerca do ômer

437   As leis de chadásh

437   16 de Nissán

438   Chol hamoêd

438   Tefilín no chol hamoêd

439   A santidade de chol hamoêd

 

25. O sétimo dia de Pêssach

 

441   O sétimo dia de Pêssach

441   Breve cronologia dos sete dias de Pêssach

443   O Ticun da sétima noite de Pêssach

443   A abertura do Mar Vermelho

444   Seleções do Midrash

449   O último dia de Pêssach

 

26.  O Final de Nissán

 

451   Isrú Chag

451   Pirkê Avót

454   Tristeza e luto no período do ômer

455   Os discípulos do Rabi Akiva

456   Leis e costumes dos dias do ômer

 

IYAR

 

27.  O mês de Iyar

 

461   O mês de Iyar

461   O Rosh Chódesh de Iyar

461   1º de Iyar

462   Uma geração ilustre

463   Naquele mesmo dia

463   Os jejuns de bahab

463   5 de Iyar

464   Anos de residência e expectativa

464   Este último exílio

465   O mundo se surpreende

465   Confusão entre os judeus

466   Pecados passados e presentes

466   Argumentos e contra-argumentos

468   Pesando pecados e méritos

469   Um governo de descrentes

470   Pêssach Shení

471   O diferencial do sacrifício de Pêssach

471   "Por que somos considerados deficientes?"

471   Resumo das leis de Pêssach Shení

472   O Pêssach Shení do Rei Ezequias

472   Lag Baômer

473   A celebração do Rabi Shimón bar Iochai

474   Costumes de Lag Baômer

474   20 de Iyar

475   A ordem da viagem

475   As bandeiras das tribos

476   28 de Iyar

476   E Deus atacou o acampamento do Egito

478   Em defesa do povo de Israel

 

SIVÁN

 

28. O mês de Siván

 

481   Os nomes do mês

481   Leis do mês de Siván

482   Dias de restrição e abstinência

483   A missão do povo de Israel

484   Um reino de sacerdotes

485   O sétimo dia que é  o sexto

487   Os nomes da festa

487   Um dia de assembleia

488   Atséret - um único dia

488   Israel: o fruto de Deus

488   Leis e costumes de Shavuót

490   Acdamut

492   Azharót

492   A Ketubá

492   Leitura da Torá

493   Taam elión e taam tachtón: dois modos de entonação

493   As oferendas adicionais de Shavuót

494   Comer laticínios em Shavuót

494   Por que comemos alimentos lácteos

495   Razões do costume de decorar com folhas e ramos

495   Outros pratos especiais

495   Ensinando Torá às crianças

496   O Ticun da noite de Shavuót

496   Seleções do Midrash acerca da entrega da Torá

499   Nós faremos e ouviremos

499   Por que a Torá não foi logo entregue?

505   Seleções do Midrash acerca dos Dez Mandamentos

515   Leitura do Livro de Rute em Shavuót

 

29. Rute e David

 

517   Rute

517   Os amonitas e os moavitas não poderão entrar na congregação de Deus

519   A bondade de Abrahão

520   Nos campos de Moav

521   Mãe da realeza

522   O reino de Judá

522   A bondosa Rute

523   Sou toda sua

524   Por você também me cobrirei com realeza

525   David - descendente de Rute

526   A canção da Torá

527   Nasce Oved, avô de David

528   Pobreza e sofrimento

530   Um enigma atrás do outro

532   Tudo provém de Deus

533   Por um fio

534   Morar na escuridão por ordem de Deus

535   Sofrimento suportado com amor e alegria

537   Ele tinha olhos belos e era formoso

538   O oitavo filho de Ishái

539   A luta interna de Eliav

540   Servo de Deus

540   Assim como Ishái havia ordenado

541   Revelando pouco e ocultando muito

541   A voz do ungido de Deus é ouvida

542   Shavuot - o dia de David

 

30. Torá e Messorá

 

543   Torá e messorá

544   O primeiro rolo de Torá

544   Deus falava e Moisés escrevia

545   A parte oral da Torá Escrita

546   A massóret

547   Divisões e espaçamentos

547   Leis adicionais

548   Divisões posteriores

548   Os cinco Livros da Torá

549   As parshiót

549   As parshiót petuchót (abertas) e as setumót (fechadas)

550   Os versículos da Torá

550   Ordem cronológica na Torá

550   As letras da Torá

552   Os símbolos de entonação e as vogais

553   A divisão do Tanach em capítulos

 

31. Bicurím - O Fim do Mês

 

555   A época das primícias

556   Um testemunho importante

557   O dia das oferendas

557   Parashat Nassó

557   20 de Siván

558   O libelo de sangue de Blois

558   No ano de 5410

 

TAMUZ

 

32.  O mês de Tamuz

 

563   O mês de Tamuz

563   O jejum de 17 de Tamuz

564   Cinco calamidades em um mesmo dia

564   O 17 de Tamuz no deserto

566   A restauração da ordem

566   A quebra das Tábuas

567   Uma oportunidade para quem busca o arrependimento

568   A interrupção do sacrifício diário

568   O arrombamento das muralhas

569   Apostomos queimou a Torá

570   Leis de jejum

571   As três semanas

 

AV

 

33. O mês de Av

 

575   O mês de Av

575   Quando o mês de Av começa

577   O Shabat Chazón

578   A véspera de Tishá Beav

579   Leis de Tishá Beav

580   Arvit

581   Shacharit

583   Minchá

583   A noite seguinte

584   Comemorando a destruição

584   Quem vê as cidades de Judá em ruínas

 

34. A Geração dos Espiões

 

587   Desgraça em um dia de culpa

587   Choro injustificado

589   A revelação Divina

590   Cara a cara

591   O começo do caminho e o fim do caminho

591   Enviemos homens antes de nós

592   Envie homens

592   Temor no coração

593   O palácio do Rei

594   Uma época de choro para todas as gerações

595   As repercussões do decreto

 595   TIshá Beav no deserto

 

35. A Destruição

 

597   A destruição do primeiro Templo de Jerusalém 

598   Seleções do Midrash acerca da destruição dos Templos

603   Deus descarregou a Sua ira

604   A segunda destruição e a queda de Betar

611   A destruição de Tur Malcá

612   A queda de Betar

616   A santidade duradoura do Monte do Templo

617   Por que os Templos foram destruídos?

617   A partir da destruição

618   A expulsão da Espanha

618   O começo da calamidade

619   O primeiro decreto de conversão forçada

620   A Idade de Ouro

620   A volta da escuridão

620   Conversão forçada e aniquilação

621   Os "marranos"

622   A Inquisição

622   O édito de expulsão

623   A piedade do cruel

624   Na sequência da proclamação do édito

625   Com cânticos e louvores  

625   As tribulações dos exilados

 

36. A Consolação

 

627   O Shabat Nachamú

628   Sete consolos para Jerusalém

628   Um consolo duplo

629   Jerusalém no futuro

629   A Terra de Israel no futuro

630   As pegadas dos peregrinos

630   Os malvados não terão paz

631   A revelação da luz do Mashíach

632   Pelo mérito da Torá

 

37. O Fim do Mês

 

633   15 de Av

633   A geração do deserto parou de morrer

634   As proibições de matrimônios intertribais e de matrimônios com integrantes da tribo de Benjamim foram rescindidas

635   Como no Iom Kipúr

637   Oseias, filho de Elá, removeu os bloqueios

638   Quando o corte de lenha para o Altar era encerrado

638   Os ladrões de pilão e os ladrões de figos secos

639   Quem aumenta os seus estudos de Torá aumenta a sua vida

639   Os mártires de Betar foram sepultados

640   Fim do ano de plantio

640   Começo dos dias de julgamento

640   18 de Av

 

ELUL

 

38. O mês de Elul

 

643   O mês de Elul

643   Período de reconciliação

644   Alusões ao mês de Elul

644   O shofar

645   Costumes do mês de Elul

645   A morte dos espiões

646   25 de Elul

646   A construção da muralha

646   Selichót

648   Arrependimento - um ato de benevolência Divina

648   Os fundamentos do arrependimento

649   Na véspera de Rosh Hashaná

649   Ganhar o mundo em um único instante

650   O arrependimento dos justos

650   O fim do ano para o dízimo dos animais

651   O fim do ano para os dízimos dos vegetais e para a shemitá

651   Hatarat nedarím: anulação de promessas na véspera de Rosh Hashaná

Trechos

O cálculo do novilúnio

 

O Sol e a Lua, as duas grandes luminárias colocadas por Deus no céu no quarto dia da Criação, constituem a base para o cálculo de dias, meses e anos. O versículo (Gênesis 1:14) declara: "E sejam sinais para os prazos, os dias e os anos."

 

O Sol é a base para o cálculo dos dias. O período compreendido entre um pôr do sol até o pôr do sol seguinte é o que se considera um dia; a quantidade de vezes em que o Sol se põe [ou que ele nasce] em um ano equivale ao número de dias de 24 horas. O Sol também é a base para o cálculo dos anos, pois o nosso planeta não  executa uma rotação em torno de si mesmo uma vez a cada 24 horas; ele se desloca ao redor do Sol numa translação completa a cada 365¼ dias aproximadamente.

 

A Lua é a base para o cálculo dos meses - o tempo transcorrido entre a aparição de uma lua nova e a sua posterior reaparição. Os meses não podem ser calculados com base no Sol, uma vez que ele não apresenta alterações nas suas aparições. Similarmente, a Lua não pode ser utilizada para computar os anos, pois a sua reaparição mensal é sempre a mesma e o intervalo compreendido entre a aparição de cada novilúnio não varia.

 

Os povos do mundo determinam os seus calendários segundo critérios de consenso geral.

 

O mundo cristão calcula o ano baseando-se no Sol e divide os 365 ¼ dias em 12 unidades arbitrárias denominadas meses. Esses meses não dependem da aparição da lua nova e consistem em 28, 29, 30 ou 31 dias. Assim, os meses do calendário cristão se baseiam em um consenso geral.

 

O calendário muçulmano é baseado exclusivamente na lua; cada período de 12 meses lunares forma um ano. O ano dos muçulmanos pode começar tanto na primavera quanto no verão, no outono ou no inverno, já que não são feitos ajustes para sincronizar os meses lunares com o ano solar.

 

Se o intervalo entre um novilúnio e o próximo fosse de exatos um 12 avos de um ano solar, os anos solar e lunar seriam exatamente iguais. Mas não é isso o que acontece. O ano solar é composto de 365 dias, 5 horas, 55 minutos e 25 segundos. O mês lunar [que é o intervalo entre um novilúnio e o próximo] é composto de 29 dias, 12 horas, 44 minutos e 3? segundos; multiplicando por 12 resulta em 354 dias, 8 horas, 48 minutos e 40 segundos - uma discrepância anual de 10 dias, 21 horas, 6 minutos e 45 segundos entre os anos solar e lunar.

 

Se o ano solar for usado como base para um calendário, o cálculo dos meses não coincidirá com a aparição da lua nova. Mas se a aparição da lua nova for usada como base, os 12 novilúnios não coincidirão com as translações da terra ao redor do Sol. Se só for usado um calendário lunar, as quatro estações - primavera, verão, outono e inverno, às quais as Escrituras se referem como "épocas de plantio e colheita, de frio e calor" - não cairão todos os anos nas mesmas épocas e nos mesmos meses...

 

A Torá ordenou ao povo de Israel que consagrasse os meses e comemorasse "o mês da primavera [Nissán] e celebrasse o Pêssach ao Eterno, teu Deus" (Deuteronômio 16:1). Assim, temos o dever de assegurar que, ao estabelecer os meses do ano de acordo com o novilúnio, o mês de Nissán sempre caia na primavera. Como é possível conciliar esses dois requisitos, se o ano solar e os 12 meses lunares são inconciliáveis? Se o nosso calendário se baseasse apenas na passagem de 12 meses lunares, a cada ano solar estaríamos atrasados cerca de 11 dias. Se o nosso ano se baseasse em 13 meses, a cada ano solar estaríamos adiantados cerca de 22 dias. Em ambos os casos, no espaço de poucos anos, o mês de Nissán  não cair ja mais na primavera.

 

Para corrigir essa discrepância foram instituídos os anos embolísmicos dentro do ciclo de nosso calendário, nos quais foi intercalado um mês. É uma halachá lemoshé missionai ("lei recebida por Moisés no Sinai" - uma lei que Moisés transmitiu mas que não está registrada na Torá). 

 

Assim, há dois tipos de anos dentro do ciclo do calendário judaico: os regulares, de 12 meses, e os embolísmicos, de 13. Após a passagem de um determinado número de anos regulares, quando a diferença entre o ano solar e o lunar alcança aproximadamente um mês, intercalamos um mês [outro Adar] antes de Nissán, de modo que o mês de Nissán sempre coincida com a primavera e não se distancie mais de 20 dias do ano solar. 

 

*****

O dia do julgamento

 

Rosh Hashaná é o Dia do Julgamento para toda a humanidade. Nesse dia, o homem é julgado por todas as suas ações, e o que virá a acontecer durante o ano vindouro é registrado. O Talmud (Rosh Hashaná 8a) depreende isso do versículo (Deuteronômio 11:12) que declara: ?Os olhos do Eterno, teu Deus, estão sempre sobre ela [sobre a Terra de Israel], do princípio do ano até o fim do ano? ? ou seja, no Rosh Hashaná o mundo é julgado quanto ao que virá a acontecer ao longo do ano.

 

Os nossos sábios disseram:

 

No Rosh Hashaná, toda a humanidade passa diante Dele como um rebanho de ovelhas. Passam por Ele um por vez, um atrás do outro, mas Ele esquadrinha a todos com uma única olhada. Assim, o versículo (Salmos 33:15) declara: ?Ele analisa os corações de todos e perscruta todas as suas obras?; Deus, que é o Criador, [com uma única olhada] vê todos os corações da humanidade juntos e comprende todos os seus atos.

 

O Rabi Cruspedai disse em nome do Rabi Iochanán que, no Rosh Hashaná, são abertos três livros contábeis: um para as pessoas completamente malvadas, um para as pessoas completamente justas e um para as pessoas medianas. As completamente justas são inscritas e seladas imediatamente para a vida. As completamente malvadas são inscritas e seladas imediatamente para a morte. O destino das medianas permanece pendente até o Iom Kipúr. Se elas merecerem [ou seja, se ficarem arrependendidas], serão inscritas para a vida; caso contrário [ou seja, se não se arrependerem], serão inscritas para a morte (ibid. 16a-b).

 

Rosh Hashaná foi decretado como dia do julgamento por dois motivos: Primeiro porque, nesse dia, a Criação do mundo foi completada ? e como a intenção Divina foi de que o mundo fosse governado pela característica de justiça rigorosa, o início do ano foi instituído como dia do julgamento. 

 

O segundo motivo é que, como vimos anteriormente, nesse dia Adão foi julgado, se arrependeu e foi perdoado.

 

Esses dois motivos encontram-se insinuados na reza de Mussáf de Rosh Hashaná, onde recitamos: ?Pois fixaste tempo de lembrar e recordar todo espírito e toda alma, e serão recordadas as numerosas ações e infinitas multidões de criaturas. Desde o princípio assim estabeleceste e de outrora o revelaste; o dia de hoje é o dia do começo da Tua Criação, é uma lembrança do primeiro dia? ? uma lembrança do primeiro dia do mundo completamente criado e do primeiro dia do julgamento.

 

Os nossos sábios disseram: ?Veja só como os caminhos de Deus diferem dos caminhos do homem. Quando o homem julga um amigo querido, ele age com leveza, com o intuito de tratá-lo com misericórdia; e quando julga um inimigo, ele age com dureza, a fim de cobrar justiça rigorosa. Mas Deus não age dessa maneira. No mês de Tishrei, Ele julga a todos ? inclusive aqueles que violam os Seus preceitos ? apenas com boa vontade. E as numerosas festas e mitsvót do mês de Tishrei renovam a afinidade existente entre Ele e Suas criaturas. Durante esse mês de conciliação, Deus recebe as rezas e o arrependimento do homem e o julga com piedade.?

 

*******

15 de Av

O dia 15 de Av - conhecido como Tu Beav - possui um caráter festivo. 

 

Nas preces desse dia não se recita tachanun (súplicas de perdão pelos pecados), nem na de Minchá da tarde anterior [conforme o costume praticado nas vésperas de todos os dias festivos]. Os noivos que casam nesse dia não precisam jejuar.

Nessa data ocorreram vários eventos felizes para o povo judeu, ao longo dos séculos:

 A geração do deserto parou de morrer.

O matrimônio entre integrantes de diferentes tribos passou a ser permitido [depois da divisão da Terra de Israel].

A proibição de casar com qualquer pessoa da tribo de Benjamim foi rescindida, após o episódio da concubina de Guivá [vide Juízes 20-21].

Foram removidos por Oseias, filho de Elá, os bloqueios que Jeroboão colocara para impedir que as pessoas subissem a Jerusalém nas festas de peregrinação.

Encerrava-se o corte anual de madeira para o Altar do Templo.

Os mártires massacrados em Betar foram finalmente sepultados.

Nas gerações anteriores, essa data era considerada uma festa completa, conforme será explicado adiante. Atualmente, como o Templo está destruído e muitos dos dias festivos registrados na Meguilá de Taanit não são mais observados, a nossa alegria nesse dia encontra sua principal expressão no estudo da Torá. Conforme os nossos sábios (Talmud, Berachót 8a) ensinaram, desde que o Templo foi destruído, Deus tem apenas as "quatro amót da Lei da Halacha" [como morada], pois a destruição não afetou a Torá, que permanece em vigor assim como na época anterior à destruição. Portanto, também depois da destruição "os preceitos do Eterno têm absoluta retidão e trazem alegria ao coração" (Salmo 19: 9), assim como antes. Por isso, a partir dessa data costuma-se aumentar o tempo dedicado ao estudo de Torá à noite, até o fim do inverno.

 

******

 


Prefácio

Introdução do autor à primeira edição em inglês

 

 

Ao escrever em hebraico o Sefer Hatodaá tive como objetivo auxiliar os professores de estudos judaicos nas escolas israelenses. Eu procurei transmitir conceitos gerais a respeito dos vastos tesouros espirituais inerentes às festas e datas significativas judaicas, bem como mostrar detalhes de leis e saberes, de usos e costumes e de ideias ? com base em fontes autênticas e apresentado em um estilo moderno e fácil. A minha intenção, portanto, foi de aliviar a carga dos professores na coleta de material e facilitar a compreensão dos alunos.

 

Quando o livro foi concluído, há cerca de oito anos [em 1960], eu não podia antecipar o grande interesse que viria a despertar no mais diversificado público judaico. No entanto, logo percebi, para minha surpresa, que muitos grupos e indivíduos em Israel e na maioria dos países da diáspora consideraram o livro esclarecedor e profícuo. O Sefer Hatodaá, que surgiu em silêncio, sem nenhuma publicidade, logo passou a fazer parte de muitos milhares de lares judaicos e tornou-se um guia e livro de referência para pais e filhos, professores e alunos, rabinos e membros das congregações.

 

Nos últimos tempos, muitas pessoas que vivem fora de Israel, especialmente nos Estados Unidos e em outros países de língua inglesa, pleitearam por uma versão dessa obra em inglês. Essa demanda resultou na edição em inglês que os editores agora apresentam ao público judeu do mundo inteiro.

 

Traduzir o Sefer Hatodaá foi uma tarefa muito complexa devido ao caráter especial do livro e ao seu estilo único. A intenção era criar uma obra judaica tradicional que fosse ao mesmo tempo uma publicação de leitura popular. Essa meta foi difícil de atingir até mesmo no original em hebraico, mais ainda quando procuramos converter todo esse material judaico específico para um idioma muito novo e estranho à sua cultura, psicologia e valores.

 

A variedade de títulos de temática judaica em inglês tem crescido muito, tanto traduções de fontes hebraicas clássicas quanto escritos originais. No entanto, ainda é muito difícil mesclar o sabor novo com o gosto antigo.

 

O Rabino Nachman Bulman, que tomou sobre si a realização dessa tarefa quase impossível, demonstrou uma grande dose de engenhosidade e sagacidade ao harmonizar o antigo com o novo. O seu objetivo principal foi manter o caráter tradicional do livro e, ao mesmo tempo, torná-lo um texto agradável de ser lido, fazendo com que cada ponto abstrato ou técnico pudesse ser compreendido facilmente por todos. Deixo aqui os meus cumprimentos e o meu profundo reconhecimento.

 

O Rabino Bulman já foi muito elogiado pela sua tradução para o inglês do meu livro anterior, Ish Ubeitó sob o título The Jew and His Home. No presente trabalho, ele certamente superou a si mesmo. Estou certo de que o leitor compartilhará do meu sentimento de gratidão pelos seus esforços.

 

Devo também mencionar os meus agradecimentos ao Sr. Tzvi Kitov e à Sra. Ester Karno por ajudarem a editar e preparar o texto para ser publicado.

 

É preciso salientar que, apesar de todos os esforços envolvidos, o trabalho não ficou perfeito. Um leitor que não estiver familiarizado com os clássicos judaicos poderá encontrar dificuldades na compreensão dos conceitos hebraicos abundantemente citados. Para facilitar o entendimento, acrescentamos um glossário no final [da edição em inglês].

 

Tenho também a obrigação de pedir aos leitores que não considerem esta como uma obra definitiva de lei religiosa. A intenção deste livro é apenas oferecer uma noção geral da halachá. Questões práticas específicas devem ser formuladas a um rabino.

 

Já que o meu principal objetivo ao escrever este Sefer Hatodaá foi lezacót et harabím (causar mérito ao público), considero uma obrigação agradável compartilhar desse mérito com o Sr. Abraham Parshan, de Toronto, Canadá, que me concedeu uma contribuição inestimável e vital para a materialização dessa ideia. ?Abençoa, ó Eterno, seus bens, e o sacrifício de suas mãos recebe com agrado? (Deuteronômio 33:11).

 

Um profundo agradecimento é devido também ao Sr. Charles Batt, de Hartford, Connecticut, cuja orientação e assessoramento foram encorajadores e úteis.

 

Eliyahu Kitov

Jerusalém, Siván de 5728 (Junho de 1968)


Comentários

 

"O segundo livro mais importante em minha biblioteca, atrás apenas da Bíblia Hebraica... Recheado de análises, contos e explicações (...), dividido por cada dia significativo do ano e trazendo suas instruções específicas, para que você sempre saiba a importância do dia que está vivendo HOJE... Este livro nunca deixa de ser interessante... Recomendo para homens e mulheres."

[Avaliação 5 estrelas - Comentário da versão em inglês no site Amazon, 2013]

 

"Intenso e fascinante! Este livro é uma jóia! Não somente guia o leitor através dos feriados judaicos, provendo informações detalhadas sobre as orientações costumes, como também concede explicações claríssimas do que e porque os feriados são... É simplesmente fascinante! (...) De fácil leitura e compreensão... o Livro do Conhecimento Judaico é muito bem escrito e agradável de ler, nem parece uma enciclopédia de conteúdo. Estou adorando ler suas páginas!"

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"Este é o mais completo livro que aborda o ciclo de vida judaico que eu já li. Discute o Calendário Judaico todo e analisa cada data marcante. Ademais, aborda assuntos que me surpreenderam, como os cálculos lunares dos meses judaicos (Rosh Chodesh), os períodos de Chol Hamoed e suas leis... É incrível como aborda detalhadamente o feriado de Sucót e as Quatro Espécies. A melhor parte é que o autor narra a história por trás de cada feriado e também a Halacha (a lei judaica) praticada desde a época do Primeiro Templo. Um trabalho excelente e de amplo alcance. Elaborado num estilo de leitura fácil mas que não deixa a desejar em conteúdo. É uma verdadeira ferramenta para quem deseja aprender sobre viver o Judaísmo!"

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"Provavelmente o melhor material ortodoxo de introdução à visão e leis judaicas que existe. Você irá consulta-lo repetidamente e nunca faltará informação. Possuo uma extensa biblioteca de livros judaicos, mas este volume está constantemente em uso." 

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"Simplesmente ótimo! Este livro é brilhante! Para alguém com conhecimento superficial sobre judaísmo, este livro é um excelente material de consulta. Aborda cada pequeno aspecto dos feriados e do Calendário Judaico como um todo. Explica como cada coisa deve ser feita e porque  deve ser feita desta forma, de onde a tradição se originou, e até traz contos sobre o assunto. Não é uma leitura monótona. Por incluir histórias, contos e discussões constitui uma leitura fácil e interessante que te mantém sempre curioso." 

 [Avaliação 5 estrelas - Comentário da versão em inglês no site Amazon, 2013]

 

"É um excelente livro para aprender e compreender com mais detalhes tudo sobre os feriados judaicos, realmente recomendo." 

 [Avaliação 5 estrelas - Comentário da versão em inglês no site Amazon, 2017]

 

"Muito bem escrito. Essencial para estudo, descoberta e compreensão"

[Comentário da versão em inglês no site da Feldheim, 2013]

 

"Muito bom, Leitura necessária para todo judeu... use para aproximar os outros!"

[Comentário da versão em inglês no site da Feldheim, 2012]

 

"Todo lar judaico deve contar com esta obra!"

[Comentário da versão em inglês no site da Feldheim, 2012]

 

"Leitura obrigatória para todo judeu. Acompanha cada dia e mês do ano com significado especial...Os feriados judaicos trazem razão e santidade para nossas vidas. O livro traz acontecimentos, leis e costumes pertinentes ao nosso dia a dia, fornecendo material para reflexão e santificação do que é mundano. Este livro é recomendado para religiosos e tradicionais, em especial para os mais afastados, que ao lê-lo certamente se aproximarão..."

 [Comentário da versão em hebraico no site Simania, 2012]

 

"O lançamento do LIVRO DO CONHECIMENTO JUDAICO (Sefer Hatodaá) é um verdadeiro marco para a comunidade israelita brasileira, por tratar-se de uma obra indispensável em todo lar judaico - uma jornada fascinante ao longo do ano hebreu, mês a mês, propiciando o aprendizado de um leque extraordinário de conhecimentos fundamentais a respeito das datas festivas e dos dias significativos do calendário hebraico, da história de nosso povo, bem como das leis e costumes judaicos.

É um livro brilhante, que apresenta de forma didática e esclarece muitos dos "quem" "quando" "como" "onde" "o quê" e "por quê" do judaísmo.

Altamente recomendável!"

 [Gilberto Bande, tradutor]

Avaliação dos Clientes

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