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A Travessia

De Ismaeleyah a Higienópolis - A História de um Judeu Egípcio Contemporâneo
Autor: Alain Bigio
SKU: 12785
Páginas: 208
Avaliação geral:

Narrado pelo próprio autor, Alain Bigio, conta a história dos seus antepassados e suas memórias de uma vida judaica que começou no Egito e veio continuar aqui no Brasil.

de R$ 36,00 por R$ 25,20 no Cartão
Disponibilidade: Imediata

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Descrição

O lançamento foi um sucesso! Não perca essa oportunidade de conhecer uma história singular!

Narrado pelo próprio autor, Alain Bigio, conta a história dos seus antepassados e suas memórias de uma vida judaica que começou no Egito e veio continuar aqui no Brasil.

"Sempre que me perguntam: “De onde você é?”, fico inseguro e hesito em responder. Por mais estranho que isso possa parecer, a resposta não é nada simples. Nasci na cidade do Cairo, mas não tenho a nacionalidade egípcia e mal sei falar o árabe. Tenho a nacionalidade francesa, sem jamais ter vivido na França. Embora meu sobrenome tenha sonoridade italiana, nunca falei o italiano. Minha língua materna é o francês, porém prefiro o inglês para a leitura. Vivo no Brasil desde os oito anos, optei pela nacionalidade brasileira e obtive o passaporte. Assim me estabeleci neste novo país e criei minhas raízes.

Eis, então, um livro de memórias que traz uma complexa resposta àquela pergunta tão simples quanto trivial. É o relato da aventura de um imigrante que insiste em preservar sua história para transmiti-la a seus filhos. Espero que este livro lhes sirva como um bom começo."

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A Travessia, o relato de Alain Bigio, é sobre outra saída do Egito. Desta vez a de sua família e de tantas outras, como a minha, na década de 1950. É a história de muitos judeus egípcios que tiveram que abandonar suas casas, bens, famílias, enfim, a vida em seu país, e buscar uma relativa segurança, enfrentando o desconhecido, a alternativa que ficava do outro lado do mundo, com hábitos, língua e paisagem tão diferentes. O Brasil nos acolheu, e Alain ilustra essa trajetória de forma sensível e elucidativa, além de nos fazer refletir sobre as perdas e os novos ganhos.

A leitura é ágil, contempla a família de origem de Alain, seus pais, tios e primos, com minúcias mas, sobretudo, com muito afeto, ao mesmo tempo em que delineia todo o panorama e as dificuldades enfrentadas pelo garoto Alain, depois adulto. São fatos que nos fazem pensar, são revelações autênticas de alguém que se sentiu motivado a prestigiar sua procedência, a esclarecer e tentar explicar o que se passou e a deixar um legado a seus descendentes. Narra as pequenas e grandes vitórias  alcançadas e as grandes e pequenas dificuldades que foram surgindo, a aceitação agradecida pela nova oportunidade de vida, sempre preocupado em esclarecer um aspecto que parece fundamental: a identidade de um judeu que precisou abandonar suas raízes e sair de sua terra, o Egito.

Marisa Cukier

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Alain, li teu livro hoje, de uma vez só.  Foi uma poesia para mim.  Você conta a história de uma forma cativante, como um fio que vai da história dos judeus com o Egito, à história recente dos judeus no Egito, à história de tua família, tão semelhante à história da minha e tão familiar, até tua história aqui no Brasil. Comovente e muito bem escrito.

Geraldo Coen (São Paulo SP)

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Alain, não estava preparada para um livro tão interessante combinando a história de sua familia com a situação e as lutas do povo judeu! Conheço muito pouco dos sefarditas e adorei ter este contato! Parabéns, parabéns, parabéns! Li o seu livro prazeirosamente num espaço pequeno de tempo. isto é sinal que me interessou.

Marina Sendacz (São Paulo SP)

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Ontem, 07/07/2013 terminei a leitura do seu livro A Travessia, o qual deixou profundas impressões na minha alma. Sou admirador e pesquisador da religião e cultura judaica. O capítulo que aborda o tema "Être comme il faut", é muito esclarecedor e relevante.

Francisco Eloi Santos (Fortaleza CE)

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Seu cuidado com a pesquisa histórica é precioso. Percebe-se nitidamente um investimento incrível nos fatos documentados, explicados e justificados. No livro transparece o orgulho que você tem de "pertencer". Você deixou um legado para tua família que não tem preço. Pode olhar pra trás com orgulho , coisa que nem todos os pais ou filhos podem fazer!

Sonia Ungar

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Recebi uma linda surpresa ontem. Um livro chamado A Travessia. Me fez um enorme bem. thanks.

Sybil Douek

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Excelente livro escrito de maneira agradável, recomendo.

Vania Ejzemberg

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Quanto ao livro , li e gostei ! As lembranças da infância , são uma tema que você aborda com muita propriedade , sinceramente me fez lembrar ¨Em busca do tempo perdido de Proust. Como diletante de história, também gostei muito do relato dos fatos da história recente do Egito que desconhecia. Enfim , mais uma vez parabéns pela iniciativa de realizar a obra e pelo resultado!

Julio Matheus Jr.

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Tive duas colegas judias que viveram no Egito pré-Nasser: minhas amigas  Dra. Claude Cicurel (hoje Papavero), colega no curso de Ciências Sociais na USP, anos 60, de cuja banca de doutorado tive o prazer de participar há poucos anos, orientanda de Lilia Schwartz (da Cia das Letras)  e Dra.  Ruthy Laniado, respeitada professora de Política na UFBa, anos 90 até o presente. Somente agora tive o prazer de tomar conhecimento de um terceiro judeu do Egito que também fez parte de minha história: Alain Bigio, ambos ainda no frescor dos vinte anos, nos primeiros anos da década de 60, participamos juntos de revolucionário projeto de Educação de Base junto a população de caiçaras em Itariri, no litoral de São Paulo. Além de ter registrado essa nossa atuação cidadã do Método Paulo Freyre de alfabetização de adultos camponeses, com detalhes e fotos, Alain me deu enorme felicidade com seu livro A TRAVESSIA, História de um judeu egípcio contemporâneo, pois com ricas informações etno-históricas e maravilhosas fotos ilustrativas, permitiu-se entender esse mundo tão interessante que foi a presença judaica na terra dos faraós. Sabia eu que os Cicurel eram donos do portentoso magazin com o mesmo nome, cheguei a conhecer o velho Cicurel e sua esposa em seu apartamento da Faria Lima, mas nunca tinha visto a foto da empresa, assim como outras paisagens, ambientes, maravilhosas roupas e fotos de família dessa população que parecia tão feliz e próspera até o momento que teve de às pressas e com expropriação de seus bens, abandonar sua terra natal. Livro importante, bem documentado, sensível, estudo de caso, de muitos casos, que certamente tocará no coração de seus leitores pelo drama de vida desses novos brasileiros que enriqueceram culturalmente nossa terra.

Luiz Mott, professor titular de Antropologia da UFBa

 

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A história do mundo no contexto de uma Travessia de 350 anos de uma família  

Travessia - A história de um judeu egípcio é muito mais do que a história de uma pessoa. Ela integra a história do mundo desde 70 dC, política, economia e cultura com a história da família do autor ao longo dos últimos 350 anos. A história dá uma visão para a palavra, diáspora, na medida em que ele traça os movimentos dos judeus sefarditas em toda a Península Ibérica, Oriente Médio, Norte da África, Europa e Américas. O próprio Alain Bigio é um produto da dinâmica destas forças: nascido no Cairo, Egito; nacionalidade e língua materna francesas; Sobrenome italiano; e vive no Brasil. 

A Travessia dá o contexto para tantos eventos mundiais: edital de Santo Agostinho; a ascensão do Islã no século 7; Rei da Espanha Fernando e Isabel, em 1492; Família Médici da Itália em 1600; Aleppo, Síria, o destino das caravanas que trazem mercadorias do Extremo Oriente em 1700 e 1800, o Canal de Suez, em 1869; recusa do imperador do Império Otomano para pagar dívidas do governo em 1875; O apoio da Inglaterra para o Egito no cultivo de algodão após a oferta de algodão dos EUA ter sido interrompida por sua Guerra Civil; a Irmandade Muçulmana, Rommel, Gamal Abdel Nasser, Anwar El Sadat e na década de 1940; a crise de Suez, em 1956; a Guerra dos Seis Dias, em 1967; e da ditadura do Brasil.

Como os antepassados ​​de Alain traçaram seu caminho, apesar da discriminação contra os judeus, permeia o livro. Alain fornece uma visão íntima de sua própria vida e do sentido de "Être comme il faut" (literalmente, "ser como se deveria"). O tom de Alain permanece positivo como ele relata doces lembranças de uma vida boa.

Depois de ler o livro, eu senti que eu havia feito uma viagem ... perturbadora, mas edificante. Altamente recomendado.

Donald F. Rubovits
Adquiriu a versão em Inglês, em ebook, do livro na Amazon

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